“Física do impossível” está próxima

16 04 2008

O professor japonês de Física da City University de Nova Iorque tornou-se popular nos Estados Unidos por procurar tornar mais acessível uma das mais complexas ciências que existem. Agora, Michio Kaku vai mais longe e, no seu novo livro, debruça-se sobre alguns dos assuntos da física que todas as pessoas compreendem, sobretudo pela dimensão que ganharam nos filmes de ficção científica: teletransporte, invisibilidade, viagens no tempo ou contacto com extraterrestres.

“Há muitos exemplos em que se garantiu que algo era impossível, mas uma ou algumas décadas depois, provou-se a sua viabilidade”, explicou Kaku ao El Mundo, em referência à Física do Impossível, o seu novo livro, editado em Março nos EUA e que chegou este mês à Europa, em particular ao Reino Unido.

Kaku, que já dedicou parte dos seus estudos e muitos dos seus programas e artigos - na BBC, no Canal História ou na revista Cosmos - a Einstein, parece querer seguir a linha de pensamento do conhecido inventor para explicar as teorias por trás da convicção de que o teletransporte ou o homem invisível serão uma realidade num futuro mais próximo do que é esperado.

Teletransporte

No seu livro, Michio Kaku dá um exemplo bem real de como as bases teóricas do teletransporte nasceram na série de TV que mais celebrizou esta prática futurista. Durante a planificação de Star Trek, os produtores concluíram que os efeitos especiais para ficcionar o teletransporte eram demasiado caros. Foi então que o criador da série sugeriu uma nova forma: emissão de partículas. Uma ideia barata e, aparentemente, visionária. Segundo o físico japonês, os seus colegas de profissão já estão a desenvolver experiências nesta área, com o teletransporte de fotões numa distância de 140 quilómetros.

No entanto, Kaku acredita que ainda demorará alguns séculos até que este sonho da ficção científica se torne realidade. “Os fotões não estão a teletransportar-se uma vez que os fotões originais se destroem. O que se materializa no outro extremo são fotões gémeos que contêm toda a informação dos originais”, explicou.

Invisibilidade

“A invisibilidade do tipo Harry Potter, através de uma espécie de capa, não é algo que se considere, neste momento, impossível”, defende Kiku. No livro, o professor catedátrico aposta mesmo que esta capacidade física será a primeira a tornar-se realidade, através da criação de uma substância denominada metamaterial. Com a eliminação de reflexos e sombras, esta substância permitirá que qualquer objecto se torne invisível.

Viagens no tempo

Michio Kaku recorre a outro popular físico, o britânico Stephen Hawking, e à sua mudança de posição em relação a viajar no tempo - “já é possível, mas não é prático” - para dar força a um dos temas mais populares dos filmes de ficção científica. No novo livro, é explicado o fenómeno, que se baseia no aproveitamento da intensa gravidade dos “buracos negros”, mais que suficientes, segundo Kaku, para romper a estrutura espaço-tempo e permitindo, assim, andar para trás no tempo. Para fazê-lo, os físicos pretendem criar minúsculos “buracos negros” que permitam a passagem através do seu interior.

Contacto com ET

A convicção do físico japonês de que será possível estabelecer alguma forma de contacto com extraterrestres (ET) nas próximas décadas tem por base a ideia de que nunca houve, na História um período em que se conseguisse reunir tanta informação sobre a vida fora da Terra.

“Até ao momento, escrutinámos cerca de 1000 estrelas, aproximadamente, e isso não é nada. Agora, esperamos poder analisar 1000 vezes mais dados que os estudados no passado. E é por esta razão que estamos muito mais optimistas relativamente à possibilidade de estabelecer contactos com a vida extraterrestre”, prognostica Kaku.

in DN Online

Aguardo ansiosamente novos desenvolvimentos… :-|


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Sexo é o melhor remédio

11 02 2008
O Reino Unido está a promover o sexo como uma alternativa ao ginásio enquanto arma na luta contra a obesidade e como panaceia para problemas cardíacos, problemas ósseos e até para as rugas.
A campanha foi lançada no site do Serviço Nacional de Saúde (SNS) do Reino Unido e incentiva os cidadãos a terem mais sexo.

A ideia é levar os britânicos a ter mais actividade física, sobretudo aqueles que não têm tempo de ir ao ginásio ou de correr no parque. Para esses, a solução está em casa, debaixo dos lençóis, diz o SNS.
As relações sexuais são apontadas como uma actividade que leva o organismo a produzir endorfinas, substância natural que tem efeitos benéficos a nível da prevenção dos problemas do coração, mas também para os ossos, a pele, os músculos e até para o cabelo, segundo defende o SNS.
Especialistas contactados pelo jornal The Guardian dizem que tais afirmações não são erradas, mas que não têm fundamento científico. No entanto, a direcção do SNS reafirmou junto do mesmo jornal as vantagens do sexo, que diz ser também um remédio contra as dores de cabeça e as constipações.
in SOL
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Aí está uma iniciativa que o governo português podia copiar!
Com o nosso sistema de saúde gerido especificamente por um factor economicista, esta prática seria uma mais valia para o nosso país.
Sai barato e faz bem à saúde!

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‘T-Rex’ mais rápido que David Beckham

24 08 2007

Se fosse possível organizar uma corrida entre um desportista, uma avestruz e cinco dinossauros, o vencedor seria o Compsognathus. Uma simulação em computador realizada por cientistas britânicos revelou que este pequeno animal, do tamanho de uma galinha, podia atingir os 64 km/h, o que faz dele o bípede mais rápido de sempre, vivo ou extinto. Quanto ao temível Tyrannosaurus Rex (T-Rex) ficaria em penúltimo, mesmo assim à frente do desportista.

Ao contrário de todos os estudos anteriores, que se baseavam na comparação com animais vivos, Bill Sellers e Phil Manning, da Universidade de Manchester, usaram informação sobre a estrutura óssea e muscular dos dinossauros, recolhida em fósseis. O perito em biomecânica e o paleontólogo introduziram os dados num supercomputador que calculou a velocidade máxima atingida pelos cinco dinossauros carnívoros.

Conclusão? O T-Rex, com 28, 8 km/h, bate por pouco o homem, com 28,5 km/h. “Apesar de não ser incrivelmente rápido, o T-Rex era capaz de correr e não teria dificuldade em caçar o futebolista David Beckham”, explicou Manning no estudo publicado pela Royal Society e citado pela BBC. Mas se o ex-capitão da selecção de Inglaterra seria comido, alguns jornais garantem que o português Cristiano Ronaldo, com a sua velocidade e as suas fintas, escaparia.

Durante anos, os cientistas interrogaram-se sobre a capacidade do T-Rex para correr. Alguns garantiam mesmo que as suas seis toneladas só lhe permitiam caminhar.

No estudo, Sellers e Manning explicaram que o seu modelo é mais fiável do que os anteriores. “Esses podiam prever a velocidade máxima de uma galinha de seis toneladas, mas os dinossauros não se parecem com galinhas, nem correm como elas”, disse Sellers. O supercomputador usado pelos cientistas levou uma semana para analisar os movimentos dos animais e optimizar a sua forma de correr até chegar à velocidade máxima.

Para Sellers e Manning, estudar como viviam os dinossauros antes de se extinguirem, há 65 milhões de anos, permite “prever a forma como as espécies podem lidar com futuras alterações climáticas”. E, segundo a BBC, os dois cientistas já trabalham num novo projecto: um modelo que irá representar os dinossauros em todas as situações do seu dia-a-dia.

in DN Online


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No futuro, seremos todos bissexuais

21 08 2007

Durante uma conferência, neste fim-de-semana na região da Toscânia, Umberto Veronesi, médico e ex-ministro da Saúde, afirmou que a espécie humana deve caminhar para a bissexualidade «como resultado da evolução natural das espécies».

«O homem está a perder as suas características e tende a transformar-se numa figura sexualmente ambígua, enquanto a mulher está a tornar-se mais masculina. Desta forma a sociedade evolui para um modelo único», afirmou Umberto Veronesi.

Na opinião do médico, o sexo no futuro será apenas um gesto de demonstração de afecto e não terá fins reprodutivos. Por esta razão, defende que deve poder ser praticado entre pessoas de sexos opostos ou não.

Em entrevista a jornais italianos, Veronesi reafirmou sua teoria, apontando o factor hormonal como indicador da evolução rumo à bissexualidade.

«Desde o pós-guerra que a vitalidade dos espermatozóides diminuiu 50 por cento porque as mudanças das condições de vida estão a fazer com que a hipófise produza cada vez menos hormonas andróginas (masculinos)», afirma o oncologista, pioneiro no tratamento de cancro da mama na Itália.

«O homem já não precisa de uma intensa agressividade física para sobreviver», diz ele.

Com as mulheres, que têm papel cada vez mais activo na sociedade, acontece o mesmo.

Segundo o médico, as mulheres tem produzido cada vez menos hormonas femininas ao longo dos anos.

«É o preço que se paga pela evolução natural da espécie, que é positivo porque nasce da busca pela igualdade entre os sexos», afirmou o oncologista ao jornal Corriere della Sera.

A menor produção de hormonas acabaria por atrofiar os órgãos reprodutivos criando uma espécie de «preguiça reprodutiva», na avaliação de Umberto Veronesi. Para o médico o sexo deixou de ser a única forma para procriar desde que as novas técnicas foram criadas, como a fecundação artificial e a clonagem.

Na opinião do médico, num futuro não muito próximo, a sociedade poderia ser organizada como o mundo das abelhas. A maior parte dos seus membros seria praticamente assexuada e só uma pequena parte se dedicaria à reprodução.

«A diferença é que os homens são inteligentes e isto produz reacções sentimentais, além de fisiológicas», afirmou Veronesi.

A professora de sexologia da Universidade La Sapienza de Roma, Chiara Simonelli, concorda com as previsões de Umberto Veronesi.

Simonelli define este processo como resultado da evolução genética e da mudança de mentalidade, fenómenos que estão interligados e que se influenciam reciprocamente,

«Mas este fenómeno está no princípio. Para que tenha uma certa consistência é preciso esperar duas ou três gerações», afirmou Simonelli em entrevista ao Corriere della Sera.

O antropólogo Fiorenzo Facchini, da Universidade de Bolonha, discorda com a teoria da evolução natural para a bissexualidade.

«Do ponto de vista antropológico, a orientação sexual é definida a nível biológico pela espécie e isso não pode ser alterado».

Para Facchini, a separação entre reprodução e sexualidade humana não é positiva.

«Separar a reprodução da sexualidade e do núcleo familiar não pode ser visto como uma vantagem para a espécie humana. A reprodução não é apenas o encontro de gâmetas, implica uma relação entre duas pessoas», declarou Facchini ao Corriere della Sera.

in Sol

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Ainda bem que estas coisas da evolução demoram (muito!) tempo a… "revelar-se"! 8-)

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Tecnologia 3D

1 08 2007

3d-Dinosaur

É impressionante o que a tecnologia permite realizar! o




Internacionalização do mundo

2 05 2007

Durante um debate numa universidade nos Estados Unidos, o ex-governador do Dfe e ex-ministro da educação brasileiro Cristóvam Buarque, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazónia, uma ideia que surge com alguma insistência nalguns sectores da sociedade americana. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta de Cristóvão Buarque:

“De facto, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazónia. Por mais que os nossos governos não tenham o devido cuidado com esse património, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazónia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazónia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro… O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazónia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extracção de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazónia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazónia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazónia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas a França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo génio humano. Não se pode deixar esse património cultural, como o património natural Amazónico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão a realizar o Fórum do Milénio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova Iorque, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazónia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os actuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a ideia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de comer e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazónia.

Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um património da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazónia seja nossa. Só nossa!”

Este artigo foi publicado no “The New York Times”, “Washington Post” entre outros, mas foi censurado pelos média mais conservadores americanos, afectos ao governo.

Tenho a sensação de que não houveram muitas perguntas a seguir a este brilhante discurso…


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Tabaco, cafeína e chocolate fazem bem?!

10 04 2007

Um grupo de cientistas alemães afirma que os alimentos com muito cacau baixam a pressão arterial e investigadores da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, assinalam que a cafeína e o tabaco podem proteger contra a doença de Parkinson. Em ambos os casos, os investigadores desaconselham o consumo destes produtos para combater enfermidades.

Dirk Taubert e os seus colegas do Hospital Universitário de Colónia (Alemanha), que descobriram efeitos benéficos para a pressão arterial no chocolate e no chá, publicaram as suas conclusões na revista "Arquivos de Medicina Interna", uma das publicações da Associação Médica dos Estados Unidos.

Os investigadores analisaram dez experiências publicadas anteriormente sobre os efeitos do cacau e do chá na pressão arterial.

Cinco estudos realizados a 173 pessoas mostraram que os que consumiram cacau ou chocolate tinham, em média, uma pressão sistólica 4,7 milímetros de mercúrio mais baixa e uma pressão diastólica em média 2,8 milímetros de mercúrio mais baixa do que aqueles que não consumiram esses alimentos.

Os estudos efectuados a 343 pessoas que consumiram chá mostraram, em contrapartida, que não há relação entre a infusão e a pressão arterial.

Os investigadores de Colónia advertiram que as conclusões do seu estudo não devem ser tomadas como uma recomendação para consumir mais chocolate como método para baixar a pressão sanguínea, dado o teor rico em gorduras e açúcares da maioria destes produtos.

Parkinson: factores genéticos podem influir tanto como os factores ambientais

Noutra investigação, cientistas do Centro de Distúrbios Motores do Centro Médico da Universidade de Duke, nos EUA, apuraram que nas famílias afectadas pela doença de Parkinson, aqueles que fumam cigarros e bebem grandes quantidades de café têm menor probabilidade de desenvolver a doença.

O estudo sugere que os factores genéticos e ambientais podem influenciar o desenvolvimento do Parkinson, uma doença neurodegenerativa acompanhada por tremores dos braços e pernas, rigidez dos músculos e lentidão dos movimentos.

O grupo de investigadores analisou a ligação existente entre o consumo das duas substâncias e a doença de Parkinson em 356 doentes e 317 membros das suas famílias que não desenvolveram a doença. O estudo constatou que “fumar e beber café pode modificar as susceptibilidades genéticas que existem numa família afectada pelo Parkinson” refere Mark Stacy, principal responsável pelo estudo, publicado na revista cientifica ‘Archives of Neurology’ e financiado pelo Instituto Nacional de Perturbações Neurológicas e Enfarte Cerebral dos Estados Unidos.

O Parkinson está associado a diminuição da produção de dopamina no cérebro, os investigadores acreditam que o fumo do tabaco pode estimular e regular a produção desta substância. Estudos anteriores já tinham revelado esta ligação, “mas é a primeira vez que se analisa o tabagismo e o consumo de tabaco nas famílias afectadas pela doença” diz Stacy.

No entanto, como é mais do que conhecido, fumar cigarros e consumir cafeína tem os seus próprios riscos, não sendo, por isso, recomendável recorrer a estas substâncias para prevenir o desenvolvimento da doença, adverte Burton Scott, da Universidade de Duke.

in Público / Lusa

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Pode é servir de desculpa para mais um cafezito, um "fuminho" ou mais um quadradinho de chocolate! Para os dois primeiros não digo (até porque não fumo, nem sou grande apreciador de café), mas para mais um chocolatito, qualquer pretexto me parece válido! Alguém discorda?!

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Curiosidade histórica

23 03 2007

A bitola dos caminhos-de-ferro (distância entre os 2 trilhos) dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.

Porque foi usado este número?

Porque era esta a bitola dos caminhos-de-ferro ingleses e, como os caminhos-de-ferro americanos foram construídos pelos ingleses, esta foi a medida usada.

Porque é que os ingleses usavam esta medida?

Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos-de-ferro e utilizaram as mesmas bitolas das carroças.

Porque era usada a medida (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças?

Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida.

E por que tinham as estradas esta medida?

Porque estas estradas foram abertas pelo antigo império romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por 2 cavalos.

E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim?

Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo!

Finalmente…
O vaivém espacial americano Space Shuttle, utiliza 2 tanques de combustível (SRB - Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-lo mais largos, porém, tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na bitola da linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias da época do império Romano, que tinham a largura do traseiro de 2 cavalos.

Conclusão:
Um dos exemplos mais avançados da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do traseiro do cavalo romano!

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Atracção depende da forma de caminhar

15 03 2007

As mulheres e os homens ocidentais são mais atraentes quando balançam as ancas e os ombros enquanto caminham, concluiu um grupo de investigadores da Universidade de Nova Iorque num recente estudo, publicado na revista cientifica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).

O estudo baseou-se na análise das escolhas de 700 participantes a quem foram mostradas imagens e vídeos de pessoas a movimentarem-se. Os participantes consideraram que as mulheres mais atraentes são aquelas que balançam as ancas quando caminham. E os homens eleitos são os que têm uma característica própria de movimentar os ombros.

Também as hormonas parecem ditar o grau de atracção. As mulheres com elevados níveis de estrogénio têm os rostos mais harmoniosos, refere uma investigação da Universidade de Saint Andrews, na Escócia. As fotografias de 59 mulheres, entre os 18 e os 25 anos, foram avaliadas por 30 voluntários do sexo feminino e masculino. Os investigadores concluíram que os rostos considerados mais atraentes pertenciam às mulheres com maiores níveis de produção de estrogénio.

Os especialistas nova-iorquinos confirmaram ainda que a largura dos ombros e das ancas é também um factor responsável pela atracção. O sexo masculino prefere mulheres com uma boa proporção cintura - anca. Marilyn Monroe ou Jannifer Lopez são os bons exemplos que correspondem a esta conclusão.

in Público

Se a ciência diz, o melhor é não contrariar…

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Humanidade deve sair da Terra para sobreviver…

6 12 2006

Numa entrevista que Stephen Hawking deu à BBC disse que, para que a humanidade sobreviva como uma espécie deve estabelecer colónias noutros sistemas solares. Só assim, diz ele, a espécie humana estará segura contra catástrofes à escala global na Terra, que podem ser de origem nuclear ou o embate de um asteróide. Como não temos no nosso sistema solar um planeta semelhante ao nosso, continua ele, temos de procurar noutro sistema solar um planeta adequado.

Fonte: Techamok

Acho que… concordo.
É procurar…

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