A quem pertence o termo «lésbicas»?

6 05 2008

Dois habitantes de Lesbos, a terceira maior ilha da Grécia, e um integrante de um grupo nacionalista moveram uma acção para reinvindicar o uso exclusivo do termo «lésbicas», que consideram ter sido «usurpado» pelas mulheres homossexuais.

A acção judicial foi colocada contra a União Grega dos Homossexuais e Lésbicas (OLKE, em grego), para que lhes seja negado o uso do termo.

Segundo os envolvidos no processo, as sessões em Tribunal devem começar em Maio, em Atenas.

Numa mensagem divulgada pela Internet sob o título de O mal-estar de ser lésbico(a), Dimitris Lambru (um dos três acusadores) avalia que os habitantes da ilha de Lesbo são vítimas de um «violação psíquica e moral» porque a sua designação - um adjectivo de origem geográfica -foi «confiscada» pelos homossexuais da Grécia.

«A questão é absolutamente ridícula», resumiu Evangelia Vlami, dirigente da Olke. «Se a justiça nos convocar, vamos esclarecer as coisas do nosso ponto de vista», disse.

No século VII a.C., a poetiza Saffo (nascida na ilha de Lesbo), tornou-se conhecida ao versar sobre a beleza feminina e sobre as relações entre as mulheres, de onde vem o termo «lésbico».

As relações homossexuais eram prática comum e incentivada em toda a Grécia Antiga.

in SOL

Parece-me que vai dar luta… :-o


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25 de Abril de 1974

25 04 2008



Terra: um planeta ameaçado

22 04 2008

O edifício Charlemagne, que hospedava o encontro da ONU sobre clima em Bruxelas, Bélgica, é um exemplo perfeito de efeito estufa. Feito com estrutura de metal e concreto e totalmente revestido de vidro, funciona como uma caixa de retenção de calor. Foi projectado para deixar a luz solar entrar através do vidro e guardar o calor dentro do prédio. É mais ou menos assim que funcionam os gases que causam o efeito estufa na atmosfera da Terra. Eles deixam passar a luz do Sol e seguram o calor que o planeta irradiaria de volta. O efeito estufa é, em princípio, benéfico, como as janelas do Edifício Charlemagne. Ele ajuda a manter o clima da Terra ameno. Mas o excesso de gases produzidos pelas actividades humanas desequilibrou a atmosfera. Os gases poluentes, como o metano e o gás carbónico, são produzidos pela queima de combustíveis fósseis e pelas queimadas florestais. Para reduzir o aquecimento, será necessário diminuir as emissões desses gases.

As consequências do efeito estufa começaram a ser debatidas (…) pelos principais cientistas que estudam mudanças climáticas no mundo. Eles reuniram-se no IPCC, painel convocado pela ONU para fazer as previsões dos impactos do aquecimento em cada região do globo. (…) Já se sabe que a temperatura média global vai subir alguns graus, até o fim do século. Agora, revelaram-se as consequências.

O relatório final do IPCC reúne os dados mais confiáveis de milhares de estudos revisados por 2.300 cientistas de 130 países. As suas páginas apresentam um quadro preocupante em todos os continentes. Os cumes gelados dos Andes podem desaparecer nas próximas duas décadas, prejudicando o abastecimento de cidades que dependem de água do degelo, como La Paz, na Bolívia, e reduzindo zonas de agricultura irrigada, como as vinícolas do Chile e da Argentina. Na África, a região do Sahel, já árida, pode perder de 5% a 8% de área cultivável. Os países mais populosos do mundo, China e Índia, podem ver a produção agrícola cair até 30%, mesmo investindo em mais irrigação. Uma elevação de 1 metro no nível do mar desabrigaria milhões de pessoas em regiões como os deltas dos rios Ganges, em Bangladesh, e Mekong, no Vietname.

“Nossa expectativa é que o relatório ressalte a importância de medidas para reduzir o ritmo do aquecimento e também lembre que já precisamos pensar em como vamos administrar as consequências inevitáveis de um planeta mais quente”, disse o indiano Rajendra Pachauri, director do IPCC.

O relatório também aponta algumas aparentes vantagens para os países mais frios. O calor pode acelerar o crescimento das árvores nas florestas dos Estados Unidos, do Canadá, da Nova Zelândia, Finlândia e Rússia e pode reduzir a mortalidade por doenças ligadas ao frio, como gripe e tuberculose. A Rússia e o Canadá s podem até ter maior área de florestas, com o recuo das zonas permanentemente congeladas, o permafrost. A Nova Zelândia pode ganhar novas terras disponíveis para agricultura e pecuária. Essas vantagens compensariam os traços negativos do efeito estufa? “Isso é um mito”, diz Pachauri. “Essa vantagem não existe, ela esconde outros problemas.” O calor aumenta a quantidade de doenças e pragas. A ruptura nos padrões de chuvas enfraquece a vegetação, adaptada a condições que predominaram por milhares de anos. Além disso, o derretimento do permafrost libera volumes imensos de metano, aprisionado no gelo nos últimos 40 mil anos. O gás é 20 vezes mais potente que o carbónico para aquecer a Terra. “Até agora, temos visto um aquecimento gradual. Se essa quantidade for para a atmosfera, o clima do planeta poderá mudar bruscamente”, afirma.

O relatório do IPCC parece ter sido feito para assustar. É o oposto. Seus prognósticos são conservadores. É assim porque, ao ponderar os estudos existentes, os pesquisadores descartam as linhas de pesquisa com volume insuficiente de evidências. Desde sua criação, há 15 anos, suas previsões erram quase sempre para menos. Por isso, o relatório é recebido com expectativa por governos e empresas. Nos últimos meses, ficou claro que ninguém pode ignorar as mudanças climáticas. A questão é o que faremos com esse relatório. O único acordo internacional para reduzir as emissões poluentes é o Protocolo de Kyoto, ratificado por alguns países poluidores, como os da União Europeia, o Canadá e o Japão, mas não pelo maior de todos, os Estados Unidos. Ele prevê a redução das emissões em 5%. O acordo será revisto em 2012. Esperam-se reduções mais drásticas. O Reino Unido está propondo até 60%. Isso é fundamental para orientar o sector privado. Mesmo que algumas empresas, como a GE e a Du Pont, anunciem metas voluntárias de redução nas emissões, poucos acreditam que o mercado mude sem limites estabelecidos pelos governos. Há um tom de urgência porque, como afirma Pachauri, não há muito tempo para esperar. Se os países com clima mais frio, como os do norte da Europa, se empolgarem com a ideia de uma duradoura primavera, o mundo todo poderá sair perdendo.

in Época

É hoje celebrado por todo o mundo o Dia Mundial da Terra.

A ideia de criar esta data surgiu da importância de relembrar a população mundial da sua responsabilidade na protecção do planeta.

E tu? O que fazes para proteger o teu planeta?


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Nomeados para os “óscares da Internet”

18 04 2008

Foi apresentada a lista de nomeados para a 12ª edição dos Webby Awards, conhecidos como os “óscares da Internet”. A lista foi publicada no sítio oficial dos Webby, tendo sido disponibilizado um espaço dedicado ao voto dos cibernautas para o galardão.

A lista dos sítios seleccionados para a categoria de Páginas Web conta com 70 sub-categorias, que vão desde Arte, Educação, Emprego, Televisão, Notícias ou Jornais. De cada sub-categoria foram seleccionados cinco sítios. Para além da categoria de Páginas Web, vão ser premiados sítios nas categorias de Publicidade Interactiva, Filmes e Vídeos Online e sítios concebidos para telemóveis. A maioria das páginas web seleccionadas para a edição deste ano é de origem norte-americana.

Os nomeados foram seleccionados pela Academia Internacional de Artes e Ciências Digitais, organização composta por 550 membros de áreas como cultura, media e tecnologia, que pretende promover a criatividade e o progresso técnico e profissional na Internet e nos meios interactivos.

Os vencedores serão elegidos pela Academia, à excepção do prémio que resultará da votação online dos cibernautas até ao próximo dia 1 de Maio. Os resultados serão conhecidos no dia 6 de Maio e os galardões entregues no dia 10 do mesmo mês, numa gala que terá lugar em Nova Iorque.

in Público.pt

E se fossem vocês a escolher?

Quais os vossos sites favoritos, que mereciam um “award”? Partilhem a lista…


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As estrelas também caem

17 04 2008

Estudo mórbido prevê vida curta para as estrelas rock.

Um professor inglês investigou e o semanário britânico New Musical Express deu os primeiros sinais de alarme: de acordo com Mark Bellis, aparente especialista em futurologia do «quinanço», os músicos têm a tendência para morrer cedo. A novidade não é propriamente bombástica e torna-se rapidamente um assunto corriqueiro quando as razões de tão precoce mortandade são reveladas - só o consumo desregrado de drogas e o abuso no álcool vale um terço das certidões de óbito. De acordo com este estudo, a esperança média de vida de um músico dado aos prazeres proibidos é - espante-se - 35 anos menor do que a de um comum mortal do mundo ocidental.

Mas há mais: suicídios, doenças do coração e todas as variantes cancerígenas são potenciais ceifeiras a pairar sobre a cabeça do músico que se quer estouvado. O estudo retira quaisquer perspectivas de longevidade ao incauto manipulador de guitarras, baixos, baterias ou microfones quando avisa que o simples facto de se fazer parte de uma banda de sucesso já significa fazer descontos (e não exactamente para a reforma).

O stress é, evidentemente, um alvo a abater. E viajar pelo mundo pode ser enriquecedor culturalmente mas faz mal à cabeça - o «jet lag» altera, drasticamente, os padrões de sono dos nossos génios favoritos. Carros e aviões comportam, igualmente, uma quota-parte de riscos. Com base nestes condicionalismos, o NME prevê que Pete Doherty não passe dos 34 anos; Beth Ditto (das Gossip) e Amy Winehouse podem vir a despedir-se deste mundo aos 39. Por sua vez, a neófita (e mais ajuizada) Kate Nash terá o prazer de conhecer os netos.

O respeitável Death Clock , a chacinar desde os 90’s, apurou resultados surpreendentes: Jeff Buckley, falecido em 1994, poderia afinal ter vivido até 2014; se não tivesse sido alvejado mortalmente em 1980, John Lennon levaria uma vida santa até 2029. Por sua vez, Keith Richards, dos Rolling Stones, já deve três décadas ao criador - as previsões mais optimistas não lhe vaticinavam sinais vitais depois de 1977.

in Blitz

É por isso que eu deixei o mundo da música…

Onde, por acaso, nunca cheguei a entrar! 8-)


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“Física do impossível” está próxima

16 04 2008

O professor japonês de Física da City University de Nova Iorque tornou-se popular nos Estados Unidos por procurar tornar mais acessível uma das mais complexas ciências que existem. Agora, Michio Kaku vai mais longe e, no seu novo livro, debruça-se sobre alguns dos assuntos da física que todas as pessoas compreendem, sobretudo pela dimensão que ganharam nos filmes de ficção científica: teletransporte, invisibilidade, viagens no tempo ou contacto com extraterrestres.

“Há muitos exemplos em que se garantiu que algo era impossível, mas uma ou algumas décadas depois, provou-se a sua viabilidade”, explicou Kaku ao El Mundo, em referência à Física do Impossível, o seu novo livro, editado em Março nos EUA e que chegou este mês à Europa, em particular ao Reino Unido.

Kaku, que já dedicou parte dos seus estudos e muitos dos seus programas e artigos - na BBC, no Canal História ou na revista Cosmos - a Einstein, parece querer seguir a linha de pensamento do conhecido inventor para explicar as teorias por trás da convicção de que o teletransporte ou o homem invisível serão uma realidade num futuro mais próximo do que é esperado.

Teletransporte

No seu livro, Michio Kaku dá um exemplo bem real de como as bases teóricas do teletransporte nasceram na série de TV que mais celebrizou esta prática futurista. Durante a planificação de Star Trek, os produtores concluíram que os efeitos especiais para ficcionar o teletransporte eram demasiado caros. Foi então que o criador da série sugeriu uma nova forma: emissão de partículas. Uma ideia barata e, aparentemente, visionária. Segundo o físico japonês, os seus colegas de profissão já estão a desenvolver experiências nesta área, com o teletransporte de fotões numa distância de 140 quilómetros.

No entanto, Kaku acredita que ainda demorará alguns séculos até que este sonho da ficção científica se torne realidade. “Os fotões não estão a teletransportar-se uma vez que os fotões originais se destroem. O que se materializa no outro extremo são fotões gémeos que contêm toda a informação dos originais”, explicou.

Invisibilidade

“A invisibilidade do tipo Harry Potter, através de uma espécie de capa, não é algo que se considere, neste momento, impossível”, defende Kiku. No livro, o professor catedátrico aposta mesmo que esta capacidade física será a primeira a tornar-se realidade, através da criação de uma substância denominada metamaterial. Com a eliminação de reflexos e sombras, esta substância permitirá que qualquer objecto se torne invisível.

Viagens no tempo

Michio Kaku recorre a outro popular físico, o britânico Stephen Hawking, e à sua mudança de posição em relação a viajar no tempo - “já é possível, mas não é prático” - para dar força a um dos temas mais populares dos filmes de ficção científica. No novo livro, é explicado o fenómeno, que se baseia no aproveitamento da intensa gravidade dos “buracos negros”, mais que suficientes, segundo Kaku, para romper a estrutura espaço-tempo e permitindo, assim, andar para trás no tempo. Para fazê-lo, os físicos pretendem criar minúsculos “buracos negros” que permitam a passagem através do seu interior.

Contacto com ET

A convicção do físico japonês de que será possível estabelecer alguma forma de contacto com extraterrestres (ET) nas próximas décadas tem por base a ideia de que nunca houve, na História um período em que se conseguisse reunir tanta informação sobre a vida fora da Terra.

“Até ao momento, escrutinámos cerca de 1000 estrelas, aproximadamente, e isso não é nada. Agora, esperamos poder analisar 1000 vezes mais dados que os estudados no passado. E é por esta razão que estamos muito mais optimistas relativamente à possibilidade de estabelecer contactos com a vida extraterrestre”, prognostica Kaku.

in DN Online

Aguardo ansiosamente novos desenvolvimentos… :-|


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Chineses boicotam produtos franceses

15 04 2008

Depois dos distúrbios à passagem da chama olímpica em Paris na passada semana, os consumidores chineses deram hoje largas ao nacionalismo e iniciaram uma campanha de boicote às marcas francesas, a quem acusam de apoiar o Dalai Lama.

Desde blogues na Internet a mensagens curtas por telefone, de correios electrónicos a mensagens instantâneas nos serviços de conversas na rede, os consumidores chineses estão a receber apelos para se recusarem a comprar marcas e produtos franceses, numa campanha que visa sobretudo os hipermercados Carrefour, líder no mercado de retalho na China.

“Se ama o seu país, não vá ao Carrefour entre 08 e 24 de Maio, três meses antes dos Jogos Olímpicos, porque os seus accionistas apoiam o Dalai Lama. O presidente francês diz que vai boicotar os Jogos, mas nós vamos boicotar os produtos franceses”, refere uma mensagem curta em chinês que circulava hoje em Pequim.

Depois de várias tentativas, ninguém atendeu o telefone no número de origem.

Uma busca no portal mais popular da Internet em chinês, o Baidu.com, dava hoje como resultado 107 mil páginas de apelo aos boicotes aos produtos franceses, depois das manifestações pró-Tibete que causaram o caos durante a passagem da tocha olímpica por Paris a 07 de Abril, levando mesmo ao apagar da chama.

Os consumidores chineses estão também revoltados com o facto do presidente francês Nicolas Sarkozy não ter posto de parte um boicote à presença na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, que decorrem entre 08 e 24 de Agosto.

Uma página no portal Tianya.cn, um dos mais famosos na China, apela aos chineses para que, ao fechar a carteira aos produtos franceses, se lembrem dos protestos de Paris, e renova a acusação de que as marcas francesas apoiam o Dalai Lama, que o governo chinês acusa de ser um separatista e de ter orquestrado as manifestações de Março contra a administração chinesa no Tibete, os mais fortes e mais violentos desde 1989.

“Depois de ter visto o que aconteceu em Paris, deixei de acreditar que os franceses são um povo amigo. A China é um país grande e poderoso e as pessoas não nos podem tratar mal impunemente. Por isso a palavra de ordem é para boicotar as marcas francesas, que estão em todos os cantos das nossas vidas - por isso no nosso poder é muito”, diz a autora da página, Hua Kai.

Hua Kai faz mesmo um mapa com os logótipos de marcas francesas existentes no mercado chinês, desde a Chanel, Dior, L’Oreal, Cartier e Lacoste à Airbus e à Renault, passando por marcas de bebidas alcoólicas e de produtos alimentares.

A campanha, no entanto, tem vindo a focar-se cada vez mais no Carrefour, que tem na China um mercado único, registando em 2007 um ritmo de expansão sem comparação no resto do mundo, ao abrir 23 hipermercados no país.

Em 2007, o volume de negócios da Carrefour China chegou aos 30 mil milhões de renminbi (cerca de 2,9 mil milhões de euros).

Um jornalista e investigador de ciências sociais que pediu o anonimato por trabalhar para uma televisão que é propriedade estatal, tal como todos os meios de comunicação social na China, considerou, em declarações à Agência Lusa, que o governo chinês é responsável pelo choque com que os chineses viram as manifestações de Paris.

“A ideia que os chineses têm de França vem sobretudo dos meios de comunicação social e como Franca sempre foi um aliado forte da China, o governo chinês sempre censurou as notícias negativas sobre os franceses”, afirmou o jornalista.

“O público chinês só conhece assim a face romântica e amigável dos franceses. É por isso que as pessoas normais estão em choque com os distúrbios de Paris, que nos vão obrigar a olhar de outra forma para a nossa relação com França”, acrescentou.

Apesar da campanha de massas contra os produtos franceses, é ainda fácil encontrar quem considere que o boicote não é boa ideia.

Li Yue, uma estudante de 26 anos, disse à Agência Lusa que “está é uma de protesto que não faz qualquer sentido numa altura de globalização”.

“O Carrefour dá emprego a milhares de chineses e a maioria dos produtos que vende são feitos na China, por isso não vejo como é que o boicote pode ter sucesso”, afirmou a estudante.

Wang Xiaofeng, jornalista e autor de um dos mais populares blogues na Internet chinesa, escolheu responder ao boicote com sentido de humor - “eu sempre boicotei a cultura francesa: nem sequer sei falar francês”.

“Tenho no bolso uns quantos vales de desconto do Carrefour. Pelo menos se for nos próximos dias vou conseguir fugir às longas filas. E, já agora, se é para eu boicotar alguma coisa, vou começar por boicotar os cretinos que organizam os boicotes“, diz Wang.

in Visão

Não sei se eles pensaram no facto de que, se a moda dos boicotes a produtos estrangeiros alastra, a China será a principal prejudicada, já que grande parte do que se “consome” no mundo moderno, é fabricado e exportado pela pátria da grande muralha…

E motivos para boicotes contra o mais populoso país do planeta não faltam! Infelizmente…


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World Press Cartoon 2008

14 04 2008

O cartonista alemão Rainer Ehrt foi o grande vencedor da quarta edição do World Press Cartoon. O desenho intitulado “Tower of Brussels”, que também recebeu o primeiro prémio na categoria de Cartoon Editorial, representa uma torre de Babel com políticos da União Europeia.

Os outros vencedores foram Achille Superbi (Itália), com “Michael Ballack”, na Caricatura, e Hassan Karimzadeh (Irão), com “Loading…”, na categoria de Desenho de Humor. Todos os desenhos foram publicados em 2007 no “Eulenspiegel”, “La Tampa” e “Etemad-e Melli”, respectivamente. (…)

No total foram apresentadas a concurso mais de 400 obras de humor gráfico de imprensa. O prémio foi dividido em três categorias: Cartoon Editorial, Caricatura e Desenho de Humor.

Os segundos prémios distinguiram António Jorge Gonçalves (Portugal), por “Dalai Lama”, na categoria de Cartoon Editorial; a Turcios (Colombia), pela obra “Elvis Presley”, na categoria de Caricatura; e a Rogelio Naranjo (México), por “É uma menina”, na categoria de Desenho de Humor.

Foram reconhecidos com terceiros prémios Orjan Jensen (Noruega), com “Global Warming, melting of the artic”, na categoria de Cartoon Editorial, a Agustin Sciammarella (Espanha), com “Noriega”, na categoria de Caricatura, e a Moa (Brasil), com “Carrousel”, Desenho de Humor.

Doze menções honrosas foram também entregues (quatro por categoria) a autores cujos trabalhos tiveram destaque pela qualidade gráfica e editorial. (…)

O World Press Cartoon 2008 pretende dar a conhecer e distinguir os melhores trabalhos produzidos e publicados em jornais ou revistas durante o ano de 2007. “Quem visite atentamente a exposição poderá avaliar a riqueza dos desenhos publicados em 2007. Os protagonistas são outros, ainda que alguns marquem sucessivamente presença, fruto da lógica interna dos jogos internacionais de poder” diz o cartoonista António Antunes. “Onde há conflitos, onde há incertezas e ameaças à liberdade e ao bem-estar dos povos, há bons cartoons editoriais, boas caricaturas”, acrescenta.

in Público.pt


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Queres ser astronauta?

11 04 2008

A Agência Espacial Europeia (ESA) lançou uma campanha para recrutamento de quatro astronautas a que poderão concorrer jovens portugueses dispostos a participar em futuras missões tripuladas à Estação Espacial Internacional (ISS) e “mais além”.

O anúncio não surgirá na imprensa, já que a campanha será feira através da Internet e de uma série de eventos promocionais nos 17 países membros da ESA.

“Não procuramos super-homens, mas pessoas sãs e com um perfil psicológico muito determinado, com capacidade de adaptação, abertas e que gostem de trabalhar em equipa”, explica Jean Coisne, do gabinete de comunicação do Centro Europeu de Astronautas da ESA.

Os quatro escolhidos irão juntar-se aos oito que actualmente integram o Corpo de Astronautas da ESA.

Mas para entrar nesta reduzida elite, os candidatos deverão superar um rigoroso processo de selecção que terá início a 19 de Maio.

A candidatura será feita pela Internet (www.esa.int/astronautselection) e terá de ser acompanhada de uma certificação médica idêntica à requerida aos pilotos da aviação comercial.

A ESA procura jovens com estudos científicos, médicos ou de pilotagem, com dois anos de experiência profissional e muita curiosidade pelo espaço.

Os candidatos terão de enfrentar vários patamares de selecção, com testes de aptidão profissional e psicológica que incluirão exames de avaliação da capacidade cognitiva, seguidos de testes clínicos por peritos em medicina aeronáutica, testes de laboratório e de processos espaciais.

Só os que passarem estes crivos poderão ser considerados membros “potenciais” do pessoal da ESA, com condições para serem submetidos à comissão de exame das candidaturas.

Essa será a última barreira na corrida para a sua nomeação oficial, prevista para o princípio de 2009, que lhes abrirá a porta do centro de formação da ESA em Colónia, na Alemanha, onde se converterão em verdadeiros astronautas.

A instalação do laboratório científico europeu Columbus na ISS e o êxito da primeira viagem do ATV (veículo de transporte automatizado) Júlio Verne relançaram os trabalhos da ESA na estação orbital, para onde intensificará nos próximos meses o envio de astronautas europeus.

“É necessária uma nova geração de exploradores para seguir os passos de Cristóvão Colombo e rumar em direcção a novos mundos”, disse Daniel Sacotte, director de Voos Espaciais Tripulados, Microgravidade e Exploração da ESA.

“Por isso muito me apraz que no princípio de 2009 um novo grupo de jovens e mulheres aceda ao Corpo de Astronautas Europeu para empreender missões à ISS e mais além”, frisou.

Portugal é membro de pleno direito da ESA desde 14 de Novembro de 2000.

in RTP.pt

Aí está uma oportunidade de carreira!

E quem é que não quis, em criança, ser astronauta?! :-D


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«Carta» contra a anorexia

10 04 2008

Representantes do mundo da moda, da publicidade e da comunicação assinaram hoje, juntamente com o Ministério da Saúde francês, um código de boa conduta para combater a anorexia.

A chamada «Carta de compromisso voluntário sobre a imagem do corpo e contra a anorexia» não contém medidas vinculativas, limitando-se a promessas «partilhadas e concertadas» pelos signatários.

O texto é o resultado de uma iniciativa lançada pelo governo francês há mais de um ano, depois da polémica sobre a magreza excessiva dos modelos e o alegado incitamento à anorexia entre a juventude.

Vários países europeus lançaram iniciativas semelhantes, enquanto a Espanha, pioneira na matéria, fixou critérios clínicos e um Índice de Massa Corporal (IMC), cujo incumprimento implica a exclusão das modelos excessivamente magras.

Os signatários da «Carta» francesa comprometem-se a não aceitar «imagens de pessoas, especialmente quando se trata de jovens», que podem contribuir para «promover um modelo de magreza extrema».

«Comprometemo-nos a promover no conjunto das nossas actividades uma diversidade na representação do corpo, evitando toda a forma de estereótipo que possa favorecer a constituição de um arquétipo estético potencialmente perigoso para as populações frágeis», afirma o texto.

Para o mundo da moda e da criação, haverá uma campanha de informação no âmbito da medicina do trabalho sobre os riscos que a «magreza extrema» acarreta.

Entre os signatários da «Carta» figuram as federações francesas da moda de pronto a vestir feminina e da alta costura, sindicatos de agências de modelos, a União das Indústrias do Vestuário e o Gabinete de Verificação da Publicidade.

O código «permite-nos abrir o caminho para uma atenção global da prevenção da anorexia», afirmou a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, que o assinou.

Para Bachelot uma coisa são as revistas femininas que dão conselhos sobre como perder uns quilos quando se aproxima o Verão ou as festas de fim de ano e certas páginas da Internet que incitam «explicitamente» à anorexia, uma doença que afecta alegadamente entre trinta mil e quarenta mil pessoas em França.

A assinatura da «Carta» coincidiu com a apresentação de uma proposta de lei dirigida em particular contra estas páginas electrónicas na Internet e que convertem em delito o incitamento à anorexia.

A proposta de lei, apresentada na Câmara dos Deputados por una legisladora do partido conservador no poder, União por um Movimento Popular (UMP), com o apoio da ministra da Saúde, será discutida na próxima semana.

Trata-se de criar «um novo delito no Código Penal», punível com dois anos de prisão e trinta mil euros de multa, explicou a sua autora, Valerie Boyer.

in Diário Digital / Lusa

Aqui está uma boa iniciativa a ser adoptada por outros países. Só acho que devia ter “regras” mais vinculativas, a exemplo da Espanha.

Mas já é um começo… Valha-nos isso!


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«Simpsons» banidos da tv venezuelana

9 04 2008

O governo venezuelano proibiu «Os Simpsons». O cartoon foi banido da televisão venezuelana por «não ser apropriado para as crianças». Segundo o Globo, a grelha televisiva foi agora preenchida com episódios repetidos de «Marés Vivas», uma série sobre nadadores-salvadores.

Segundo a porta-voz da emissora Televen, Elba Guillen, a decisão foi baseada após reclamações feitas por telespectadores à Comissão Nacional de Telecomunicações. «As reclamações consideravam que o horário não era apropriado para as crianças».

A agência que regula os media estatais não especificou quais os critérios para excluir os «Simpsons», sublinhando apenas que «há mensagens que vão contra toda a educação de meninos, meninas e adolescentes.

O diretor-geral da Televen afirmou, contudo, que o canal não recebeu nenhum reclamação por causa de Homer e a sua família. Caberá ao canal decidir se quer Marge noutro horário da programação, enquanto às 11h da manhã será a voluptuosa Pamela Anderson a tomar o lugar de Bart, Lisa e Maggie.

in Portugal Diário

Não é que a troca seja má de todo :-) , mas a “família” que devia ser banida era outra: a Chavez!


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Escrever em blogues faz mal à saúde?!

8 04 2008

A morte de alguns autores de blogues profissionais muito populares nos EUA por ataque cardíaco está a preocupar a comunidade bloguer norte-americana, que acredita que a necessidade de actualizar constantemente estas páginas poderá estar a afectar a sua saúde.

O tema começou a ser discutido quando dois autores de blogues relacionados com as tecnologias, actividade que exerciam a nível profissional, faleceram vítimas de ataque de coração.

Apesar de os seus blogues não estarem relacionados directamente com a morte dos dois autores, há quem acredite que a pressão de escrever as mais recentes novidades a toda a hora poderá ter ajudado a aumentar alguns factores de risco, como o stress.

Citado pelo portal VNUNet, um dos autores de blogues tecnológicos mais conhecidos nos EUA, Michael Arrington, responsável pelo TechCrunch, revela que «a uma certa altura vou ter um esgotamento nervoso e serei internado num hospital, ou algo do género».

«Isto não é sustentável», refere Michael Arrington sobre a sua actividade de autor de blogue a tempo inteiro, realçando que nos últimos três anos ganhou mais de 13 quilos e começou a sofrer de problemas de sono.

«Não seria formidável dizermos que nenhum autor de blogue ou jornalista pudesse escrever uma história entre as 8 da noite e o amanhecer? Assim poderíamos todos fazer uma pausa. Mas isso nunca vai acontecer», acredita.

in SOL

Agora fiquei preocupado! :-|


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Trolhas proibidos de assobiar às mulheres

7 04 2008

A empresa britânica de construção civil George Wimpey proibiu os seus trolhas de assobiar para as mulheres que passam pelos canteiros de obras.

De acordo com a empresa, a tradicional “cantada” dos trolhas que assobiam para mulheres que passam pelas obras pode afastar um tipo sofisticado de compradoras de imóveis que se sentem incomodadas com a atitude.

Inicialmente, a proibição será direccionada apenas aos trolhas que trabalham em obras na região próxima de Bristol, no oeste da Inglaterra, mas a medida poderá ser ampliada para todas as obras da empresa no país.

Para garantir que os trolhas cumpram com a proibição, um director da empresa foi enviado a todas as obras da região para verificar o comportamento dos empregados.

“Fora de moda”

De acordo com o director de vendas da George Wimpey, Richard Goad, o assobio está fora de moda.

“No século 21, o assobio não cabe mais”, disse Goad. “As mulheres não iriam aturar receber um assobio e não esperam ouvir nada parecido quando estão num local comercial.”

O director da construtora afirma ainda que os trolhas concordaram com a proibição.

“Na opinião deles, o fim dos assobios encoraja mais mulheres a visitar as obras e, para eles, isso só pode ser uma coisa boa”, afirmou.

Em 2007, a empresa já havia determinado uma proibição similar aos trolhas que trabalhavam em obras na região sul do País de Gales.

in O Globo Online

Não sei se concordo… Isto já é quase uma “instituição”!

E serve para elevar a auto-estima delas… Ou não?! :-)


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Choque tecnológico

4 04 2008

Eis um exemplo do cruzamento de dados num futuro próximo…

-Telefonista: Pizza Hot, boa noite!

-Cliente: Boa noite, quero encomendar Pizzas…

-Telefonista: Pode-me dar o seu NIN?

-Cliente: Sim, o meu Número de Identificação Nacional é o 6102 1993 8456 5463 2107.

-Telefonista: Obrigada, Sr. Lacerda. O seu endereço é na Avenida Paes de Barros, 19, Apartamento 11, e o número do seu telefone é o 21 549 42 36, certo? O telefone do seu escritório na Lincoln Seguros, é o 21 574 52 30 e o seu telemóvel é o 96 266 25 66, correcto?

-Cliente: Como é que conseguiu todas essas informações?

-Telefonista: Porque estamos ligados em rede ao Grande Sistema Central.

- Cliente: Ah, sim, é verdade! Quero encomendar duas Pizzas: uma Quatro Queijos e outra Calabresa…

-Telefonista: Talvez não seja boa ideia…

-Cliente: O quê…?

-Telefonista: Consta na sua ficha médica que o senhor sofre de hipertensão e tem a taxa de colesterol muito alta. Além disso, o seu seguro de vida proíbe categoricamente escolhas perigosas para a saúde.

-Cliente: Claro! Tem razão! O que é que sugere?

-Telefonista: Por que é que não experimenta a nossa Pizza Superlight, com Tofu e Rabanetes? O senhor vai adorar!

-Cliente: Como é que sabe que vou adorar?

-Telefonista: O senhor consultou a página ‘Receitas Gulosas com Soja’ da Biblioteca Municipal, no dia 15 de Janeiro, às 14:27 e permaneceu ligado à rede durante 39 minutos. Daí a minha sugestão…

-Cliente: Ok, está bem! Mande-me então duas Pizzas tamanho familiar!

-Telefonista: É a escolha certa para o senhor, a sua esposa e os vossos quatro filhos, pode ter a certeza.

-Cliente: Quanto é?

-Telefonista: São €49,99.

-Cliente: Quer o número do meu Cartão de Crédito?

-Telefonista: Lamento, mas o senhor vai ter que pagar em dinheiro. O limite do seu Cartão de Crédito foi ultrapassado.

-Cliente: Tudo bem. Posso ir ao Multibanco levantar dinheiro antes que chegue a Pizza.

-Telefonista: Duvido que consiga. A sua Conta de Depósito à Ordem está com o saldo negativo.

-Cliente: Meta-se na sua vida! Mande-me as Pizzas que eu arranjo o dinheiro. Quando é que entregam?

-Telefonista: Estamos um pouco atrasados. Serão entregues em 45 minutos. Se estiver com muita pressa pode vir buscá-las, se bem que transportar duas Pizzas na moto, não é lá muito aconselhável. Além de ser perigoso…

-Cliente: Mas que história é essa? Como é que sabe que eu vou de moto?

-Telefonista: Peço desculpa, mas reparei aqui que não pagou as últimas prestações do carro e ele foi penhorado. Mas a sua moto está paga e então, pensei que fosse utilizá-la.

-Cliente: ******** …….!!!!!!!!!

-Telefonista: Gostaria de pedir-lhe para não ser mal educado… Não se esqueça que já foi condenado em Julho de 2006 por desacato em público a um Agente Regional.

-Cliente: (Silêncio).

-Telefonista: Mais alguma coisa?

-Cliente: Não. É só isso… Não. Espere… Não se esqueça dos 2 litros de Coca-Cola que constam na promoção.

-Telefonista: O regulamento da nossa promoção, conforme citado no artigo 095423/12, proíbe a venda de bebidas com açúcar a pessoas diabéticas…

-Cliente: Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!!!!!! Vou atirar-me pela janela!!!!

-Telefonista: E torcer um pé?! Ou o senhor pensa que não sabemos que mora num rés-do-chão…!

in Tasca do Teixeira


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As 50 melhores mentiras de sempre

1 04 2008

01 - Satisfação garantida ou o seu dinheiro de volta.

02 - Não nos procure, nós o procuraremos!

03 - Podes deixar que eu ligo-te.

04 - Estás mais magra!

05 - Fique tranquilo, vai dar tudo certo.

06 - Quinta-feira, sem falta, o seu carro está pronto.

07 - Paga a minha parte que depois eu acerto contigo.

08 - Eu só bebo socialmente.

09 - Isso é para o teu próprio bem…

10 - Eu estava passando por aqui e resolvi subir.

11 - Estou a vender ao preço de custo.

12 - Não vou contar a ninguém.

13 - Não é pelo dinheiro, é uma questão de princípios.

14 - Somos apenas bons amigos…

15 - Que lindo é o seu bebé!

16 - Podes contar sempre comigo!

17 - Você está cada vez mais jovem!

18 - Eu nem reparei que você usava peruca…

19 - Nunca fiz sexo oral antes…

20 - Foste a melhor queca que eu já tive!

21 - Não contém aditivos químicos.

22 - Não tenho troco, leve uma chiclete.

23 - Obrigado pelo presente, era exactamente o que eu estava a precisar.

24 - Não se preocupe, essa roupa não vai encolher.

25 - Não se preocupe, essa roupa vai alargar.

26 - Essa roupa é a tua cara!

27 - Eu não pude evitar.

28 - Tudo o que é meu, é seu.

29 - A inflação vai descer.

30 - Eu não sou candidato.

31 - Começo a dieta na segunda…

32 - O trabalho engrandece o homem!

33 - Isso nunca aconteceu comigo…

34 - Isto vai doer mais em mim do que em você.

35 - Dinheiro não traz felicidade.

36 - Tu sempre foste a única!

37 - Podes ir que eu vou depois.

38 - Eu nem estava olhando…

39 - Ainda bem que já arranjaste outra, estou feliz.

40 - A amizade é o que importa.

41 - Juro que não sabia!

42 - Não fui eu que contei.

43 - Está perfeito!

44 - Esse carro nunca foi riscado sequer, só fica na garagem…

45 - Cuidado que eu sou cinturão negro em Jiu-Jitsu!

46 - Eu liguei, mas ninguém atendeu…

47 - Beleza e dinheiro não importam, e sim estar feliz.

48 - Ela era virgem quando a conheci.

49 - Nunca te traí!

50 - Essas mentiras acima, nunca disse nenhuma… Juro! :-D

via e-mail


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IKEA: enlouqueça você mesmo

28 03 2008

Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».

As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.

É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.

Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece–me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.

Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.

Ricardo Araújo Pereira in Boca do Inferno/Visão

ikea_instructions

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Assalto a banco como trabalho académico

27 03 2008

A Universidade de Estudos Estrangeiros de Guandong, China, atribuiu como trabalho académico aos alunos de secretariado planear o assalto a um banco.

Segundo o site Ananova, os alunos têm que descobrir como assaltar um banco com uma equipa de seis pessoas em sete minutos. A equipa deve incluir um líder, um arrombador de fechaduras, um condutor, dois assaltantes e um atirador.

O professor He, responsável pelo trabalho, diz que o projecto tem com objectivo ensinar os alunos a distribuir recursos de forma económica e eficiente. «Os alunos que se formam em artes normalmente não têm a mesma formação em pensar racionalmente do que os que se formam em ciências. Este trabalho faz com que treinem a capacidade de raciocínio», disse.

O projecto envolve grupos de cinco ou seis alunos, e cada um tem que fazer a sua própria apresentação. Um aluno afirmou: «Nunca levámos um trabalho tão a sério como este. No nosso grupo, cada pessoa fez um plano e escolhemos o melhor. Até nos cronometramos nas instalações da faculdade».

O professor He acha que o projecto não vai encorajar os alunos a assaltarem mesmo um banco, «eles são adultos e sabem o que está certo e o que está errado», acrescentou.

in Portugal Diário

E é sempre importante saber um bocadinho de cada coisa… Cultura geral! :-)


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Regresso ao passado da Internet

26 03 2008

O site norte-americano “Internet Archive Wayback Machine” arquiva há 12 anos páginas web de todo o mundo, inclusive portuguesas. Hoje são mais de 85 mil milhões de sites guardados neste arquivo digital que pretende mostrar a evolução da Internet e preservar a informação online.

Ao aceder ao site encontra-se uma caixa de pesquisa em que se pode escrever o endereço que se quer visitar. “Take me back” (”Leva-me de volta”) é o que diz no botão que nos permite voltar ao passado e ver as versões da página escolhida. Podemos regressar até 1996, ano em que a Internet começava a dar os primeiros passos em Portugal.

(…) A apresentação dos conteúdos aparece com um lapso temporal de seis meses, o que explica ainda não termos acesso ao ano 2008. Revistar as versões antigas dos órgãos de comunicação social, instituições públicas e até blogs é possível com apenas um clique.

Além de permitir aos cibernautas de visitarem versões antigas dos sites, o Internet Archive Wayback Machine permite também estabelecer ligações para páginas que já não estão disponíveis, servindo o próprio endereço para mostrar em data elas foram obtidas.

Os 85 mil milhões de páginas guardadas ocupam 2,5 peta bytes (o equivalente a 3,5 milhões de CD) e o arquivo cresce ao ritmo mensal de 20 tera bytes (o espaço de cerca de 30 mil CD).

Criar uma nova biblioteca de Alexandria

O fundador do Internet Archive declarou à Lusa que pretende, desde 1980, altura em que estudava engenharia, “construir uma grande biblioteca digital”. “A ideia era tentar solucionar um problema: que contributo positivo para o futuro poderíamos dar usando a tecnologia”, contou. A intenção é criar uma segunda versão da Biblioteca de Alexandria, pode ler-se no site.

Outro dos objectivos do arquivo é guardar conteúdos que de outra forma poderiam perder-se na Internet. Para Sérgio Nunes, engenheiro informático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, a “preservação da informação” é a maior vantagem do Internet Archive.

Para conseguir organizar a enorme biblioteca digital, o site trabalha directamente com 12 bibliotecas nacionais e 30 bibliotecas de universidades e tem colaboradores na França, Itália, Austrália, Japão e Inglaterra.

O programa utilizado para fazer a recolha é o Alexa Internet, um motor de busca que captura cópias das páginas, excepto se estas estiverem protegidas para a recolha ou tenham uma palavra-passe.

Útil para investigadores e académicos

O Internet Archive Wayback Machine pode ser utilizado por qualquer pessoa mas é especialmente útil para investigadores e académicos que procuram compreender de que forma a rede evoluiu em termos de conteúdos, design, interactividade, entre outros factores. De acordo com o site, a missão do Internet Archive é ajudar a preservar informação e criar uma biblioteca para investigadores, historiadores e estudantes.

“Actualmente o site é muito usado por investigadores e pessoas das áreas sociais que procuram ver a evolução da web”, diz Sérgio Nunes, que é doutorando em Engenharia Informática.

O sítio disponibiliza ainda informações sobre temas específicos, como o furacão Katrina, que atingiu Nova Orleães em 2005, o tsunami no Sudeste Asiático em 2004 ou os atentados terroristas de 11 de Setembro.

in Público


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140 litros de água para fazer um café

25 03 2008

O professor universitário britânico John Anthony Allan desenvolveu uma teoria denominada «água virtual» que permite medir a quantidade deste líquido que é gasta na produção de alimentos.

Segundo ela, uma chávena de café, por exemplo, equivale a um gasto de 140 litros de água. Este estudo valeu a Allan o «Prémio Estocolmo da Água 2008», noticia a agência Lusa.

No caso do café, os cálculos do investigador têm em conta os consumos de água desde o cultivo à produção e ao empacotamento do café.

Com o mesmo sistema, o britânico chega à conclusão de que para obter meio quilo de queijo são necessários 2.500 litros de água, enquanto um quilo de carne de vaca, até chegar ao consumidor, exige o dispêndio de mais de 10 mil litros.

Por dia, um ser humano consome entre dois mil e cinco mil litros de «água virtual», segundo esta forma de fazer contas.

in Portugal Diário

Visitem este site - Virtual Water - e surpreendam-se com os resultados obtidos.

Faz pensar…


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