As estrelas também caem

17 04 2008

Estudo mórbido prevê vida curta para as estrelas rock.

Um professor inglês investigou e o semanário britânico New Musical Express deu os primeiros sinais de alarme: de acordo com Mark Bellis, aparente especialista em futurologia do «quinanço», os músicos têm a tendência para morrer cedo. A novidade não é propriamente bombástica e torna-se rapidamente um assunto corriqueiro quando as razões de tão precoce mortandade são reveladas - só o consumo desregrado de drogas e o abuso no álcool vale um terço das certidões de óbito. De acordo com este estudo, a esperança média de vida de um músico dado aos prazeres proibidos é - espante-se - 35 anos menor do que a de um comum mortal do mundo ocidental.

Mas há mais: suicídios, doenças do coração e todas as variantes cancerígenas são potenciais ceifeiras a pairar sobre a cabeça do músico que se quer estouvado. O estudo retira quaisquer perspectivas de longevidade ao incauto manipulador de guitarras, baixos, baterias ou microfones quando avisa que o simples facto de se fazer parte de uma banda de sucesso já significa fazer descontos (e não exactamente para a reforma).

O stress é, evidentemente, um alvo a abater. E viajar pelo mundo pode ser enriquecedor culturalmente mas faz mal à cabeça - o «jet lag» altera, drasticamente, os padrões de sono dos nossos génios favoritos. Carros e aviões comportam, igualmente, uma quota-parte de riscos. Com base nestes condicionalismos, o NME prevê que Pete Doherty não passe dos 34 anos; Beth Ditto (das Gossip) e Amy Winehouse podem vir a despedir-se deste mundo aos 39. Por sua vez, a neófita (e mais ajuizada) Kate Nash terá o prazer de conhecer os netos.

O respeitável Death Clock , a chacinar desde os 90’s, apurou resultados surpreendentes: Jeff Buckley, falecido em 1994, poderia afinal ter vivido até 2014; se não tivesse sido alvejado mortalmente em 1980, John Lennon levaria uma vida santa até 2029. Por sua vez, Keith Richards, dos Rolling Stones, já deve três décadas ao criador - as previsões mais optimistas não lhe vaticinavam sinais vitais depois de 1977.

in Blitz

É por isso que eu deixei o mundo da música…

Onde, por acaso, nunca cheguei a entrar! 8-)


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Música cheia de álcool e drogas

6 02 2008
Uma em cada três canções nos tops anglo-saxónicos são referentes às drogas, ao álcool e ao tabaco, analisou um grupo de cientistas que tomou como base para o estudo a revista Billboard.
Os cientistas, liderados por Briam Primack, da Universidade Pittsburgh, contaram quantas vezes eram referidas estas substâncias nos 279 hits que, segundo a revista, foram os mais escutados em 2005.
A investigação analisou vários géneros, entre os quais o pop, o rock, o rap, o country, o hip hop e o r&b. Num total de 116 canções - o que equivale a 41,6% - foram encontradas referências explícitas ao álcool, drogas ou tabaco.
Em dois terços das referências, o álcool e o tabaco surgiam sob uma luz positiva pela associação com o sexo, a diversão e o humor. Certos géneros continham mais alusões às substâncias do que outros - sendo o hip hop, o rap e a música country.
O estudo não avaliou as referências sexuais, violentas ou escatalógicas. Primack assinalou que a música e a cultura popular têm um longo historial de envolvimento à utilização de substâncias.
«Não será minimamente positiva censurar estas mensagens», afirmou o cientista à Reuters. «É provável que uma abordagem aos jovens, ensinando-os a avaliar as mensagens por si próprios, seja mais efectivo».
O estudo, publicado no jornal Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, não tirou nenhuma conclusão sobre o efeito das canções nos jovens ouvintes, ainda que os pesquisadores consideram que a música é sempre uma importante influência no comportamento juvenil.
«É importante assinalar que a música é, normalmente, um reflexo da sociedade», afirmou Jonathan Lamy, um porta-voz da Associação Industrial Fonográfica da América, acrescentando que as referências musicais são sempre acompanhadas por um sinal de ‘aviso aos pais’.
in SOL


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Espanha já pode cantar o hino

12 01 2008

O hino espanhol, até agora apenas instrumental, já tem letra. O autor é Paulino Cubero, un desempregado de 52 anos, cujo trabalho foi o eleito entre as cerca de 2000 propostas. “Fiz o hino para a pátria da classe média, das pessoas que apanham o metro para ir trabalhar”, disse Cubero à imprensa.

A letra do hino (ver em baixo) foi conhecida hoje cedo, depois de alguém ter filtrado a informação para o diário “ABC”. A notícia acabou por ser oficializada ao início da tarde de hoje, durante uma conferência de imprensa, pelo presidente do Comité Olímpico Espanhol (COE), Alejandro Blanco, que expressou o seu mal-estar pela “fuga de informação” porque, nas suas palavras, o texto merecia ter sido conhecido “com mais grandeza”.

A notícia do “ABC” acabou por precipitar os eventos, uma vez que a nova letra do hino deveria permanecer em segredo absoluto até dia 21 de Janeiro, dia em que será cantado por Plácido Domingo, em Madrid.

“O que eu queria era que toda a sociedade em geral, e o mundo do desporto, conhecessem a letra no mesmo dia. O problema não está no jornal que publicou a letra, mas na pessoa que passou a informação, que não sabemos quem foi”, afirmou Alejandro Blanco, declarando-se “para lá de chateado”.

Paulino Cubero, um manchego (oriundo da comunidade de Castilla- La Mancha) que se assumiu como um “perdedor”, indicou que desde sempre sentiu a necessidade de escrever. “Com a letra do hino quis reflectir a pátria tal como eu a entendo”, indicou aos jornalistas.

A ideia de escrever uma letra para o hino surgiu no seio do COE, que pediu a colaboração da Sociedade Geral de Autores Espanhóis (SGAE) com o intuito de se formar um juri que seleccionasse da forma mais adequada as candidaturas recebidas. “Esta ideia não foi uma palermice, e devia ter tido mais grandeza”, acrescentou Blanco.

A partir de agora começará um período de recolha de assinaturas para propôr que a letra do hino seja aprovada pelas Cortes como um iniciativa legislativa popular. É necessário que a proposta recolha pelo menos 500 mil assinaturas.

Letra recebida com pouco entusiasmo

A proposta vencedora foi recebida com pouco entusiasmo quer pelo cidadão comum quer pelos políticos. No espaço de comentários dos principais “sites” noticiosos muitos leitores indicam que preferem o hino sem letra. Afinal de contas, a Marcha Real sempre existiu apenas e só na versão instrumental. Contactada pelo PUBLICO.PT, Susana Ortega, uma jovem informática natural de Granada, indicou que a letra lhe parece “um pouco antiga” e não acredita que as pessoas venham a aprender a cantar o hino, considerando ainda que a letra poderá não agradar aos nacionalistas, “uma vez que em alguns casos eles não se consideram espanhóis”.

A proposta de Alejandro Blanco também parece não entusiasmar os políticos espanhóis. O líder do partido Izquierda Unida, Gaspar Llamazares, fez saber, citado pelo “El País”, que “a letra soa a antigo (…) Parece um hino do passado. Não é um hino do presente”. Por seu lado, a vice-presidente do Congresso, Carmen Calvo, desacreditou por completo a letra hoje tornada pública, apelidando-a igualmente de “antiga” e destacando que contém “expressões vetustas” que não correspondem à “linguagem” nem aos “valores” dos cidadãos de hoje.

Letra do hino espanhol:

¡Viva España!
Cantemos todos juntos
con distinta voz
y un solo corazón.

¡Viva España!
Desde los verdes valles
al inmenso mar,
un himno de hermandad.

Ama a la Patria
pues sabe abrazar,
bajo su cielo azul,
pueblos en libertad.

Gloria a los hijos
que a la Historia dan
justicia y grandeza
democracia y paz.

in Público.pt

bandera-espana


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As exigências dos famosos

10 01 2008

O jornal inglês "Daily Mail", fez uma lista dos famosos que são conhecidos pelas suas longas listas de exigências antes de pisarem um palco.

James Brown, por exemplo, ficou marcado não somente pelos seus sucessos, mas também por exigir à sua produção duas raparigas menores de 21 anos e um secador de cabelo na mesma lista de "vontades" para um dos seus camarins.

Paul McCartney é famoso na sua terra natal por exigir que o cardápio do seu camarim seja sempre vegetariano e que o ambiente seja enfeitado com 19 plantas com cerca de 1,8 metro de altura e quatro plantas de tamanho aproximado em 1,2 metro de altura.

Mariah Carey pede dois purificadores de ar, uma caixa de biscoitos, serviço de chá para oito pessoas, mel da marca Honey Bear, espaço para os seus cães e, acredite, uma pessoa responsável por tirar da sua vista as chicletes mastigadas que ela deposita em embalagens especiais.

Robbie Williams não se incomoda com o fumo e sempre faz questão de quatro cinzeiros e dois pacotes de cigarros à sua disposição. Rebuçados de menta, uma mesa farta de frutas e chocolate. Ah! Ele também escreve na sua lista papel higiénico macio.

Já os Rolling Stones gostam de diversão no palco e nos bastidores. Eles pedem uma mesa de bilhar, TV’s com canais que mostrem jogos de críquete e muito molho para acompanhar as refeições.

A inglesa Lily Allen também gosta de lazer no seu camarim. Mas no caso dela, o "brinquedinho" deve ser um cachorrinho de raça. Mas isso somente para a noite de apresentação. Depois do show, o animal deve voltar para sua origem - seja ela qual for.

Marilyn Manson parece até um adolescente no quesito alimentação. O roqueiro gosta de salgadinhos Doritos, pipocas de microondas e uma garrafa de absinto. Tudo para ser degustado sob ar-condicionado na menor temperatura possível. Para completar sua lista, ele pede a presença de uma prostituta desdentada. (?!?)

Para Frank Sinatra, a preocupação não era diversão, excentricidades ou cardápio. O galã gostava mesmo é de estar bem amparado em seu camarim para qualquer emergência. Ele pediu sempre que os seus produtores escolhessem bons otorrinolaringologistas para acompanhá-lo nas suas tournées.

David Hasselhoff gosta tanto da sua própria imagem que seu camarim deve ter uma imagem sua, em tamanho natural, em destaque.

Britney Spears pede TV por cabo, telefone, duas caixas do doce Pop Tarts, chupa-chupas, um sofá de 1,8 metro e carpete sem cheiro.

Janet Jackson gosta de flores, mas elas devem ser rosas pretas. A decoração deve combinar com a chaise-longue que a cantora exige no seu camarim. Quanto aos serviçais, todos devem ser do sexo masculino.

Jennifer Lopez prefere os ambientes claros. Tudo deve ser branco, das rosas às cortinas e sofás.

Beyoncé aposta no seu patrocinador e só bebe Pepsi e faz questão de ter muito gengibre para tratar da sua estridente voz. Diferente de Britney, a morena não gosta de doces no seu camarim.

Madonna não se senta na mesma sanita duas vezes. A rainha do pop exige que a cada ida ao WC o assento seja trocado. Ela também exige 25 caixas de água da Cabala.

E por falar em bebida, James Blunt gosta mesmo é de álcool. Ele pede 120 garrafas da bebidas, 12 garrafas de sidra da marca Magners, quatro garrafas de vodka, três de vinho branco e duas garrafas de champanhe.

Quando o assunto é toalhas, Elton John e P. Diddy lideram a lista dos mais exigentes. O cantor inglês gosta de ter à mão 74 toalhas. Já P. Diddy não economiza e exige 204, sem contar os 20 sabonetes.

in Pravda

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Não querem mais nada?! Estes famosos…


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Legalização de cópias de CDs

9 01 2008

O Governo do Reino Unido está a estudar uma proposta de lei que poderá permitir aos cidadãos britânicos copiarem um CD para o seu computador pessoal. A polémica lei, que o ministro da Propriedade Intelectual defende que deve ser alterada «para acompanhar os tempos», vai estar em consulta até ao próximo dia oito de Abril.

Na prática a nova legislação vai legalizar algo que já é feito por quase toda a gente nos dias de hoje: a cópia de um CD para o computador para transferir músicas para um leitor de MP3.

Segundo a edição on-line da BBC é precisamente isto que vai permitir a nova legislação, que prevê a cópia de ficheiros de música para fins pessoais, apesar de continuar a punir a realização de múltiplas cópias e a partilha de ficheiros na Internet, assim como a venda de um CD original depois de feita uma cópia.

O ministro Lord Triesman alega que esta proposta irá tentar definir «onde ficam as fronteiras entre uma forte protecção aos direitos de autor e os níveis de acesso apropriados para os utilizadores».

Quem apoia a nova lei é a industria musical britânica, representada pela BPI, que defende que esta é útil para clarificar os consumidores, realçando que qualquer alteração que possa vir a surgir nos próximos tempos não deverá afectar os direitos das editoras.

No outro lado da barricada encontra-se a Association of Independent Music (AIM), que considera que a proposta não vai muito longe, uma vez que acredita que o suporte em CD tem os dias contados.

Para a AIM quando os CDs deixarem de ser utilizados a lei poderá ser mal interpretada e «abrir os portões a cópias imparáveis».

in Sol

imagem-cd-small


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Sopro de solidariedade

28 10 2007

Ontem foi uma noite memorável para a nossa ONGD, a Sopro.

O concerto prometia. Estavam no alinhamento dois dos melhores grupos que temos no nosso país (Clã e Peste&Sida), mais uma jovem e muito promissora banda (X-Code).

ClãPeste&SidaX-Code

André Pimenta, um barcelense que participou no programa Ídolos, da SIC, apresentou e animou todo o espectáculo. Ofereceu a todos algumas músicas conhecidas e muito humor.

Os mais novos (e não só!) aguardavam ansiosos a entrada em palco dos X-Code, grupo com músicas nas bandas sonoras dos Morangos Com Açúcar, da TVi, e das Chiquititas, da SIC, por exemplo. Foram uma boa surpresa! Com um som pop-rock forte e melodioso, fizeram o público tirar os pés do chão pela primeira vez na noite.

Com canções como “Luta Por Ti” ou “És Lua” e com excelentes intérpretes, encantaram todos os presentes. Não foi estranha a procura do seu álbum “Não É Fácil”, junto à mesa de merchandising, durante e no final da actuação. Uma banda a ter em conta no futuro, sem dúvida.

De seguida, um dos momentos mais aguardados da noite (para mim, pelo menos!). O regresso dos Peste&Sida.

E não desiludiram ninguém! O seu punk-rock poderoso e a energia da banda, em especial a do seu vocalista, é impossível de passar indiferente a quem se coloca à frente do palco.

Músicas como “Revolução Rock” ou Entregues aos Bichos do último álbum “Cai no Real”, ou os “velhinhos” “Paulinha” e “Sol da Caparica” entre muitos outros, fizeram o pavilhão quase “vir abaixo”!

Depois, os Clã. Uma das bandas mais importantes da nossa cena musical, prometiam um grande fim de noite. E foi o que aconteceu!

Estando este concerto integrado na sua longa tournée nacional de apresentação do novo álbum “Cintura”, a banda proporcionou um belíssimo espectáculo, cheio de momentos especiais. Músicas como “Tira A Teima” e ” Sexto Andar” de “Cintura”, ou êxitos como “Sopro do Coração”, “GTI”, “H2omem” ou “Problema de Expressão”, tornaram a noite numa viagem muito especial pelo universo dos Clã. E passou literalmente a “voar”!

Os dois encores proporcionados pela banda, mostrou o carinho deles pelos fãs e o apreço do público pelo grupo.

O único senão foi não ter enchido o pavilhão municipal, como a qualidade das bandas em cartaz, e a causa a que se destinava, mereciam. Mas quem participou não saiu defraudado. Certeza absoluta!

Um agradecimento muito especial às bandas que participaram neste concerto, oferecendo solidariamente a sua música em prol de uma causa, ajudando-nos a ajudar.

Ainda de destacar a simpatia e disponibilidade de todos os elementos das bandas, respectivo staff e técnicos. Obrigado!

Um agradecimento também a todos os que participaram de alguma forma neste evento. Só com a ajuda de muitos se consegue realizar os projectos a que nos propomos.

E um abraço muito especial aos professores e alunos do Colégio La Salle, e sócios e voluntários da SOPRO, que organizaram e proporcionaram este grande espectáculo. Valeu a pena todo o tempo e trabalho dispendido, pessoal! ;)

Para o ano há mais! Provavelmente…

(Nota: A minha discoteca pessoal valorizou imenso num só dia, com os novos álbuns dos Clã e Peste&Sida, com dedicatória e devidamente autografados pelos elementos das bandas… )

cartaz-final-jpeg

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Concerto de solidariedade

5 10 2007

Mais informações em SoPro.org


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Rolling Stones são os mais ricos

25 09 2007

Os Rolling Stones, que dizem ser «os dinossauros do rock», são, afinal, os que mais enriqueceram ao longo do último ano, revelou esta semana a revista norte-americana Forbes.

Entre Junho de 2006 e Junho deste ano, os Rolling Stones arrecadaram cerca de 62 milhões de euros (ME), um saldo milionário conseguido sobretudo com os concertos da digressão «Bigger Bang», que passou este Verão por Lisboa.

Em segundo lugar desta lista elaborada pela Forbes figura o rapper e produtor norte-americano Jay-Z, com 59 milhões de euros.

Madonna, a rainha da pop, 49 anos, é a terceira artista mais rica, com 51 milhões de euros.

Este top é dominado por artistas norte-americanos, já que entre os dez mais ricos apenas três são europeus.

Aos britânicos Rolling Stones juntam-se o conterrâneo Elton John (5.º lugar com 37 ME) e os irlandeses U2 (9.º lugar com 21 ME).

Celine Dion, Bon Jovi e o cantor country Tim McGraw também fazem parte do selecto grupo dos dez mais ricos.

O rapper norte-americano 50 Cent, que ameaçou abandonar a carreira como músico caso vendesse menos discos do que o músico Kanye West, figura em oitavo lugar com cerca de 23 milhões de euros acumulados ao longo dos últimos meses.

Segundo a revista Forbes, a explicação para estas receitas milionárias está nos concertos, mais do que na venda de discos.

No ano passado, os Rolling Stones e Madonna tiveram as digressões mais rentáveis, não só porque têm carreiras de sucesso, mas também pelo elevado preço dos bilhetes, que nos Estados Unidos atingiram em média os 130 euros.

in Diário Digital

A lista completa:

1. The Rolling Stones - US$ 88 milhões
2. Jay-Z - US$ 83 milhões
3. Madonna - US$ 72 milhões
4. Bon Jovi - US$ 67 milhões
5. Elton John - US$ 53 milhões
6. Celine Dion - US$ 45 milhões
7. Tim McGraw - US$ 37 milhões
8. 50 Cent - US$ 33 milhões
9. U2 - US$ 30 milhões
10. P Diddy - US$ 23 milhões

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Tou aqui a pensar que ajudei na fortuna dos Rolling Stones e dos U2… Meu rico dinheirinho!!

Nããããã! Valeu bem o… "investimento"! o

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Estrelas do rock morrem mais cedo

5 09 2007

Investigadores da Universidade Liverpool John Moores acabam de confirmar que as estrelas do rock morrem mais cedo do que o comum dos mortais.

No estudo centrado em 1050 estrelas da música norte-americana e britânica os investigadores chegaram à conclusão de que as vedetas têm duas vezes mais probabilidades de morrer antes do resto da população. Entre cem artistas que morreram entre 1956 e 2005, a média de idade da morte entre os americanos é de 42 anos enquanto entre os europeus é de 35.

Já no que diz respeito às causas de morte, a droga e o álcool são responsáveis por uma em cada quatro, seja directa ou indirectamente. Elvis Presley morreu por overdose de drogas e Jim Morrison de ataque cardíaco em virtude de muitos anos de excessos. Kurt Cobain suicidou-se aos 27 anos após anos de luta contra a droga e John Bonham, baterista dos Led Zeppelin, morreu aos 32 anos, asfixiado no próprio vómito após um dia de muito consumo de álcool. Jimi Hendrix tinha 27 anos quando morreu igualmente asfixiado no próprio vómito e Janis Joplin, também de 27, não resistiu a uma overdose. Num registo completamente diferente, o rapper Tupac Shakur foi morto a tiro aos 25 anos, em Las Vegas.

A concluir, os investigadores declaram que o estudo deve ser levado a sério, particularmente no que diz respeito a abusos de substâncias devido à influência que os artistas têm nas crianças. "As estrelas podem fazer muito mais e promover as mensagens positivas no capítulo da saúde", acrescentam.

in Correio da Manhã

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Foi por isto que nunca quis enveredar por uma carreira no mundo do rock…

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Hitler ouvia discos de músicos judeus

7 08 2007

Discos resgatados do ‘bunker’ de Hitler no fim da II Guerra Mundial tinham sido esquecidos até há pouco tempo, a colectânea indica que o ditador nazi gostava de ouvir músicas de artistas judeus

Os discos foram redescobertos pela filha de um general soviético, responsável pela evacuação do ‘bunker’ em Berlim depois da rendição alemã.

Entre as gravações estão, como se podia esperar, obras de Ludwig van Beethoven e Richard Wagner, o compositor preferido do ‘Führer’.

Mas também há surpresas como composições dos russos Tchaikovski ou Rachmaninov, que eram considerados pelo próprio regime nazi como «membros de uma raça inferior».

Um álbum contém até gravações de obras de Tchaikovski interpretadas pelo violinista polaco Bronislav Huberman, de origem judaica.

Há também uma interpretação do pianista austríaco Artur Schnabel, que era judeu. Schnabel deixou a Alemanha em 1933, e a sua mãe morreu num campo de concentração.

A autenticidade dos discos é comprovada por uma etiqueta numerada com a palavra ‘Führerbunker’ colada em cada um.

Vários discos ainda estão intactos e foram descobertos no sótão da casa do general Lev Besymenski depois da sua morte, em Junho passado.

A sua filha, Alexandra Besymenski, disse à revista alemã Der Spiegel que acha uma «hipocrisia horrível» que Hitler tenha ouvido música de artistas judeus e russos enquanto dizimava milhões de pessoas de origem judaica e eslava.

O ditador apreciava as composições apesar de ter reiterado em várias ocasiões que «não existe e nunca existiu uma cultura judaica».

in SOL


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A história da música em 6 minutos

9 05 2007

Este vídeo está fenomenal, tanto pelo vasto leque de músicas aqui representado como pela excepcional qualidade dos executantes.


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No dia que Portugal mudou

25 04 2007

“Faltam cinco minutos para as vinte e três horas.

Convosco, Paulo de Carvalho com o Eurofestival 74, E Depois do Adeus. “

Com estas palavras tinha início a jornada de 25 de Abril de 1974, narradas aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa por João Paulo Dinis. A canção de Paulo de Carvalho era a senha inicial do Movimento das Forças Armadas.

Mas foi com Grândola, Vila Morena de José Afonso, a 2ª senha, que o movimento para o derrube de Salazar saiu para a rua. A canção de José Afonso, foi para o ar às 00,20 h, no programa Limite da Rádio Renascença, de Manuel Tomás, acompanhado da leitura da primeira quadra.

E às 04,20 h da madrugada do 25 de Abril, Joaquim Furtado lia o primeiro comunicado do Movimento das Forças Armadas:

Aqui Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas. As Forças Armadas Portuguesas apelam para todos os habitantes da cidade de Lisboa no sentido de recolherem a suas casas, nas quais se devem conservar com a máxima calma. Esperamos sinceramente que a gravidade da hora que vivemos não seja tristemente assinalada por qualquer acidente pessoal para o que apelamos para o bom senso dos comandos das forças militarizadas no sentido de serem evitados quaisquer confrontos com as Forças Armadas. Tal confronto, além de desnecessário, só poderá conduzir a sérios prejuízos individuais que enlutariam e criariam divisões entre os portugueses, o que há que evitar a todo o custo. Não obstante a expressa preocupação de não fazer correr a mínima gota de sangue de qualquer português, apelamos para o espírito cívico e profissional da classe médica, esperando a sua acorrência aos hospitais, a fim de prestar a sua eventual colaboração que se deseja, sinceramente, desnecessária.

E assim se realizou uma das mais pacificas revoluções de que há memória.

A todos os que lutaram por um Portugal mais justo, obrigado!

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Festival da… canção?!

16 03 2007

Porque é que somos tão maus no Festival da Canção?

Esta é uma questão que me intriga desde há uns anos. Confesso que não percebo porque é que a RTP voltou a produzir o pior da música nacional, neste 43º Festival da Canção, que mais não foi do que um chorrilho de horrores e ruídos lamentáveis apresentados ao país inteiro no passado sábado, na RTP1. Mais um episódio lamentável, sem explicação ou compreensão possível.

Os apresentadores Jorge Gabriel e Isabel Angelino mostraram-se sem à-vontade e cumplicidade, com atropelos constantes e constrangedores. Os convidados e humoristas picaram o ponto sem história, nem graça (Nota: até tiveram momentos com piada!). Os concorrentes, esses, apesar do esforço estiveram (mesmo) mal.

E nem Melo D, nem os Corvos ou Henrique Feist salvaram a honra à cena televisiva. Para cúmulo dos cúmulos, e por decisão dos portugueses, acabou por vencer a canção mais pimba e medíocre da noite (Nota: acreditem, havia pior!), «Dança comigo/Vem ser feliz», interpretada por uma loura e vivaça Sabrina. (Nota: da autoria de Emanuel…)

Quando soube do resultado confesso que me enfureci por saber que continuamos a apresentar lá fora - desta vez no dia 10 de Maio, em Helsínquia, na Finlândia - estas «poucochinhas» como representantes da música e cultura portuguesa.

Desliguei a televisão e tive um ataque, não cardíaco, mas saudosista, ao recordar os velhos tempos do Festival. E lembrei-me de inúmeros intérpretes que já deram bom nome ao Festival: Paulo de Carvalho, Sara Tavares, Dulce Pontes, Adelaide Ferreira, os Da Vinci e nem a Dora faltou na lista…

Mas isto é passado e parece-me que não vale a pena esta insistência da RTP por recuperar um formato que já foi ultrapassado, por força dos tempos e das vontades, e que actualmente tresanda a piroso, bafiento e amador. Aquilo já não dá boa televisão! Estou errado?

Bernardo Mendonça in Repórter LX

Quem sabe a nossa Sabrina não faz boa figura por lá e até consegue uns pontitos?! Afinal quem tem ganho nos anos anteriores a Eurovisão são os cantores “pimbas” e “esquisitos” lá do país deles (salvo raras excepções!). E recordem-se do ano passado… Black Metal!?

E a nossa música é “festivaleira”. E fica no ouvido… Fica até demasiaaaaaaaaaaaaaaaaado no ouvido!! E é em português.

Mas o que me custa mais é que, eventualmente, esteja lá alguém (ou em casa a ver!) que possa pensar que aquilo é o que de melhor se passa no panorama musical deste nosso cantinho! Isso é o que me dói!

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Avó condenada por ter descarregado música

12 03 2007

Uma avó de 66 anos foi hoje condenada por um tribunal francês a pagar 495 euros de indemnização por perdas e danos por ter descarregado cerca de 3.000 músicas da Internet.

«Penso que não estamos perante uma delinquente. Assim sendo, sentimos que esta decisão é de puro princípio», afirmou o advogado de defesa, Jean-Louis Pujol, à saída do tribunal.

O procurador requereu no passado dia 2 de Fevereiro uma pena simbólica de «confiscação dos bens», tendo por seu lado Erick Ravinetti, advogado da parte civil, a Sociedade Civil dos Produtores Fonográficos (SCPP), ter pedido dois euros por cada ficheiro descarregado. Dos 2.889 ficheiros, 995 eram propriedade da SCPP.

Fonte: Diário Digital / Lusa

E ainda bem que isto é um flagelo da juventude de hoje, senão…

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Os piores cantores de sempre!

9 03 2007

Mariah Carey , Ozzy Osbourne e Celine Dion, estão entre os eleitos como os piores cantores da história, numa pesquisa realizada pela revista britânica, Q.

A publicação considera que os artistas não têm habilidade vocal e que «Mariah Carey pode ter uma variação de cem oitavas (…), mas isso não a faz uma grande cantora», de acordo com a revista. Já a respeito de Ozzy Osboune, a Q diz que o ex-Black Sabbath «canta como fala».

No grupo dos dez piores cantores estão, ainda, Yoko Ono (viúva de John Lennon) e Fred Durst, dos Limp Bizkit.

Para a Q o melhor cantor de sempre é Elvis Presley.

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Lista completa:

1º Ozzy Osbourne; 2º Mariah Carey; 3º Fred Durst (Limp Bizkit); 4º Yoko Ono; 5º Einar (Sugarcubes); 6º Heather Small (M People); 7º Bobby Gillespie (Primal Scream); 8º Nick Hayward (Haircut 100); 9º Céline Dion; 10º "qualquer cantor de death metal".

Acho que concordo com grande parte da lista, mesmo faltando aqui outros "belíssimos" vocalistas.

E é interessante comparar com alguns da nossa praça (que eles lá pelas Inglaterras nem conhecem!), como uma Dulce Pontes, esta ao nível de uma Celine Dion, ou um Paulo Gonzo, concorrente directo ao Ozzy, entre muitos outros!

Não posso é concordar com o 10º lugar eleito por eles! Cantar mal é um requisito mínimo para ser vocalista de death metal, não?! Portanto são "bons" cantores!? Acho eu…

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Só para ti…

7 03 2007

O meu lado esquerdo
é mais forte do que o outro
é o lado da intuição
É o lado onde mora o coração

O meu lado esquerdo
Oriente do meu instinto
É o lado que me guia no escuro
É o lado com que eu choro e com que eu sinto

Meu é o meu foi o meu lado esquerdo
Que me levou até ti
Quando eu já pensava
Que não existias para mim no mundo

O meu lado esquerdo não sabe o que é a razão
É ele que me faz sonhar
É ele que tantas vezes diz não

Meu é o meu foi o meu lado esquerdo
Que me levou até ti
Quando eu já pensava
Que não existias para mim no mundo

Clã - Lado Esquerdo Letra: Carlos Tê

Parabéns, meu amor…

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Lembrar José Afonso

23 02 2007

Canção De Embalar

Dorme meu menino a estrela d’alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p’ra ti

Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar

Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d’alva o seu fulgor

Perde a estrela d’alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu’inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer

zeca2sw

O cantor José Afonso, o autor de «Grândola, Vila Morena», senha da revolução de 25 de Abril de 1974, morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987 com 57 anos.

Nascido em Aveiro, a 02 de Agosto de 1929, José Afonso cresceu entre Angola, Moçambique, Belmonte e Coimbra, onde frequentou o Liceu D. João III e a Faculdade de Letras e onde se iniciou também na balada, com o mestre da guitarra Flávio Rodrigues.

Em 1983, foi-lhe diagnosticada a esclerose múltipla, de que viria a falecer, e foi nesse ano que José Afonso realizou os últimos espectáculos ao vivo, nos Coliseus de Lisboa e Porto, sendo então editados «José Afonso Ao Vivo no Coliseu» e «Como Se Fora Seu Filho».

20 anos depois do seu desaparecimento, fica para sempre a sua obra.

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Missa mais… interessante!

31 01 2007

Uma igreja anglicana, na Inglaterra, está a preparar uma eucaristia com músicas do grupo irlandês de rock U2.

“O rock pode ser um veículo de imensa espiritualidade”, disse o bispo de Grantham, Timothy Ellis, anunciando planos para o singular serviço, a ser realizado em Maio.

Uma banda vai apresentar ao vivo clássicos dos U2 como “Beautiful Day” e “Mysterious Ways”. As letras das músicas serão mostradas num ecrã gigante para os fiéis poderem acompanhar.

O cantor e líder da banda, Bono Vox, um dos principais promotores das metas de combate à pobreza no mundo, é um fervoroso católico. O vocalista ainda não se manifestou sobre o facto. Mas, muito provavelmente, não se deve importar com o uso das composições dele e dos companheiros dos U2.

 

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Fonte: Reuters

Acho que a ideia devia ser adoptada por cá… Quem sabe não ajudava a preencher melhor as nossas igrejas?!

Eu, pelo menos, iria mais vezes, com certeza!




Os Queen são os melhores de sempre!

4 01 2007



Educação musical…

2 12 2006

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