Revelados mais ficheiros secretos

23 03 2009

O Ministério da Defesa britânico divulgou ontem sete novos dossiês contendo 1200 casos de avistamentos de ovnis ocorridos entre 1987 e 1993 e que foram investigados pelos serviços secretos britânicos da Defesa. A preocupação dos investigadores não eram os extraterrestres, mas a possibilidade de os russos estarem a testar equipamentos secretos.

Há histórias para todos os gostos, umas mais intrigantes, outras nem por isso. Uma pequeníssima percentagem permanece sem explicação plausível. Ao todo são 1200 casos de avistamentos estranhos contidos em sete dossiês desclassificados ontem pelo ministério da Defesa britânico e dedicados ao fenómeno ovni: os objectos voadores não identificados.

Os documentos estão desde ontem online no site dos arquivos nacionais britânicos, em nationalarchives.uk/ufos. Ali estão compilados os casos ocorridos entre 1987 e 1993 e investigados pelo DI55, uma secção dos serviços britânicos de inteligência para a defesa, “cuja existência”, como notava ontem o Guardian, “era negada pelo governo britânico até muito recentemente”.

Os dossiês e os seus relatos mostram que as autoridades lhes atribuíram importância suficiente para os investigar. Não tanto pelo fenómeno ovni em si, “mas por questões de defesa”, numa época em que se vivia ainda a Guerra Fria, tal como comentou David Clarke, especialista neste fenómeno e professor da universidade de Sheffield, citado pela BBC News online. “A questão era o que estavam os russos a testar e se algum daqueles avistamentos poderia estar relacionado com isso. Assim que eliminavam essa hipótese, já não estavam interessados [os serviços secretos de defesa] nisso”, disse David Clarke à BBC.

Uma dos casos que consta nos dossiês do DI55, e que foi contado pela imprensa britânica, é o de uma mulher que disse ter encontrado um extraterrestre louro e com sotaque escandinavo quando andava a passear o cão.

Esta história, considerada “pouco vulgar” pelos próprios investigadores, ocorreu em Norwich, em Novembro de 1989. A mulher que a protagonizou explicou ter conversado durante dez minutos com um homem louro que lhe explicou que as formas circulares traçadas em alguns campos de cereais eram obra de seres extraterrestres como ele e que o propósito da sua visita era amigável.

O extraterrestre louro foi ao ponto de dizer à mulher, que não está identificada no relato do caso pelos serviços secretos, que apesar de ter ordens para não falar com os seres humanos tinha decidido falar com ela porque achava isso importante.

Assustada, ela apressou-se a ir para casa. Antes de lá chegar ainda ouviu um zumbido e quando se voltou para trás viu um objecto esférico, brilhante e cor de laranja a elevar-se no ar. Logo a seguir telefonou aterrorizada para a força aérea.

Há outros casos. Luzes no céu, e o avistamento colectivo de um objectivo em forma de diamante no céu, em 1990, em Perthshire, para o qual não foi encontrada explicação. São histórias divertidas, ou que dão que pensar, e que agora estão à distância de um click.

in DN Online

Um OVNI avistado da nave americana Atlantis em 2006

Fotografia: Nasa/Getty Images

É o que digo: eles andem aí! :shock:

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Saltar de 42 km de altura a 1500 km/h

6 02 2009

Saltar da estratosfera. Parece loucura – mas é o último projecto de Mário Pardo, que planeia subir a 42 km… para cair a 1500 km/h. Para o menino que sonhava ser astronauta não há limites.

Desde miúdo que queria ser astronauta. Passava noites à janela, a olhar para o espaço, a desejar ir por ali fora. Depois, Mário cresceu, absorveu todos os condicionalismos e limitações que a sociedade lhe quis meter na cabeça e colocou o sonho de lado. Afinal, quantos miúdos não sonham ser astronautas – e quantos conseguem realmente? Mas, há dez anos, ao ler a história de Joseph Kittinger, o capitão da Força Aérea Americana que realizou o maior salto da estratosfera, a 102.800 pés (31.300 metros) em 1960, Mário Pardo atreveu-se a sonhar de novo.

Nascia assim o projecto “Stratosphere” (Estratosfera), que se propõe ir até à segunda camada da atmosfera num balão a hélio e depois cair, em queda livre, os mesmos 120.000 pés (36.500 metros) por ali abaixo… Aquilo que levará a Mário duas horas e meia a subir levará singelos cinco minutos e meio a descer – só que a uma velocidade superior a 1500 km/hora. Se tudo correr como previsto, o tricampeão nacional de queda livre quebrará cinco recordes mundiais (altitude em voo de balão tripulado, altitude em salto de queda livre, maior distância percorrida em queda livre e mais longa queda livre realizada, e recorde de velocidade alcançada, ultrapassando a barreira do som), com direito a inscrição no “Guinness” e tudo.

Há riscos óbvios, inerentes. Um deles é “entrar em spin”, ou seja, perder a estabilidade e vir por aí abaixo em círculos – “o que aconteceu a Kittinger”. Safou-o um drogue, espécie de pára-quedas de emergência pensado para dar estabilidade em objectos a altas velocidades. Mas Mário acredita que, com mais de 4000 saltos na bagagem e a sua experiência de pára-quedista, isso não vai acontecer – embora esteja previsto levar um drogue para activar em caso de emergência. Outro risco passa pela fragilidade do material do balão estratosférico, que tem a textura de “um saco de plástico muito fininho” e facilmente se pode danificar na descolagem.

Apesar de parecer uma ideia meio louca, o projecto “Estratosfera” tem uma sólida equipa científica por trás. A Universidade do Porto tornou-se parceira. Sérgio Reis Cunha, da Faculdade de Engenharia, assume a direcção técnica – o engenheiro electrotécnico coordena um programa de lançamento de balões estratosféricos em parceria com a Agência Espacial Europeia. Paulo Afonso, mestre em Astrofísica e doutorando no Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, em Munique, é consultor científico; e o director de voo é Alan Noble, o homem do leme da Cameron Balloons, o maior fabricante de balões do mundo, que será responsável pela criação do balão a hélio e também pelo fato. E contam ainda, como consultor técnico, com Andy Elson, responsável pela volta ao Mundo em balão da Breitling em 1993 – e o homem que mais vezes esteve acima dos 40.000 pés (12.200 metros).

O balão terá uma altura de 100 metros (o equivalente a um prédio de 30 andares), subirá à velocidade de 1000 pés (304 metros) por minuto e levará uma gôndola, não pressurizada, para ser mais leve. “O fato não é igual a um fato espacial, porque tem de permitir mais mobilidade”, nomeadamente para manobrar o pára-quedas depois de aberto, explica Mário. Terá de ser térmico e pressurizado, para fazer face à pressão e à temperatura, que a partir dos 30.000 pés (9.100 metros) baixa para os – 60 graus Celsius, podendo ir até aos -100. Esta tecnologia não existe em Portugal – pelo que o local da descolagem está em aberto, dependendo do patrocinador. “Pode ser no Brasil, na Índia, nos EUA, no Novo México…”, avança Mário, esclarecendo que “a única condição para a aterragem é que seja no deserto, por motivos de terreno”.

Curso de terapeuta em comportamentos aditivos

O pára-quedista levará oxigénio e, antes da subida, terá de fazer uma desnitrogenização, consumindo oxigénio puro, sem azoto, para eliminar o risco de descompressão. Além disto, leva também uma parafernália de equipamento: vários GPS, para calcular posição e velocidade; sensores de pressão atmosférica, de temperatura e de parâmetros biomédicos, que darão indicações à equipa médica cá em baixo sobre a sua condição física; rádios adequados para transmissão de dados de navegação e telemetria; e câmaras de filmar que transmitirão, em tempo real, imagens de tudo o que se passa na ascensão e queda.

Ainda não há data para a grande aventura (que depende essencialmente de arranjar patrocinadores, já que o projecto ascende a quatro milhões de euros…), mas do treino do atleta fazem já parte muitas horas na câmara hipobárica da Força Aérea, onde se simula a baixa pressão atmosférica da estratosfera, e outras tantas no túnel de vento de Bedford (Inglaterra), “uma turbina que lança ar a uma velocidade semelhante à da queda livre…” Além disso, Mário está habituado a uma actividade física intensa. Diariamente, faz duas a três horas de treino aeróbico, ioga e meditação. Facetas do trabalho da mente, cuja performance é fundamental. E que reflecte outra faceta da sua vida: a de psicoterapeuta. O curso de terapeuta em comportamentos aditivos foi tirado em Londres, aos 30 anos, depois de uma “fase difícil”.

Para Mário, o mais importante neste projecto é concretizar o sonho de criança – e “passar a mensagem de que é possível”. Os limites somos nós que os impomos a nós próprios. Mas foram feitos para ser ultrapassados. Costumo dizer que não ultrapasso os meus medos – empurro-os. Vou empurrando os meus medos sempre para mais além. Gosto de os enfrentar, porque sei que são o que mais nos limita. Passei muito tempo a lutar contra eles. E querer lutar contra os medos é uma batalha perdida – a partir do momento em que os aceitas, eles tornam-se mais pequenos. À medida que aprendes a lidar com ele, passas a vê-lo de forma diferente. Quase como um velho amigo.” O seu único limite? “Não magoar os outros.”

in Expresso

Só me resta dizer uma coisa:

- Boa sorte!! :shock:


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As 10 descobertas do ano – Science

19 12 2008

A revista Science elegeu as dez grandes descobertas do ano. Em primeiro lugar colocou a reprogramação celular, novidade que abre caminho a novas investigações em biomedicina. Ainda nesta área, a descoberta de novos genes ligados ao cancro ou a possibilidade de visualizar o desenvolvimento embrionário in vivo também estão no lote. Mas há menção a descobertas também noutros campos científicos.

A capacidade de reprogramar células, como se fossem computadores, para que elas se comportem de forma mais útil para os cientistas foi eleita pela revista científica americana “Science” como o principal avanço do 2008.

A revolução começou, na verdade, ao final do ano passado, quando cientistas japoneses conseguiram reprogramar células humanas de pele para que elas se comportassem como células-tronco embrionárias – um feito que, em tese, poderia eliminar as barreiras éticas que até então atrapalhavam, em muitos países, pesquisas desse tipo.

“Em tese” porque ainda era preciso provar que essas células reprogramadas podiam mesmo fazer as vezes das que são extraídas de embriões. E foi isso que os cientistas conseguiram começar a demonstrar em 2008.

Do avanço com as pesquisas emergiram os primeiros modelos de doença em laboratório – células especialmente reprogramadas para simular como certas enfermidades se comportam.

Durante 2008, um grupo de cientistas conseguiu transformar células de pele em neurónios e células gliais que sofriam com esclerose lateral amiotrófica. Uma semana depois, outro grupo produziu células com dez doenças diferentes (entre elas, distrofia muscular, diabetes tipo 1 e síndrome de Down).

A expectativa é a de que no ano que vem essas células possam formar modelos mais complexos, que ajudarão a produzir novos tratamentos contra essas doenças devastadoras e hoje incuráveis.

Mas a “Science” destaca que ainda há barreiras a serem transpostas para que essas células reprogramadas atinjam um status em que será seguro usá-las em tratamentos. Hoje, o método mais eficaz para produzi-las envolve o uso de um vírus, o que poderia ameaçar o paciente que as recebesse de contaminação.

Além disso, há o facto de que os cientistas não sabem basicamente como a inserção desses poucos genes por meio de um vírus operam a “alquimia” de transformar um tipo de células em outro. Por isso, diante do conhecimento, não há garantias de que essas células possam reverter a seu estado original e causar danos – ou mesmo um tumor – em vez de curar definitivamente o problema.

Muito trabalho pela frente, portanto, para que as células reprogramadas deixem de ser o “avanço do ano” da “Science” e passem a ser esperança real para pacientes.

Os concorrentes

A revista científica tem por hábito eleger outros nove avanços que concorreram com o vencedor durante o ano. Conheça os eleitos:

- Imagens de planetas extra-solares: pela primeira vez, astrónomos conseguiram obter imagens indiscutíveis do que seriam planetas girando ao redor de outras estrelas, que não o Sol.

- Genes do cancro: grandes avanços foram feitos na decifração de genes activos em células cancerosas de vários tipos, entre eles o pancreático e o glioblastoma – dois dos mais mortais.

- Super-supercondutores: Em 2008, cientistas conseguiram descobrir uma segunda família de supercondutores de alta temperatura – estruturas que permitem a passagem de electricidade sem resistência.

- Espionagem celular: Bioquímicos tropeçaram em grandes surpresas ao conseguir observar, em detalhes, como as proteínas se encaixam nos seus alvos – no famoso esquema chave-fechadura que costumamos aprender na escola.

- Energia renovável: Cientistas inventaram em 2008 um catalisador de cobalto-fósforo que ajuda a produção de hidrogénio combustível a partir de água. Seria uma forma inteligente de armazenar energia que não é produzida por fontes limpas e não é imediatamente usada.

- Embrião em evolução: Pesquisadores conseguiram monitorar a progressão de cerca de 16 mil células num embrião do peixe-zebra, após um dia de desenvolvimento.

- Gordura vira músculo: Um estudo demonstrou que a chamada gordura castanha, definida como “boa” por ajudar a produzir calor para o corpo, pode ser transformada em músculo, e vice-versa.

- Modelo Padrão: físicos conseguiram pela primeira vez realizar os difíceis cálculos e demonstrar que a teoria que descreve a maioria das partículas e interacções que ocorre no universo é capaz de predizer quanta massa os protões e neutrões devem ter.

- Genética: Várias pesquisas demonstraram os avanços da genética em 2008. Desde o genoma completo de um cancro até uma porção significativa do genoma do mamute (…).

in DN Online & G10,,15196936,00.jpg

Neurónios motores com esclerose lateral amiotrófica produzidos por reprogramação celular

(Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard)

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Encontros imediatos

21 10 2008

Um avião da Alitalia quase chocou com um OVNI. O caso, hoje divulgado pelo Ministério da Defesa Britânico, ocorreu em 1991 e foi investigado durante anos pela Autoridade da Aviação Civil e pelos militares. Acabou arquivado sem que se tivesse chegado a alguma conclusão.

É um estranho caso não esclarecido e só agora divulgado. O Ministério da Defesa britânico revelou hoje que, em 1991, um objecto voador não identificado passou a curta distância de um avião de passageiros da Alitalia que sobrevoava a cidade inglesa de Kent.

O comandante Achille Zaghetti ficou tão assustado que gritou “cuidado, cuidado!” para o seu co-piloto. O comandante do voo da Alitalia disse que viu o objecto voador não identificado (OVNI) – castanho e com a forma de um míssil – a passar a uns escassos 300 metros do seu avião, quando sobrevoava a cidade britânica de Kent, em 1991.

O caso, hoje divulgado pelo Ministério da Defesa Britânico, foi investigado durante anos pela Autoridade da Aviação Civil e pelos militares, tendo acabado por ser arquivado sem que se tivesse chegado a alguma conclusão.

O mais estranho é que, logo após ter visto o OVNI, o comandante da companhia aérea italiana comunicou com a torre de controlo, que o informou de que o único objecto identificado pelo radar estaria a cerca de 10 milhas de distância do avião da Alitalia.

O avião, MCDonnell Douglas MD80 , seguia de Milão para o aeroporto londrino de Heathrow e levava 57 pessoas a bordo.

O dossiê sobre o assunto revela que uma estação de televisão local transmitiu a história de um rapaz de 14 anos, que afirma ter visto nessa noite um míssil a atravessar o céu a baixa altitude, antes de ter desaparecido entre as nuvens.

O incidente de Kent é um dos 19 casos sobre aparições de OVNI, ocorridos entre 1986 e 1992, que estão disponíveis no site dos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha.

Existem outros casos de passageiros de voos comerciais que dizem ter visto OVNI em 1991 quando sobrevoavam a Grã-Bretanha.

Entre os arquivos, agora revelados, consta ainda o relato de um piloto da Força Aérea americana que terá recebido a ordem para atirar sobre um OVNI que apareceu no seu radar quando sobrevoava East Anglia, no leste de Inglaterra.

in Expresso

Spooooooky!! :shock:

Eles andem aí…

Ler também: «Ficheiros secretos» online

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Publicidade para extraterrestres

12 06 2008

Um grupo de especialistas prepara o primeiro anúncio publicitário dirigido a extraterrestres que será lançado hoje para o espaço, afirmou na passada terça-feira o professor Darren Wright, da Universidade de Leicester, na Inglaterra.

O astrónomo diz que será um “momento histórico” porque é a primeira vez que se envia um anúncio para o espaço com o objectivo expresso de se comunicar com uma vida além de nosso sistema solar”.

A propaganda espacial foi feita para a Doritos, uma marca de aperitivos, que se associou aos cientistas da Universidade de Leicester para realizar esse projecto publicitário espacial. O anúncio será transmitido de um radar da associação científica europeia EISCAT, posicionado no arquipélago árctico de Svalbard, entre a Noruega e o Pólo Norte.

O comercial, de 30 segundos, será dirigido a “possíveis consumidores alienígenas” de um sistema solar localizado a 42 anos-luz da Terra.

Segundo os especialistas, a mensagem publicitária, que viajará na velocidade da luz, só chegará a seu destino em 2050 e uma eventual resposta extraterrestre não chegaria à Terra antes de 2092.

Segundo o professor Wright, a propaganda espacial “está actualmente sendo codificada” para poder ser transmitida.

in G1

A empresa inglesa “pensa” a longo prazo!!

Vai ser interessante, lá para o final do século, ver engarrafamentos de naves à entrada da Terra com “pessoal” ansioso por comprar Doritos!! :-)


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«Ficheiros secretos» online

15 05 2008

A verdade afinal não anda por aí. Está na Internet.

O Ministério da Defesa britânico divulgou ontem os primeiros oito dos seus 160 “ficheiros secretos”, com relatos de avistamentos de ovnis (objectos voadores não identificados) e até encontros com extraterrestres. E se as autoridades encontraram uma explicação para a grande maioria, há cerca de 10% que desafiam qualquer lógica e continuam a ser um mistério, apesar de não representarem uma ameaça para o país.

“O Governo de Sua Majestade nunca foi contactado por ninguém do espaço exterior”, dizia um documento oficial de 1979. Mas as autoridades eram contactadas por centenas de cidadãos com os seus relatos. É o caso de uma carta datada de Janeiro de 1985, na qual um homem relatava que estava em contacto com extraterrestres desde que tinha 7 anos. Alegava ter visitado bases alienígenas em Wirral e Chesire e dizia ainda ter combinado um encontro entre um dos extraterrestres, chamado Algar, e o Governo, mas que este foi morto por rivais.

Há contudo casos que foram considerados credíveis, como o relato de três polícias de Woking, que viram uma luz branca perto de Horsell, no Natal de 1985. Os agentes estavam preocupados com o facto de não serem levados a sério, uma vez que no livro Guerra dos Mundos, de HG Wells, foi em Horsell que aterraram os primeiros marcianos. Contudo, o relato foi considerado “genuíno”, havendo uma nota na qual se lê: “Dois agentes competentes visivelmente embaraçados.” Curiosamente, em 1977, depois da estreia do filme Encontros Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg, o número de relatos de ovnis duplicou.

Os documentos, que abarcam um período entre 1978 e 1987, podem ser encontrados no site dos National Archives. Antecipando uma correria aos documentos, alguns com mais de 400 páginas, o Ministério da Defesa colocou mais capacidade no site. No ano passado, uma medida semelhante do Governo francês desencadeou uma avalanche de 220 mil usuários só no primeiro dia e bloqueou o sistema.

Os “ficheiros secretos” (expressão famosa graças à série de televisão com os agentes Mulder e Scully, do FBI) foram agora divulgados ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação. Todos os anos, o Ministério da Defesa britânico recebe quase 200 pedidos para aceder aos documentos, que têm de ser autorizados. Torna-se por isso mais fácil, digitalizá-los todos e disponibilizá-los para quem os quiser consultar. “Temos outras prioridades”, disse uma porta-voz à revista Time.

Mas para os amantes de uma boa teoria da conspiração, esta medida serve apenas para lançar areia para os olhos e os verdadeiros “ficheiros secretos” vão continuar secretos.

in DN Online

Uuhhh! Meeeeeeeedo!!! :-o


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O Vaticano e os extraterrestres

14 05 2008

A fé em Deus é compatível com a crença nos extraterrestres, segundo o director do Observatório do Vaticano, José Gabriel Funes, que admite poder haver um planeta habitado por seres que não cometeram o pecado original.

«Como astrónomo, continuo a acreditar que Deus foi o criador do Universo» , explicou hoje, numa entrevista ao jornal do Vaticano Observatore Romano, o padre Funes, um padre jesuíta que dirige o Observatório do Vaticano em Castel Gandolfo, perto de Roma.

No entanto, acrescenta, mesmo que «não tenhamos para já nenhuma prova», «não podemos excluir a hipótese» de haver outros planetas habitados.

«Tal como existe uma multiplicidade de criaturas na terra, poderia haver outros seres, igualmente inteligentes, criados por Deus» , afirma o astrónomo do Papa.

O padre Funes sugere que se fale então do «nosso irmão extraterrestre», tal como São Francisco de Assis falava de «irmão» ou de «irmã» para todas as criaturas terrestres.

in SOL

Gostei de ver uma certa… mente aberta relacionada com o Vaticano!!

Agora, aquela parte do “poder haver um planeta habitado por seres que não cometeram o pecado original“, fez-me sorrir.

Acontece! :-o


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€ 11.000 para passar três meses na cama

9 05 2008

O centro espacial Johnson, da NASA, está à procura de voluntários para passarem 90 dias na cama, escreve o jornal espanhol 20 Minutos. A agência espacial norte-americana está a realizar testes para avaliar o efeito da microgravidade no corpo humano.

O pagamento é de 17 mil dólares, cerca de 11.100 euros, para um trabalho que pode parecer fácil, mas ninguém garante que passar três meses na cama com a cabeça a um nível mais baixo que os pés seja algo confortável.

De acordo com a revista Wired, com este estudo a NASA está a tentar descobrir mais dados sobre os problemas que o corpo dos astronautas sofre quando passam grandes períodos de tempo no espaço.

O nosso organismo desenvolveu uma série de mecanismos concebidos para funcionar com uma certa força gravitacional, que desaparece no espaço. E quando isto acontece os músculos atrofiam e os ossos perdem densidade. Para voltar a ficar em forma, os astronautas podem demorar vários meses.

Para aqueles que estão interessados e enviar o currículo, fica a nota que é necessário ser-se cidadão dos Estados Unidos, ou residir no país, e passar um exame físico.

in IOL Diário

Que pena eu não morar nos States… Era homem para mandar o currículo! :-D


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“Física do impossível” está próxima

16 04 2008

O professor japonês de Física da City University de Nova Iorque tornou-se popular nos Estados Unidos por procurar tornar mais acessível uma das mais complexas ciências que existem. Agora, Michio Kaku vai mais longe e, no seu novo livro, debruça-se sobre alguns dos assuntos da física que todas as pessoas compreendem, sobretudo pela dimensão que ganharam nos filmes de ficção científica: teletransporte, invisibilidade, viagens no tempo ou contacto com extraterrestres.

“Há muitos exemplos em que se garantiu que algo era impossível, mas uma ou algumas décadas depois, provou-se a sua viabilidade”, explicou Kaku ao El Mundo, em referência à Física do Impossível, o seu novo livro, editado em Março nos EUA e que chegou este mês à Europa, em particular ao Reino Unido.

Kaku, que já dedicou parte dos seus estudos e muitos dos seus programas e artigos – na BBC, no Canal História ou na revista Cosmos – a Einstein, parece querer seguir a linha de pensamento do conhecido inventor para explicar as teorias por trás da convicção de que o teletransporte ou o homem invisível serão uma realidade num futuro mais próximo do que é esperado.

Teletransporte

No seu livro, Michio Kaku dá um exemplo bem real de como as bases teóricas do teletransporte nasceram na série de TV que mais celebrizou esta prática futurista. Durante a planificação de Star Trek, os produtores concluíram que os efeitos especiais para ficcionar o teletransporte eram demasiado caros. Foi então que o criador da série sugeriu uma nova forma: emissão de partículas. Uma ideia barata e, aparentemente, visionária. Segundo o físico japonês, os seus colegas de profissão já estão a desenvolver experiências nesta área, com o teletransporte de fotões numa distância de 140 quilómetros.

No entanto, Kaku acredita que ainda demorará alguns séculos até que este sonho da ficção científica se torne realidade. “Os fotões não estão a teletransportar-se uma vez que os fotões originais se destroem. O que se materializa no outro extremo são fotões gémeos que contêm toda a informação dos originais”, explicou.

Invisibilidade

“A invisibilidade do tipo Harry Potter, através de uma espécie de capa, não é algo que se considere, neste momento, impossível”, defende Kiku. No livro, o professor catedátrico aposta mesmo que esta capacidade física será a primeira a tornar-se realidade, através da criação de uma substância denominada metamaterial. Com a eliminação de reflexos e sombras, esta substância permitirá que qualquer objecto se torne invisível.

Viagens no tempo

Michio Kaku recorre a outro popular físico, o britânico Stephen Hawking, e à sua mudança de posição em relação a viajar no tempo – “já é possível, mas não é prático” – para dar força a um dos temas mais populares dos filmes de ficção científica. No novo livro, é explicado o fenómeno, que se baseia no aproveitamento da intensa gravidade dos “buracos negros”, mais que suficientes, segundo Kaku, para romper a estrutura espaço-tempo e permitindo, assim, andar para trás no tempo. Para fazê-lo, os físicos pretendem criar minúsculos “buracos negros” que permitam a passagem através do seu interior.

Contacto com ET

A convicção do físico japonês de que será possível estabelecer alguma forma de contacto com extraterrestres (ET) nas próximas décadas tem por base a ideia de que nunca houve, na História um período em que se conseguisse reunir tanta informação sobre a vida fora da Terra.

“Até ao momento, escrutinámos cerca de 1000 estrelas, aproximadamente, e isso não é nada. Agora, esperamos poder analisar 1000 vezes mais dados que os estudados no passado. E é por esta razão que estamos muito mais optimistas relativamente à possibilidade de estabelecer contactos com a vida extraterrestre”, prognostica Kaku.

in DN Online

Aguardo ansiosamente novos desenvolvimentos… :-|


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Queres ser astronauta?

11 04 2008

A Agência Espacial Europeia (ESA) lançou uma campanha para recrutamento de quatro astronautas a que poderão concorrer jovens portugueses dispostos a participar em futuras missões tripuladas à Estação Espacial Internacional (ISS) e “mais além”.

O anúncio não surgirá na imprensa, já que a campanha será feira através da Internet e de uma série de eventos promocionais nos 17 países membros da ESA.

“Não procuramos super-homens, mas pessoas sãs e com um perfil psicológico muito determinado, com capacidade de adaptação, abertas e que gostem de trabalhar em equipa”, explica Jean Coisne, do gabinete de comunicação do Centro Europeu de Astronautas da ESA.

Os quatro escolhidos irão juntar-se aos oito que actualmente integram o Corpo de Astronautas da ESA.

Mas para entrar nesta reduzida elite, os candidatos deverão superar um rigoroso processo de selecção que terá início a 19 de Maio.

A candidatura será feita pela Internet (www.esa.int/astronautselection) e terá de ser acompanhada de uma certificação médica idêntica à requerida aos pilotos da aviação comercial.

A ESA procura jovens com estudos científicos, médicos ou de pilotagem, com dois anos de experiência profissional e muita curiosidade pelo espaço.

Os candidatos terão de enfrentar vários patamares de selecção, com testes de aptidão profissional e psicológica que incluirão exames de avaliação da capacidade cognitiva, seguidos de testes clínicos por peritos em medicina aeronáutica, testes de laboratório e de processos espaciais.

Só os que passarem estes crivos poderão ser considerados membros “potenciais” do pessoal da ESA, com condições para serem submetidos à comissão de exame das candidaturas.

Essa será a última barreira na corrida para a sua nomeação oficial, prevista para o princípio de 2009, que lhes abrirá a porta do centro de formação da ESA em Colónia, na Alemanha, onde se converterão em verdadeiros astronautas.

A instalação do laboratório científico europeu Columbus na ISS e o êxito da primeira viagem do ATV (veículo de transporte automatizado) Júlio Verne relançaram os trabalhos da ESA na estação orbital, para onde intensificará nos próximos meses o envio de astronautas europeus.

“É necessária uma nova geração de exploradores para seguir os passos de Cristóvão Colombo e rumar em direcção a novos mundos”, disse Daniel Sacotte, director de Voos Espaciais Tripulados, Microgravidade e Exploração da ESA.

“Por isso muito me apraz que no princípio de 2009 um novo grupo de jovens e mulheres aceda ao Corpo de Astronautas Europeu para empreender missões à ISS e mais além”, frisou.

Portugal é membro de pleno direito da ESA desde 14 de Novembro de 2000.

in RTP.pt

Aí está uma oportunidade de carreira!

E quem é que não quis, em criança, ser astronauta?! :-D


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Curiosidade histórica

23 03 2007

A bitola dos caminhos-de-ferro (distância entre os 2 trilhos) dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.

Porque foi usado este número?

Porque era esta a bitola dos caminhos-de-ferro ingleses e, como os caminhos-de-ferro americanos foram construídos pelos ingleses, esta foi a medida usada.

Porque é que os ingleses usavam esta medida?

Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos-de-ferro e utilizaram as mesmas bitolas das carroças.

Porque era usada a medida (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças?

Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida.

E por que tinham as estradas esta medida?

Porque estas estradas foram abertas pelo antigo império romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por 2 cavalos.

E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim?

Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo!

Finalmente…
O vaivém espacial americano Space Shuttle, utiliza 2 tanques de combustível (SRB – Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-lo mais largos, porém, tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na bitola da linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias da época do império Romano, que tinham a largura do traseiro de 2 cavalos.

Conclusão:
Um dos exemplos mais avançados da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do traseiro do cavalo romano!

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Humanidade deve sair da Terra para sobreviver…

6 12 2006

Numa entrevista que Stephen Hawking deu à BBC disse que, para que a humanidade sobreviva como uma espécie deve estabelecer colónias noutros sistemas solares. Só assim, diz ele, a espécie humana estará segura contra catástrofes à escala global na Terra, que podem ser de origem nuclear ou o embate de um asteróide. Como não temos no nosso sistema solar um planeta semelhante ao nosso, continua ele, temos de procurar noutro sistema solar um planeta adequado.

Fonte: Techamok

Acho que… concordo.
É procurar…

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