Clique para ampliar
E um vídeo interessante (e com humor) que nos mostra como realmente funciona o mercado.
Clique para ampliar
E um vídeo interessante (e com humor) que nos mostra como realmente funciona o mercado.
A falta de alimentos, de água e de energia pode causar agitação social, conflitos fronteiriços e migrações em massa, com as pessoas a fugir das regiões mais afectadas pelas alterações climáticas. Esta é a mensagem que John Beddington, conselheiro científico do Governo britânico, leva hoje a Westminster. A “tempestade perfeita” deverá ocorrer em 2030.
Beddington, que assumiu o cargo no ano passado, vai falar numa conferência promovida pelo Governo sobre desenvolvimento sustentável.
O jornal “The Guardian” adianta que o cientista vai alertar que o aumento da população e o sucesso no combate à pobreza nos países em desenvolvimento vai levar a um aumento na procura de alimentos, água e energia nos próximos 20 anos.
“Estamo-nos a dirigir para uma tempestade perfeita em 2030 porque todas estas coisas vão acontecer ao mesmo tempo”, disse Beddington ao jornal.
“Se não atacarmos os problemas. Podemos esperar mais desestabilização, um aumento dos conflitos e dos problemas com as migrações internas, à medida que as pessoas tentam escapar à falta de alimentos e de água”, acrescentou.
Beddington alertou que as reservas mundiais de alimentos estão tão baixas, os valores mais baixos dos últimos 50 anos, que uma grande seca ou inundação poderá levar a uma escalada dos preços.
“Em 2030 vamos precisar de produzir 50 por cento mais alimentos. Ao mesmo tempo, vamos precisar de mais 50 por cento de energia e 30 por cento de água potável”.
De acordo com as previsões deste cientista, as alterações climáticas vão tornar o Norte da Europa e outras regiões de latitudes mais altas em centros cruciais de produção de alimentos.
A solução será lidar com todos os problemas em conjunto, considera.
Beddington, professor no Imperial College London, veio substituir Sir David King no ano passado.
in Público

Infelizmente, nada que não seja previsível…
Ler também:
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
A lista dos multimilionários foi afectada pela crise financeira, segundo a Forbes.
Tem sido um ano difícil também para as pessoas mais ricas do mundo. No ano passado, existiam 1125 multimilionários. Este ano, só existem 793 pessoas suficientemente ricas para fazerem parte da nossa lista. (…)
Dos 1125 multimilionários que constavam da classificação anterior, 373 foram arredados da lista; 355 devido à redução do valor das suas fortunas e 18 porque faleceram. A lista deste ano conta com 38 estreantes e 3 magnatas que regressam após as suas fortunas voltarem a cifrar-se nos 10 dígitos. É a primeira vez desde 2003 que o mundo perdeu multimilionários.
Os mais ricos a nível mundial também estão bem mais pobres. O seu património líquido conjunto é de 1,9 biliões de euros, menos 1,5 biliões do que há um ano. A média do seu património líquido desceu 23% para os 2,3 mil milhões de euros. O último ano em que a média esteve tão baixa foi em 2003.
Bill Gates perdeu 13,9 mil milhões mas recuperou o título do homem mais rico do mundo. Warren Buffett, que o ano passado ocupava a primeira posição, ficou mais pobre 19,4 mil milhões de euros, com as acções da Berkshire Hathaway a caírem quase 50% nos últimos 12 meses, mas mesmo assim conseguiu perder apenas um lugar, ficando na segunda posição. O mexicano Carlos Slim Helú, magnata das telecomunicações, também perdeu 19,4 mil milhões de euros e desceu uma posição para o terceiro lugar.
Foi difícil evitar a carnificina, quer fosse no mercado accionista, das matérias-primas, imobiliário ou tecnológico. Mesmo as pessoas à frente de negócios lucrativos foram prejudicadas pelo congelamento dos mercados de crédito, pela redução dos gastos dos consumidores ou pela desvalorização das divisas.
O maior perdedor deste ano, em dólares, foi o maior ganhador do ano passado. O indiano Anil Ambani perdeu 24,8 mil milhões de euros, 76% da sua fortuna, devido ao colapso das acções da Reliance Communications, Reliance Power e Reliance Capital.
Ambani é um de 24 multimilionários indianos, dos quais todos excepto um estão mais pobres do que há um ano. Para além disso, mais 29 indianos perderam por completo o estatuto de multimilionários, quando o mercado bolsita indiano caiu 44% no ano passado e a rupia indiana desvalorizou 18% face ao dólar. A Índia já não é o país com mais multimilionários na Ásia, sendo que esse título pertence agora à China com 28 multimilionários.
in IOL

Os dez mais ricos
1. Bill Gates (EUA, 53 anos): 40 mil milhões
2. Warren Buffett (EUA, 78 anos): 37 mil milhões
3. Carlos Slim (Mexico, 68 anos): 35 mil milhões
4. Lawrence Ellison (EUA, 64 anos): 22,5 mil milhões
5. Ingvar Kamprad (Suécia, 83 anos): 22 mil milhões
6. Karl Albrecht (Alemanha, 89 anos): 21,5 mil milhões
7. Mukesh Ambani (Índia, 51 anos): 19,5 mil milhões
8. Lakshmi Mittal (Índia, 58 anos): 19,3 mil milhões
9. Theo Albrecht (Alemanha, 87 anos): 18,8 mil milhões
10. Amancio Ortega (Espanha, 73 anos): 18,3 mil milhões
Lista completa em Forbes.com
Ler também:
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Após fracassos em 2008, Chen Xiao resolveu não tomar mais decisões. A jovem cobra cerca de três dólares por hora para fazer tarefas aleatórias.

Cansada de tomar decisões, a jovem chinesa Chen Xiao resolveu oferecer sua vida para quem estiver disposto a pagar. Pela internet, ela deixa que as pessoas escolham o que ela fará a cada dia, numa loja virtual, “Chen Xiao’s remaining life shop” (Chen Xiao của cửa hàng còn lại cuộc sống), aberta para os milhões de internautas chineses.
“É seu direito escolher o que Chen Xiao fará, e é minha obrigação atendê-lo”, afirma a jovem na sua página na rede.
A loja virtual foi aberta em Dezembro, depois que Chen chegou à conclusão que a sua vida em 2008 havia sido “um desastre“.
A sua cidade natal foi devastada por uma tempestade, os seus amigos se divorciaram e a loja de roupa que ela possuía foi à falência.
“Sempre que eu tinha um plano, ele não se concretizava. Então decidi que se deixasse as pessoas tomarem as decisões por mim, talvez eu encontrasse algo interessante”, afirmou a moradora de Pequim à rede americana CNN. Ela cobra o equivalente a cerca de três dólares por hora para quem quiser alugar sua vida, e já foi obrigada a realizar tarefas como entregar ração para cães e gatos e almoçar com um mendigo. “Algumas tarefas simples me deixaram muito feliz.”
A jovem não sabe até quando vai atender os pedidos dos cibernautas, mas afirma que, no momento, a solução cai como uma luva nos tempos de crise financeira.
Como limites para o que aceita fazer, Chen Xiao coloca apenas a ilegalilade, imoralidade ou violência.
in JM.Online

Chen Xiao, numa acção publicitária à sua iniciativa na Grande Muralha da China
Quando não há mais nada para “vender”…
Será isto empreendedorismo?!
Ler também:
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Duas namoradas de banqueiros de Wall Street, que sofreram com a crise e consequente recessão económica, resolveram criar um blogue onde se lamentam da vida que perderam quando as suas contas bancárias começaram a ficar mais pequenas.

O blogue «Dating A Banker Anonymous» está já a provocar alguma discussão nos EUA, sobretudo junto da comunidade femininista e de alguns analistas que consideram que a iniciativa é falsa e apenas servirá para promover um possível programa de televisão ou um livro.
Neste blogue as autoras pedem a todas as amantes e esposas de banqueiros para se revelarem, pois defendem que esta página «existe para a apoiar nestes tempos difíceis».
Para as promotoras do blogue este «é um lugar seguro onde as mulheres se podem reunir – livres do olhar das femininistas – e partilhar as suas histórias tristes de como a crise afectou as suas relações».
No blogue as amantes dos banqueiros contam como passaram a gastar menos em roupa ou tiveram de despedir os seus personal trainers por causa da crise.
Num dos casos uma das mulheres prejudicadas pela crise refere que «toda esta desordem provocou um adiamento do início das minhas sessões de Botox em pelo menos duas semanas».
Os comentários no blogue espelham alguma surpresa e apoio, mas há já quem tenha reagido afirmando que esta será uma manobra publicitária para tentar levar à criação de um programa de televisão ou ao lançamento de um livro.
A autora de outro blogue norte-americano citada pela Reuters considera que o objectivo é apenas criar algo como «um reality show tipo confissões de uma viciada em compras».
in SOL

Até pode não passar de um simples golpe publicitário, mas que há muita “namorada” (e alguns “namorados”!) que viram a sua vida tornar-se um pouco mais… triste, disso não há dúvida!
Pode ser que ajude a pensar nas suas ricas vidinhas…
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
O Ministério Público da Coreia do Sul indiciou um bloguer que havia profetizado uma crise económica no país e a queda do banco Lehman Brothers.
O bloguer, que assina sob o pseudónimo Minerva, tornou-se popular na Coreia do Sul por ter previsto quebras acentuadas nos ganhos e nas acções dos mercados locais, bem como o colapso do banco norte-americano Lehman Brothers.
Em resultado destas previsões, o Ministério Público considerou que o bloguer «manchou» a moeda local, colocando informações incorrectas online.
«O suspeito foi indiciado neste caso, sob a acusação de prestação de falsas informações em duas ocasiões», informou um funcionário do Ministério Público.
Entretanto, foi aberto um inquérito e, caso seja culpado por violar as leis da comunicação, o bloguer enfrenta uma pena que pode ir até cinco anos de prisão.
O caso está a gerar polémica no país, visto que, desde a sua detenção, no início deste mês, especialistas jurídicos têm questionado se as autoridades têm fundamentos legais para processar o bloguer. Além disso, o partido conservador da Coreia do Sul considera que esta é uma prova de que a tradição característica dos Estados de Direito ainda não foi enraizada na sociedade sul-coreana.
in SOL

O existir blogues já é quase assunto para alguém ser processado por aqueles lados…
Cuidado com o que escrevem nos vossos blogues! Com os governos a tentar controlar a vida dos seus cidadãos cada vez mais, a moda é bem capaz de espalhar-se!
Ler também: Blogues censurados; Regulação da Internet; Código de Conduta para autores de blogs
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
‘Borda d’Água’. O almanaque fundado em 1929 está congelado no tempo – é impresso numa tipografia tradicional e mantém a mesma linha editorial de há oito décadas. Tem tudo para estar condenado, mas demonstrou que a lei da probabilidade é um falhanço. Há cada vez mais leitores.

Nasceu no início da Grande Depressão, em 1929, atravessou de uma ponta à outra o regime salazarista, chegou à democracia e promete, este ano, ultrapassar a pior crise económica das últimas décadas. Há 80 anos que o Borda d’Água ensina ciência, mezinhas e outras sabedorias populares. Pode vir a Internet, a televisão por cabo, as enciclopédias digitais ou qualquer outra tecnologia de ponta que o “Velho da Cartola” continua igual a si próprio. “É uma tradição que se cumpre de geração para geração e que abarca leitores de todos os estratos sociais”, conta Narcisa Fernandes, sócia-gerente da Minerva, a editora que fundou e publica o almanaque.
O Borda d’Água não vai atrás ou à frente do progresso. Não precisa. Há cada vez mais adeptos, que querem saber quando plantar batatas, podar a vinha ou colher rabanetes. O caderno de papel reciclado é um best-seller – a edição de 2009 já vendeu 340 mil exemplares e na oficina da editorial Minerva, em Lisboa, as rotativas continuam a imprimir outras largas centenas de cópias que vão chegar nos próximos dias aos quiosques e aos vendedores de rua.
Os leitores separam as páginas com um canivete ou um corta-papéis à espera de encontrar sempre o mesmo – conhecer antecipadamente os dias de sol e de chuva ou ter em primeira mão as previsões para a agricultura. Por mais que possa ser complicado ver o futuro em tempos de mudança, o Borda d’Água oferece previsibilidade a troco de 1,50 euros. Não há aquecimento global ou qualquer outra mudança climática com força suficiente para derrotar o almanaque. Por mais surpreendente que seja o dia seguinte, o “reportório útil a toda a gente” está em cima do acontecimento.
“No Inverno de 2007, conseguimos prever o tempo seco e quente e, no ano passado, antecipámos as chuvas torrenciais do Outono“, explica Célia Cadete, directora do Borda d’Água. O Observatório Astronómico da Ajuda tem uma quota parte do mérito, mas não explica tudo: “São uns pozinhos mágicos que temos.” Célia prefere não revelar o segredo, embora ofereça algumas pistas: “Basta saber ler os sinais da natureza.“
São dotes usados no Borda d’Água desde os anos 60, altura em que Artur Campos, funcionário da Minerva, passou pela direcção da revista: “Apesar de ter apenas a instrução primária, conseguia determinar com bastante rigor qual o estado do tempo para o ano inteiro“, diz Narcisa. Perdia noites de olhos postos no céu a contar as estrelas e a fazer cálculos matemáticos: “Ao longo de 50 anos fez as previsões atmosféricas que deram credibilidade à nossa revista.“
A reputação do Borda d’Água é ainda hoje reconhecida por milhares de leitores, o que poderá ser um suspiro de alívio para quem está à espera de um ano ainda mais difícil do que o último. O almanaque de 2009 desdiz as previsões de crise e até contraria o pessimismo do Presidente Cavaco Silva, que na mensagem de Ano Novo alertou para os maus tempos que se avizinham para os agricultores.
Os prognósticos do Borda d’Água são outros. “Haverá abundância de trigo e de outros alimentos; a carne e o peixe não vão faltar. O vinho, esse, será em abundância e de mui boa qualidade.” Quem tem, afinal, razão? A única certeza é que os presidentes mudam e o Borda d’Água está para ficar.
in DN Online





Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Os dados referem-se ao Reino Unido, mas se a crise financeira é global, então o cenário deverá repetir-se um pouco por todo o lado. Um estudo governamental britânico conclui que os seus cidadãos estão a ter cada vez mais sexo para poupar nas saídas.
Perante a crise financeira internacional, que já causou milhares de despedimentos e falências de empresas no Reino Unido, os britânicos decidem poupar dinheiro e divertir-se em casa. Mais precisamente, debaixo dos lençóis.
A conclusão é da agência YouGov, que sondou dois mil cidadãos e constatou que o sexo é agora a sua actividade favorita, com os escoceses mais adeptos do amor do que os ingleses do Sul. Em todas as regiões, a preferência pelo sexo aumentou e está agora à frente de passear, ver as montras ou conversar com os amigos.
Os dados, revelados no dia mundial da luta contra a SIDA, indicam ainda que, apesar da crise, os britânicos não arriscam e continuam a comprar o preservativo.
De resto, a venda de contraceptivos aumentou, em linha com o aumento da regularidade dos hábitos sexuais dos cidadãos do Reino Unido.
in SOL

Aí está um bom… argumento para enfrentar a crise!
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
O superpetroleiro saudita ‘Sirius Star’, sequestrado na segunda-feira por piratas ao largo da costa queniana, ancorou ontem junto ao porto de Haradheere, na Somália, bastião dos piratas que infestam as águas do Golfo de Aden e que desde o início do ano já foram responsáveis por mais de 90 ataques contra navios de mercadorias. Com 318 toneladas e uma carga avaliada em mais de cem milhões de dólares, o ‘Sirius Star’ é de longe o sequestro mais ousado dos piratas somalis e pode valer um resgate milionário.

Apesar da presença no Golfo de Aden de quase duas dezenas de navios de guerra de vários países, incluindo EUA, Rússia e Reino Unido, o ‘Sirius Star’ chegou ontem sem ser interceptado ao porto somali de Haradheere, uma das principais bases dos piratas. O operador do navio, a companhia saudita Vela International, confirmou a localização da embarcação e adiantou que os 25 tripulantes se encontram bem de saúde. A empresa disse ainda estar a aguardar um contacto dos piratas, que ainda não fizeram qualquer exigência.
O superpetroleiro, que transporta dois milhões de barris de crude – mais de um quarto da produção diária da Arábia Saudita – é a presa mais valiosa capturada até hoje pelos piratas, que estão cada vez mais bem equipados e organizados. Prova disso é o facto de terem evitado as patrulhas internacionais, atacando muito mais a sul.
Os navios da NATO, EUA e Rússia que estão na região pouco podem fazer para impedir estes ataques, uma vez que não conseguem estar em todo o lado. O mandato e as leis internacionais também não permitem o uso de força para libertar quaisquer navios sequestrados.
Mais três barcos foram atacados
Além do ‘Sirius Star’, três navios foram atacados na região nas últimas 24 horas, incluindo um cargueiro sediado em Hong Kong que transportava 36 mil toneladas de trigo para o Irão. O navio chinês tem a bordo 25 tripulantes, cujo estado de saúde se desconhece. Normalmente os piratas tratam bem as tripulações, para não perderem o dinheiro do resgate. Não foram divulgados pormenores sobre as outras duas embarcações.
PORMENORES
O sequestro de navios na costa somali começou por ser uma reacção de milícias contra os pesqueiros ilegais que na década de 90 se aproveitaram da guerra civil para saquear as águas. As milícias perceberam então que podiam ganhar muito dinheiro com o resgate dos navios capturados e dedicaram-se à pirataria.
Os piratas operam a partir de um barco-mãe e utilizam lanchas rápidas e armamento moderno para abordar os alvos. Têm GPS, telefones-satélite e espiões nos principais portos da região.
Os ataques ao largo da costa da Somália aumentaram este ano. Atraídos pelos milionários resgates, os piratas têm-se aventurado cada vez mais longe da costa em busca de presas mais valiosas. O Gabinete Marítimo Internacional registou 95 ataques de piratas na região desde o início do ano, que resultaram na captura de 36 navios.
Sirius Star: O maior navio sequestrado até agora. Transporta dois milhões de barris de petróleo. O Sirius Star foi capturado 830 km ao largo da costa queniana
Nigéria: Segunda zona costeira mais perigosa da região, com 24 ataques registados entre Julho e Setembro
Golfo de Aden: Uma das vias marítimas mais movimentadas, atravessada anualmente por mais de 20 mil navios – incluindo mais de 6 mil petroleiros que transportam 18% do crude destinado aos EUA e à Europa.
Desde o final de Agosto, uma Força Naval Conjunta de 14 nações patrulham um corredor seguro de 960 km de extensão ao largo da Somália, principal base dos piratas, que mantêm em seu poder pelo menos 12 navios e mais de 250 tripulantes
Resgate médio: 2 milhões de dólares.
in CM

Depois de “esgotarem” a parte terrestre com sucessivas guerras, viram-se agora para os mares como nova zona de saque!
E eu que acreditava que os piratas eram “tempos antigos” e tema de histórias infantis…
Pensando melhor, “piratas dos tempos modernos” existem por todo o lado…
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
A Islândia pode falir. Parece que é assim que se diz. Olhando para a história e o comportamento diletante de alguns países – estou a lembrar-me de um em particular – julguei que a notícia não era propriamente nova. Mas, pelos vistos, a ideia de que um país pode, digamos assim, apagar a luz, está na ordem do dia. A Islândia, uma das nações mais ricas do mundo, já não pode sustentar-se. Deu-se a especulações e rebaldaria financeira, desgovernou-se, e acabou a mendigar um empréstimo à Rússia, daqueles que nem a um amigo se pede.
Não sei o que virá a seguir, mas antecipo já o que estarão a pensar: não temo pelo futuro de Portugal.
A ditosa pátria tem, desde logo, um enorme seguro de vida, inacessível em massa aos outros países: os portugueses. Levamos as tragédias na boa, até fazemos anedotas das nossas circunstâncias. «Olha, as taxas de juro subiram outra vez. Lá vou ter de ir ao Momento da Verdade dizer que comi a minha sogra.» E bebe-se mais um copo. Um povo que se ri de si próprio dura mais. Até quarenta por cento mais, aprendi eu numa aula de inglês.
Na verdade, andamos a rir-nos desde 1143.
E nessa altura, note-se, ainda não comíamos a sogra, só batíamos na mãe. No tempo em que os animais falavam, por alturas do Big Brother, um tal comportamento ainda garantia um cheque chorudo e dava para governar uma casa jeitosa. Um pontapé numa amiga, ao vivo e em directo, também estava bem cotado. Mas desvalorizou muito. Os miúdos já batem nos pais e nos professores e nem isso lhes garante sustento. Agora, com a Teresa Guilherme in charge, essas irreverências não chegam sequer para sermos seleccionados. Porém, se o português despudorado tiver uma vida sexual desastrada, consumir drogas, «não tiver um emprego certo» e estourar a herança do pai ao jogo, é um sério concorrente à sua própria autonomia financeira. Ou como diz um amigo meu, «basta que mostre o melhor do seu pior». E não minta, chegado o momento da verdade.
Pelo lado da Economia e do mercado financeiro, nada a temer, também. Enquanto outros, nos países grandes, jogam à grande com as fichas deles a expensas nossas – é por isso que se chama economia de casino, não? – os empresários e aditos do jogo financeiro em Portugal são como um grupo de amigos à volta do Monopoly. Julgam-se donos de tudo, mas, quando muito, mandam na rua deles. Às vezes, de tão viciados, jogam à séria e fazem umas patifarias nos BCP´s desta vida. Mas fica tudo entre amigos. E nós nem sequer protestamos.
Por fim, não corremos o risco de ver o Estado português falir. Pela simples razão de que não pode falir o que não existe. Desde há vários anos que o paradeiro do Estado é desconhecido nas escolas, hospitais, museus e entidades financeiras. «Afinal, quem manda aqui?», é a pergunta típica do português na fila de espera de um qualquer serviço. Se alguma vez essa indignação tivesse resposta, aí sim, era caso para ficarmos preocupados.
A Devida Comédia – Miguel Carvalho in Visão

No comments…!
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Quando, o Ministério das Finanças anunciou que o Governo vai prestar uma garantia de 20 mil milhões de euros aos bancos até ao fim do ano, respirei de alívio. Em tempos de gravíssima crise mundial, devemos ajudar quem mais precisa. E se há alguém que precisa de ajuda são os banqueiros. De acordo com notícias de Agosto deste ano, Portugal foi o país da Zona Euro em que as margens de lucro dos bancos mais aumentaram desde o início da crise. Segundo notícias de Agosto de 2007, os lucros dos quatro maiores bancos privados atingiram 1,137 mil milhões de euros, só no primeiro semestre desse ano, o que representava um aumento de 23% relativamente aos lucros dos mesmos bancos em igual período do ano anterior. Como é que esta gente estava a conseguir fazer face à crise sem a ajuda do Estado é, para mim, um mistério.
A partir de agora, porém, o Governo disponibiliza aos bancos dinheiro dos nossos impostos. Significa isto que eu, como contribuinte, sou fiador do banco que é meu credor. Financio o banco que me financia a mim. Não sei se o leitor está a conseguir captar toda a profundidade deste raciocínio. Eu consegui, mas tive de pensar muito e fiquei com dor de cabeça. Ou muito me engano ou o que se passa é o seguinte: os contribuintes emprestam o seu dinheiro aos bancos sem cobrar nada, e depois os bancos emprestam o mesmo dinheiro aos contribuintes, mas cobrando simpáticas taxas de juro. A troco de apenas algum dinheiro, os bancos emprestam-nos o nosso próprio dinheiro para que possamos fazer com ele o que quisermos. A nobreza desta atitude dos bancos deve ser sublinhada.
Tendo em conta que, depois de anos de lucros colossais, a banca precisa de ajuda, há quem receie que os bancos voltem a não saber gerir este dinheiro garantido pelo Estado. Mas eu sei que as instituições bancárias aprenderam a sua lição e vão aplicar ajuizadamente a ajuda do Governo. Tenho a certeza de que os bancos vão usar pelo menos parte desse dinheiro para devolver aos clientes aqueles arredondamentos que foram fazendo indevidamente no crédito à habitação, por exemplo, e que ascendem a vários milhares de euros no final de cada empréstimo. Essa será, sem dúvida nenhuma, uma prioridade. Vivemos tempos difíceis, e julgo que todos, sem excepção, temos de dar as mãos. Por mim, dou as mãos aos bancos. Assim que eles tirarem as mãos do meu bolso, dou mesmo.
Ricardo Araújo Pereira in Visão

Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Hoje é o Dia Mundial para a erradicação da pobreza e, à semelhança do ano passado, espera-se que volte a ser um grande momento de mobilização a nível nacional e internacional.
Em 2007, mais de 43 milhões de pessoas levantaram-se para exigir aos líderes mundiais que cumpram as suas promessas para acabar com a pobreza e desigualdade. Portugal contribuiu com mais de 65 mil vozes nesta iniciativa. Este ano precisamos da tua ajuda para bater um novo recorde e a enviar uma mensagem ainda mais forte para os nossos governantes.
Estamos a meio caminho de 2015, ano que marcará o final do período para alcançar os Objectivos do Milénio. É urgente “Levantarmo-nos e Actuarmos”, para que os governos honrem os seus compromissos. Tal só acontecerá se tomarmos uma posição clara.
Esta data representa uma excelente oportunidade para mobilizar a sociedade civil a actuar contra a dura realidade da pobreza extrema. A cada dia que passa, 50 mil pessoas morrem de pobreza extrema e a desigualdade entre os ricos e pobres não pára de aumentar. Aproximadamente metade da população mundial vive em situação de pobreza!
Lançamos o convite para que todos e todas, individualmente ou em grupo, se levantem, literal e simbolicamente, entre os dias 17, 18 e 19 de Outubro, como forma de protesto.
Divulga esta acção pelo teu grupo de amigos, família, escola, empresa, local de culto, grupo cultural ou desportivo… Não fiques sentad@… ACTUA!
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
As compras feitas por organismos do Estado, nomeadamente por empresas públicas, autarquias e ministérios, revelam a existência das mais variadas necessidades, luxos e caprichos.
Na listagem de contratações de bens e serviços feitas por ajuste directo, só nos últimos dois meses, cabem desde a compra de uma garrafa de detergente Sonasol, passando pelo carregamento de oito viagens de autocarro na Carris de Lisboa, até a serviços de restauração, no âmbito de eventos camarários, equivalentes a quase 70 mil euros.
A alteração da lei da contratação pública permitiu que o ajuste directo possa ser usado para empreitadas de valor inferior a 150 mil euros, para a aquisição de bens e serviços abaixo dos 75 mil euros e para “outros contratos” de valor inferior a 100 mil euros. Utilizando-se um regime excepcional, como em “casos de urgência imperiosa”, esses montantes podem ainda subir aos cinco milhões de euros.
Ainda assim, o serviço de compras do Estado por ajuste directo – que desde 30 de Julho deste ano passou a obrigar à sua publicitação num portal do Governo na Internet – ainda não está a ser usado com regularidade, uma vez que muitas das aquisições não estão a ser feitas por esta via. São sobretudo algumas câmaras municipais que têm usado mais este expediente. As compras por ajuste directo não requerem qualquer concurso público, nem a consulta a mais do que um fornecedor, mas os contratos só produzem efeitos depois de publicitados no endereço http://www.base.gov.pt. Aí são apresentados os bens ou serviços comprados (nem sempre de forma esclarecedora) e os seus valores, bem como quem são os fornecedores e compradores.
Gondomar sempre em festa
Dos cerca de 1600 registos que podem actualmente ser consultados, uma boa parte tem que ver com o pagamento de serviços no âmbito de festividades locais.
A Câmara de Gondomar, por exemplo, tem levado este tipo de eventos muito a sério, nomeadamente quando se trata de alimentar os munícipes. Um serviço de restauração, contratado “no âmbito do programa Gondomar no Sameiro de Braga”, em finais de Agosto, custou 67.742 euros. E, aparentemente, Valentim Loureiro, presidente da câmara, não quis que nenhum gondomarense deixasse de comer o petisco por falta de transporte – pelo “aluguer de vários autocarros”, para o efeito, desembolsou mais 33.250 euros.
A base de dados dos “ajustes directos” revela ainda que as câmaras são, provavelmente, quem mais contrata músicos e bandas portuguesas. E neste campeonato as desigualdades são gritantes. Voltando a Gondomar, três dias depois do evento no Sameiro, a câmara pagou 23.815 euros pela contratação de David Fonseca para cantar nas Festas do Concelho.
O valor é mais alto do que o que Marco Paulo (20.400 euros) custou à autarquia de Lagos, mas mais baixo do que o montante que a mesma autarquia pagou de “cachet” à banda Da Weasel (28.200). Já a actuação de Rui Veloso levou da Câmara de Elvas 28.600 euros, um recorde entre os registos consultáveis no portal relativo aos ajustes directos.
Na segunda divisão, em termos de custo de espectáculos, estão bandas e artistas como a fadista Ana Moura (9750 euros), Quim Barreiros (6250) ou os Wraygunn (8400).
Vinho e decoração
Há, contudo, no portal muitas outras coisas para além de concertos pagos com o dinheiro dos contribuintes portugueses. Duas dessas compras, aparentemente mais extravagantes, provêm do Governo.
O gabinete do primeiro-ministro, por exemplo, parece apostado em levar boa parte do “stock” do vinho tinto da Quinta do Vale Meão, um Douro já profusamente usado por José Sócrates durante a presidência portuguesa da União Europeia. Desta feita, no passado dia 2 de Setembro, foram adquiridos 6840 euros em garrafas, da colheita de 2006, “para oferta a entidades estrangeiras”, directamente ao produtor Francisco Olazabal.
Sucede que a compra pode ser um privilégio do primeiro-ministro. A Garrafeira de Campo de Ourique, uma loja-referência, em Lisboa, questionada sobre o preço da garrafa, respondeu que o Quinta do Vale Meão 2006 só começará a ser comercializado na segunda quinzena de Novembro.
Este vinho, mas da colheita de 2004, foi o melhor classificado entre os vinhos portugueses no ranking anual da prestigiada revista norte-americana Wine Spectator, conseguindo a 19.ª posição.
Bastante mais, no entanto, gastou a secretaria-geral do Ministério da Justiça em decoração. Oito carpetes custaram 22.265 euros numa compra concretizada no passado dia 22 de Setembro. O fornecedor foi a empresa Tapeçarias Ferreira de Sá, localizada em Espinho, especializada em tapeçaria decorativa, artesanal, através da técnica do nó manual.
A qualidade da decoração portuguesa parece estar na origem de um outro pagamento mais inusual. Desta vez, trata-se da compra do serviço de “transporte de mobiliário e objectos pessoais”, de um coronel do Exército, para Itália. O Estado-Maior General das Forças Armadas pagou 7300 euros pelo trabalho à Anditrans – Transportes Internacionais, Lda.
in Público.pt

Ainda bem que os governantes pediram a todos os portugueses (ou quase!) para “apertar o cinto”, senão como poderiam “dár-se” a estes “pequenos” luxos, ainda por cima em tempo de crise mundial?!
Isto é que é um governo sensato… Poupa-se de um lado para poder gastar no outro!
Ainda nos queixamos que os dinheiros públicos são mal geridos…
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Executivos da seguradora AIG tiraram férias numa exclusiva praia da Califórnia alguns dias após a companhia receber o empréstimo de 85 mil milhões de dólares do governo americano, revelaram legisladores na terça-feira. (Ver vídeo da notícia)
“Menos de uma semana após os contribuintes socorrerem a AIG, foi possível ver executivos da companhia bebendo vinho e jantando numa das mais exclusivas estâncias do país”, disse o congressista democrata Henry Waxman ao comitê de supervisão e reforma governamental da Câmara de Representantes.
O governo assumiu o controle de 79,9% da AIG após o Federal Reserve (Banco Central americano) aprovar um empréstimo de 85 mil milhões para a seguradora americana.
“Menos de uma semana depois, a AIG organizou uma folga de uma semana para seus executivos no St. Regis, em Monarch Beach, Califórnia”, destacou Waxman.
Os recibos revelam que a AIG pagou 440 mil dólares pela semana de férias, sendo 200 mil em habitações, 150 mil em comida e 23 mil em serviços de spa.
“O americano comum está sofrendo economicamente. Perde o seu trabalho, a sua casa e o seu seguro de saúde. Agora me pergunto se isto tem sentido”.
in AFP

Os governos (à custa dos contribuintes!) tentam a todo o custo salvar bancos, seguradoras, empresas, para que a economia mundial não de desmorone, e os principais responsáveis por toda esta crise continuam a gozar a vida como antes, ou se possível “roubar” ainda mais!
Pelo menos, espero que as investigações anunciadas tenham algum efeito…
Duvido!!
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Chefes não são exemplos para 70% dos empregados dos Estados Unidos, e quase metade dos trabalhadores não respeita o seu chefe. Mais: apenas metade dos funcionários acredita que o seu chefe é competente.
Os dados são de uma pesquisa encomendada pela Randstad USA, braço da segunda maior empresa de recrutamento profissional do mundo, que aponta ainda que menos de 30% dos entrevistados vêem os seus chefes como motivadores, exemplos ou mentores.
O estudo concluiu ainda que a crescente crise financeira levou as empresas a investirem apenas em pontos prioritários das despesas com empregados. “O desenvolvimento ético e profissional dos funcionários deveria ser sempre uma prioridade para os patrões, especialmente numa crise financeira, quando os empregados sentem-se mais pressionados”, afirma Eric Buntin, director da Randstad.
A pesquisa, feita pela Internet com 2.337 pessoas, também mostrou que apenas 43% dos empregados consideram o chefe aberto a novas ideias, e 47% fazem horas extra para impressionar o seu superior e garantir o emprego, especialmente as mulheres.
A pesquisa foi realizada pela Harris Interactive.
O vosso chefe encaixa nos números deste estudo?
Qual a vossa opinião sobre ele?
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Uma empresa dos Emiratos Árabes Unidos anunciou hoje um projecto para construir o “maior ecrã do mundo”, que incorporará tecnologia LED e ocupará a fachada de uma torre comercial.
Em comunicado, a companhia Tameer Holding explicou que o ecrã – formado por diodos luminosos LED – terá uma altura de 33 andares e estará localizada em Dubailand, uma zona turística e de lazer nos arredores do Dubai.
Segundo os construtores, será visível a um quilómetro e meio de distância.
A ideia do projecto, baptizado de Podium, surgiu da equipa de vendas da Tameer, enquanto o desenho foi desenvolvido pela companhia Daktronics, especialista em tecnologia LED.
O director operacional da Tameer, Ghassan Sakhnini, ressaltou que Podium, além de marcar um avanço tecnológico, será um meio de comunicação através do qual as companhias, as ONG’s e as autoridades governamentais poderão transmitir as suas mensagens ao público.
Além da sua fachada LED, a torre de Podium oferecerá espaço para escritórios comerciais e quatro andares de estacionamento para veículos.
O sofisticado desenho do ecrã e a tecnologia que será usada na sua construção não impedirão a entrada da luz natural no edifício, segundo o comunicado.
A Tameer apresenta, actualmente, este novo projecto na 7ª edição do fórum comercial Cityscape Dubai, que foi inaugurado hoje no país e termina no dia 9.
Nesta mesma feira, a companhia imobiliária Meraas Development, que tem sua sede central no Dubai, anunciou hoje um projecto com um orçamento de 95 mil milhões de dólares para a construção de uma cidade chamada Jumeirah Gardens no Dubai. Esta futura cidade contará com várias torres, e muitas áreas verdes, segundo a companhia. Além disso, a cidade, cuja construção durará 12 anos, será atravessada por um grande canal de água.
in EFE

Por acaso, alguém falou em crise?!
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Mais de vinte pessoas, a maioria mulheres, morreram hoje na ilha indonésia de Java quando o pânico tomou conta de uma multidão de, pelo menos, 2500 habitantes que estava à espera de uma esmola de 40 mil rupias indonésias (2,95 euros), à porta da casa de uma família abastada.
Outras onze pessoas ficaram feridas quando estavam à espera da esmola que aquela família rica da cidade de Pasuruan, 800 quilómetros a este de Jacarta, costuma oferecer todos os anos no Ramadão.
“A família organiza estas distribuições de dinheiro todos os anos mas este ano vieram muito mais pessoas”, contou o autarca de Pasuruan, Aminurrahman, a uma rádio indonésia.
As imagens televisivas mostram uma multidão que se atira contra o portão da casa e pessoas asfixiadas e esmagadas.
Muitos pobres dependem destas esmolas para sobreviver durante vários meses.
A distribuição de esmolas é um costume caritativo islâmico que marca o fim do período de jejum do Ramadão.

“A maneira mais segura de perpetuar a miséria é dar esmolas aos pobres, ao em vez de escolas e empregos.” – B. Calheiros Bomfim
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
A chanceler alemã Angela Merkel foi considerada pelo terceiro ano consecutivo a mulher mais poderosa do mundo, no top 100 da revista Forbes, que envolve mulheres avaliadas pela carreira, impacto económico e mediático.
Em segundo lugar no top ficou Sheila Bair, presidente do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) dos Estados Unidos. Não há nenhum nome português na lista.
A Secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice é a outra governante no top 10, apesar de ter caído três posições desde o ano passado (7.º lugar), no momento em que a administração Bush se prepara para deixar o poder em Janeiro depois das eleições de Novembro.
O restante top 10 é formado pelas directoras executivas das empresas PepsiCo, WellPoint, Anglo American, Kraft Foods, Temasek Holdings, Areva e Xerox.
«É inspirador ver o que certas mulheres fizeram e ouvir algumas das suas histórias de vida», afirmou o chefe de redacção da Forbes.
Na lista total constam 54 mulheres de negócios e 23 políticas, com as personalidades dos média e líderes de organizações não lucrativas a ficarem para os lugares finais do top 100.
in Sol





Veja aqui a lista completa
Ler também Celebridades poderosas, segundo a Forbes
Quer ter estes botões no seu site? Acesse
Um estudo europeu revela que, enganar é hoje muito mais frequente do que há dez anos, até nas relações amorosas.
Nove em cada dez portugueses dizem que a área fiscal está invadida pela fraude, seguindo-se o desporto. Dois terços da população consideram que os colegas de trabalho mentem no dia-a-dia.
Os dados fazem parte de um estudo realizado pela GfK, empresa de estudos de mercado.
Na lista de áreas mais fraudulentas estão também as transacções empresarias: 80%. Mas há mais. Longe dos negócios, mas citados como domínios onde enganar é também palavra de ordem, estão as relações entre colegas de trabalho (64%). E nem os relacionamentos amorosos escapam, com 58% a defenderem que o logro é o caminho seguido por muitos.
Italianos são os que mais enganam
Apesar de apontarem o dedo à generalização da fraude em muitas áreas, poucos são os que admitem tê-la cometido. Ao todo, apenas 8% diz ter enganado a cara-metade, 7% confessa o copianço nas escolas, 5% fala em fraude nos impostos e no desporto e 4% revela ter mentido aos colegas de trabalho.
Conscientes de que enganar é errado, a maioria dos portugueses – 85% – rejeita a fraude como meio para atingir um fim. E não são os únicos. O estudo, realizado com a colaboração de 20 mil pessoas em 19 países (16 dos quais do Velho Continente), dá conta do desagrado dos europeus, com cerca de dois terços a sugerirem que enganar é errado.
Excepção feita aos franceses: metade dos quais defendem que é aceitável, pelo menos em algumas circunstâncias (se todos os fizerem, se o prejuízo para terceiros não for grande ou se não se deixarem apanhar).
A maioria dos europeus (54%) acredita que a fraude é mais prevalente nos negócios. E a Itália surge como líder dos que mais enganam, pelo menos segundo 92% dos inquiridos.
in Destak.pt

Estudo surpreendente!
Quem diria? Eu a pensar que a grande maioria das pessoas era honesta e incapaz de enganar alguém…
JURO!
Comentários + recentes por aqui