World Press Cartoon 2008

14 04 2008

O cartonista alemão Rainer Ehrt foi o grande vencedor da quarta edição do World Press Cartoon. O desenho intitulado “Tower of Brussels”, que também recebeu o primeiro prémio na categoria de Cartoon Editorial, representa uma torre de Babel com políticos da União Europeia.

Os outros vencedores foram Achille Superbi (Itália), com “Michael Ballack”, na Caricatura, e Hassan Karimzadeh (Irão), com “Loading…”, na categoria de Desenho de Humor. Todos os desenhos foram publicados em 2007 no “Eulenspiegel”, “La Tampa” e “Etemad-e Melli”, respectivamente. (…)

No total foram apresentadas a concurso mais de 400 obras de humor gráfico de imprensa. O prémio foi dividido em três categorias: Cartoon Editorial, Caricatura e Desenho de Humor.

Os segundos prémios distinguiram António Jorge Gonçalves (Portugal), por “Dalai Lama”, na categoria de Cartoon Editorial; a Turcios (Colombia), pela obra “Elvis Presley”, na categoria de Caricatura; e a Rogelio Naranjo (México), por “É uma menina”, na categoria de Desenho de Humor.

Foram reconhecidos com terceiros prémios Orjan Jensen (Noruega), com “Global Warming, melting of the artic”, na categoria de Cartoon Editorial, a Agustin Sciammarella (Espanha), com “Noriega”, na categoria de Caricatura, e a Moa (Brasil), com “Carrousel”, Desenho de Humor.

Doze menções honrosas foram também entregues (quatro por categoria) a autores cujos trabalhos tiveram destaque pela qualidade gráfica e editorial. (…)

O World Press Cartoon 2008 pretende dar a conhecer e distinguir os melhores trabalhos produzidos e publicados em jornais ou revistas durante o ano de 2007. “Quem visite atentamente a exposição poderá avaliar a riqueza dos desenhos publicados em 2007. Os protagonistas são outros, ainda que alguns marquem sucessivamente presença, fruto da lógica interna dos jogos internacionais de poder” diz o cartoonista António Antunes. “Onde há conflitos, onde há incertezas e ameaças à liberdade e ao bem-estar dos povos, há bons cartoons editoriais, boas caricaturas”, acrescenta.

in Público.pt


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Sexta-Feira Santa, segundo Dalí

21 03 2008

A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

in Wikipédia


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World Press Photo 2008

8 02 2008

World Press Photo of the Year 2007
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Soldado americano a descansar num “bunker”, Korengal Valley, Afeganistão, 16 de Setembro
Tim Hetherington, UK para a Vanity Fair.

Spot News: 1º prémio

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Assassinato de Benazir Bhutto, Rawalpindi, Paquistão, 27 de Dezembro
John Moore, USA, Reportagem da Getty Images.

General News: 1º prémio

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Afegão segura rapaz ferido, Korengal Valley, Outubro
Balazs Gardi, Hungria, VII Network.

People in the News: 1º prémio

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Vestido de uma menina africana preso na vedação da fronteira Israel/Egipto, 20 de Agosto
Yonathan Weitzman, Israel.

Contemporary Issues: 1º prémio

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Evacuação da morte de Gorilas das Montanhas, Parque Nacional Virunga , Congo
Brent Stirton, África do Sul, Reportagem da Getty Images para a Newsweek.

Daily Life: 1º prémio

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Mui, uma mulher sem-abrigo com SIDA e o seu filho banham-se no Rio Vermelho, Hanoi, Vietname
Justin Maxon, USA, Aurora Photos.

Todos os premiados em Winners Gallery 2008

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A verdadeira identidade de Monalisa

16 01 2008

Cientistas da Universidade alemã de Heidelberg divulgaram hoje a descoberta definitiva da identidade de Monalisa, um dos maiores enigmas da História da Arte.

A mulher que serviu de modelo para Leonardo da Vinci para pintar La Gioconda, uma das mais famosas obras da História da Arte, foi finalmente revelada: trata-se da artistocrata fiorentina Lisa Gherardini, mulher do comerciante têxtil Francesco del Giocondo.

O director da biblioteca universitária de Heidelberg, Veit Probst, anunciou que uma pequena nota encontrada por Martin Schlechter (ex-director do departamento de manuscritos) num dos primeiros livros estampados com caracteres móveis, escrita em Outubro de 1506, confirma de uma vez por todas que Lisa del Giocondo foi realmente a modelo do quadro mais famoso da história da pintura, feito entre 1503 e 1506.

«Todas as dúvidas sobre a identidade de Monalisa foram agora esclarecidas, através de uma fonte (…) descoberta durante as operações de catalogação de um dos primeiros livros publicados, de propriedade da biblioteca (…). Na edição das obras de Cicerone de 1477, existe uma anotação do funcionário florentino Agostino Vespucci, na qual compara Leonardo a Apelle, o famoso pintor da Antiguidade, e afirma que Leonardo, naquele momento, estava trabalhando no retrato de Lisa del Giocondo.A nota (…) de Outubro de 1503 permite agora uma exata datação da pintura e confirma definitivamente a indicação de Vasari (…)», diz a nota, divulgada hoje.

Até agora, a atribuição da identidade de Monalisa estava baseada numa afirmação do estudioso e artista Andrea Vasari, feita em 1550, e portanto, quase 50 anos depois da realização do quadro.

Durante certo período, a mulher do misterioso sorriso era também identificada como uma amante desconhecida de Leonardo, como a sua mãe ou até mesmo como um auto-retrato do pintor italiano.

in SOL

monalisa

Já posso dormir mais descansado… ;)

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Arte peniana

3 10 2007

Tim Patch fez furor na inauguração da Sexpo 2007, ao divulgar a inovadora técnica da "arte peniana". Substituindo o típico pincel pelo seu próprio pénis, o australiano já fez os retratos de personalidades como Tony Blair ou Junichiro Koizumi.

arte-tim

O irreverente pintor Tim Patch foi a grande atracção da Sexpo 2007, que este ano se realizou em Joanesburgo, África do Sul. Embora as artes plásticas não sejam comuns em feiras eróticas, o artista, que se auto-denomina Pricasso, contrariou a tendência e encantou os visitantes com a sua técnica: a arte peniana. Nada mais, nada menos do que pintar telas com o pénis a fazer as vezes do pincel.

Desde George Bush à rainha de Inglaterra, já foram muitas as personalidades a ser pintadas pelo pénis do artista australiano. Os retratos são feitos em tinta acrílica e demoram cerca de 10 minutos a ficar concluídos. Quanto aos preços, nunca menos de 250 euros.

Embora irreverente, Tim Pacth salienta que a sua técnica é "pura arte peniana". "Eu levo o meu trabalho muito a sério", explica o artista, de 56 anos. "Se é erótico? Sim. Mas não é sexual", conclui. Quanto ao segredo para usar este método correctamente, Pricasso levanta o véu: "nunca ficar excitado".

Para que não restem dúvidas quanto à veracidade de sua técnica, o artista australiano começou a filmar alguns dos momentos em que está a pintar e divulgou-os através do seu site.

in Expresso

O problema (para o artista) é que os pincéis, ao fim de algum tempo, trocam-se por novos…

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Directora do Museu de Arte Antiga afastada por dizer o que pensa

2 08 2007

O Governo decidiu afastar a Directora do Museu Nacional de Arte Antiga, alegadamente devido à sua discordância do actual modelo de gestão dos museus nacionais e por ter exigido condições para continuar no cargo. Dalila Rodrigues manifestou-se "surpreendida" com a decisão e considerou "inacreditável" ter sido "penalizada por discordar publicamente do modelo de gestão" dos museus nacionais. Em 2006 o número de visitantes deste Museu cresceu 86%, tendo o próprio director do Instituto dos Museus e Conservação (IMC) admitido que a ex-directora "fez um bom trabalho de divulgação e promoção do museu".

Ao que tudo indica, na origem do afastamento de Dalila Rodrigues, está uma entrevista dada à Lusa em Março, em que a directora do Museu se insurgiu contra o cancelamento de apoios do Programa Operacional da Cultura, considerando o Instituto dos Museus "um travão ao desenvolvimento" do museu que dirigia, devido à "burocracia paralisante e lentidão dos processos". Na mesma entrevista Dalila Rodrigues afirmou também que a tutela impedia o Museu de crescer e defendeu que este tivesse uma estrutura autónoma (como o museu do Prado) e que dependesse apenas do Ministério da Cultura.

"Estou surpreendida porque nunca me foi feito nenhum reparo por parte da tutela sobre a forma como dirigi o museu. Recebi sempre elogios", disse Dalila Rodrigues, poucas depois de lhe ter sido comunicada a não renovação da comissão de serviço pelo director do Instituto dos Museus e Conservação (IMC), Manuel Bairrão Oleiro. O responsável revelou que Dalila Rodrigues foi afastada devido à sua discordância do actual modelo de gestão dos museus nacionais, tutelados pelo IMC, e por ter exigido condições para continuar no cargo, nomeadamente a autonomia financeira e administrativa, apesar de admitir que a directora "fez um bom trabalho de divulgação e promoção do museu" que tutelava. (Nota: De lembrar que Dalila Rodrigues "angariou" junto do Millennium BCP, em regime de mecenato, 500 mil euros, dos quais só 350 mil lhe foram atribuídos pela tutela, o que a deixou "indignada". [P.S.: Para onde terá ido o resto?!])

Em resposta, Dalila Rodrigues garantiu que "a defesa da autonomia nunca colocou o MNAA em risco" e fez um balanço muito positivo do trabalho desenvolvido desde 2004. "Pelo contrário, desde que aqui estou, os visitantes aumentaram devido à nova programação de exposições e outras iniciativas, as receitas também, e foram realizadas obras de remodelação urgentes porque consegui mecenas para as fazer", sustentou. De facto, segundo dados divulgados hoje pelo Público, o Museu Nacional de Arte Antiga é o segundo museu mais visitado do país, a seguir ao Museu dos Coches. Em 2006, teve 192.417 visitantes, um crescimento de 86%.

in Esquerda

Isto começa a ser demais!

Todo e qualquer funcionário do estado que se mostre contra as políticas deste governo, mesmo que seja competente,é simplesmente afastado.

É a política do mando, posso e faço!

Será que irá parar algum dia, e voltar a ser uma verdadeira democracia?! Fico a aguardar… ???:

paineis-s.-vicente

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As fotos mais vistas do mundo

16 05 2007

“Rapariga afegã,” Steve McCurry, National Geographic, 1984

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“Che Guevara”, Alberto Korda, Março/1960

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” The Kiss, Times Square, 1945″, Alfred Eisenstaedt, 1945

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“Le Violon d’Ingres”, Man Ray, 1924

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“Migrant Mother”, Dorothea Lange, 1936

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“Einstein com a língua de fora”, Arthur Sasse, 1951

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“The Reichstag”, Yevgeny Khaldei , 1945

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“Rendier”, Yevgeny Khaldei (1917-1997)

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“O protesto do monge”, Malcolm Browne, 1963

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“Criança sudanesa vigiada pelo abutre”, Kevin Carter, 1994

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“Estudante desafia tanques”, Tiananmen Square, Stuart Franklin, 1989

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“Gandhi e a roda girando”, Margaret Bourke-White, 1946

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“Assassinato de um Vietcong pelo chefe da polícia de Saigon”, Eddie Adams, 1968

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“Napalm Girl”, Huynh Cong Út, Junho/1972

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“Dalí Atomicus”, Philippe Halsman, 1948

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“Iwo Jima”, Joe Rosenthal, February/1945

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“Hindenburg”, Murray Becker, 1937

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“O cadáver de Che Guevara”, Freddy Alborta, 1967

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in Miss Skarlya / Imagens e Letras

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A história da música em 6 minutos

9 05 2007

Este vídeo está fenomenal, tanto pelo vasto leque de músicas aqui representado como pela excepcional qualidade dos executantes.


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Internacionalização do mundo

2 05 2007

Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos, o ex-governador do Dfe e ex-ministro da educação brasileiro Cristóvam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia, uma ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta de Cristóvão Buarque:

“De facto, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que os nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro… O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas a França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão a realizar o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova Iorque, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de comer e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.

Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa!”

Este artigo foi publicado no “The New York Times”, “Washington Post” entre outros, mas foi censurado pelos média mais conservadores americanos, afectos ao governo.

Tenho a sensação de que não houveram muitas perguntas a seguir a este brilhante discurso…


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World Press Cartoon 2007

23 04 2007

Cristina Sampaio venceu o 1º prémio de Cartoon Editorial, com “Imigração Ilegal e a UE”.

Menino Maroto, do indonésio T.D. venceu a categoria de Desenho de Humor.

O sueco Riber venceu o Grand Prix e o 1º prémio na categoria de Caricatura, com “Putin”.

O uruguaio Alfredo ganhou o 3º prémio da categoria de Caricatura, com “Fidel Castro”.

O grego Kountouris ficou com o 3º prémio de Cartoon Editorial, com “David e Golias”.

O sérvio Toshow, venceu o 2º prémio da categoria Desenho de Humor, com “Labirinto”.

Podem conferir todos os vencedores e muito mais em worldpresscartoon.com


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Onde se escondem os artistas?

20 04 2007

Quando a humanidade se fez, surgiu o homem colector, nómada aventureiro, descobridor, livre, independente e selvagem. Alimentava-se de frutos, pesca e caça.

A seguir constituíram os clãs, grupos maiores, organizados, comandados pelo mais forte, tal quais animais selvagens, lobos, leões, hienas, elefantes, ratos.

A força física foi substituída pela força intelectual. Para conservar o domínio, os mais espertos começaram a criar mitos e histórias fantásticas, recheadas de poderes sobrenaturais, mágicos, misteriosos. Neste momento, surgem as primeiras comunidades.

E o homem criou deuses, pajens, magos, curandeiros, feiticeiros. E a fantasia e mitologia proliferaram por todos os cantos, culturas e nações.

Inventaram o julgamento para atemorizar espíritos malignos. Criaram o inferno e o céu, a carne e o espírito, o bom e o mau. A diferença é simplesmente a conveniência dos mandantes, donos do mundo, titulares do poder.

Assim, as igrejas participam do poder dominando, controlando e fazendo a cabeça das massas. O prémio é a vida eterna, a salvação, a promessa da paz celestial. Exorcizam o pecado, a tentação, o demónio. Quem afinal, não teme a morte, o desconhecido, o lado escuro?

Já no início da revolução industrial, os pensadores começaram a discutir a vida em sociedade. Um lado defendeu a livre iniciativa. O outro, a vida em comum.

Ambos os processos produziram desagregações espectaculares.

Dos 6,6 biliões de viventes, 4,5 vivem excluídos do mercado de consumo. Do lixo humano, quase 1 bilião vive na África, pobre e desgraçada. Quase 3 biliões, na Ásia. Quase meio bilhão, na América Latina. Quase 40 milhões na América do Norte e outro tanto, na Europa.

O mundo inteiro conhece esta realidade. A ONU, estabelece metas para reduzir estas diferenças. Actuam a nível institucional, forçando os governos. Esta pressão provoca planos mirabolantes, populares e messiânicos.

Por trás deste cenário, o homem é cada vez mais tentado a pensar exclusivamente em seus próprios interesses, custe o que custar. Este jogo insano alimenta a corrupção de valores, princípios, crenças.

Se os bastidores fossem revelados, os deuses se envergonhariam de grande parte da humanidade dominante.

De outro lado, o homo predador vem disseminando a natureza, minuto a minuto, sem dó nem piedade. Mesmo com ameaças catastróficas, as florestas, os recursos, os peixes não conseguem resistir à volúpia dos humanos.

Apregoam a falta de água, a degradação do ar, o aumento do nível dos oceanos, a expansão dos desertos, a deterioração da camada de ozono e por aí afora.

Boa parte tornou-se insensível ao catastrófico. Crê que tudo não passa de exagero dos média.

No meio desta insanidade, como os artistas reagem? Os que as cores, formas, composições, expressões de sensibilidade pintam? Que herança cultural transmitem para os humanos do futuro, herdeiros desta loucura? Que inteligência inventam, criam, produzem? Que humanidade é possível sonhar?

Podemos temer tudo.

Menos reflectir, criticar, divergir, pensar e falar em voz alta.

José Roberto Orquiza (escritor)

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Ilusão de óptica fantástica!

17 02 2007

Uma ilusão de óptica fabulosa criada por Edward H. Adelson. Os quadrados marcados com “A” e “B” tem a mesma cor. Não acredita? Continue lendo…

Ilusão de óptica tabuleiro

Com o auxílio de duas barras verticais com o mesmo tom de cinza, fica claro que os dois quadrados têm a mesma cor.

Ilusão de óptica tabuleiro - prova

Segundo o Prof. Edward H. Adelson, do MIT, essa ilusão funciona a partir de diversos truques. Um deles reside na forma em como nós distinguimos o contraste: um quadrado que é mais claro está ao lado de quadrados escuros, então ele deve ser mais claro que a média e vice-versa.

Clique aqui para ler a explicação completa(em inglês).

Encontrado no blog RachaCuca

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World Press Photo of the Year

15 02 2007

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Para ver todas as fotos vencedoras visitar o site da World Press Photo
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God is a hack?!

17 12 2006


 

autor desconhecido

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O Grito…

12 12 2006

O Grito (no original Skrik) é uma pintura de Edvard Munch, datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-sol.
O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.Edvard Munch nasceu a 12 de Dezembro de 1863, em Løten, na Noruega.




Os “Anos 80″ em Serralves

1 12 2006


Visitámos recentemente, no Museu de Serralves, a maior exposição de sempre em todo o mundo sobre arte dos anos 80.

Anos 80: Uma Topologia ocupa todo o Museu com 270 obras de 73 artistas.

(…) «Reconsiderar os anos 80 pode servir como ferramenta para destacar e reflectir sobre alguma da arte do presente», eis como se apresenta a mostra comissariada por Ulrich Loock (director-adjunto do Museu de Serralves) e Sandra Guimarães.

São 250 obras, entre fotografia, pintura, escultura e instalações, de 73 artistas de vários países a ocupar todo o museu. «Esta será uma exposição de grandes dimensões que utilizará todos os espaços do Museu, reunindo pela primeira vez em Portugal um conjunto muito significativo de obras fundamentais de uma década que também enquadrou a abertura internacional da arte portuguesa», explica ainda a mesma apresentação no sítio oficial da Fundação de Serralves.

«É a primeira vez que uma exposição ocupa todo o espaço expositivo em Serralves desde a Circa 1998, que inaugurou o Museu, ocupando também a totalidade do espaço», lembrou o director da instituição, João Fernandes, ao Diário Digital.

Esta Topologia pode ser visitada em Serralves até 25 de Março de 2007. (…)


Hugo Torres in Rascunho.net

Não posso dizer que tenha gostado, antes pelo contrário…
Talvez a arte dos anos 80 não seja das minhas épocas preferidas, mas esperava algo mais… interessante!
Tambem o proposito da nossa visita a Serralves não era propriamente a viagem à decada de 80, mas desfrutar de todo o espaço que circunda este magnifico local. O tempo é que acabou por ser pouco!
Mas aconselho uma visita. Pode ser que tenham uma sensibilidade diferente da minha para este “tipo” de arte.
Espero…




Ontem fui ao ballet!

29 11 2006


A COMPANHIA

O Ballet Imperial Russo engloba 60 bailarinos das diversas escolas de ballet russas. Encontram-se, a cooperarem activamente com o Ballet Imperial Russo, bailarinos reconhecidos mundialmente, estrelas e divas do bailado, Patrick Dupond ( Ópera de Paris, França ), Farukh Ruzimatov, Yulia Makhalina e Diana Vishneva ( Teatro de Mariinsky ), Nikolai Tsiskaridze, Lyudmila Semenyaka e Nadezhda Pavlova ( Teatro de Bolshoi ), Vladimir Malakhov e Julia Kent ( American Ballet Theatre), Tamie Kusakari ( Japão ), entre outros.
É de um profundo significado para a companhia carregar e assumir o nome de “ O Ballet Imperial Russo “. Significa, acima de tudo, a união e a integração das escolas de ballet russas, as suas tradições e continuidade transferidas de geração em geração e que são vistas e sentidas como um verdadeiro império artístico. Adicionar orgulhosamente o epíteto “Imperial” à companhia de Ballet Russa é, o mesmo que, reconhecê-la como a melhor do mundo.
É, eventualmente, desta maneira, que os fundadores da companhia expressam o seu incondicional e entusiástico respeito à Família Imperial Russa, que contribuiram tremendamente para o desenvolvimento da cultura nacional russa e criaram um sistema funcional de teatros reais e majestosos (Royal Theatres), onde estão incluídos os teatros Bolshoi e Mariinsky.

Indubitavelmente,Gediminas Taranda, a alma e o “gerador criativo” do Ballet Imperial Russo, é o bailarino que enriqueceu decisivamente o tipo de bailarino caracterizado pela precisão de uma abordagem dramática na qual os espectadores pressentem a unificação do imaginário plástico com o sentimento expressivo.

O Ballet Imperial Russo participou em famosos festivais internacionais e inumeras galas, incluíndo o Vaslav Nijinsky Festival em Portugal e o Malaga Festival ( 1966 ), “The Russian Evenings in Europe” (nas actuações da gala na Bélgica e Luxemburgo em 1997), na gala “Dream II” no Japão (1998), no World Theatre Olympiad em Moscovo (2001) e no 16º Festival Internacional de Ballet Clássico Rudolf Nureyev em Kazan (2002). O Ballet Imperial Russo é o iniciador e o principal participante do Festival Anual de Dança que decorre na Filândia e na Lituânia.

Em Moscovo, as actuações do Ballet Imperial Russo são exibidas no Teatro “Novaya Opera”.

Uma experiência… interessante!
Como nunca tinha ido a um espectaculo do género, estava curioso, antes!
Fiquei bem impressionado, depois!
Eu até achava que não gostava de bailado clássico (e não gosto!), mas estas produções tem a capacidade de alargar as nossas preferências.
Talvez volte numa próxima…
Quem sabe?