Feliz 2008!
31 12 2007Comentários : Sem Comentários »
Tags : Imagens, Notícias, Sociedade
Categorias : Não classificado
Vernon Little, o Bode Expiatório, de D.B.C Pierre é o livro de ficção no topo dos mais adquiridos pelos consumidores, mas menos consumidos enquanto livros. O paradoxo parece ficar a dever-se ao volume das obras, mas o (fraco) interesse de algumas também é criticado.
Com 640 páginas, Harry Potter e o Cálice de Fogo é o segundo de uma lista que inclui Ulysses de James Joyce em terceiro, O Alquimista, de Paulo Coelho em sétimo, Guerra e Paz, de Tolstoy em oitavo e Crime e Castigo, de Dostoyevsky em décimo.
A pesquisa inquiriu 4 mil leitores britânicos e tinha por objectivo verificar em que medida os livros mais vendidos são, de facto, lidos na íntegra pelos compradores.
Parte substancial dos livros que conseguiram os dez primeiros lugares são considerados best-sellers mundiais, tanto da literatura contemporânea como da literatura moderna, como atestam as duas obras dos dois clássicos russos.
Para além destas obras ficcionais, as autobiografias de Clinton, David Beckham e Margaret Thatcher encabeçam a lista na categoria biográfica.
A pesquisa, encomendada pela Teletext, revela ainda que 55 por cento das pessoas que compra livros confessa fazê-lo para decoração, e não para os ler.
Por outro lado, 35 por cento dos inquiridos diz que nunca compraria um livro com mais de 350 páginas, independentemente do assunto.
A falta de tempo é uma das principais justificações, seguida pelo cansaço, oferta de entretenimento da televisão e pelos jogos de computador.
Kevin Killen, académico que comenta o estudo para o The Independent, a inclusão de ’obras-primas’ no top-10 não é uma surpresa, uma vez que são obras que exigem dedicação para serem lidas; por outro lado, Killen admira-se com o facto de Ulysses, Guerra e Paz ou Crime e Castigo continuarem a ser dos livros mais vendidos internacionalmente.
Lista dos livros mais comprados e menos lidos - Ficção:
1. Vernon Little, o Bode Expiatório - D.B.C Pierre
2 .Harry Potter e o Cálice de Fogo - JK Rowling
3. Ulysses - James Joyce
4. O Bandolim de Corelli - Louis De Bernières
5. Cloud Atlas - David Mitchell
6. Versos Satânicos - Salman Rushdie
7. O Alquimista - Paulo Coelho
8. Guerra e Paz - Liev Tolstoy
9. O Deus das Pequenas Coisas - Arundhati Roy
10. Crime e Castigo - Dostoyevsky
in SOL


O ano de 2007 foi pródigo em gafes e atropelos nas explicações dadas pelos nossos políticos sobre decisões e acontecimentos polémicos. (…)
Momentos para relembrar antes do fim de 2007 e numa época em que os políticos andam mais comedidos… com as palavras.
Licenciatura de Sócrates explicada em directo
Em Abril, em entrevista à RTP, José Sócrates justifica ter pedido transferência do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) para a Universidade Independente (UnI) por, na UnI, haver uma licenciatura e o curso do ISEL apenas lhe dar equivalência. Além disso, refere, a UnI "era perto do ISEL" e tinha regime pós-laboral. Havia, contudo, uma questão que pareceu não incomodar o então deputado socialista o curso da UnI não era reconhecido pela Ordem dos Engenheiros.
Luís Arouca, reitor da UnI aceitou a candidatura sem lhe ter sido entregue o certificado de habilitações do ISEL e as classificações de quatro cadeiras foram lançadas num domingo de Agosto. Sócrates alega que "um aluno não é responsável pelo funcionamento" da universidade que frequenta. O primeiro-ministro diz ainda que integrava uma turma "especial, de alunos oriundos de outras instituições", razão pela qual foi Arouca o docente de Inglês Técnico e não o regente da cadeira.
Uma enorme coincidência foi a explicação dada para o facto de António José Morais, filiado no PS e antigo ocupante de cargos dirigentes nos governos de Guterres e de Sócrates, ter sido, ao mesmo tempo, professor de três disciplinas que faltavam ao futuro líder do PS. Quanto ao constar, na sua biografia de deputado, como "engenheiro civil", o chefe de Governo disse não se lembrar por já ter sido há 14 anos.
Cavaco pede entusiasmo para se fazer mais filhos
No final de uma visita de dois dias aos concelhos da Guarda e de Gouveia, no dia 24 de Novembro, o presidente da República quis saber "Por que é que nascem tão poucas crianças?". E questionou: "O que é preciso fazer para que nasçam mais crianças em Portugal?". Numa das suas intervenções mais espontâneas ao longo deste ano, Cavaco ainda referiu não acreditar "que tenha desaparecido nos portugueses o entusiasmo por trazer novas vidas ao mundo".
Contribuam para tornar Portugal mais… pobre
Foi a 21 de Maio, no Parlamento, no discurso que abriu o plenário sobre a Lei da Nacionalidade, que da garganta do primeiro-ministro saiu uma das gafes mais hilariantes do ano. José Sócrates queria pedir a todos os portugueses que contribuíssem para tornar Portugal um país mais próspero, mas foi traído na verbalização.
"Quero deixar-vos também uma palavra de confiança, confiança em vós, nas vossas famílias e a certeza que cada um dará o seu melhor para um país mais justo, para um país mais pobre… perdão, para um país mais solidário, mais próspero, evoluído", foi o que se ouviu.
Cavaquismo inspira corte nas férias judiciais
Em meados de Janeiro, em entrevista ao "Expresso", o ministro da Justiça, Alberto Costa, afirma que a redução das férias judiciais para apenas um mês foi uma sua medida de "inspiração cavaquista" e elogia o "ímpeto reformista" dos governos de Cavaco Silva no final da década de 80.
Manuel Pinho elogia baixos salários nacionais
Na visita oficial à China, num seminário em Pequim, a 1 de Fevereiro, perante 300 empresários chineses, o ministro da Economia diz que a mão-de-obra portuguesa é barata, logo uma vantagem competitiva a aproveitar. Foi esta a terceira razão apontada por Manuel Pinho para se investir em Portugal "Somos um país competitivo em termos de custos, nomeadamente, os custos salariais são mais baixos do que a média da União Europeia."
Ministro anuncia postos de trabalho que já existiam
Face o despedimento de 500 trabalhadores da fábrica Delphi, em Maio, o ministro garantiu, em Bruxelas, que a multinacional tinha criado 250 postos de trabalho em Castelo Branco. Só que esses empregos já se encontravam preenchidos desde 2006.
Piada sobre Sócrates suspende professor
Segundo a nota de culpa da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), no dia 19 de Abril, o professor de Inglês e ex-deputado do PSD, Fernando Charrua, disse "Somos governados por uma cambada de vigaristas e o chefe deles todos é um f… da p…". Charrua alega que o insulto é "falso" e adianta que o comentário foi sobre a licenciatura de Sócrates, ocorreu dia 20 de Abril, num restaurante, onde estava com um colega e a directora da DREN, Margarida Moreira, que até terá respondido que, através do programa Novas Oportunidades, o primeiro-ministro poderia sanar essa questão. A suspensão de Charrua foi retirada semanas mais tarde. Pela própria ministra da Educação.
Frase de Correia de Campos exonera funcionária
Foi no final de Junho. Um médico amplia um artigo de jornal em que o ministro da Saúde, Correia de Campos, diz nunca ter ido a um SAP (Serviço de Atendimento Permanente). O clínico agarra numa caneta e acrescenta "Façam como o ministro, não venham ao SAP". No inquérito que foi realizado, o médico admite a autoria da fotocópia e da frase. A administrativa do Centro de Saúde de Vieira do Minho, Maria Celeste Vilela Fernandes Cardoso, acaba por ser exonerada.
SEC propõe que se diga mal do Governo, mas em casa
Dias depois, a 5 de Julho, na apresentação do relatório anual do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, a secretária de Estado adjunta e da Saúde, Carmen Pignatelli diz "Vivemos num país em que as pessoas são livres de dizer aquilo que pensam… desde que seja nos locais apropriados". E foi ainda mais explícita: "Eu sou secretária de Estado, aqui nunca poderia dizer mal do Governo. Aqui. Mas posso dizer na minha casa, na esquina, no café. Tem é de haver alguma sensibilidade social."
Lino diz que é engenheiro civil inscrito na Ordem
A 4 de Maio, quando a polémica sobre a licenciatura do primeiro-ministro começava a ser esquecida, Mário Lino puxa dos galões e na abertura do 3.º Congresso do Oeste, em Alcobaça, para acusar de pouco sérios os argumentos dos que defendem o aeroporto na margem sul, brada "Digo isto com consciência profissional, evocando a minha condição de engenheiro civil, engenheiro inscrito na Ordem dos Engenheiros". A gargalhada foi geral.
Ministro afunda-se no deserto da margem sul
A 23 de Maio, num almoço da Ordem dos Economistas, o ministro das Obras Públicas recusa construir o aeroporto em Alcochete. "O que eu acho faraónico é fazer o aeroporto na margem sul, onde não há gente, onde não há escolas, onde não há hospitais, onde não há cidades, nem indústria, comércio, hotéis e onde há questões da maior relevância que é necessário preservar."
Lino não acerta na data e recua na localização
Na mesma ocasião, Lino fala do calendário do projecto "Vamos lançar o concurso no segundo semestre de 2009". De repente, dá conta do lapso e rectifica: "Vamos lançar o concurso no segundo semestre de 2007". E a 12 de Junho - apenas 15 dias depois - anuncia ter pedido ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) um estudo comparativo entre a Ota e Alcochete.
Alberto João Jardim escapa ao "espeto"
Quinze antes das eleições legislativas antecipadas, a 6 de Maio, na Madeira, causadas pela sua demissão, Alberto João Jardim disse "Os socialistas contavam que roubando o dinheiro à Madeira, pegavam no Alberto João, pegavam no PSD, metiam no espeto, punham o Alberto João a grelhar ao lume e o Alberto João saía que nem um franguinho assado". "Só que eu gosto de frango e de frangas, mas servir de espeto…", é que não, percebeu-se. Jardim foi reeleito por mais quatro anos. Com maioria absoluta.
Almeida Santos diz que Ota é melhor contra terrorismo
A 24 de Maio, no fim de uma reunião da Comissão Nacional do PS, Almeida Santos lança um novo argumento pró-Ota é menos vulnerável ao terrorismo. "Um aeroporto na margem sul tem um defeito: precisa de pontes. Suponham que uma ponte é dinamitada? Quem quiser criar um grande problema em Portugal, em termos de aviação internacional, desliga o Norte do Sul do País".
Santana sai de entrevista por causa de Mourinho…
Dia 26 de Setembro à noite, Pedro Santana Lopes abandona, a meio, a entrevista que estava a dar à SIC Notícias sobre a eleição para a liderança do PSD. Por ter sido interrompido pelo directo da chegada de José Mourinho a Lisboa. "Eu vim com sacrifício pessoal e sou interrompido por causa da chegada de um treinador de futebol… Acho que o país está doido."
… e compara Sócrates ao homem da Regisconta
A 11 de Dezembro, no debate mensal com o primeiro-ministro, Santana Lopes diz a Sócrates "O senhor primeiro-ministro não pode querer ser o homem da Regisconta, que é uma máquina. E a Regisconta até faliu…".
Telemóvel do PGR faz "barulhos esquisitos"
A 20 de Outubro, Pinto Monteiro diz, em entrevista ao "Sol", que desconfia que é escutado. "Eu próprio tenho muitas dúvidas que não tenha telefones sob escuta. Como é que vou lidar com isso? Não sei. Como vou controlar isto? Não sei". "Penso que tenho um telefone sob escuta. Às vezes, faz uns barulhos esquisitos."
Soares chama "desgraça" à eleição de Menezes…
"Foi uma desgraça o que aconteceu no PSD", disse Mário Soares à TSF, a 30 de Setembro, sobre a eleição de Luís Filipe Menezes. "Aquilo que sucedeu é uma coisa que não nos agrada". E explica porquê "Um Governo precisa de uma Oposição forte e estruturada, porque senão o Governo pode dizer que não há alternativa e que pode fazer o que quiser".
… e manda Sócrates virar um pouco à Esquerda
"Gostaria que o PS agora se voltasse um bocadinho mais para a esquerda", afirma o ex-chefe de Estado, no dia 11 de Novembro, ao "Diário de Notícias", opinando que a partir de agora, o PS deverá "dialogar com os sindicatos".
Um tratado "porreiro" ou demasiado confuso
Dias antes do Tratado de Lisboa ser assinado e dois meses após Sócrates ter murmurado a Durão Barroso "Porreiro, pá!", acerca do consenso obtido entre os 27 estados- -membros, Mário Soares deu, em Coimbra, a sua sincera opinião sobre o documento: "O Tratado de Lisboa não é muito especial. No que conheço, é muito confuso. Nem é pequeno nem é claro. É o mais confuso possível".
in JN Online

Nem precisa de comentários! ![]()
O governo da Rússia decidiu «socorrer» as crianças russas proibindo publicidade que afirma que o Pai Natal não existe, informou hoje o diário Gazeta Rossiiskaia.
O serviço anti-monopólio russo diz que um anúncio publicitário da cadeia de lojas de electrodomésticos Eto, que «afirma que o Pai Natal não existe», desacredita os pais que dizem o contrário às suas crianças.
«Esta publicidade revela que os pais mentem às crianças, o que vai provocar uma atitude negativa dos filhos em relação aos pais», disse o vice-presidente do serviço anti-monopólio Anddrei Kachevarov, explicando que a «lei da publicidade proíbe que os pais sejam desacreditados perante os filhos».
O conselho de peritos do serviço anti-monopólio mandou que as cadeias de televisão nacionais retirassem o anúncio publicitário «provocador», escreve o jornal russo.

E se o Sr. Putin diz que existe, quem sou eu para o contradizer?! ![]()
Agora só falta o Sr. Bush vir afirmar que viu o Abominável Homem das Neves, não?! (apesar de que ele já disse "barbaridades" bem piores!) ![]()
A futura herança da socialite Paris Hilton ficou drasticamente reduzida quando o seu avô, Barron Hilton, anunciou a vontade de doar 97% da fortuna familiar a instituições de caridade.
A família Hilton conta com um património avaliado em 2,3 bilhões de dólares, já com a venda da rede hoteleira Hilton e a possível venda da maior empresa mundial de casinos, a Harrah Entertainment.
O dinheiro será colocado num fundo a ser utilizado no futuro pela Fundação Conrad N.Hilton.
Paris Hilton ainda não se manifestou sobre a perda da herança.
Jerry Oppenheimer, responsável por um perfil da família em 2006, disse que Barron, de 80 anos, fica constrangido com o comportamento da neta, a quem supostamente acusa de ter manchado o nome dos Hiltons.
A fundação que preside apoia projectos que fornecem água potável na África, educação para crianças cegas e habitações para doentes mentais.
Paris, o protótipo da elite fútil norte-americana, ficou famosa em 2003 quando surgiu na Internet um vídeo caseiro onde fazia sexo com o namorado.
A socialite não desperdiçou a oportunidade de cair na boca do mundo e originou várias manchetes de tablóides com os seus comportamentos boémios.
Aproveitou o sucesso e lançou perfumes, discos, um livro e ainda um reality-show com a sua amiga Nicole Richie - outra jovem milionária, filha de gente de sucesso, com a qual acabou por se zangar.
Em 2007, passou vários dias na prisão por ter violado a liberdade condicional ao conduzir embriagada.
in SOL

Tadinha… ![]()
Estou a pensar fazer uma recolha de fundos para ela. Alguém quer contribuir? ![]()
O Xicórias & Xicorações deseja a todos os seus visitantes e amigos um natal cheio de alegria. Obrigado pela vossa amizade!
Um abraço!
X&X

À medida que se aproxima a sucessão do poder na Rússia, que na prática continuará nas mãos do actual presidente, aumentam os rumores sobre a luta de clãs no Kremlin e sobre a fortuna que o próprio Vladimir Putin terá acumulado e que poderá chegar a 30 biliões de euros. A discussão pública sobre forma como Putin consolidou o seu grupo na liderança do poder em Moscovo sempre deixou de fora a riqueza pessoal do presidente, que já designou o sucessor e se prepara para continuar no poder, mas no cargo de primeiro-ministro.
A transição na liderança orquestrada por Putin e a escolha de Dmitry Medvedev para suceder a si próprio tem agitado os clãs de negócios próximos do Kremlin. E os rumores da fortuna acumulada do presidente vieram a público pela boca de Stanislav Belkovsky, director do Instituto de Estratégia Nacional, em entrevista ao jornal alemão "Die Welt". De acordo com ele, estes 30 mil milhões de euros estão escondidos na Suíça e no Liechtenstein, por exemplo em acções da Surgutneftegaz, Gazprom ou Gunvor, que Putin controlará parcialmente através de sociedades offshores ou de amigos pessoais.
De acordo com o diário inglês "Guardian", há dois grupos em confronto: um é liderado pelo chefe de gabinete de Putin, Igor Sechin, e tem ligações aos militares e ao FSB (ex-KGB). O outro é um grupo "liberal" que inclui o futuro presidente Medvedev e bilionários como Roman Abramovich e Alisher Usmanov. Combatem entre si mais pelos negócios que pela ideologia, diz o Guardian, que dá conta da insatisfação da linha dura com a nomeação de Medvedev, considerado um "estranho" pelo grupo ligado aos serviços secretos.
Vários membros do "grupo liberal" têm sido presos pelo FSB nas últimas semanas, como o general Bulbov, chefe da polícia anti-droga e Sergei Storchak, adjunto do ministro das finanças. A resposta dos "liberais" foi a denúncia de contas secretas de oficiais do FSB no negócio das reprivatizações que deram o controlo das principais riquezas da Rússia ao círculo restrito dos apoiantes de Putin. Esta guerra entre clãs é na verdade uma guerra pelo controlo dessa riqueza quando Putin sair do Kremlin, dizem os observadores.
in Globo Online

E ele que me parecia tão humilde… ![]()
Ora aqui está a notícia que eu precisava quando morava em casa dos meus pais!!!
Um estudo efectuado pela Universidade Complutense de Madrid e pela Associação de Videojogadores, conclui que os habituais jogadores de PC e de consolas consomem menos álcool, drogas e tabaco que uma pessoa dita "normal".
Agora já sabem, se quiserem justificar as horas "perdidas" à frente de um ecrã a jogar digam que assim não se metem em outros vícios menos saudáveis…![]()

A Microsoft Informática (empresa portuguesa) coloca hoje à venda o seu negócio e marca por um milhão de dólares (cerca de 700 mil euros). Durante uma semana, a empresa portuguesa - que nunca vendeu o nome à multinacional norte-americana -, espera por propostas, mas pode ou não aceitar a venda em leilão no site eBay.
A empresa é a única que legalmente pode usar o nome de Microsoft em Portugal. O nome foi registado em 1981, enquanto a subsidiária da Microsoft Corporation apenas se instalou no nosso país em 1990. Por essa razão, a multinacional norte-americana teve de optar pelo registo de MSFT - a sigla usada na bolsa dos EUA.
Chegaram a existir conversações para a aquisição do nome da empresa nacional, mas nunca chegaram a bom termo. A história é antiga e foi sempre gerida com alguma discrição. Na quinta-feira, Carmo Só, responsável pelos contactos com a imprensa, esclareceu que "a Microsoft não faz comentários".
Agora, a Microsoft Informática vai ceder o nome a quem pagar um milhão de dólares, depois de ter avisado a MSFT "por cortesia", explica Ricardo Carvalho, CEO da empresa. "O nome é nosso" e "quem está em falta é a MSFT, que não pode chamar-se Microsoft Portugal", apesar das duas palavras ainda serem visíveis no sítio Web da MSFT.
A confusão entre o nome das empresas nunca foi fácil para a Microsoft Informática. A par dos inúmeros telefonemas realizados por engano para a empresa à procura da subsidiária norte-americana, houve ainda processos em tribunal. Houve um contra a Portugal Telecom "por não constar o nome da empresa" nas listas telefónicas, assegura Ricardo Carvalho.
As aproximações entre ambas as empresas também se revelaram infrutíferas. No passado, chegou a haver negociações e constou que o preço pedido era muito alto. Nessa altura, "eu não pedi nada, a MSFT é que avançou com um valor e eu respondi que não" estava interessado, lembra aquele responsável.
A "janela de oportunidade" do leilão é justificada pela aproximação do fim do ano, quando as empresas fecham contas e ajustam os investimentos para o ano seguinte, mas também por um mercado informático em evolução, onde a Microsoft já tem concorrência nos sistemas operativos, como o Linux, reconhece Ricardo Carvalho.
Os funcionários da Microsoft Informática - todos avençados - serão integrados em outras empresas do grupo The Audiovisual Company, em que se contam empresas como a ActionMedia, SanioCópia ou ActivPower, que fornecem equipamentos e serviços para a banca, sector público ou serviços e comércio.
in DN Online



Se não fosse altura de compras de natal…
Posso sempre comprar para oferecer a algum primo "geek"! ![]()
Os Melhores Blogs Portugueses de 2007, de acordo com as nomeações realizadas pelo público e posteriormente votadas pelo júri do MBP são:
1º. Bitaites (http://bitaites.org)
2º. Há Vida em Markl (http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt)
3º. 31 da Armada (http://31daarmada.blogs.sapo.pt)
4º. Obvious (http://blog.uncovering.org)
5º. Peopleware (http://www.pplware.com)
6º. Os Dias Úteis (http://osdiasuteis.blogs.sapo.pt)
7º. Blasfémias (http://ablasfemia.blogspot.com)
8º. Bola na Área (http://bolanaarea.blogspot.com)
9º. Reflexões de Um Cão Com Pulgas (http://caoepulgas.blogspot.com)
10º. Arrastão (http://arrastao.weblog.com.pt)
11º. O Insurgente (http://oinsurgente.org)
12º. O Corta Fitas (http://corta-fitas.blogspot.com)
13º. A Causa Foi Modificada (http://acausafoimodificada.blogs.sapo.pt)
14º. Do Portugal Profundo (http://doportugalprofundo.blogspot.com)
15º. Ponto Media (http://ciberjornalismo.com/pontomedia)
16º. Zero de Conduta (http://zerodeconduta.blogspot.com)
17º. Arcebispo de Cantuária (http://arcebispodecantuaria.blogs.sapo.pt)
18º. Abrupto (http://abrupto.blogspot.com)
![]()
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Podem também consultar os vencedores por categoria: “Vídeos / Videoblogs”, “Tecnologia & Gadgets”, “SEO”, “Política & Sociedade”, “Podcast”, “Economia & Finanças”, “Música”, “Media”, “Medicina & Saúde”.
Eh pá! E o Xicórias & Xicorações voltou a ficar de fora!
Acho que vou mudar de “negócio”. Dedicar-me aaaaa… importação de neve! Frio já temos…
Mas quem é que terá realizado esta "obra prima" do home-vídeo?!
Algum dos seguranças do Bush, talvez!
Como é possível que o país com a maior industria cinematográfica possa produzir aquela coisa? Só se safam os cãezitos…
Até as gémeas Bush não disfarçam a herança genética! ![]()
Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.
De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.
Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o "não conseguiria imaginar a minha vida sem" até ao "não me faria diferença nenhuma"), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.
O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.
Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.
Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.
Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.
A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).
Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.
in Público

Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.
De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.
Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o “não conseguiria imaginar a minha vida sem” até ao “não me faria diferença nenhuma”), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.
O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.
Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.
Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.
Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.
A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).
Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.
in Público

Uma rapariga de 17 anos e um homem de 31, ambos de Palmerston Norte (Nova Zelândia), foram denunciados à polícia por causa de um mal entendido, que acabou com o homem nú e sem hipótese de fuga na casa da jovem.
«Presente de Natal: espero-te com uma amiga, entra em casa sem roupa», lia-se no sms enviado pela jovem para brincar com um amigo, prometendo uma noite a três, noticiou um jornal local.
Mas a mensagem foi enviada para o telefone de outra pessoa, que seguiu as indicações da rapariga e acabou numa casa com proprietários desconhecidos e pouco inclinados ao nudismo.
No endereço indicado, o homem tirou a roupa e atirou para dentro da janela, conforme pedia o sms. Então, tocou à campaínha e não encontrou quem esperava. Dado que as suas roupas estavam dentro de casa, a fuga tornou-se impossível.
A brincadeira valeu uma denúncia de violação de privacidade ao homem e outra por uso indevido do telemóvel para a jovem.
in SOL

O Tal Canal, a estreia televisiva de Herman José, ficou em primeiro lugar na lista final dos resultados d’Os 50 Melhores Programas de Sempre da Televisão Portuguesa. Com um total de quase 10 mil votos, esta iniciativa do Diário de Notícias, da Time Out e das Produções Fictícias salda-se num resultado muito satisfatório. Aqui apresentamos a classificação final (as percentagens foram sujeitas a arredondamento).

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1º O Tal Canal 9,13% 2º Gato Fedorento 8,45% 3º Herman Enciclopédia 7,49% 4º Rua Sésamo 5,82% 5º Duarte e Companhia 5,35% 6º Contra-Informação 4,79% 7º Noite da Má Língua 4,39% 8º A Liga dos Últimos 3,63% 9º Grande Reportagem 3,36% 10º Portugal, Um Retrato Social 3,29% 11º Zip Zip 2,79% 12º A Guerra 2,30% 13º A Alma e a Gente, de José Hermano Saraiva 2,17% 14º TV Rural 2,14% 15º Domingo Desportivo 2,13% 16º Cinema de Animação 2,10% 17º Agora, Escolha 2,07% 18º Os Amigos do Gaspar 1,93% 19º Palavras Ditas, de Mário Viegas 1,75% 20º A Visita da Cornélia 1,74% 21º Morangos com Açúcar 1,74% 22º O Passeio dos Alegres 1,60% 23º Atlântico 1,32% 24º Vila Faia 1,27% 25º João Villaret 1,24% 26º Praça Pública 1,20% 27º Tal & Qual 1,27% 28º Zé Gato 1,15% 29º Sabadabadu 1,12% 30º Se Bem Me Lembro 1,05% 31º Museu do Cinema, de António Lopes Ribeiro 0,91% 32º Fungagá da Bicharada 0,87% 33º Todo o Tempo do Mundo 0,84% 34º Os Donos da Bola 0,73% 35º Portugalmente 0,66% 36º Jornalinho 0,62% 37º Cartaz TV, de Jorge Alves 0,61% 38º Conversas Vadias, de Agostinho da Silva 0,61% 39º Vinte Anos, Vinte Nomes 0,60% 40º Histórias da Música 0,59% 41º Vamos Jogar no Totobola 0,49% 42º A Raia dos Medos 0,40% 43º A Viúva do Enforcado 0,40% 44º Melodias de Sempre 0,39% 45º Culinária, de Maria de Lurdes Modesto 0,33% 46º Nicolau no País das Maravilhas 0,28% 47º Olhos nos Olhos 0,27% 48º O Mundo de Cá 0,25% 49º Chuva na Areia 0,22% 50º Riso e Ritmo 0,14% |
Acho que, na generalidade, estou de acordo com os resultados, apesar de ter algumas classificações muito discutiveis e alguns programas de que nunca ouvi falar… E vocês?
1 - Corta o fio vermelho, eu tenho certeza!
2 - Podes subir que aguenta mais um…
3 - O que acontece se eu apertar este botão?
4 - Vou acender um fósforo para…
5 - Não toques em nada!!
6 - Esse vai passar perto!
7 - Deixa comigo…
8 - Não puxes o fio!
9 - É uma cirurgia simples…
10 - Não és homem para fazer isso!
11 - O que não mata, engorda!
12 - Que é isso, pá! Eu sou só o canalizador…
13 - Vou te denunciar!
14 - Pode dizer, Sr. Doutor! É sério?
15 - Este avião está descendo muito rápido, não está??!
16 - Agora só falta um…
17 - Buraco?!! Que buraaaa…???
18 - Attttchim! (dentro do armário)
19 - Atravessa que dá tempo!
20 - Por aí não! Por aqui é muito mais rápido…
21 - Não se preocupe, eu sei nadar…
22 - Posso ver uma luz no final do túnel se aproximando rapidamente…
23 - Ou vai ou racha!
24 - Calma… somos nós!
25 - Fica calmo, vai acabar tudo bem!
26 - Não vem nenhum carro, podes ir…
27 - Não é nada disso que está pensando, a gente pode explicar tudo!
28 - Atira! Atira! Quero ver…
29 - Está tudo bem, eu sei o que estou a fazer!
30 - Tudo bem, querida… Podes conduzir tu…
(recebido por email)

Quantas pessoas morreram no Darfur, onde se assiste a um dos maiores extermínios étnicos em curso, só comparável ao Holocausto, enquanto umas dezenas de líderes europeus e africanos se entretinham em assinaturas? E quantas pessoas morreram de fome no Zimbabué, de sida em Moçambique, ou de humilhação no Gabão? A lista é interminável, do tamanho de um continente de riquezas naturais incomparáveis.
Mas pouco dessa realidade crua atrapalha um dia considerado histórico pelo primeiro-ministro português, exaltando-se antes a importância dos sorrisos alcançados com a perspectiva de mais negócios e algumas anuências de circunstância sobre a necessidade de respeito pelos direitos humanos.
Porque é sobretudo de negócios que se fala. E se não forem os europeus a delapidar os recursos, enchendo os bolsos dos líderes africanos na exacta medida em que se esvaziam os dos seus povos governados, serão os chineses ou os russos ou os americanos. Tanto faz. Em África, preside a lógica de que quem abocanha primeiro fica com a maior fatia. Um amigo, extasiado com a descoberta do filão angolano, dizia, há dias “Ó pá, aquilo é que está a dar. Não há regras, percebes? É o mercado no seu esplendor”.
Os europeus e os africanos que estiveram reunidos no fim-de-semana, em Lisboa, sabem disso. Que as regras de controlo do mercado são uma chatice, por obrigar ao escrutínio dos salteadores. Como saberá José Sócrates, que, ainda assim, conseguiu voltar a marcar a agenda europeia e abrir muitos países aos acordos de parceria económica, sete anos depois da primeira cimeira e cujos resultados são o que está à vista.
Daqui por sete anos, o continente só não estará na mesma porque as riquezas não são inesgotáveis. Estará mais pobre.
Domingos de Andrade in JN
