€ 11.000 para passar três meses na cama

9 05 2008

O centro espacial Johnson, da NASA, está à procura de voluntários para passarem 90 dias na cama, escreve o jornal espanhol 20 Minutos. A agência espacial norte-americana está a realizar testes para avaliar o efeito da microgravidade no corpo humano.

O pagamento é de 17 mil dólares, cerca de 11.100 euros, para um trabalho que pode parecer fácil, mas ninguém garante que passar três meses na cama com a cabeça a um nível mais baixo que os pés seja algo confortável.

De acordo com a revista Wired, com este estudo a NASA está a tentar descobrir mais dados sobre os problemas que o corpo dos astronautas sofre quando passam grandes períodos de tempo no espaço.

O nosso organismo desenvolveu uma série de mecanismos concebidos para funcionar com uma certa força gravitacional, que desaparece no espaço. E quando isto acontece os músculos atrofiam e os ossos perdem densidade. Para voltar a ficar em forma, os astronautas podem demorar vários meses.

Para aqueles que estão interessados e enviar o currículo, fica a nota que é necessário ser-se cidadão dos Estados Unidos, ou residir no país, e passar um exame físico.

in IOL Diário

Que pena eu não morar nos States… Era homem para mandar o currículo! :-D


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“Física do impossível” está próxima

16 04 2008

O professor japonês de Física da City University de Nova Iorque tornou-se popular nos Estados Unidos por procurar tornar mais acessível uma das mais complexas ciências que existem. Agora, Michio Kaku vai mais longe e, no seu novo livro, debruça-se sobre alguns dos assuntos da física que todas as pessoas compreendem, sobretudo pela dimensão que ganharam nos filmes de ficção científica: teletransporte, invisibilidade, viagens no tempo ou contacto com extraterrestres.

“Há muitos exemplos em que se garantiu que algo era impossível, mas uma ou algumas décadas depois, provou-se a sua viabilidade”, explicou Kaku ao El Mundo, em referência à Física do Impossível, o seu novo livro, editado em Março nos EUA e que chegou este mês à Europa, em particular ao Reino Unido.

Kaku, que já dedicou parte dos seus estudos e muitos dos seus programas e artigos - na BBC, no Canal História ou na revista Cosmos - a Einstein, parece querer seguir a linha de pensamento do conhecido inventor para explicar as teorias por trás da convicção de que o teletransporte ou o homem invisível serão uma realidade num futuro mais próximo do que é esperado.

Teletransporte

No seu livro, Michio Kaku dá um exemplo bem real de como as bases teóricas do teletransporte nasceram na série de TV que mais celebrizou esta prática futurista. Durante a planificação de Star Trek, os produtores concluíram que os efeitos especiais para ficcionar o teletransporte eram demasiado caros. Foi então que o criador da série sugeriu uma nova forma: emissão de partículas. Uma ideia barata e, aparentemente, visionária. Segundo o físico japonês, os seus colegas de profissão já estão a desenvolver experiências nesta área, com o teletransporte de fotões numa distância de 140 quilómetros.

No entanto, Kaku acredita que ainda demorará alguns séculos até que este sonho da ficção científica se torne realidade. “Os fotões não estão a teletransportar-se uma vez que os fotões originais se destroem. O que se materializa no outro extremo são fotões gémeos que contêm toda a informação dos originais”, explicou.

Invisibilidade

“A invisibilidade do tipo Harry Potter, através de uma espécie de capa, não é algo que se considere, neste momento, impossível”, defende Kiku. No livro, o professor catedátrico aposta mesmo que esta capacidade física será a primeira a tornar-se realidade, através da criação de uma substância denominada metamaterial. Com a eliminação de reflexos e sombras, esta substância permitirá que qualquer objecto se torne invisível.

Viagens no tempo

Michio Kaku recorre a outro popular físico, o britânico Stephen Hawking, e à sua mudança de posição em relação a viajar no tempo - “já é possível, mas não é prático” - para dar força a um dos temas mais populares dos filmes de ficção científica. No novo livro, é explicado o fenómeno, que se baseia no aproveitamento da intensa gravidade dos “buracos negros”, mais que suficientes, segundo Kaku, para romper a estrutura espaço-tempo e permitindo, assim, andar para trás no tempo. Para fazê-lo, os físicos pretendem criar minúsculos “buracos negros” que permitam a passagem através do seu interior.

Contacto com ET

A convicção do físico japonês de que será possível estabelecer alguma forma de contacto com extraterrestres (ET) nas próximas décadas tem por base a ideia de que nunca houve, na História um período em que se conseguisse reunir tanta informação sobre a vida fora da Terra.

“Até ao momento, escrutinámos cerca de 1000 estrelas, aproximadamente, e isso não é nada. Agora, esperamos poder analisar 1000 vezes mais dados que os estudados no passado. E é por esta razão que estamos muito mais optimistas relativamente à possibilidade de estabelecer contactos com a vida extraterrestre”, prognostica Kaku.

in DN Online

Aguardo ansiosamente novos desenvolvimentos… :-|


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Queres ser astronauta?

11 04 2008

A Agência Espacial Europeia (ESA) lançou uma campanha para recrutamento de quatro astronautas a que poderão concorrer jovens portugueses dispostos a participar em futuras missões tripuladas à Estação Espacial Internacional (ISS) e “mais além”.

O anúncio não surgirá na imprensa, já que a campanha será feira através da Internet e de uma série de eventos promocionais nos 17 países membros da ESA.

“Não procuramos super-homens, mas pessoas sãs e com um perfil psicológico muito determinado, com capacidade de adaptação, abertas e que gostem de trabalhar em equipa”, explica Jean Coisne, do gabinete de comunicação do Centro Europeu de Astronautas da ESA.

Os quatro escolhidos irão juntar-se aos oito que actualmente integram o Corpo de Astronautas da ESA.

Mas para entrar nesta reduzida elite, os candidatos deverão superar um rigoroso processo de selecção que terá início a 19 de Maio.

A candidatura será feita pela Internet (www.esa.int/astronautselection) e terá de ser acompanhada de uma certificação médica idêntica à requerida aos pilotos da aviação comercial.

A ESA procura jovens com estudos científicos, médicos ou de pilotagem, com dois anos de experiência profissional e muita curiosidade pelo espaço.

Os candidatos terão de enfrentar vários patamares de selecção, com testes de aptidão profissional e psicológica que incluirão exames de avaliação da capacidade cognitiva, seguidos de testes clínicos por peritos em medicina aeronáutica, testes de laboratório e de processos espaciais.

Só os que passarem estes crivos poderão ser considerados membros “potenciais” do pessoal da ESA, com condições para serem submetidos à comissão de exame das candidaturas.

Essa será a última barreira na corrida para a sua nomeação oficial, prevista para o princípio de 2009, que lhes abrirá a porta do centro de formação da ESA em Colónia, na Alemanha, onde se converterão em verdadeiros astronautas.

A instalação do laboratório científico europeu Columbus na ISS e o êxito da primeira viagem do ATV (veículo de transporte automatizado) Júlio Verne relançaram os trabalhos da ESA na estação orbital, para onde intensificará nos próximos meses o envio de astronautas europeus.

“É necessária uma nova geração de exploradores para seguir os passos de Cristóvão Colombo e rumar em direcção a novos mundos”, disse Daniel Sacotte, director de Voos Espaciais Tripulados, Microgravidade e Exploração da ESA.

“Por isso muito me apraz que no princípio de 2009 um novo grupo de jovens e mulheres aceda ao Corpo de Astronautas Europeu para empreender missões à ISS e mais além”, frisou.

Portugal é membro de pleno direito da ESA desde 14 de Novembro de 2000.

in RTP.pt

Aí está uma oportunidade de carreira!

E quem é que não quis, em criança, ser astronauta?! :-D


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Curiosidade histórica

23 03 2007

A bitola dos caminhos-de-ferro (distância entre os 2 trilhos) dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.

Porque foi usado este número?

Porque era esta a bitola dos caminhos-de-ferro ingleses e, como os caminhos-de-ferro americanos foram construídos pelos ingleses, esta foi a medida usada.

Porque é que os ingleses usavam esta medida?

Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos-de-ferro e utilizaram as mesmas bitolas das carroças.

Porque era usada a medida (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças?

Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida.

E por que tinham as estradas esta medida?

Porque estas estradas foram abertas pelo antigo império romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por 2 cavalos.

E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim?

Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo!

Finalmente…
O vaivém espacial americano Space Shuttle, utiliza 2 tanques de combustível (SRB - Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-lo mais largos, porém, tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na bitola da linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias da época do império Romano, que tinham a largura do traseiro de 2 cavalos.

Conclusão:
Um dos exemplos mais avançados da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do traseiro do cavalo romano!

Roman Chariot.JPG space-shuttle.jpg




Humanidade deve sair da Terra para sobreviver…

6 12 2006

Numa entrevista que Stephen Hawking deu à BBC disse que, para que a humanidade sobreviva como uma espécie deve estabelecer colónias noutros sistemas solares. Só assim, diz ele, a espécie humana estará segura contra catástrofes à escala global na Terra, que podem ser de origem nuclear ou o embate de um asteróide. Como não temos no nosso sistema solar um planeta semelhante ao nosso, continua ele, temos de procurar noutro sistema solar um planeta adequado.

Fonte: Techamok

Acho que… concordo.
É procurar…

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