25 de Abril de 1974
25 04 2008 Comentários : 6 Comentários »Tags : Mundo, Notícias, Portugal, Sociedade
Categorias : Diversos
O edifício Charlemagne, que hospedava o encontro da ONU sobre clima em Bruxelas, Bélgica, é um exemplo perfeito de efeito estufa. Feito com estrutura de metal e concreto e totalmente revestido de vidro, funciona como uma caixa de retenção de calor. Foi projectado para deixar a luz solar entrar através do vidro e guardar o calor dentro do prédio. É mais ou menos assim que funcionam os gases que causam o efeito estufa na atmosfera da Terra. Eles deixam passar a luz do Sol e seguram o calor que o planeta irradiaria de volta. O efeito estufa é, em princípio, benéfico, como as janelas do Edifício Charlemagne. Ele ajuda a manter o clima da Terra ameno. Mas o excesso de gases produzidos pelas actividades humanas desequilibrou a atmosfera. Os gases poluentes, como o metano e o gás carbónico, são produzidos pela queima de combustíveis fósseis e pelas queimadas florestais. Para reduzir o aquecimento, será necessário diminuir as emissões desses gases.
As consequências do efeito estufa começaram a ser debatidas (…) pelos principais cientistas que estudam mudanças climáticas no mundo. Eles reuniram-se no IPCC, painel convocado pela ONU para fazer as previsões dos impactos do aquecimento em cada região do globo. (…) Já se sabe que a temperatura média global vai subir alguns graus, até o fim do século. Agora, revelaram-se as consequências.
O relatório final do IPCC reúne os dados mais confiáveis de milhares de estudos revisados por 2.300 cientistas de 130 países. As suas páginas apresentam um quadro preocupante em todos os continentes. Os cumes gelados dos Andes podem desaparecer nas próximas duas décadas, prejudicando o abastecimento de cidades que dependem de água do degelo, como La Paz, na Bolívia, e reduzindo zonas de agricultura irrigada, como as vinícolas do Chile e da Argentina. Na África, a região do Sahel, já árida, pode perder de 5% a 8% de área cultivável. Os países mais populosos do mundo, China e Índia, podem ver a produção agrícola cair até 30%, mesmo investindo em mais irrigação. Uma elevação de 1 metro no nível do mar desabrigaria milhões de pessoas em regiões como os deltas dos rios Ganges, em Bangladesh, e Mekong, no Vietname.
“Nossa expectativa é que o relatório ressalte a importância de medidas para reduzir o ritmo do aquecimento e também lembre que já precisamos pensar em como vamos administrar as consequências inevitáveis de um planeta mais quente”, disse o indiano Rajendra Pachauri, director do IPCC.
O relatório também aponta algumas aparentes vantagens para os países mais frios. O calor pode acelerar o crescimento das árvores nas florestas dos Estados Unidos, do Canadá, da Nova Zelândia, Finlândia e Rússia e pode reduzir a mortalidade por doenças ligadas ao frio, como gripe e tuberculose. A Rússia e o Canadá s podem até ter maior área de florestas, com o recuo das zonas permanentemente congeladas, o permafrost. A Nova Zelândia pode ganhar novas terras disponíveis para agricultura e pecuária. Essas vantagens compensariam os traços negativos do efeito estufa? “Isso é um mito”, diz Pachauri. “Essa vantagem não existe, ela esconde outros problemas.” O calor aumenta a quantidade de doenças e pragas. A ruptura nos padrões de chuvas enfraquece a vegetação, adaptada a condições que predominaram por milhares de anos. Além disso, o derretimento do permafrost libera volumes imensos de metano, aprisionado no gelo nos últimos 40 mil anos. O gás é 20 vezes mais potente que o carbónico para aquecer a Terra. “Até agora, temos visto um aquecimento gradual. Se essa quantidade for para a atmosfera, o clima do planeta poderá mudar bruscamente”, afirma.
O relatório do IPCC parece ter sido feito para assustar. É o oposto. Seus prognósticos são conservadores. É assim porque, ao ponderar os estudos existentes, os pesquisadores descartam as linhas de pesquisa com volume insuficiente de evidências. Desde sua criação, há 15 anos, suas previsões erram quase sempre para menos. Por isso, o relatório é recebido com expectativa por governos e empresas. Nos últimos meses, ficou claro que ninguém pode ignorar as mudanças climáticas. A questão é o que faremos com esse relatório. O único acordo internacional para reduzir as emissões poluentes é o Protocolo de Kyoto, ratificado por alguns países poluidores, como os da União Europeia, o Canadá e o Japão, mas não pelo maior de todos, os Estados Unidos. Ele prevê a redução das emissões em 5%. O acordo será revisto em 2012. Esperam-se reduções mais drásticas. O Reino Unido está propondo até 60%. Isso é fundamental para orientar o sector privado. Mesmo que algumas empresas, como a GE e a Du Pont, anunciem metas voluntárias de redução nas emissões, poucos acreditam que o mercado mude sem limites estabelecidos pelos governos. Há um tom de urgência porque, como afirma Pachauri, não há muito tempo para esperar. Se os países com clima mais frio, como os do norte da Europa, se empolgarem com a ideia de uma duradoura primavera, o mundo todo poderá sair perdendo.
in Época

É hoje celebrado por todo o mundo o Dia Mundial da Terra.
A ideia de criar esta data surgiu da importância de relembrar a população mundial da sua responsabilidade na protecção do planeta.
E tu? O que fazes para proteger o teu planeta?
Representantes do mundo da moda, da publicidade e da comunicação assinaram hoje, juntamente com o Ministério da Saúde francês, um código de boa conduta para combater a anorexia.
A chamada «Carta de compromisso voluntário sobre a imagem do corpo e contra a anorexia» não contém medidas vinculativas, limitando-se a promessas «partilhadas e concertadas» pelos signatários.
O texto é o resultado de uma iniciativa lançada pelo governo francês há mais de um ano, depois da polémica sobre a magreza excessiva dos modelos e o alegado incitamento à anorexia entre a juventude.
Vários países europeus lançaram iniciativas semelhantes, enquanto a Espanha, pioneira na matéria, fixou critérios clínicos e um Índice de Massa Corporal (IMC), cujo incumprimento implica a exclusão das modelos excessivamente magras.
Os signatários da «Carta» francesa comprometem-se a não aceitar «imagens de pessoas, especialmente quando se trata de jovens», que podem contribuir para «promover um modelo de magreza extrema».
«Comprometemo-nos a promover no conjunto das nossas actividades uma diversidade na representação do corpo, evitando toda a forma de estereótipo que possa favorecer a constituição de um arquétipo estético potencialmente perigoso para as populações frágeis», afirma o texto.
Para o mundo da moda e da criação, haverá uma campanha de informação no âmbito da medicina do trabalho sobre os riscos que a «magreza extrema» acarreta.
Entre os signatários da «Carta» figuram as federações francesas da moda de pronto a vestir feminina e da alta costura, sindicatos de agências de modelos, a União das Indústrias do Vestuário e o Gabinete de Verificação da Publicidade.
O código «permite-nos abrir o caminho para uma atenção global da prevenção da anorexia», afirmou a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, que o assinou.
Para Bachelot uma coisa são as revistas femininas que dão conselhos sobre como perder uns quilos quando se aproxima o Verão ou as festas de fim de ano e certas páginas da Internet que incitam «explicitamente» à anorexia, uma doença que afecta alegadamente entre trinta mil e quarenta mil pessoas em França.
A assinatura da «Carta» coincidiu com a apresentação de uma proposta de lei dirigida em particular contra estas páginas electrónicas na Internet e que convertem em delito o incitamento à anorexia.
A proposta de lei, apresentada na Câmara dos Deputados por una legisladora do partido conservador no poder, União por um Movimento Popular (UMP), com o apoio da ministra da Saúde, será discutida na próxima semana.
Trata-se de criar «um novo delito no Código Penal», punível com dois anos de prisão e trinta mil euros de multa, explicou a sua autora, Valerie Boyer.

Aqui está uma boa iniciativa a ser adoptada por outros países. Só acho que devia ter “regras” mais vinculativas, a exemplo da Espanha.
Mas já é um começo… Valha-nos isso!
Um dos serviços de inteligência de Inglaterra (GCHQ) confirmou que agentes do Exército Popular de Libertação Chinês vestiram-se de monges budistas para aumentar a violência nos protestos que feriram ou mataram centenas de tibetanos.
Acredita-se que a decisão foi tomada por Pequim como uma forma de acabar de vez com os problemas na região, que já estava atraindo atenção negativa com a chegada dos jogos olímpicos.
Depois dos protestos que ocorreram há algumas semanas observaram-se cada vez mais monges realizando actos de desobediência pública. Posteriormente imagens mostraram que o exército utilizou agentes como provocadores para obterem a desculpa necessária que precisavam.
O que o governo chinês não esperava era que a situação ficasse descontrolada e protestos semelhantes ocorressem em vários povoados vizinhos.
Mesmo que o Dalai Lama tenha dito que desistiria do posto de líder dos budistas caso a violência não tivesse fim vários protestos continuaram a ocorrer porque a maior parte dos monges actuais são jovens, desempregados e acreditam que somente uma acção directa venha a mudar alguma coisa.
A tocha olímpica vai passar pelo Tibete daqui a algumas semanas e o governo chinês começa a ficar desesperado sem saber o que fazer. A maior prova disto foi a declaração por parte do primeiro-ministro chinês em falar com o Dalai Lama.
Outro passo do governo chinês em busca da aceitação mundial no conflito com o Tibete é a visita realizada neste fim-de-semana por representantes de 15 países, onde nenhum deles pode sair do programa feito pelo governo.
Um dos representantes chegou a afirmar que aquilo não poderia ser utilizado como substituto para a liberdade de poder visitar a parte que lhe convier.
Numa visita semelhante feita por jornalistas chineses e de outros países, um grupo de 30 monges fez um protesto onde gritaram “O Tibete não é livre.” Um repórter da Associated Press afirmou que aquele foi o único momento espontâneo da visita.
Os repórteres em visita a Lhasa descreveram a cidade como dividia, a parte chinesa e seus negócios estavam normais. Já a cidade antiga, onde vive a maioria tibetana ainda se encontra sob forte presença policial.
Quando questionado sobre o que aconteceria com as pessoas que participaram dos protestos, os oficiais chineses disseram que nada seria feito com estas pessoas. “Nós nunca lhes faríamos mal. Nós nunca iremos deter qualquer pessoa que você encontre nas ruas de Lhasa. Eu não acredito que nenhum governo faça algo assim.” Afirmou o vice-governador do Tibete, Baima Chilin.
Fontes: Epoch Times, BBC, View on Buddhism in Pipoca de Bits

Agora entendo porque eram tão violentos alguns dos monges que apareciam à frente das manifestações…
O Governo chinês está a planear recorrer a tecnologias para evitar que a chuva prejudique a próxima edição dos Jogos Olímpicos de Verão, que se realizará em Agosto na cidade de Pequim.
De acordo com o portal VNUNet as autoridades chinesas têm à disposição um supercomputador da IBM, o p575, cuja tarefa é monitorizar e criar relatórios com a previsão do estado do tempo numa área de 44 mil quilómetros quadrados em redor de Pequim.
Caso seja detectado algum sinal de nuvens o Governo tem uma frota de 30 aviões equipados com produtos químicos para precipitar a queda de chuva.
O objectivo desta medida, de acordo com o Gabinete da Alteração Meteorológica, é evitar que chova no Estádio Olímpico de Pequim, uma infra-estrutura descoberta, e afaste os espectadores.
Sobre os produtos utilizados o responsável pelo Gabinete, Zhang Qian, refere que se trata de «um anticongelante baseado em nitrogénio líquido que aumenta o número de gotas ao mesmo tempo que diminui o seu tamanho médio».
«Como resultado, gotas de chuva mais pequenas são mais prováveis de cair, e a precipitação pode ser reduzida», sublinha.
in SOL

A China gosta mesmo de ter tudo debaixo de controle. Tipo o Tibete… E o clima, claro!
O professor universitário britânico John Anthony Allan desenvolveu uma teoria denominada «água virtual» que permite medir a quantidade deste líquido que é gasta na produção de alimentos.
Segundo ela, uma chávena de café, por exemplo, equivale a um gasto de 140 litros de água. Este estudo valeu a Allan o «Prémio Estocolmo da Água 2008», noticia a agência Lusa.
No caso do café, os cálculos do investigador têm em conta os consumos de água desde o cultivo à produção e ao empacotamento do café.
Com o mesmo sistema, o britânico chega à conclusão de que para obter meio quilo de queijo são necessários 2.500 litros de água, enquanto um quilo de carne de vaca, até chegar ao consumidor, exige o dispêndio de mais de 10 mil litros.
Por dia, um ser humano consome entre dois mil e cinco mil litros de «água virtual», segundo esta forma de fazer contas.
Visitem este site - Virtual Water - e surpreendam-se com os resultados obtidos.
Faz pensar…

O hábito de dar ovos vem da tradição pagã. A ideia de trocar ovos de chocolate surgiu na França. Antes disso, eram usados ovos de galinha para celebrar a data.
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes da era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - pêssankas - em celebração da chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
Os cristãos apropriaram-se da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorniz) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súbditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a ideia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maia e Asteca.
A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.
in Wikipédia
A mim parece-me que foi para justificar algo… ![]()



A Sexta-feira Santa, ou Sexta-feira da Paixão, é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
in Wikipédia
A versão “fashion” do fato de banho utilizado pelas mulheres muçulmanas, inspirado na “burca”, fato que as cobre da cabeça aos pés, por questões culturais e religiosas, pode chegar a Portugal já no próximo Verão.
Em declarações à Agência Lusa, Dorelies Woortman, proprietária da empresa holandesa responsável pela distribuição na Europa do designado “burquíni” - associação entre as expressões portuguesas “burca” e “biquíni” (traje de banho com apenas duas peças) -, disse esperar que, até ao Verão deste ano, as muçulmanas portuguesas ou a residir no país e outras mulheres eventualmente interessadas e apreciadoras da peça já possam comprar estes fatos de banho em Portugal.
Confortáveis, impermeáveis, 100 por cento poliéster, resistentes ao cloro, fáceis de usar e coloridos, os fatos de banho incluem uma túnica com capuz e umas calças, que apenas deixa a descoberto a cara, as mãos e os pés.
Os fabricantes informam que o capuz serve como “hijab” (véu usado pelas muçulmanas para cobrir a cabeça), que pode ser retirado, deixando a cara e parte da cabeça exposta, em função do gosto de quem o veste.
O “burquíni” foi criado pela australiana de origem libanesa Aheda Zanetti, que pensou nas muçulmanas mais activas que gostam de praticar desporto e ir até à praia ou à piscina, sem que para isso tenham de desrespeitar os seus valores religiosos e culturais.
Ahiida, nome da empresa de Zanetti, exporta a partir da Austrália para todo o mundo, sendo que a empresa retalhista que possui os direitos de venda na Europa é a holandesa Woortman Sportswear.
Em contacto telefónico, Dorelies Woortman, dona da empresa que possui a patente do produto em território europeu, que se encontra há seis meses no mercado, vaticinou à Lusa que, em breve, os “burqinis” - grafia original da marca, sem `u` a seguir ao `q` e sem acento no primeiro `i` - também chegarão a Portugal.
“Estamos ansiosos por começar o negócio em Portugal”, afirmou Woortman, assegurando que a partir do corrente mês de Março começará a enviar “press releases” a vários órgãos de comunicação de diversos países europeus, incluindo Portugal, com o objectivo de divulgar e implementar este produto em lojas desses mesmos países.
Dorelies Woortman disse que o seu principal desejo é que este Verão os “burquínis” já estejam disponíveis em lojas portuguesas.
A expansão do negócio passa pela venda de “burquínis” directamente ao público, uma vez que, actualmente, quem quiser adquirir um exemplar destes fatos de banho somente poderá fazê-lo através do site da empresa “woortmansportswear.com“.
Até agora, apenas uma portuguesa (ou residente em Portugal) comprou um “burquíni” a partir da página da Internet. O modelo escolhido foi o “Slim Fit”, que custou 145 euros.
Os “burquínis” encontram-se disponíveis em três modelos (Modest-Fit, Active-Fit e Slim-Fit) e em diversas cores, com um preço que oscila entre os 137,50 e os 150 euros, informou Woortman.
Uma verdadeira revolução para muitas muçulmanas, estes fatos de banho estão também a interessar mulheres não muçulmanas, como já acontece nos Estados Unidos, onde cristãs conservadoras, ou vítimas de queimaduras ou senhoras com mais idade estão a aderir à “moda” dos “burquínis”, segundo o site norte-americano Times Magazine.
O mesmo aconteceu na Austrália, país de origem destes “novos” fatos de banho, que venceu várias barreiras culturais para permitir o uso de “burquínis” a nadadoras-salvadoras muçulmanas.
in RTP

Uma relação terminada com a sua mulher levou um homem a colocar à venda online toda a sua vida - casa, carro, emprego, e até os amigos - num esforço para recomeçar de novo.
Ian Usher, um britânico imigrante na Austrália, disse hoje que vai leiloar tudo que possui no eBay, a partir do dia 22 de Junho.
«No dia em que tudo estiver vendido e resolvido, tenciono sair da porta de minha casa com uma mala e o meu passaporte no bolso, e mais nada», disse Usher.
A leilão vai a casa de três quartos na cidade de Perth e todo o seu recheio, o carro, mota, jet ski e equipamento de pára-quedismo.
Usher disse que também vai vender uma apresentação aos seus amigos e uma experiência no seu emprego - um plano apoiado por amigos e pela sua patroa.
Em entrevistas na imprensa e televisão, Usher disse que quer começar de novo depois de ter percebido que a maior parte das coisas da sua actual vida lhe lembram a relação que teve durante cinco anos com a sua mulher e de quem se separou há mais de um ano.
«Tudo o que tenho - a mobília e a casa - tem recordações ligadas ao casamento», disse Usher, de 44 anos, ao canal de televisão 7. «É tempo de deitar fora o velho e começar de novo».
Usher disse que a sua vida vais ser vendida num único lote, e que os licitadores devem preparar-se para pagar mais de 420 mil dólares australianos (250 mil euros), que foi o valor oficialmente calculado por um avaliador.
Joy Jones, co-proprietária da loja de tapetes em Perth onde Usher trabalha como assistente comercial, disse que gostou da ideia do leilão e que o quer ajudar. Joy Jones oferece ao licitante vencedor uma experiência de duas semanas na empresa, que pode ser alargada para três meses e tornar-se permanente se funcionar.
«Quando o Ian apareceu com esta ideia - e dado que o tínhamos visto abatido com a separação e a dor por que passou - pensei que era realmente excitante», disse Jones à Broadcasting Corp. «Pensamos, porque não dar uma ajuda?».
Usher disse que os seus amigos em Perth já aceitaram ser apresentados ao vencedor do leilão - o que lhe permitiu oferecer para venda um estilo de vida completamente novo.
Usher, que nasceu em Darlington, Inglaterra, planeia começar o leilão no dia 22 de Junho e aceitar a última oferta uma semana mais tarde.
Declarou desejar partir em viagem, incluindo fazer uma visita à mãe na Inglaterra, logo que o leilão encerre.
«Os meus actuais pensamentos são ir para o aeroporto e perguntar qual é o próximo voo disponível e partir, e ver onde me leva a vida a partir daí», escreveu no seu site.

O Senado da Florida quer que os estudantes que frequentem as escolas públicas subam as calças. Os legisladores aprovaram uma lei na quinta-feira que pode castigar os desobedientes com suspensão.
Por enquanto a medida ainda não é lei pois falta passar pela House of Representatives. Mas já está a dar muito que falar.
À ideia da Florida, podem seguir-se outras cidades do sul dos Estados Unidos, que já se manifestaram contra a moda das calças descidas até meio da perna, ‘à raper’, revelando roupa interior ou parte da nádega.
Os apoiantes desta medida dizem que as escolas nem sempre têm regras sobre a roupa a usar e que os pais muitas vezes não estão a par do que os seus filhos levam para a escola.
Mas os críticos argumentam que a imposição é exagerada e que a aparência devia ser uma responsabilidade das escolas e dos pais.

Totalmente de acordo!
Já que os pais não “olham” pelos filhos, alguém tem de o fazer! Eu costumo ser geralmente muito liberal, mas há situações que são, no mínimo, de mau gosto.
Um homem contratou uma dançarina erótica para o funeral do seu pai de 103 anos, na cidade de Taizhong, Taiwan. A stripper dançou em frente ao caixão de Cai Jinlai durante mais de 10 minutos, informa o Terra Notícias.
Cai Ruigong pagou aproximadamente 100 euros para que a jovem «homenageasse» o seu pai. O filho diz que tinha prometido ao pai que levaria uma dançarina ao seu funeral se ele vivesse mais de 100 anos.
Jinlai morreu depois uma longa caminhada até à cidade mais próxima para votar. Era o homem mais velho da sua aldeia e deixou mais de 100 descendentes.
De acordo com o filho, Jinlai era conhecido no local onde morava pelo seu interesse por clubes de striptease. «Viajava com os amigos pela ilha para assistir a esses espectáculos», disse o filho.

E os últimos desejos são para cumprir…
A polícia holandesa quer liberalizar a partir de Setembro o sexo em parques públicos. A determinação, que já está em vigor em alguns parques de Amsterdão, está a ser estudada, segundo informações da imprensa holandesa.
No entanto, a iniciativa arrojada vai ter regras, segundo adiantou um vereador local. O acto sexual não poderá ser feito perto dos parques infantis e outros locais onde haja um grande número de crianças e os preservativos usados terão que ser colocados no lixo mais próximo. As duas ou mais pessoas que estiverem no meio do acto sexual deverão também controlar os «sons».
«Por que devemos manter algo que actualmente é impossível de manter?», afirmou Paul van Grieken, responsável e vereador do distrito Oud Zuid, em Amsterdão. Van Grieken, porém, avisou que o sexo terá horário, ou seja, só poderá ser feito à noite.

O autarca de uma vila no sudoeste da França ameaçou os moradores com punições severas caso morram, dado que não há mais espaço para enterros no hiper populoso cemitério local.
Em edital, o autarca Gerard Lalanne comunicou aos 260 habitantes da vila de Sarpourenx que «todas as pessoas que não possuem jazigo no cemitério e que desejem ser enterradas na vila estão proibidas de morrer na comunidade».
O texto acrescenta: «Os infractores serão severamente punidos».
O autarca disse ter sido forçado a adoptar a medida drástica depois do tribunal da cidade vizinha de Pau ter determinado que não será permitida a compra de terras particulares, no limite entre as duas localidades, para a ampliação do cemitério.
Lalanne completou 70 anos nesta quarta-feira e é candidato a um sétimo mandato como presidente da câmara nas eleições locais, que serão realizadas este mês. Afirmou não lamentar não haver uma solução para o dilema.
«Pode ser motivo de riso para alguns, mas não é para mim», avisou.
in SOL

… por terem entrado ilegalmente na China!
Uma associação humanitária Sul-coreana denunciou esta quarta-feira que as autoridades da Coreia do Norte executaram 13 mulheres e dois homens acusados de terem entrado ilegalmente na China, em busca de alimentos.
A associação, Good Friends, referiu que as execuções públicas ocorreram a 20 de Fevereiro, na cidade de Onseong, no Nordeste da Coreia do Norte.
Um responsável por estas execuções explicou que as «execuções destinaram-se a persuadir a entrada ilegal na China».
Os norte-coreanos tentavam fugir assim da pobreza alimentar crónica, da repressão, a que estavam sujeitos, mas ao chegarem à China foram repatriados.
Neste sentido, milhares de norte-coreanos fogem da Coreia do Norte rumo à China, como informa a agência Lusa.
Por sua vez, as autoridades chinesas recusam aceitar o estatuto de refugiado político, por entenderem que buscam na China vantagens económicas.

É impressionante que nos dias de hoje ainda aconteçam barbaridades destas no nosso mundo!
Terminarão algum dia?
Hoje, 29 de Fevereiro de 2008, das 19:55 às 20:00 horas propõe-se apagar todas as luzes e se possível todos os aparelhos eléctricos, para o nosso planeta poder ‘respirar’.
Se a resposta for massiva, a poupança energética pode ser brutal.
Só 5 minutos, para ver o que acontece. Sim, estaremos 5 minutos às escuras, podemos acender uma vela e simplesmente ficar a olhar para ela, estaremos a respirar nós e o planeta.
Lembrem-se que a união faz a força e a Internet pode ter muito poder e podemos mesmo fazer algo em grande.
Passem a notícia! Se tiverem amigos a viver noutros países, envia-lhes e pede-lhes que façam a tradução e adaptem as horas.
recebido por e-mail


Spot News: 1º prémio

General News: 1º prémio

Afegão segura rapaz ferido, Korengal Valley, Outubro
Balazs Gardi, Hungria, VII Network.
People in the News: 1º prémio

Vestido de uma menina africana preso na vedação da fronteira Israel/Egipto, 20 de Agosto
Yonathan Weitzman, Israel.
Contemporary Issues: 1º prémio

Daily Life: 1º prémio

Todos os premiados em Winners Gallery 2008
O Xicórias & Xicorações deseja a todos os seus visitantes e amigos um natal cheio de alegria. Obrigado pela vossa amizade!
Um abraço!
X&X

Quantas pessoas morreram no Darfur, onde se assiste a um dos maiores extermínios étnicos em curso, só comparável ao Holocausto, enquanto umas dezenas de líderes europeus e africanos se entretinham em assinaturas? E quantas pessoas morreram de fome no Zimbabué, de sida em Moçambique, ou de humilhação no Gabão? A lista é interminável, do tamanho de um continente de riquezas naturais incomparáveis.
Mas pouco dessa realidade crua atrapalha um dia considerado histórico pelo primeiro-ministro português, exaltando-se antes a importância dos sorrisos alcançados com a perspectiva de mais negócios e algumas anuências de circunstância sobre a necessidade de respeito pelos direitos humanos.
Porque é sobretudo de negócios que se fala. E se não forem os europeus a delapidar os recursos, enchendo os bolsos dos líderes africanos na exacta medida em que se esvaziam os dos seus povos governados, serão os chineses ou os russos ou os americanos. Tanto faz. Em África, preside a lógica de que quem abocanha primeiro fica com a maior fatia. Um amigo, extasiado com a descoberta do filão angolano, dizia, há dias “Ó pá, aquilo é que está a dar. Não há regras, percebes? É o mercado no seu esplendor”.
Os europeus e os africanos que estiveram reunidos no fim-de-semana, em Lisboa, sabem disso. Que as regras de controlo do mercado são uma chatice, por obrigar ao escrutínio dos salteadores. Como saberá José Sócrates, que, ainda assim, conseguiu voltar a marcar a agenda europeia e abrir muitos países aos acordos de parceria económica, sete anos depois da primeira cimeira e cujos resultados são o que está à vista.
Daqui por sete anos, o continente só não estará na mesma porque as riquezas não são inesgotáveis. Estará mais pobre.
Domingos de Andrade in JN

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