As recomendações críticas do provedor de Justiça sobre o concurso para professores titulares representa um sério revés para a ministra da Educação. E não apenas porque rebatem uma decisão de Maria de Lurdes Rodrigues, mas porque a atingem no cerne da sua propagada política de rigor e de exigência. Que, em matéria de princípios, tem tido o apoio da opinião pública.
Nascimento Rodrigues refere situações de “flagrante injustiça no quadro legal do concurso“. As situações estranhas têm vindo todos os dias nos jornais. E o provedor refere-se especificamente às que prejudicaram os professores de escalão mais elevado, e até que tinham nota mais elevada, em relação a outros que os ultrapassaram mesmo fazendo parte de um escalão mais baixo e tendo notas mais baixas.
Ninguém entende um concurso que permite esta distorção. E pior que a imagem da ministra junto da opinião pública, ou que o peso que isso tem no que os professores pensam dela, é a ideia que tudo isto transmite aos alunos. Se é com eles e para eles que o sistema de ensino trabalha – e se, no limite, todas as mudanças feitas por este ministério têm tido sempre o argumento de que são feitas em benefício dos alunos -, então ainda se compreende menos como é que um concurso interno e legal põe professores piores à frente de professores melhores.
Até agora o ministério não deu nenhuma resposta às críticas do provedor. Devia fazê-lo. Quem pede rigor aos outros não pode cair em faltas dele.
in DN Online











































Olá!!
Estou passando por aqui para dar meus parabéns
pela sua indicação, ao prêmio blog 5 estrelas!
Seu blog é muito original, parabéns 2x!
rsrs..
boa semana.
=]
A ilógica e a incoerência!
E diria muito mais. Mas fico-me por aqui.