Música ‘altera’ vida sexual dos jovens

25 02 2009

Letras com conteúdo vulgar podem influenciar a frequência com que os jovens fazem sexo.

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam música com conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais activa.

A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre as suas vidas sexuais e hábitos musicais.

Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das hipóteses de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período.

Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um acto puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada “American Journal of Preventive Medicine“. (…)

Os pesquisadores recusaram-se, no entanto, a nomear as canções que consideraram depreciativas, dizendo apenas que 64% das canções de Hip-Hop analizadas eram sexualmente desprezíveis, comparado com os apenas 7% de musicas Country e 3% de canções Pop.

O coordenador da pesquisa, Brian Primack, disse que apesar de a pesquisa ter encontrado um elo entre música e sexo, “é difícil afirmar que canções de sexo contribuam directamente para que os jovens façam sexo mais cedo”.

“Eu acredito, no entanto, que os pais devam considerar os resultados. É tentador dizer que música é só ‘coisa de jovem’”.

“Eu não digo que os pais devam tentar banir este tipo de música. Isso não vai ajudar. Mas devem falar com os seus filhos sobre sexo e colocar este tipo de música no contexto correcto”, completou.

in G1.com

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Militar suspenso por piscar o olho a Barack Obama

4 02 2009

Veterano foi suspenso durante seis meses por não ter ficado indiferente ao novo presidente dos Estados Unidos.

O major John Coleman, militar veterano (17 anos de serviço) e percussionista da parada militar de Cleveland, foi suspenso durante seis meses por ter piscado o olho ao novo presidente Barack Obama durante a parada da tomada de posse.

Segundo notícia do jornal Guardian, Coleman já se defendeu: “Estava a olhar para ele e estabeleci contacto visual por acaso. Ele é o presidente – não podia simplesmente ignorá-lo”. O veterano disse a uma publicação local de Cleveland que só acenou e abanou a cabeça e que aquilo que câmaras de televisão apanharam e foi interpretado como um piscar o olho era na realidade um pestanejar (com os dois olhos).

Um superior de Coleman, por seu lado, disse: “Fartámo-nos de insistir com todos os elementos da banda que isto era uma parada militar e que o protocolo e devido decoro tinham de ser seguidos a cada minuto. Infelizmente, o John decidiu ignorar isso”.

Apesar de ter sido “apenas” suspenso, Coleman, anunciou que vai abandonar a banda “Há alguns elementos da banda que não me quereriam de volta. Penso que é no melhor interesse da banda eu sair”.

in Blitz

Para um país que tanto apregoa a liberdade… :shock:

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Xutos & Pontapés: 30 anos de rock

13 01 2009

Não foi a uma terça, mas antes a uma sexta-feira 13 (de Janeiro, em 1979) que um concerto nos Alunos de Apolo, em Lisboa, marcaria o dia em que daí para a frente se celebraria cada aniversário de uma das bandas de rock portuguesas mais antigas no activo, os Xutos & Pontapés. Hoje celebram o seu 30º aniversário, mas já há mais de uma década que a longevidade da sua carreira e alguns traços comuns entre músicos lhes granjeou o epíteto de Rolling Stones portugueses. E viriam a abrir para os originais, em 27 de Setembro de 2003, no Estádio Municipal de Coimbra. O sonho tornar-se-ia, assim, realidade para os Xutos, conforme o diriam.

xutos-pontapes

Mas os Xutos & Pontapés garantem, ainda hoje e mesmo percorrendo o país de lés a lés, casa cheia por conta própria. O Pavilhão Atlântico testemunhou isso em 1999, no concerto dos 20 anos. (…) Mostram em Novembro de 2005, como conseguem arrastar novamente consigo os seus admiradores, desta vez ao Coliseu dos Recreios e por três vezes, na final da tournée “Três Desejos”. Em 2008 é a vez do Campo Pequeno se preparar para o circo e para as feras, agora em rodada dupla, recordando o 20º aniversário do álbum “Circo de Feras” com um espectáculo feito de acrobacias visuais e sonoras para vestir de outras cores os originais desse disco histórico da carreira dos Xutos.

Apesar disso, nem só de recordações vivem os Xutos & Pontapés. Entre recuperações recentes (ano 2000) para CD de concertos memoráveis como o do Rock Rendez-Vous e novos registos ao vivo, há também lugar a originais, sendo um deles reservado para coincidir com o 25º aniversário. “Mundo ao Contrário”, editado em 2004, contraria assim a previsível tentação dos tradicionais best-of comemorativos e mostra que os Xutos ainda estão aí para tomar as rédeas à “vida malvada” e conquistar novos públicos.

Os 30 anos não são diferentes. Há disco novo prestes a sair, com 13 temas. O primeiro é ‘Quem é Quem’, single de apresentação do 12º registo de estúdio da banda, com lançamento marcado para o dia 23 de Março.

O novo single é apresentado ao vivo, no Pavilhão de Portugal, esta terça-feira, dia 13 de Janeiro, 30 anos depois.

in Cotonete

Parabéns Xutos!! :)


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2008: Os piores nomes de bandas

30 12 2008

O site da publicação cultural AV Club divulgou a edição 2008 da lista dos piores nomes de bandas do ano. Os vencedores foram os músicos da Natalie Portman’s Shaved Head (cabeça rapada de Natalie Portman), nome provavelmente inspirado na cena em que a actriz corta o cabelo no filme V de Vingança.

O site norte-americano esclarece que a lista é feita com base no material que foi recebido, como base para resenhas, durante o ano. “Esta lista não é uma compilação dos piores nomes de todos os tempos – ou uma declaração sobre a qualidade da música destas bandas (…).”

A lista é dividida em categorias como “metal”, “nomes nerds”, “emo” e “nomes longos”. Os títulos Engaged in Mutilating (em português, comprometidos na mutilação (?!)), Sublime Cadaveric Decomposition (decomposição cadavérica sublime), The Pains of Being Pure At Heart (as dores de ser puro de coração), Ruins of Honor (ruínas da honra) e What Laura Says And Thinks And Feels (o que Laura diz e pensa e sente) estão entre os piores.

Clique aqui para ver a lista completa

in Rolling Stone

Há pessoal com uma mente mesmo criativa!! :shock:


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Vaticano ‘perdoa’ John Lennon

24 11 2008

Em 1966, no auge da beatlemania, John Lennon disse a um jornal britânico a famosa frase: “Os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo”, acrescentando que não sabia qual iria morrer primeiro, se o cristianismo, se o rock. Estas afirmações – sobretudo a primeira – foram muito comentadas e criticadíssimas à época, nomeadamente pelo Vaticano, mas também nos EUA.

Mais de 40 anos depois, a Santa Sé decidiu “perdoar” Lennon através de um artigo no seu órgão oficial, o diário L’Osservatore Romano.

Na peça, publicada para assinalar os 40 anos do histórico Álbum Branco dos Beatles, e que elogia a banda e John Lennon, lê-se que o desabafo do músico foi uma forma de “exibicionismo, de gabarolice por parte de um jovem músico inglês pertencente às classes trabalhadoras, que havia crescido na era de Elvis Presley e do rock and roll, e alcançado um sucesso inesperado”.

O artigo de meia página, ilustrado, diz ainda que os Beatles conseguiram “uma única e estranha alquimia de sons e palavras” e que demonstraram uma extraordinária capacidade de sobrevivência. Quanto ao Álbum Branco, é elogiado por ser “uma antologia musical mágica”.

Segundo o correspondente da BBC em Roma, David Wiley, este artigo é fruto de o L’Osservatore Romano ter um novo director, que começou a dar mais atenção o mundo do entretenimento nas suas páginas, bem como a assuntos de política internacional, para além da cobertura das actividades diárias do Papa e da publicação de discursos seus.

Na mesma página do artigo em que John Lennon é “perdoado”, e os Beatles e o seu Álbum Branco são referidos em termos extremamente elogiosos, o L’Osservatore Romano publica ainda uma outra matéria, esta sobre cinema.

Na peça intitulada O Crepúsculo dos Deuses, o jornal lamenta que a “idade de ouro” de Hollywood seja só uma recordação, acrescentando que o misterioso fascínio do star system desses dias foi substituído pelo culto das pseudocelebridades. De acordo com o citado jornalista, o Papa Bento XVI permite que o órgão da Santa Sé “reflicta a realidade exterior de uma maneira que seria impensável nos dias do Papa Paulo VI, em pleno auge dos Beatles”.

in DN Online

O Vaticano sempre teve uma grande aptidão para apontar o mundo que o rodeia e uma grande dificuldade em conseguir enxergar o seu próprio umbigo.

Estará a mudar?! Esperemos que sim… :?

Ler também O Vaticano e os extraterrestres e Vaticano actualiza pecados mortais


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Concerto “Por Moçambique”

8 11 2008

“POR MOÇAMBIQUE” é o slogan do concerto de solidariedade que a SOPRO realiza hoje, dia 8 de Novembro, no Pavilhão Municipal de Barcelos, e no qual participam solidariamente os Corvos, Os Azeitonas e os Monstro Mau, com a apresentação dos manequins Rubim e Mónica.

Nos 11 anos de existência, a associação SOPRO – Solidariedade e Promoção (ONGD), tem dado um apoio efectivo e constante a Moçambique, nomeadamente na Escola João XXIII, localizada em Manga, na cidade da Beira:

  • enviados mais de 40 voluntários,
  • apoio na construção do projecto “Aldeia de Chimpaca”;
  • mais 200 bolsas de estudo a crianças da escola Escola João XXIII;
  • apoio na construção e melhoria das instalações da escola;
  • apoio na formação a de professores;
  • enviados mais de 20 mil livros e material escolar;

No entanto, todo o apoio que tem sido prestado a Moçambique, não é suficiente, pois as carências são muitas e os recursos são sempre poucos.

No próximo ano pretende-se dar formação e preparar voluntários, tendo como principal objectivo ir de encontro às necessidades de Moçambique, nas áreas EDUCAÇÃO, SAÚDE, nunca esquecendo as suas características SOCIAIS E CULTURAIS. Neste sentido o nosso esforço vai no sentido de criar uma relação próxima destas população através de agentes que estão no terreno e que sentem todas as necessidades reais do dia-a-dia.

Todo o apoio é pouco, mas juntos podemos marcar a diferença.


“We can´t solve all the problems, but the one’s we can, we must!”

Make Poverty History


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Novo Hino Nacional

16 10 2008

Petição para um Novo Hino Nacional: “Movimento Perpétuo Associativo” dos Deolinda

Porque o tempo dos “heróis do mar” já lá vai há muito…
Porque não somos actualmente nem “nobre povo”, nem “nação valente”…

Porque, como tal, não faz sentido mantermos um hino que reflecte um nacionalismo tacanho e bélico (Às armas, às armas, pela pátria lutar, contra os canhões marchar marchar” (???)) e que está completamente desactualizado e desfocado da realidade do país…

Porque nesta nação reina o conformismo, a apatia e o desinteresse generalizado por aquilo que nos rodeia…

Porque é preciso um “murro no estômago” para acordarmos do estado de latência a que chegámos…

Porque qualquer nação que queira evoluir tem de ter uma noção clara e consciente dos seus males e dos seus vícios mais negativos;

Porque não é possível continuarmos a assobiar para o lado, a fingir que está tudo bem, a acenar a bandeirinha e o cravo nas horas certas, enquanto no dia-a-dia nada fazemos para que as coisas melhorem…

Porque qualquer demonstração de idealismo e convicção forte é considerado, desde logo, uma utopia, um defeito, um fracasso…

Porque, em consequência disso, quem melhor se safa são cada vez mais os mediocres, os oportunistas, os “lambe-botas”…

Porque se exige uma reflexão séria sobre o futuro do país

Porque é urgente que ocorra uma mudança de mentalidades no nosso país, capaz de gerar um maior dinamismo, um maior espírito crítico, uma maior irreverência…

Porque precisamos de um hino que esteja realmente de acordo com a actualidade nacional, que melhor retrate o país

Por tudo isto, os subscritores desta petição vêm, por este meio, propor o tema “Movimento Perpétuo Associativo” dos Deolinda como novo hino nacional.

Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vais parar!

(resposta:)
Agora não, que é hora do almoço…
Agora não, que é hora do jantar…
Agora não, que eu acho que não posso…
Amanhã vou trabalhar…

Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!

(resposta:)
Agora não, que me dói a barriga…
Agora não, dizem que vai chover…
Agora não, que joga o Benfica…
e eu tenho mais que fazer…

Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, é esta a direcção!

(resposta:)
Agora não, que falta um impresso…
Agora não, que o meu pai não quer…
Agora não, que há engarrafamentos…
Vão sem mim, que eu vou lá ter… (x13)

Os Peticionários

Ver petição aqui

:roll:

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Geração MP3 a caminho da surdez

14 10 2008

A utilização continuada e o volume elevado do som nos leitores de MP3 são dois dos principais factores que podem levar à perda de audição, como confirma um estudo de um comité independente ontem divulgado. 5 a 10 por cento dos utilizadores que escutam mais de uma hora de música nos MP3 por semana, com volume alto e durante pelo menos 5 anos, podem perder capacidade auditiva, chegando mesmo à surdez.

O parecer do Comité Científico dos Riscos para a Saúde Emergentes e Recentemente Identificados (CCRSERI) foi solicitado pela Comissão Europeia e foi ontem divulgado.

Actualmente as normas limitam o nível acústico dos leitores de música a 100 dB (decibéis) e o estudo do comité indica que ouvir música com um nível acima de 89 décibeis de forma continuada pode conduzir à perda permanente de audição.

O estudo aponta para 2,5 a 10 milhões de pessoas em risco, só na União Europeia. Nos últimos anos, as vendas de leitores de música pessoais têm subido em flecha, estimando-se que que aproximadamente 50 a 100 milhões de pessoas escutem diariamente leitores de música portáteis. Nos últimos quatro anos, as vendas unitárias de aparelhos de aúdio portáteis situam-se entre 184 e 246 milhões e entre 124 e 165 milhões para os leitores de MP3.

A Comissão Europeia comunicou já que vai analisar com os Estados-membros e as partes interessadas as medidas a adoptar para protefer as crianças e jovens da exposição ao ruído dos MP3 e de outros aparelhos semelhantes.

in Tek

Cada vez mais, a “música portátil” tornou-se um acessório vulgar no dia a dia de muita gente.

Mas a grande maioria que anda normalmente com a música aos “berros” (acho!) são “miúdos” que por simples “imposição social” a isso se sujeitam! E como todas as modas, também acabará por passar.

Pode é já ser demasiado tarde… :|


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Dia Mundial da Música

1 10 2008

E neste dia Mundial da Música, a história da música… em seis minutos!


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A banda mais idosa do mundo

24 09 2008

Foi na passada sexta-feira que os britânicos The Zimmers, a banda mais idosa do mundo, lançaram o seu álbum de estreia em Berlim, na Alemanha, noticia a agência Reuters.

O grupo, formado em 2007 a partir de um programa televisivo da BBC, é constituído por 50 pessoas com uma média de idades de 80 anos.

O vocalista principal tem 91 anos e os dois membros mais velhos têm 102. Os Zimmers cantam versões dos Beatles, Frank Sinatra e Eric Clapton e o primeiro single foi My Generation, dos The Who.

Na apresentação do disco Lust For Life, em Berlim, a banda deu um concerto num centro comercial da cidade, fazendo a manchete de vários jornais alemães durante o fim-de-semana.

«Somos velhos, mas não estamos mortos», disse à Reuters Dave Palmer, o manager dos The Zimmers.

A banda espera chamar a atenção para os problemas que afligem os idosos e para a discriminação de que são vítimas no seu dia-a-dia.

A ideia é mostrar ao mundo que os idosos também sabem divertir-se e que preferem cantar em vez de ficarem sozinhos em casa ou fechados em lares de terceira idade.

«Espero que não sejamos perseguidos por groupies. Já não conseguimos correr muito», brincou o vocalista Alf Carretta, de 91 anos.

O disco dos The Zimmers, Lust For Life, pode ser comprado online no site oficial da banda em TheZimmersOnline.com.

in Destak

Para quem achava que os Rolling Stones estavam acabados… :?


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Os vocalistas mais irritantes do rock

12 09 2008

Site americano elege os 23 vocalistas mais irritantes do rock. Confira se o seu vocalista favorito está na lista negra.

Numa lista galhofeira, o site Metromix Nova Iorque decidiu enumerar os 23 vocalistas mais irritantes do rock. “Porquê 23? Só para vos irritar”, confessam os autores do top.

A liderar a contagem está Scott Stapp, dos Creed. Thom Yorke dos Radiohead, Eddie Vedder dos Pearl Jam, Anthony Kiedis dos Red Hot Chili Peppers e até Bono, dos U2, são alguns dos “distinguidos” pela má-língua da publicação.

Veja aqui a lista completa:

1. Scott Stapp (Creed)
2. Fred Durst (Limp Bizkit)
3. Bono (U2)
4. Billy Corgan (Smashing Pumpkins)
5. Dave Matthews (Dave Matthews Band)
6. Axl Rose (Guns n’ Roses)
7. Scott Weiland (Stone Temple Pilots)
8. Tom DeLonge (Blink-182Angels & Airwaves)
9. Adam Duritz (Counting Crows)
10. Chris Martin (Coldplay)
11. Chad Kroeger (Nickelback)
12. Vince Neil (Motley Crue)
13. Pete Doherty (Libertines, Babyshambles)
14. Eddie Vedder (Pearl Jam) – na foto
15. Chester Bennington (Linkin Park)
16. Thom Yorke (Radiohead)
17. Sting (Police)
18. Ed Kowalczyk (Live)
19. Adam Levine (Maroon 5)
20. Anthony Kiedis (Red Hot Chili Peppers)
21. Paul Banks (Interpol)
22. Conor Oberst (Bright Eyes)
23. Gerard Way (My Chemical Romance)

Lista completa no site Metromix

in Blitz

Listas… 8-)


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O regresso dos Led Zeppelin

27 08 2008

Os Led Zeppelin estão a trabalhar em novas canções que podem vir a integrar um novo álbum da banda, o primeiro desde 1979 – ano da edição de In Through The Outdoor, último álbum lançado antes da morte do baterista John Bonham e da separação do grupo, em finais de 1980 (surgiria ainda Coda, em 1982).

A notícia foi confirmada por Jason Bonham, filho do antigo membro do grupo, à rádio 94.7 WCSX.

O músico, que ocupou o lugar do pai no concerto de reunião em Londres (em Dezembro de 2007), revelou ainda que este é um projecto nascido desde o regresso de Jimmy Page, John Paul Jones e Robert Plant aos palcos. No entanto, este último, o vocalista, ainda não integrou as sessões de estúdio com os restantes músicos: “Tenho estado a trabalhar com o Jimmy e o John Paul, estamos a testar material novo”, revelou Jason Bonham. “Não sei onde vamos chegar mas vão existir resultados. Neste momento, tudo o que sei é que tenho o grande prazer de estar presente e improvisar com aqueles dois, dando início a um novo trabalho”, contou à rádio norte-americana, numa entrevista também citada pelo britânico New Musical Express.

Referindo-se ao dia-a-dia em estúdio, Jason Bonham apenas recorda que “enquanto estamos em trabalho não faço perguntas, limito-me a apreciar cada momento em conjunto com aqueles músicos”. Este é, aliás, um sonho que o baterista sempre alimentou e que agora pode concretizar: “É algo fenomenal, independentemente do resultado final”, disse.

No entanto, as novas composições dos Led Zeppelin não confirmam em definitivo a edição de um novo álbum. Jason Bonham esclareceu que essa possibilidade está “em aberto” desde que os músicos deixaram o palco da O2 Arena em Londres. O filho do lendário baterista dos Led Zeppelin lembra que é necessário “polir algumas arestas políticas antes que uma decisão dessas fosse tomada de forma definitiva”.

A concretizar-se a edição de um novo registo, este seria o segundo disco dos Led Zeppelin editado após a morte de John Bonham, falecido a 25 de Setembro de 1980. A banda, que iniciou actividade discográfica em 1969 (com um álbum homónimo), ainda colocaria no mercado Coda, uma colecção de outtakes e temas nunca antes revelados. Desde então (1982), aquela que é ainda uma das influentes bandas do universo rock’n'roll apenas apresentou reedições, colectâneas e edições em vídeo. Até hoje, uma reunião dos Led Zeppelin em estúdio sem John Bonham nunca foi opção válida.

in DN

Boas notícias!! :-)


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Os piores ‘covers’ de sempre

24 06 2008

Celine Dion ficou em primeiro numa lista promovida pela revista «Total Guitar», que distinguiu os piores covers de sempre, escreve a Reuters.

A canadiana adaptou o clássico «You Shook Me All Night Long» dos AC/DC, que lhe valeu um lugar de destaque pelos piores motivos.

No segundo lugar surge a versão das Sugababes e das Girls Aloud do tema «Walk This Way», um original dos Aerosmith e dos rappers Run DMC. ( Nota: Esta versão devia ser tão má que até o vídeo parece ter sido banido do YouTube! :-) )

No terceiro lugar surge o cover que os West Life fizeram de «More Than Words», dos Extreme. A versão que Will Young fez de «Light My Fire» dos The Doors surge em quarto lugar.

Por outro lado, a versão que Jimi Hendrix fez de «All Along the Watchtower», um original de Bob Dylan, foi considerado o cover de maior sucesso.

in IOL Música

Opiniões… 8-)


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Tocamos para sempre com um zumbido nos ouvidos

23 06 2008

Esta é a tradução livre do título do novo álbum dos islandeses Sigur Rös, “Með suð í eyrum við spilum endalaust”, que é lançado hoje em Portugal.

Se há um grupo que gera sempre consenso em relação à sua genialidade são os Sigur Rös. Estes islandeses conseguiram mesmo ser considerados como os sucessores dos Radiohead e são hoje uma verdadeira referência.

Depois do sucesso com “Takk”, que chegou mesmo a disco de Ouro em Portugal, lançaram no passado ano um brilhante documentário sobre a sua tournée na Islândia, acompanhado um CD duplo ao vivo mostrando também uma faceta diferente da sua musica ao interpretarem alguns dos seus temas em versão acústica.

E agora, finalmente, passados praticamente 3 anos lançam um disco de originais que é mais uma vez uma surpresa e uma experiência sonora absolutamente notável. Pela primeira vez, gravaram fora da sua terra natal, mais precisamente em Londres e também pela primeira vez, com um produtor de renome como é Flood. O resultado é magnífico!

“Með suð í eyrum við spilum endalaust” já pode ser ouvido na totalidade no site oficial da banda ou no site Dót (em streaming), que oferece também o download gratuito do tema “Gobbledigook”.

Fontes: Blitz & Guia da Cidade

Para quem já conhece, é sempre um prazer… Para os outros, descubram-nos! :-)

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A ouvir! II

31 05 2008

Cat Power – Jukebox

Charlyn “Chan” Marshall – Cat Power – lançou no inicio do ano o 8º álbum da carreira, o segundo de versões, depois de “The Covers Record”, em 2000.

“Jukebox” é uma “colecção” de canções. Cat dá uma nova vida a grandes clássicos da música, de Frank Sinatra a Janis Joplin, passando por Joni Mitchell, Billie Holiday, Bob Dylan, entre outros. Inclui ainda novas versões de dois temas da sua autoria.

Grandes músicas numa voz…hipnotizante.


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Rock In Rio Lisboa 2008

30 05 2008

A Cidade do Rock instala-se, pela terceira vez, no Parque da Bela Vista, para receber aquele que é conhecido como o maior festival de música do mundo.

O Rock In Rio realiza-se entre 30 de Maio e 1 de Junho, prosseguindo nos dias 5 e 6.
Metallica, Lenny Kravitz, Bon Jovi, Rod Stewart, Joss Stone, Machine Head, Alejandro Sanz, Amy Winehouse, Ivete Sangalo, Tokio Hotel, Linkin Park e Xutos & Pontapés estão entre os protagonistas de um cartaz que se pretende e se assume variado o suficiente para garantir o cunho familiar do festival.

A música não se limita ao Palco Mundo, passando também pela Tenda Electrónica (com alguns dos maiores DJ do mundo, como Paul van Dyk e Carl Cox) e Sunset (projectos mais alternativos).

Na Cidade do Rock, a diversão não fica por aqui: há reboliço constante nos diversos stands, há animação de rua e, este ano, até há uma pista de neve, sem esquecer o conforto da área VIP e o shopping de 26 lojas.

A edição de 2008 é a sexta do festival brasileiro. Pelos vários Rock In Rio passaram, no total, perto de quatro milhões de pessoas.

Palco Mundo
30 Maio > Lenny Kravitz, Amy Winehouse, Ivete Sangalo, Paulo Gonzo
31 Maio > Bon Jovi, Alejandro Sanz, Alanis Morissette, Skank
1 Junho > Rod Stewart, Joss Stone, Tokio Hotel, Xutos & Pontapés, Just Girls, 4Taste, Docemania
5 Junho > Metallica, Machine Head, Apocalyptica, Moonspell
6 Junho > Linkin Park, The Offspring, Muse, Kaiser Chiefs, Orishas

Sunset Rock In Rio
30 Maio > Philharmonic Weed, Prince Wadada, Ricardo Azevedo, Lúcia Moniz, Sam The Kid, Cool Hipnoise
31 Maio > NBC, Verónica Larrénne, João Gil, Tito Paris, Marisa Pinto, Expensive Soul, Sara Tavares
1 Junho > Jazzinho, Melo D, Ala dos Namorados, Rão Kyao, Nancy Vieira, Boss AC, Vitorino
5 Junho > André Indiana, SP & Wilson, Wraygunn, The Faith Gospel Choir feat. The Legendary Tiger Man, Tim, Jorge Palma
6 Junho > Caim, Brothers of Brazil, Buraka Som Sistema, Deize Tigrona, Bruno M, Clã, Pato Fu

Tenda Electrónica
30 Maio > Paul van Dyk, Axwell, Diego Miranda, Mary Zander
31 Maio > Carl Cox, Darren Emerson, Christian Smith, Carlo Dall’Anese
1 Junho > David Morales, Dimitri From Paris, Tony Humphries, Kym Mazelle, Mário Roque, Nuno Leote
5 Junho > 2 Many DJs, The Crystal Method DJ Set, Miguel Quintão, Zé Pedro
6 Junho > Sasha & Digweed, DJ Vibe, Tó Ricciardi, Stereo Addiction

in PUBLICO.PT

EU VOU… ficar em casa. Obrigado! 8-)


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Estratégias geo-políticas e diplomáticas no Festival da Eurovisão 2008

26 05 2008

Partimos e chegámos em 13.º lugar. Mas a classificação exactamente a meio da tabela não significa que tenhamos marcado passado em mais uma edição do Festival Eurovisão da Canção.

Desta feita, na Sérvia, conseguimos o apuramento para a final. O que já mais do que pudemos dizer nos últimos cinco anos.

A culpa foi da qualidade épica de Senhora do Mar, canção defendida pela voz possante de Vânia Fernandes, naquela que foi a melhor apresentação cénica de um tema nacional num certame do género.

Porém, não tenhamos ilusões, por muito que fossemos elogiados como sérios favoritos ao trono, nestas coisas das cantorias europeias há ainda grandes doses de estratégias geo-políticas e diplomacias várias, com países vizinhos territoriais e culturais a votarem uns nos outros, destacando-se os compadrios a Leste, a Norte e no universo ex-URSS.

Neste registo de palminhas mútuas nas costas, por estarmos na cauda da Europa (isto para não sermos mais gráficos), só mesmo os países marcados pela epopeia emigrante portuguesa souberam dar o devido valor à nossa proposta sonora, cuja força terá chegado a arrepiar o espectador, fruto daquele orgulho a verde e vermelho que a selecção de futebol tão bem encarna.

A nossa Senhora do Mar não merecia ser comparada com shakiras (Arménia), britney spears (Grécia), joss stones (Noruega) céline dions (Polónia) spice girls (Alemanha) e outras tentações carnais (Ucrânia e Suécia).

Em palco desfilaram ainda anjos e demónios (Azerbeijão), almas rockeiras (Turquia), trupes nonsense (Bósnia Herzegovina, França, Letónia e Espanha) e uma espécie de Gotan Project meets Buena Vista Social Club (Croácia).

Venceu a Rússia, com um tema pop à Savage Garden, e um jovem que ali bisava a sua sorte. Ao menos não desafina, como outros.

in Destak.pt

Eu que nem sou muito dado a estas “andanças festivaleiras”, achei aquilo tudo (o que vi!), no mínimo, engraçado… Principalmente as votações!

As poucas canções com alguma qualidade, não se destacavam nas pontuações ao longo da noite! Estranho?? Nem por isso!

Os resultados finais do Festival podem ser relativos a praticamente tudo, menos à musica que desfilou no palco sérvio!

Gostos??! :-|


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A ouvir! I

24 05 2008

Couple Coffee & Band – “Co’as Tamanquinhas do Zeca”

“No seu segundo CD, o Couple Coffee mergulha no cancioneiro de José Afonso, o cantor e compositor que revolucionou a música portuguesa. Da canção política aos temas do mais puro lirismo, em arranjos contemporâneos. Vinte anos depois de sua morte, a obra do Zeca transpõe fronteiras e soa actualíssima.”

Zeca Afonso com um saborzinho… tropical! 8-)


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As estrelas também caem

17 04 2008

Estudo mórbido prevê vida curta para as estrelas rock.

Um professor inglês investigou e o semanário britânico New Musical Express deu os primeiros sinais de alarme: de acordo com Mark Bellis, aparente especialista em futurologia do «quinanço», os músicos têm a tendência para morrer cedo. A novidade não é propriamente bombástica e torna-se rapidamente um assunto corriqueiro quando as razões de tão precoce mortandade são reveladas – só o consumo desregrado de drogas e o abuso no álcool vale um terço das certidões de óbito. De acordo com este estudo, a esperança média de vida de um músico dado aos prazeres proibidos é – espante-se – 35 anos menor do que a de um comum mortal do mundo ocidental.

Mas há mais: suicídios, doenças do coração e todas as variantes cancerígenas são potenciais ceifeiras a pairar sobre a cabeça do músico que se quer estouvado. O estudo retira quaisquer perspectivas de longevidade ao incauto manipulador de guitarras, baixos, baterias ou microfones quando avisa que o simples facto de se fazer parte de uma banda de sucesso já significa fazer descontos (e não exactamente para a reforma).

O stress é, evidentemente, um alvo a abater. E viajar pelo mundo pode ser enriquecedor culturalmente mas faz mal à cabeça – o «jet lag» altera, drasticamente, os padrões de sono dos nossos génios favoritos. Carros e aviões comportam, igualmente, uma quota-parte de riscos. Com base nestes condicionalismos, o NME prevê que Pete Doherty não passe dos 34 anos; Beth Ditto (das Gossip) e Amy Winehouse podem vir a despedir-se deste mundo aos 39. Por sua vez, a neófita (e mais ajuizada) Kate Nash terá o prazer de conhecer os netos.

O respeitável Death Clock , a chacinar desde os 90’s, apurou resultados surpreendentes: Jeff Buckley, falecido em 1994, poderia afinal ter vivido até 2014; se não tivesse sido alvejado mortalmente em 1980, John Lennon levaria uma vida santa até 2029. Por sua vez, Keith Richards, dos Rolling Stones, já deve três décadas ao criador – as previsões mais optimistas não lhe vaticinavam sinais vitais depois de 1977.

in Blitz

É por isso que eu deixei o mundo da música…

Onde, por acaso, nunca cheguei a entrar! 8-)


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Música cheia de álcool e drogas

6 02 2008
Uma em cada três canções nos tops anglo-saxónicos são referentes às drogas, ao álcool e ao tabaco, analisou um grupo de cientistas que tomou como base para o estudo a revista Billboard.
Os cientistas, liderados por Briam Primack, da Universidade Pittsburgh, contaram quantas vezes eram referidas estas substâncias nos 279 hits que, segundo a revista, foram os mais escutados em 2005.
A investigação analisou vários géneros, entre os quais o pop, o rock, o rap, o country, o hip hop e o r&b. Num total de 116 canções – o que equivale a 41,6% – foram encontradas referências explícitas ao álcool, drogas ou tabaco.
Em dois terços das referências, o álcool e o tabaco surgiam sob uma luz positiva pela associação com o sexo, a diversão e o humor. Certos géneros continham mais alusões às substâncias do que outros – sendo o hip hop, o rap e a música country.
O estudo não avaliou as referências sexuais, violentas ou escatalógicas. Primack assinalou que a música e a cultura popular têm um longo historial de envolvimento à utilização de substâncias.
«Não será minimamente positiva censurar estas mensagens», afirmou o cientista à Reuters. «É provável que uma abordagem aos jovens, ensinando-os a avaliar as mensagens por si próprios, seja mais efectivo».
O estudo, publicado no jornal Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, não tirou nenhuma conclusão sobre o efeito das canções nos jovens ouvintes, ainda que os pesquisadores consideram que a música é sempre uma importante influência no comportamento juvenil.
«É importante assinalar que a música é, normalmente, um reflexo da sociedade», afirmou Jonathan Lamy, um porta-voz da Associação Industrial Fonográfica da América, acrescentando que as referências musicais são sempre acompanhadas por um sinal de ‘aviso aos pais’.
in SOL


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