“Margem sul, jamais!” E agora, sr. ministro?

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Sócrates confirma decisão de Alcochete para novo aeroporto

Depois de muita polémica à volta da localização do novo aeroporto de Lisboa, o primeiro-ministro, José Sócrates, acabou por ceder a Alcochete, pondo de lado a Ota, defendida pelo governo e, em particular, pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino. (…)

in Agência Financeira


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3 comments

  1. TAKE #1:

    DE CAMBALHOTA EM CAMBALHOTA… ATERRO EM ALCOCHETE OU “ME ENTERRO” NA OTA?
    (publicado neste espaço no dia 6 de Agosto de 2007 às 23:32 h)

    Pudesse eu ter

    A arte e o saber

    Tivesse eu à mão

    O velho caldeirão

    E o livro do segredo

    E juro que sem medo

    Seguramente faria

    A necessária magia

    Para em zurro

    Que é voz do burro

    Transformar as bacoradas

    Do Ministro das calinadas

    Destituído de decência

    Que me mói a paciência

    Enquanto me surripia

    Com maquiavélica magia

    Tudo o que tenho e não tenho

    E porque a arte e o engenho

    De tão inesperados

    Nos deixam desarmados

    Lá vai ele debitando

    Enquanto eu vou ficando

    Impotente e revoltado

    Cada vez mais roubado

    (Pudesse eu ter

    O velho caldeirão

    E o livro do segredo)

    Ou então que diabo

    Um valente cajado

    ————————————————————-

    TAKE #2:

    DA OTA A ALCOCHETE EM VOO RASANTE…
    (OU A DIFÍCIL TRAVESSIA DO DESERTO…)

    Com o Dakar anulado

    Pena não termos pensado

    Que deserto mais pequeno

    Porém de clima mais ameno

    Tínhamos aqui mesmo ao pé

    E se aeroporto “jamé”

    Porque não carros e motas

    A rolar ou às cambalhotas?

    Mas já que ninguém se lembrou

    E a oportunidade passou

    Revertamos a situação

    E porque Ota afinal não

    Troque-se a areia por aviões

    Que nos tragam aos milhões

    Turistas de bolsos cheios

    E que ninguém olhe a meios

    Para que em tempo record

    O deserto mude de cor!

    Tivesse eu o tal cajado

    E já estaria empenhado

    A zurzir alguns otários

    (Ou serão dromedários?)

    Escrito no dia em que a OTA morreu de morte natural (velório e enterro ainda vão demorar algum tempo para dar alguma dignidade ao acto…) e publicado algumas horas depois

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