“Margem sul, jamais!” E agora, sr. ministro?

10 01 2008
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Sócrates confirma decisão de Alcochete para novo aeroporto

Depois de muita polémica à volta da localização do novo aeroporto de Lisboa, o primeiro-ministro, José Sócrates, acabou por ceder a Alcochete, pondo de lado a Ota, defendida pelo governo e, em particular, pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino. (…)

in Agência Financeira


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3 responses

10 01 2008
Ludo Rex

Pois…E Agora… A sério é tudo trapalhada…
Um Abraço

11 01 2008
Só Maria

11 anos para decidir… mais bacorada ou menos bacorada, pelo menos teve o mérito de decidir… esperemos que pelo melhor!

13 01 2008
Celestino Neves

TAKE #1:

DE CAMBALHOTA EM CAMBALHOTA… ATERRO EM ALCOCHETE OU “ME ENTERRO” NA OTA?
(publicado neste espaço no dia 6 de Agosto de 2007 às 23:32 h)

Pudesse eu ter

A arte e o saber

Tivesse eu à mão

O velho caldeirão

E o livro do segredo

E juro que sem medo

Seguramente faria

A necessária magia

Para em zurro

Que é voz do burro

Transformar as bacoradas

Do Ministro das calinadas

Destituído de decência

Que me mói a paciência

Enquanto me surripia

Com maquiavélica magia

Tudo o que tenho e não tenho

E porque a arte e o engenho

De tão inesperados

Nos deixam desarmados

Lá vai ele debitando

Enquanto eu vou ficando

Impotente e revoltado

Cada vez mais roubado

(Pudesse eu ter

O velho caldeirão

E o livro do segredo)

Ou então que diabo

Um valente cajado

————————————————————-

TAKE #2:

DA OTA A ALCOCHETE EM VOO RASANTE…
(OU A DIFÍCIL TRAVESSIA DO DESERTO…)

Com o Dakar anulado

Pena não termos pensado

Que deserto mais pequeno

Porém de clima mais ameno

Tínhamos aqui mesmo ao pé

E se aeroporto “jamé”

Porque não carros e motas

A rolar ou às cambalhotas?

Mas já que ninguém se lembrou

E a oportunidade passou

Revertamos a situação

E porque Ota afinal não

Troque-se a areia por aviões

Que nos tragam aos milhões

Turistas de bolsos cheios

E que ninguém olhe a meios

Para que em tempo record

O deserto mude de cor!

Tivesse eu o tal cajado

E já estaria empenhado

A zurzir alguns otários

(Ou serão dromedários?)

Escrito no dia em que a OTA morreu de morte natural (velório e enterro ainda vão demorar algum tempo para dar alguma dignidade ao acto…) e publicado algumas horas depois

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