Em 1966, no auge da beatlemania, John Lennon disse a um jornal britânico a famosa frase: “Os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo”, acrescentando que não sabia qual iria morrer primeiro, se o cristianismo, se o rock. Estas afirmações – sobretudo a primeira – foram muito comentadas e criticadíssimas à época, nomeadamente pelo Vaticano, mas também nos EUA.
Mais de 40 anos depois, a Santa Sé decidiu “perdoar” Lennon através de um artigo no seu órgão oficial, o diário L’Osservatore Romano.
Na peça, publicada para assinalar os 40 anos do histórico Álbum Branco dos Beatles, e que elogia a banda e John Lennon, lê-se que o desabafo do músico foi uma forma de “exibicionismo, de gabarolice por parte de um jovem músico inglês pertencente às classes trabalhadoras, que havia crescido na era de Elvis Presley e do rock and roll, e alcançado um sucesso inesperado”.
O artigo de meia página, ilustrado, diz ainda que os Beatles conseguiram “uma única e estranha alquimia de sons e palavras” e que demonstraram uma extraordinária capacidade de sobrevivência. Quanto ao Álbum Branco, é elogiado por ser “uma antologia musical mágica”.
Segundo o correspondente da BBC em Roma, David Wiley, este artigo é fruto de o L’Osservatore Romano ter um novo director, que começou a dar mais atenção o mundo do entretenimento nas suas páginas, bem como a assuntos de política internacional, para além da cobertura das actividades diárias do Papa e da publicação de discursos seus.
Na mesma página do artigo em que John Lennon é “perdoado”, e os Beatles e o seu Álbum Branco são referidos em termos extremamente elogiosos, o L’Osservatore Romano publica ainda uma outra matéria, esta sobre cinema.
Na peça intitulada O Crepúsculo dos Deuses, o jornal lamenta que a “idade de ouro” de Hollywood seja só uma recordação, acrescentando que o misterioso fascínio do star system desses dias foi substituído pelo culto das pseudocelebridades. De acordo com o citado jornalista, o Papa Bento XVI permite que o órgão da Santa Sé “reflicta a realidade exterior de uma maneira que seria impensável nos dias do Papa Paulo VI, em pleno auge dos Beatles”.
in DN Online

O Vaticano sempre teve uma grande aptidão para apontar o mundo que o rodeia e uma grande dificuldade em conseguir enxergar o seu próprio umbigo.
Estará a mudar?! Esperemos que sim…
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Antes tarde do que nunca!
Oh e vocês acreditam nisso? Apeteceu-lhes ganhar alguma popularidade através de um suposto “perdão”. De banqueiros, políticos e de líderes religiosos não acredito em nada.
Igual a si próprio…
Um Abraço
Todo mundo então dá atenção ao entretenimento agora, nem o Vaticano se salvou…
Como foi a festa de aniversário de 2 anos? Rs…Parabéns viu.
Oiiii, tchudu bein?
Passei de novo pra falar que você ganhou um brinde:
http://bala-salgada.blogspot.com/2008/11/alguns-blogs-merecem-brindes.html
[...] Vaticano ‘perdoa’ John Lennon [...]
[...] Vaticano ‘perdoa’ John Lennon [...]
os papas da vida se acham DEUS OU JESUS por acharem que seus perdões pode salvar uma alma.
JOHN LENNON realmente foi infeliz nas palavras, assim como a própria religião católica foi infeliz em seu comportamento na época da inquisição e etc,
O VATICANO HJ EM DIA É REFÉM DA INFLUÊNCIA JESUÍTICA Q O CONTROLA E CONTROLA A INDÚSTRIA DE ENTRETENIMENTO DOS U.S.A. OS BEATLES E O VATICANO NA VERDADE SÃO BEM PARECIDOS DO PONTO DE VISTA DA INSERÇÃO DE CONTEÚDOS SUBMILINARES EM SUAS PROPOSTAS DE CONVECIMENTO DAS MASSAS…..’LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS’ É APOLOGIA DE UMA FORMA DE ÁCIDO LISÉRGICO (DROGA) NA FORMA DE UMA CANÇÃO DE SONORIDADE INOCENTE E A MISSA CATÓLICA É MAGIA BRANCA, REPRESENTADA PELA ENTOAÇÃO DE SEU CONTEÚDO EM LATIM COMO UM MANTRA HIPNÓTICO ENTOADO PELO PADRE JUNTO COM SUA LITURGIA REPETITIVA, A FIM DE ASSEGURAR Q SEU REBANHO FIQUE MESMERIZADO E DEIXE A LEITURA DA BÍBLIA DE LADO.