«Práticas homossexuais» provocam sismos
27 02 2008Um deputado do partido israelita Shas, que pertence à coligação do Governo, afirmou que as «práticas homossexuais» provocaram os abalos sísmicos que afectaram recentemente o país.
O deputado Shlomo Benizri se baseou no Talmud (livro sagrado da religião judaica) para justificar sua teoria.
«O Talmud indica uma série de causas para os terremotos e uma delas é a homossexualidade, que foi legitimada pelo nosso parlamento», declarou hoje Benizri durante seu discurso no congresso israelense.
Desde 1988, o parlamento reconhece os direitos dos homossexuais, ainda não aceites pelos partidos ultra-ortodoxos, como o Shas.
Segundo Benizri, em vez de implementar medidas tardias para combater os movimentos das placas tectónicas, seria necessário «preveni-los, eliminando as causas».
No mês passado, outro deputado do Shas, Nissim Ze’ev, descreveu os gays como «aqueles que destroem o mundo hebreu»
A reação da comunidade homossexual israelita foi imediata. O presidente da Associação Israelita de Lésbicas e Gays, Mike Hammel, apelou para a ironia.
«Se alguém pergunta porque os membros do partido Shas estão tão obcecados com a nossa comunidade, podemos responder recordando o caso daquele senador norte-americano que, depois de uma longa e feroz batalha contra os gays, revelou que era homossexual», declarou.
in SOL



Imaginem se este senhor, com o seu partido, chega um dia ao governo do país. Com teorias como esta…
Há gente que arranja motivos… “convenientes” para tudo!
Hilariante!


































Acho que a sexualidade é problema de cada um. Quando entram política ou religião, não dá boa coisa. As duas juntas então, nem se fale!
estão então explicadas muitas das tragédias que têm ocorrido ao longo da história… isso explicará também o que aconteceu em lisboa em 1755 ?
ele há com cada uma!…
Sérgio Mendes: É mesmo isso. Misturas destas não costumam dar certo…
Só Maria: Em 1755 haveriam assim tantos para provocar um sismo daqueles?!
Há pessoas capazes de dizer as maiores “barbaridades” como se fossem verdades absolutas! …
Abraço!