





As três primeiras temporadas de Lost em 8 minutos e 15 segundos!
Para quem perdeu alguns episódios, para quem quer relembrar alguns aspectos já esquecidos… Ou quer começar agora a ver a série, na 4ª temporada, sem ter que ver montes de episódios para perceber a história! ![]()
Isto é quase serviço público! ![]()
Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.
De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.
Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o "não conseguiria imaginar a minha vida sem" até ao "não me faria diferença nenhuma"), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.
O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.
Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.
Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.
Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.
A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).
Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.
in Público

Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.
De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.
Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o “não conseguiria imaginar a minha vida sem” até ao “não me faria diferença nenhuma”), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.
O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.
Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.
Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.
Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.
A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).
Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.
in Público

O Tal Canal, a estreia televisiva de Herman José, ficou em primeiro lugar na lista final dos resultados d’Os 50 Melhores Programas de Sempre da Televisão Portuguesa. Com um total de quase 10 mil votos, esta iniciativa do Diário de Notícias, da Time Out e das Produções Fictícias salda-se num resultado muito satisfatório. Aqui apresentamos a classificação final (as percentagens foram sujeitas a arredondamento).

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1º O Tal Canal 9,13% 2º Gato Fedorento 8,45% 3º Herman Enciclopédia 7,49% 4º Rua Sésamo 5,82% 5º Duarte e Companhia 5,35% 6º Contra-Informação 4,79% 7º Noite da Má Língua 4,39% 8º A Liga dos Últimos 3,63% 9º Grande Reportagem 3,36% 10º Portugal, Um Retrato Social 3,29% 11º Zip Zip 2,79% 12º A Guerra 2,30% 13º A Alma e a Gente, de José Hermano Saraiva 2,17% 14º TV Rural 2,14% 15º Domingo Desportivo 2,13% 16º Cinema de Animação 2,10% 17º Agora, Escolha 2,07% 18º Os Amigos do Gaspar 1,93% 19º Palavras Ditas, de Mário Viegas 1,75% 20º A Visita da Cornélia 1,74% 21º Morangos com Açúcar 1,74% 22º O Passeio dos Alegres 1,60% 23º Atlântico 1,32% 24º Vila Faia 1,27% 25º João Villaret 1,24% 26º Praça Pública 1,20% 27º Tal & Qual 1,27% 28º Zé Gato 1,15% 29º Sabadabadu 1,12% 30º Se Bem Me Lembro 1,05% 31º Museu do Cinema, de António Lopes Ribeiro 0,91% 32º Fungagá da Bicharada 0,87% 33º Todo o Tempo do Mundo 0,84% 34º Os Donos da Bola 0,73% 35º Portugalmente 0,66% 36º Jornalinho 0,62% 37º Cartaz TV, de Jorge Alves 0,61% 38º Conversas Vadias, de Agostinho da Silva 0,61% 39º Vinte Anos, Vinte Nomes 0,60% 40º Histórias da Música 0,59% 41º Vamos Jogar no Totobola 0,49% 42º A Raia dos Medos 0,40% 43º A Viúva do Enforcado 0,40% 44º Melodias de Sempre 0,39% 45º Culinária, de Maria de Lurdes Modesto 0,33% 46º Nicolau no País das Maravilhas 0,28% 47º Olhos nos Olhos 0,27% 48º O Mundo de Cá 0,25% 49º Chuva na Areia 0,22% 50º Riso e Ritmo 0,14% |
Acho que, na generalidade, estou de acordo com os resultados, apesar de ter algumas classificações muito discutiveis e alguns programas de que nunca ouvi falar… E vocês?
As duas primeiras temporadas da Rua Sésamo acabam de ser editadas em DVD nos Estados Unidos com dois avisos: «O conteúdo é para maiores e poderá não ser apropriado para crianças do pré-escolar», noticia o El País.
No primeiro episódio da Rua Sésamo, emitido em Novembro de 1969, uma menina fazia-se amiga de um desconhecido que a convidava para ir a sua casa comer leite com bolachas.
Também há uma cena em que Egas pede a Becas que lhe passe o sabonete enquanto está no banho. Há algum tempo surgiu a polémica sobre se os dois bonecos formariam um par homossexual.
Telespectadores hipersensíveis
«Os telespectadores de hoje tornaram-se hipersensíveis. Os guionistas de Rua Sésamo não tinham segundas intenções. As suas decisões eram tomadas de forma inocente, e só depois foram questionadas quando entraram em jogo as guerras culturais. A sua única condição era fugir da violência e não escrever guiões que pusessem em perigo físico as crianças ao imitá-los», explicou à rádio NPR Daniel Anderson, que aconselhava nos anos 70 a equipa da Rua Sésamo e que hoje trabalha como psicólogo na Universidade de Massachusetts.
Mas segundo a produtora executiva do programa, Carol-Lynn Parente, «há modelos de comportamento de então que hoje não são aceitáveis», declarou ao The New York Times. «Por exemplo, aquele em que o Monstro das Bolachas fumou um cachimbo e depois o comeu».
A versão actualizada do Monstro das Bolachas devora cenouras em vez de bolachas desde 2005.
Recorde-se que há alguns anos acusou-se o personagem Tinky Winky, dos Teletubbies, outro popular espaço infantil, de «promover» a homossexualidade por andar com uma bolsa cor-de-rosa e por ter um triângulo invertido na cabeça.

Os Estados Unidos, a terra da liberdade e das liberdades, continua a surpreender.
Então editam a série e colocam-lhe aqueles avisos! Quem é que eles esperam que vá comprar a série da bonecada?! Os adultos, não? Para recordar… ![]()
Ele há coisas…
E já agora: se o Monstro das Bolachas começou a devorar cenouras, não deveria mudar de nome? ![]()
A greve dos guionistas de Hollywood e do resto dos Estados Unidos ameaça suspender a partir de quinta-feira muitas filmagens em curso e deixar as televisões sem novos episódios das séries preferidas pelas audiências, assinalaram os organizadores do protesto.
As principais cadeias televisivas norte-americanas preparam a programação, com concursos ou repetições de episódios passados, para manterem as suas emissões sem as séries mais populares, para o caso de os guionistas não trabalharem na quinta-feira como previsto.
Recentemente, o presidente da cadeia CBS – que emite a série policial «CSI» – comprometeu-se a manter a programação e disse que a cadeia «não se vai apagar» por falta de guiões, informa a agência espanhola EFE.
Os guionistas querem receber uma proporção maior dos lucros que os estúdios conseguem através da venda das séries em DVD, uma prática cada vez mais frequente e que está a gerar lucros substanciais.
Os escritores também estão interessados em receber uma compensação maior pelas emissões das séries através da Internet, em computadores ou em telemóveis, uma opção que ganha cada vez maior número de adeptos.
O sindicato que organiza os guionistas, Corporação de Escritores da América, obteve a aprovação esmagadora de 90 por cento dos cinco mil associados que votaram recentemente um referendo sobre a luta em curso do que resultou a declaração da primeira greve do sector desde 1988.
O sindicato prevê reunir-se hoje com os produtores, representados pela Aliança dos Produtores de Imagem e Televisão, e um mediador para tentarem chegar a um acordo de última hora que possa evitar a greve.
No entanto, tudo indica que é quase impossível atingir-se tal acordo antes da meia-noite de quarta-feira, quando expira o actual contrato colectivo.
A 22 de Outubro, o presidente da organização dos produtores, Nicholas Counter, qualificou as reivindicações como «inalcançáveis» dada a difícil situação em que se encontram os seus associados.
«Necessitamos de ajuda perante os custos elevados, o défice crescente e as condições restritivas dos contratos. Em vez disso a Corporação de Escritores da América oferece-nos propostas inalcançáveis», disse Counter.
Uma das alternativas em estudo pelas produtoras é a de preencher a programação com «reality shows».




Paguem aos homens, por favor! As cadeias televisivas/produtoras/estúdios tem lucros enormes com o sucesso das séries, em todos os formatos, desde a TV, à internet e DVD’s.
Se acabam com uma série mal ela começa a baixar nas audiências, também podem distribuir os ganhos quando ela tem sucesso, não?! Que façam contratos por objectivos…
E preencher a programação com «reality shows»?! Estes americanos têm mesmo solução para tudo… ![]()
Como se a "longa" espera de cada novo episódio de cada uma das séries fosse minimamente comparável com a dúbia (?) qualidade dos "Big Brothers"! ![]()
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) alertou ontem para as "situações irrazoáveis" geradas pelo alargamento do pagamento da contribuição para o audiovisual a todos os consumidores de energia eléctrica. É o caso das casas de banho públicas, semáforos e repuxos que vão passar a pagar a taxa de serviço público de rádio e televisão.
O conselho directivo da ANMP já solicitou a isenção do pagamento daquela taxa para os consumos de energia que se referem aos serviços prestados pelas câmaras, mas segundo adiantaram os autarcas, o Governo recusou.
Assim, "os municípios vão continuar a pagar [serviço público de rádio e televisão] pelas instalações de iluminação, pelas instalações semafóricas, pelos furos de captação de água, pelos painéis de informação, pelas casas de banho públicas e fontes luminosas", acusou o conselho directivo da associação.
Inconformada com a situação, a ANMP voltou a insistir na alteração da lei numa missiva enviada ao ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva. "O legislador, quando autorizou o alargamento da contribuição para o audiovisual a todos os consumidores, domésticos e não domésticos, não quis abranger os consumidores institucionais, antes os comerciais e os industriais", argumentam os autarcas em comunicado enviado ao CM.
E, de forma irónica, remataram: "A não ser que se tenha por correcto que também os consumos energéticos dos semáforos ou dos repuxos dos nossos jardins contribuam para o financiamento do serviço público de rádio e televisão".



Cada dia que passa, mais evidente fica a politica puramente economicista deste governo. Tudo serve para ir buscar dinheiro.
E ainda não se lembraram de cobrar por cada uma daquelas luzitas azuladas que colocam antes das passadeiras… ![]()
1- A parte portuguesa dos prémios… Confusão, beijos e discursos. Apresentado por Mariza Cruz “-Quer um beijo?! Ah! Com certeza!” e Júlio Magalhães (que na presença do chefe Moniz, exclama a bom som) “-E a outra maravilha é a TVI!! Eh! Eh!“.
A esta hora ou foi despedido ou aumentado. Meu Deus…
2- Ben Kingsley. Ao esquecer-se dos óculos teve que forçar tanto a vista para ler o teleponto…
E repararam que quando o Ben Kingsley acabou de ler o discurso na vez do representante da UNESCO, que ainda estava no avião a caminho de Lisboa (que ao ser anunciado demonstrou todo o amadorismo da “coisa”), e que terminava com um “thank you Portugal for a very, very wonderful evening” (curioso, o senhor ainda estava no avião!), o apresentador apressou-se a acrescentar “his words, not mine”? ![]()
3- O excelente playback do Carreras.
E o hino com Dulce pontes. Porque será que ultimamente não compreendo palavra do que aquela mulher canta/grita?! Deve ser problema meu… ![]()
4- O fabuloso numero de Joaquin Cortez. Pela primeira vez vi um grandioso show de sapateado em que o bailarino estava sentado. É coisa de mestre… (Cá para mim não lhe pagaram o prometido. Mas é só a minha opinião…) ![]()
5- A imensa escadaria que os “vencedores” tinham de percorrer. Era ver as senhoras, com os seus finíssimos saltos, despacharem-se sem “malhar” por ali abaixo! (O ensaio geral deve ter sido feito por homens, e de sapatilhas!) ![]()
6- O “voz-off” da cerimónia no estádio. Da sua perfeita fluência na língua inglesa
(e “enguelesando” tudo o que fosse palavra como Taj Mahal ou Machu Picchu) ao “PORTUGAL! PORTUGAL!”, já no final da cerimónia, para todo o estádio gritar a plenos pulmões, como se de um jogo da selecção se tratasse…
7- Equipa / transmissão da TVI. Repórteres a abanarem microfones para chamar a atenção do câmara; imagens confusas dos bastidores com sons desde o comum “1, 2, 3”, ao “Cala-te!” entre muitos outros imperceptíveis; as piadas entre comentadores e partilha da vida privada deles, sem o menor interesse para o espectador; publicidade por cima do fogo de artifício (uma das partes do show que se safou!) com o corte da transmissão e retorno mais tarde com o fogo já no fim. E muitas outras que já nem me recordo…
Maravilha extra: Cristiano Ronaldo, em resposta à questão da importância de anunciar uma das 7 Maravilhas do Mundo responde: “-Foi bom. Foi tranquilo.” (A frase que dá para tudo)



Ainda bem que a parte portuguesa das 7 maravilhas foi transmitida só “cá pra dentro” senão… Tenho pena que Mariza e Camané não tenham sido inseridos na parte internacional.
Estas “maravilhas” são como as do mundo”… São tantas que é difícil destacá-las todas. ![]()
E agora de regresso às minha férias… Um abraço. E até breve!
Sete bonecos gigantes do Noddy, Ruca e Bob, colocados em rotundas para publicitar o primeiro festival infantil do mundo, que decorre Junho em Oeiras, foram roubados, disse hoje à agência Lusa uma fonte da organização do evento.
A exposição de quase 30 bonecos de três metros, com as personagens «cabeças de cartaz» do «Meu Primeiro Festival», que deverá levar 80 mil pessoas ao Parque dos Poetas entre 28 de Junho e 01 de Julho, foi a forma encontrada pela Elec3city, promotora do evento, para criar uma «maior proximidade» com o evento.
«Já estávamos à espera deste tipo de vandalismo e produzimos logo o dobro [de bonecos] para poder repor, mas não contávamos com tantos casos», explicou à Lusa o director de publicidade da empresa, Sérgio Leitão, adiantando que em algumas rotundas os bonecos substitutos foram também roubados.
Segundo o responsável, que se escusou a referir o valor das figuras publicitárias, a Elec3city acredita que a situação é «uma prova do sucesso» do festival e não apresentou qualquer queixa às autoridades.
«São personagens adoradas pelas crianças. Esperamos, ao menos, que estejam nos quartos de algumas, a fazê-las felizes», referiu Sérgio Leitão.
Dedicado às crianças entre dois e dez anos, o «Meu 1º Festival» representa um investimento de dois milhões de euros e inclui espectáculos musicais, peças de teatro, seminários orientados por especialistas da área da educação e actividades desportivas, contando com a presença de futebolistas e outras personalidades conhecidas do público.



Se por um lado fiquei triste com o roubo de figuras tão populares para a criançada, por outro, ao ler as declarações do responsável, fiquei mais animado. Até estou a pensar em passar em Oeiras e roubar uma ou outra, talvez o Noddy…
Só para ajudar o evento ter o maior sucesso possível, claro! ![]()
Este fim-de-semana, acho que vamos ter em Portugal uma situação só comparada com o que se passou na altura do Euro 2004. (Ok! Nem tanto! Mas quase…)
No domingo, às 7e15h da tarde, vai ser um sossego por essas ruas fora… E poucas unhas aguentarão os nervos!
Ao jogarem todos os clubes à mesma hora, e estando ainda o título por atribuir, todas as atenções (ou quase!) estarão vidradas por essas televisões fora!
Ou o mais perto possível da emoção!!

O movimento palestiniano Hamas lançou mão de uma personagem animada em tudo parecida com o popular Rato Mickey para doutrinar as crianças da Cisjordânia e Faixa de Gaza na mensagem política de resistência armada e domínio islâmico. O animado roedor, imagem gémea do personagem da Disney e que responde pelo nome de Farfur, pode ser visto no programa infantil Pioneiros de Amanhã do canal de televisão al-Aqsa, do Hamas, onde em recentes episódios falou da “libertação de Jerusalém”, da “libertação do Iraque” e do “regresso da comunidade islâmica à sua antiga grandeza”.
Valerá mesmo a utilização de qualquer recurso para fins políticos e religiosos?!
Depois de ontem ver esta reportagem na televisão, fiquei a pensar na frágil situação do Médio Oriente e de como se pode tentar a paz numa zona em que o ódio e fundamentalismo não permitem sequer discussão entre “vizinhos”.
Não admira que os ídolos destas crianças sejam os jovens suicidas que se fazem explodir contra Israel e todo o mundo ocidental, e querem ser um dia como eles…
Percebendo que possam existir razões históricas (e religiosas) para estas quezílias, não deveria o “mundo moderno” ser capaz de propor soluções viáveis para o conflito. Claro que Israel, e outros países da área, nas suas parcerias, principalmente com os EUA, não são nada inocentes…
Mas devemos deixar que se destruam continuamente e até temer um conflito mais global?!
Que podemos nós fazer?
Se figuras públicas, a braços com processos judiciais, têm direito a tempo de antena no canal estatal de televisão para se explicarem à população, será que se pode descrever Portugal como um Estado de Direito?
Quanto à separação da vida privada, da vida pública, Portugal e os portugueses, regra geral, faziam-na bem. Aventuras extraconjugais e questões que não se relacionavam com o cargo publico não eram notícia do domínio público… até que há pouco tempo certas mulheres começaram a abrir as pernas, se relacionavam com figuras públicas (do futebol) e acabaram por abrir a boca, em público, contando segredos íntimos…e a comunicação social estava lá, e continua a estar. Lamentavelmente.
Ora bem, já não se pode dizer que em Portugal, a comunicação social tem mais respeito pela condição humana do que em outros países. Chegou a mentalidade tablóide, e está para ficar.
Parte desta globalização de valores, nivelando tudo por baixo, passa pela facilidade dada a figuras públicas em Portugal quando confrontados por processos judiciais, irem à televisão se queixarem contra tudo e todos, a justificarem suas acções.
De facto, quando se trata de uma figura pública, acusado de crimes, tudo facilita-se. Ontem foi a vez de Valentim Loureiro, arguido no processo “apito dourado” que conseguiu tempo de antena na RTP 1, canal estatal de televisão, explicar-se perante os telespectadores.
Não teria sido mais correcto explicar-se num tribunal, perante um juiz? No caso de ele conseguir ser ouvido por um júri, o seu caso não teria sido influenciado já pela cobertura pública? Será que qualquer juiz irá contemplar o seu caso com a mesma neutralidade depois do teor deste ter sido emitido no principal canal estatal de televisão? A RTP não se torna cúmplice assim nas teias do Major?
Não seria mais correcto a comunicação social relegar qualquer cobertura sobre este caso, e outros, para segredo de justiça, presumindo que o Major Valentim Loureiro é inocente até ser provado ao contrário, deixar este senhor viver a sua vida e desempenhar seus cargos públicos com a dignidade de uma pessoa inocente até que o sistema de justiça bem entender alterar o estatuto?
Se um membro qualquer do público, que não seja figura pública, for acusado de ter cometido um crime, ele terá o mesmo direito de apresentar seu caso na televisão pública? Sendo a resposta não, então só se pode concluir que a RTP não providencia um serviço público, mas sim serve de feudo elitista para os ricos e poderosos limparem seus nomes fora do devido foro legal, que se chama um tribunal.
E sendo esse o caso, não se pode concluir que Portugal seja um estado de direito quando seu principal canal de televisão serve os interesses particulares de figuras públicas. Há que demonstrar o mesmo rigor na separação dos interesses quando se trata de processos judiciais, que quando se trata de uma amante, ou uma prostituta.
Mas não é isso que se vê. Falta agora o dono dos quatro cães arraçados de Rottweiler, que degolaram uma senhora ucraniana há dias, aparecer no Canal Dois, a chorar, a dizer que deve ter sido algo no vento. A ver vamos se este caso não for arquivado.
Timothy Bancroft-Hinchey in PRAVDA.Ru



Sem comentários…
Porque é que somos tão maus no Festival da Canção?
Esta é uma questão que me intriga desde há uns anos. Confesso que não percebo porque é que a RTP voltou a produzir o pior da música nacional, neste 43º Festival da Canção, que mais não foi do que um chorrilho de horrores e ruídos lamentáveis apresentados ao país inteiro no passado sábado, na RTP1. Mais um episódio lamentável, sem explicação ou compreensão possível.
Os apresentadores Jorge Gabriel e Isabel Angelino mostraram-se sem à-vontade e cumplicidade, com atropelos constantes e constrangedores. Os convidados e humoristas picaram o ponto sem história, nem graça (Nota: até tiveram momentos com piada!). Os concorrentes, esses, apesar do esforço estiveram (mesmo) mal.
E nem Melo D, nem os Corvos ou Henrique Feist salvaram a honra à cena televisiva. Para cúmulo dos cúmulos, e por decisão dos portugueses, acabou por vencer a canção mais pimba e medíocre da noite (Nota: acreditem, havia pior!), «Dança comigo/Vem ser feliz», interpretada por uma loura e vivaça Sabrina. (Nota: da autoria de Emanuel…)
Quando soube do resultado confesso que me enfureci por saber que continuamos a apresentar lá fora – desta vez no dia 10 de Maio, em Helsínquia, na Finlândia – estas «poucochinhas» como representantes da música e cultura portuguesa.
Desliguei a televisão e tive um ataque, não cardíaco, mas saudosista, ao recordar os velhos tempos do Festival. E lembrei-me de inúmeros intérpretes que já deram bom nome ao Festival: Paulo de Carvalho, Sara Tavares, Dulce Pontes, Adelaide Ferreira, os Da Vinci e nem a Dora faltou na lista…
Mas isto é passado e parece-me que não vale a pena esta insistência da RTP por recuperar um formato que já foi ultrapassado, por força dos tempos e das vontades, e que actualmente tresanda a piroso, bafiento e amador. Aquilo já não dá boa televisão! Estou errado?
Bernardo Mendonça in Repórter LX








Quem sabe a nossa Sabrina não faz boa figura por lá e até consegue uns pontitos?! Afinal quem tem ganho nos anos anteriores a Eurovisão são os cantores “pimbas” e “esquisitos” lá do país deles (salvo raras excepções!). E recordem-se do ano passado… Black Metal!?
E a nossa música é “festivaleira”. E fica no ouvido… Fica até demasiaaaaaaaaaaaaaaaaado no ouvido!! E é em português.
Mas o que me custa mais é que, eventualmente, esteja lá alguém (ou em casa a ver!) que possa pensar que aquilo é o que de melhor se passa no panorama musical deste nosso cantinho! Isso é o que me dói!
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A nossa televisão continua a melhorar a olhos vistos. E a TVI está sempre à frente da concorrência!
Com o seu novo programa, “A Bela e o Mestre”, continua a saga pela singularidade na programação…
Elas, supostamente, são lindíssimas, em que se destacam os atributos físicos. Eles, mestres, a transbordar de inteligência e sabedoria.
Não duvido de que elas sejam bonitas (algumas, pelo menos!), mas será que não se incomodam por estar a fazer o clássico papel da “loira-burra”?
E eles supostos mestres? No máximo, eles são é… espertos.
Existirá alguém inteligente capaz de aceitar participar num programa deste formato?!

(…)”Este tipo de estereótipos são sensacionalistas. Não há ninguém que ganhe com isso”. E explica “Numa sociedade onde o peso da investigação é cada vez maior é normal que hajam mais pessoas ligadas a esta, sejam homens, mulheres, bonitos ou feios”, recusando a ideia de que existe uma relação do género com a carreira e capacidades. (…)
Questionado sobre a mensagem de que os homens inteligentes têm dificuldade em se relacionar com as outras pessoas, diz não conhecer “ninguém que seja assim”. Sílvio Macedo, investigador no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores (INESC), do Porto
“(…)está-se a recorrer a um estereótipo que “emergiu nos anos 50″, (…) que após a segunda guerra mundial, quando foi necessário pedir às mulheres que regressassem a casa para libertarem os empregos para os homens, surgiu uma “ideologia da domesticidade”, que aparece ciclicamente. “Cada vez que há uma crise, assiste-se a uma regressão das mulheres na vida pública”.
A aposta na “juventude” e “capacidade de sedução” para valorizar as mulheres, acaba por ser “injusta” para com as mais bonitas. “Aquelas que tiverem sucesso na vida pública, vamos dizer que o alcançaram sem ser por mérito pessoal”, justifica, por um lado, acrescentando ainda, por outro, que ao envelhecer, as mulheres que se valorizaram pela beleza, vão assistir à “perda desses atributos” sem terem outros méritos que compensem essa situação.” (…) Maria José Magalhães da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR)
Mais uma vez, o que se nota é que existe gente capaz de tudo por um punhado de euros e/ou quinze minutos de fama… E um canal capaz de tudo para subir nas audiências!
É triste, mas é o que temos neste país que se diz “desenvolvido”…
Apesar de muitos telespectadores gostarem do que é mau, o público, enquanto entidade colectiva, não é tão acéfalo como por vezes se diz. A prova disso é que muitas vezes a qualidade acaba por ser premiada, como no caso do Telejornal. O noticiário da RTP é, neste momento, o melhor serviço informativo do primetime e, ao mesmo tempo, vence claramente a guerra de audiências. É tão nítida a superioridade que, em Novembro, foi o mais visto em 25 dos 30 dias.
Melhor porquê? Porque é sóbrio não sendo chato. Porque – ao ser mais curto – é mais selectivo na escolha dos temas e mais criterioso na forma de tratamento. Porque – quem o afirma é a ERC – tem sido isento. E porque os pivôs – José Rodrigues dos Santos, José Alberto Carvalho e Judite de Sousa – têm carisma e são acarinhados pelos telespectadores. Em popularidade, nas privadas, apenas Rodrigo Guedes de Carvalho é capaz de competir com estes três rostos da RTP.
Se fosse uma mulher o Telejornal seria uma espécie de Ségolène Royal: telegénica e eficaz, embora pouco exuberante.




PS – Não fosse ele um fedorento humorista e tivesse algum traquejo jornalístico, Ricardo Araújo Pereira poderia dar um bom pivô. Tem capacidade de comunicação, voz colocada, timbre grave e boa aparência. Os momentos em que imita um apresentador de informação provam isto mesmo. Talvez também desse para treinador do Sporting. Já para Floribella nem tanto. Precisava de ser mais irritante.
José Fialho Gouveia in Sol e Pimenta
Mai nada!
As danças dos famosos apresentadas por Catarina Furtado garantiram à RTP uma vitória arrasadora na última noite de 2006.
A RTP foi a grande vencedora da noite de fim-de-ano. A final de Dança Comigo foi o programa mais visto do dia e arrasou a concorrência, com uma audiência média de 1 080 000 espectadores e 39,7% de share.
No duelo pelo segundo lugar, entre Canta por Mim (TVI) e o episódio especial de Floribella (SIC), venceu a estação de Carnaxide, que atingiu 29,3% de share e juntou 779 800 espectadores.
O grande derrotado da noite foi José Eduardo Moniz, já que o programa apresentado por Júlia Pinheiro ficou-se pelos 23,4% de audiência.
Por José Fialho Gouveia in Sol
Como é que o canal de serviço público havia de perder??!
Parecia que a concorrência queria dar esse presente de novo ano ao Canal1. Com as alternativas que propôs para a noite de reveillon, até fico admirado pela diferença de audiências não ser maior.
A SIC, com a já omnipresente e insuportável Floribella, exibiu um programa em que o público alvo foi para a cama umas horas antes (hilariante!)…
A TVI, proporcionou um show que nunca resultou ao longo de meses. O que esperavam? O milagre que alguém quisesse começar o ano a ouvir a histérica apresentadora ou a festejar 2007 com um conjunto de duetos, no mínimo, de gosto duvidoso?
O Canal1, foi o único que pareceu interessado em proporcionar às pessoas, que por qualquer motivo escolheu a TV para passar o ano, um espectáculo digno desse nome.Longe vão os tempos em que apetecia ficar frente ao écran de 31 para 01, com o Herman e semelhantes…
Triste a televisão que temos.
País cor-de-rosa
(…) Um dos espectáculos mais interessantes é oferecido pela SIC e pela TVI depois das 12.30. Na SIC, três ou quatros figuras juntam-se numa amena cavaqueira para discutir o jet-set, o semi jet-set, ou o pseudo-jet-set. São elas uma ex-modelo, uma ex-apresentadora de televisão, um ex-speaker do Benfica, uma astróloga e um sujeito cheio de tiques, tiquinhos e tiquões, que parece padecer do defeito de se levar excessivamente a sério. Mas se as figuras são curiosas, não menos curioso é o que elas discutem: quem casou com quem, quem não casou com quem, se o casamento x foi feliz ou o casamento y foi infeliz, se os jornalistas são culpados disto ou não culpados daquilo, se as revistas têm culpas ou não têm culpas, se a determinada personagem o adjectivo leviano é apropriado ou não é apropriado, quem são os bons e os maus. Enfim, aquilo a que os brasileiros chamam fofoca, devidamente condimentada pelas revistas da semana, que deverão apreciar tanta publicidade E tudo isto num tom sério, seríisimo. A ponderação com que se discute a oportunidade de uma fulana de 50 anos andar a comer um sujeito de vinte é a mesma com que que se costuma discutir o orçamento de estado ou as leis da república. Por alguns comentários, dir-se-ia que o facto de saber quem dançou com quem em determinada festa é mais importante do que saber quem ganhou as eleições ou como vai a situação financeira. Assim vamos. Falta a TVI. Na TVI passa-se o mesmo, exceptuando este pormenor: as comentadoras são figuras de todo desconhecidas, em quem não se vislumbra uma razão para que lhes tenha sido dado tempo de antena. Assim vamos. Abençoados momentos cor-de-rosa.
Por Filipe Alves Moreira em geracao-rasca.blogspot.com
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