Prémios IgNobel 2006

Já foram entregues os prémios IgNobel referentes ao ano de 2006. Os prémios são atribuidos baseados principalmente na inutilidade que os premiados fizeram. O objectivo é aumentar o interesse pela Ciência…

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E os felizes (?) contemplados de 2006 são:
* Acústica: Lynn Halpern, Randolph Blake, e James Hillenbrand, professores de várias universidades americanas, por conduzir experiências para descobrir porque as pessoas não gostam do som de unhas riscando um quadro-negro.

* Biologia: Bart Knols da Wageningen Agricultural University, na Holanda, do National Institute for Medical Research, Tanzânia, e da Agência Internacional de Energia Atómica, e Ruurd de Jong da Wageningen Agricultural University, Itália, por mostrar que a fêmea do mosquito da malária é atraída tanto por queijo limburgo quanto por chulé.

* Química: Antonio Mulet, José Javier Benedito e José Bon da Universidade Politécnica de Valência, e Carmen Rosselló da Universidade das Ilhas Baleares, Espanha, pelo estudo “Velocidades Ultra Sónicas no Queijo Cheddar Quando Afectadas pela Temperatura” (Ultrasonic Velocity in Cheddar Cheese as Affected by Temperature).

* Literatura: Daniel Oppenheimer da Universidade de Princeton pelo seu estudo “Consequences of Erudite Vernacular Utilized Irrespective of Necessity: Problems with Using Long Words Needlessly.”

* Matemática: Nic Svenson e Piers Barnes da Australian Commonwealth Scientific and Research Organization, por calcular o número de fotografias que devem ser tiradas para assegurar que ninguém, numa foto de grupo, feche os olhos.

* Medicina: Francis M. Fesmire da University of Tennessee College of Medicine, pelo seu estudo médico “Término de Soluços Incuráveis com Massagem Rectal Digital” (Termination of Intractable Hiccups with Digital Rectal Massage).

* Nutrição: Wasmia Al-Houty da Universidade do Kuwait e Faten Al-Mussalam da Kuwait Environment Public Authority, por mostrar que os besouros-de-esterco são enjoativos para comer.

* Ornitologia: Ivan R. Schwab e o falecido Philip R. A. May da University of California, por explorar e explicar porque o pica-pau não tem dores de cabeça.

* Paz: Howard Stapleton da Merthyr Tydfil, País de Gales, por inventar um repelente electromagnético de adolescentes – um aparelho que faz sons irritantes serem ouvidos apenas por adolescentes, e não por adultos; e mais tarde, a mesma tecnologia foi usada para fazer tons de telefone serem audíveis apenas por adolescentes, mas não por professores. O aparelho é chamado de “O Mosquito”.

* Física: Basile Audoly e Sebastien Neukirch da Universidade Pierre et Marie Curie, Paris, pelos seus estudos sobre porque o esparguete seco quebra sempre em mais do que dois pedaços.

Fonte: Wikipédia 

  

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