25 de Abril de 1974

25 04 2008

Boas notícias!

Technorati : , , ,
Del.icio.us : , , ,
Ice Rocket : , , ,





Terra: um planeta ameaçado

22 04 2008

O edifício Charlemagne, que hospedava o encontro da ONU sobre clima em Bruxelas, Bélgica, é um exemplo perfeito de efeito estufa. Feito com estrutura de metal e concreto e totalmente revestido de vidro, funciona como uma caixa de retenção de calor. Foi projectado para deixar a luz solar entrar através do vidro e guardar o calor dentro do prédio. É mais ou menos assim que funcionam os gases que causam o efeito estufa na atmosfera da Terra. Eles deixam passar a luz do Sol e seguram o calor que o planeta irradiaria de volta. O efeito estufa é, em princípio, benéfico, como as janelas do Edifício Charlemagne. Ele ajuda a manter o clima da Terra ameno. Mas o excesso de gases produzidos pelas actividades humanas desequilibrou a atmosfera. Os gases poluentes, como o metano e o gás carbónico, são produzidos pela queima de combustíveis fósseis e pelas queimadas florestais. Para reduzir o aquecimento, será necessário diminuir as emissões desses gases.

As consequências do efeito estufa começaram a ser debatidas (…) pelos principais cientistas que estudam mudanças climáticas no mundo. Eles reuniram-se no IPCC, painel convocado pela ONU para fazer as previsões dos impactos do aquecimento em cada região do globo. (…) Já se sabe que a temperatura média global vai subir alguns graus, até o fim do século. Agora, revelaram-se as consequências.

O relatório final do IPCC reúne os dados mais confiáveis de milhares de estudos revisados por 2.300 cientistas de 130 países. As suas páginas apresentam um quadro preocupante em todos os continentes. Os cumes gelados dos Andes podem desaparecer nas próximas duas décadas, prejudicando o abastecimento de cidades que dependem de água do degelo, como La Paz, na Bolívia, e reduzindo zonas de agricultura irrigada, como as vinícolas do Chile e da Argentina. Na África, a região do Sahel, já árida, pode perder de 5% a 8% de área cultivável. Os países mais populosos do mundo, China e Índia, podem ver a produção agrícola cair até 30%, mesmo investindo em mais irrigação. Uma elevação de 1 metro no nível do mar desabrigaria milhões de pessoas em regiões como os deltas dos rios Ganges, em Bangladesh, e Mekong, no Vietname.

“Nossa expectativa é que o relatório ressalte a importância de medidas para reduzir o ritmo do aquecimento e também lembre que já precisamos pensar em como vamos administrar as consequências inevitáveis de um planeta mais quente”, disse o indiano Rajendra Pachauri, director do IPCC.

O relatório também aponta algumas aparentes vantagens para os países mais frios. O calor pode acelerar o crescimento das árvores nas florestas dos Estados Unidos, do Canadá, da Nova Zelândia, Finlândia e Rússia e pode reduzir a mortalidade por doenças ligadas ao frio, como gripe e tuberculose. A Rússia e o Canadá s podem até ter maior área de florestas, com o recuo das zonas permanentemente congeladas, o permafrost. A Nova Zelândia pode ganhar novas terras disponíveis para agricultura e pecuária. Essas vantagens compensariam os traços negativos do efeito estufa? “Isso é um mito”, diz Pachauri. “Essa vantagem não existe, ela esconde outros problemas.” O calor aumenta a quantidade de doenças e pragas. A ruptura nos padrões de chuvas enfraquece a vegetação, adaptada a condições que predominaram por milhares de anos. Além disso, o derretimento do permafrost libera volumes imensos de metano, aprisionado no gelo nos últimos 40 mil anos. O gás é 20 vezes mais potente que o carbónico para aquecer a Terra. “Até agora, temos visto um aquecimento gradual. Se essa quantidade for para a atmosfera, o clima do planeta poderá mudar bruscamente”, afirma.

O relatório do IPCC parece ter sido feito para assustar. É o oposto. Seus prognósticos são conservadores. É assim porque, ao ponderar os estudos existentes, os pesquisadores descartam as linhas de pesquisa com volume insuficiente de evidências. Desde sua criação, há 15 anos, suas previsões erram quase sempre para menos. Por isso, o relatório é recebido com expectativa por governos e empresas. Nos últimos meses, ficou claro que ninguém pode ignorar as mudanças climáticas. A questão é o que faremos com esse relatório. O único acordo internacional para reduzir as emissões poluentes é o Protocolo de Kyoto, ratificado por alguns países poluidores, como os da União Europeia, o Canadá e o Japão, mas não pelo maior de todos, os Estados Unidos. Ele prevê a redução das emissões em 5%. O acordo será revisto em 2012. Esperam-se reduções mais drásticas. O Reino Unido está propondo até 60%. Isso é fundamental para orientar o sector privado. Mesmo que algumas empresas, como a GE e a Du Pont, anunciem metas voluntárias de redução nas emissões, poucos acreditam que o mercado mude sem limites estabelecidos pelos governos. Há um tom de urgência porque, como afirma Pachauri, não há muito tempo para esperar. Se os países com clima mais frio, como os do norte da Europa, se empolgarem com a ideia de uma duradoura primavera, o mundo todo poderá sair perdendo.

in Época

É hoje celebrado por todo o mundo o Dia Mundial da Terra.

A ideia de criar esta data surgiu da importância de relembrar a população mundial da sua responsabilidade na protecção do planeta.

E tu? O que fazes para proteger o teu planeta?


Technorati : , , , ,
Del.icio.us : , , , ,
Ice Rocket : , , , ,





Nomeados para os “óscares da Internet”

18 04 2008

Foi apresentada a lista de nomeados para a 12ª edição dos Webby Awards, conhecidos como os “óscares da Internet”. A lista foi publicada no sítio oficial dos Webby, tendo sido disponibilizado um espaço dedicado ao voto dos cibernautas para o galardão.

A lista dos sítios seleccionados para a categoria de Páginas Web conta com 70 sub-categorias, que vão desde Arte, Educação, Emprego, Televisão, Notícias ou Jornais. De cada sub-categoria foram seleccionados cinco sítios. Para além da categoria de Páginas Web, vão ser premiados sítios nas categorias de Publicidade Interactiva, Filmes e Vídeos Online e sítios concebidos para telemóveis. A maioria das páginas web seleccionadas para a edição deste ano é de origem norte-americana.

Os nomeados foram seleccionados pela Academia Internacional de Artes e Ciências Digitais, organização composta por 550 membros de áreas como cultura, media e tecnologia, que pretende promover a criatividade e o progresso técnico e profissional na Internet e nos meios interactivos.

Os vencedores serão elegidos pela Academia, à excepção do prémio que resultará da votação online dos cibernautas até ao próximo dia 1 de Maio. Os resultados serão conhecidos no dia 6 de Maio e os galardões entregues no dia 10 do mesmo mês, numa gala que terá lugar em Nova Iorque.

in Público.pt

E se fossem vocês a escolher?

Quais os vossos sites favoritos, que mereciam um “award”? Partilhem a lista…


Technorati : , , , , ,
Del.icio.us : , , , , ,
Ice Rocket : , , , , ,





As estrelas também caem

17 04 2008

Estudo mórbido prevê vida curta para as estrelas rock.

Um professor inglês investigou e o semanário britânico New Musical Express deu os primeiros sinais de alarme: de acordo com Mark Bellis, aparente especialista em futurologia do «quinanço», os músicos têm a tendência para morrer cedo. A novidade não é propriamente bombástica e torna-se rapidamente um assunto corriqueiro quando as razões de tão precoce mortandade são reveladas – só o consumo desregrado de drogas e o abuso no álcool vale um terço das certidões de óbito. De acordo com este estudo, a esperança média de vida de um músico dado aos prazeres proibidos é – espante-se – 35 anos menor do que a de um comum mortal do mundo ocidental.

Mas há mais: suicídios, doenças do coração e todas as variantes cancerígenas são potenciais ceifeiras a pairar sobre a cabeça do músico que se quer estouvado. O estudo retira quaisquer perspectivas de longevidade ao incauto manipulador de guitarras, baixos, baterias ou microfones quando avisa que o simples facto de se fazer parte de uma banda de sucesso já significa fazer descontos (e não exactamente para a reforma).

O stress é, evidentemente, um alvo a abater. E viajar pelo mundo pode ser enriquecedor culturalmente mas faz mal à cabeça – o «jet lag» altera, drasticamente, os padrões de sono dos nossos génios favoritos. Carros e aviões comportam, igualmente, uma quota-parte de riscos. Com base nestes condicionalismos, o NME prevê que Pete Doherty não passe dos 34 anos; Beth Ditto (das Gossip) e Amy Winehouse podem vir a despedir-se deste mundo aos 39. Por sua vez, a neófita (e mais ajuizada) Kate Nash terá o prazer de conhecer os netos.

O respeitável Death Clock , a chacinar desde os 90’s, apurou resultados surpreendentes: Jeff Buckley, falecido em 1994, poderia afinal ter vivido até 2014; se não tivesse sido alvejado mortalmente em 1980, John Lennon levaria uma vida santa até 2029. Por sua vez, Keith Richards, dos Rolling Stones, já deve três décadas ao criador – as previsões mais optimistas não lhe vaticinavam sinais vitais depois de 1977.

in Blitz

É por isso que eu deixei o mundo da música…

Onde, por acaso, nunca cheguei a entrar! 😎


Technorati : , , , ,
Del.icio.us : , , , ,
Ice Rocket : , , , ,





“Física do impossível” está próxima

16 04 2008

O professor japonês de Física da City University de Nova Iorque tornou-se popular nos Estados Unidos por procurar tornar mais acessível uma das mais complexas ciências que existem. Agora, Michio Kaku vai mais longe e, no seu novo livro, debruça-se sobre alguns dos assuntos da física que todas as pessoas compreendem, sobretudo pela dimensão que ganharam nos filmes de ficção científica: teletransporte, invisibilidade, viagens no tempo ou contacto com extraterrestres.

“Há muitos exemplos em que se garantiu que algo era impossível, mas uma ou algumas décadas depois, provou-se a sua viabilidade”, explicou Kaku ao El Mundo, em referência à Física do Impossível, o seu novo livro, editado em Março nos EUA e que chegou este mês à Europa, em particular ao Reino Unido.

Kaku, que já dedicou parte dos seus estudos e muitos dos seus programas e artigos – na BBC, no Canal História ou na revista Cosmos – a Einstein, parece querer seguir a linha de pensamento do conhecido inventor para explicar as teorias por trás da convicção de que o teletransporte ou o homem invisível serão uma realidade num futuro mais próximo do que é esperado.

Teletransporte

No seu livro, Michio Kaku dá um exemplo bem real de como as bases teóricas do teletransporte nasceram na série de TV que mais celebrizou esta prática futurista. Durante a planificação de Star Trek, os produtores concluíram que os efeitos especiais para ficcionar o teletransporte eram demasiado caros. Foi então que o criador da série sugeriu uma nova forma: emissão de partículas. Uma ideia barata e, aparentemente, visionária. Segundo o físico japonês, os seus colegas de profissão já estão a desenvolver experiências nesta área, com o teletransporte de fotões numa distância de 140 quilómetros.

No entanto, Kaku acredita que ainda demorará alguns séculos até que este sonho da ficção científica se torne realidade. “Os fotões não estão a teletransportar-se uma vez que os fotões originais se destroem. O que se materializa no outro extremo são fotões gémeos que contêm toda a informação dos originais”, explicou.

Invisibilidade

“A invisibilidade do tipo Harry Potter, através de uma espécie de capa, não é algo que se considere, neste momento, impossível”, defende Kiku. No livro, o professor catedátrico aposta mesmo que esta capacidade física será a primeira a tornar-se realidade, através da criação de uma substância denominada metamaterial. Com a eliminação de reflexos e sombras, esta substância permitirá que qualquer objecto se torne invisível.

Viagens no tempo

Michio Kaku recorre a outro popular físico, o britânico Stephen Hawking, e à sua mudança de posição em relação a viajar no tempo – “já é possível, mas não é prático” – para dar força a um dos temas mais populares dos filmes de ficção científica. No novo livro, é explicado o fenómeno, que se baseia no aproveitamento da intensa gravidade dos “buracos negros”, mais que suficientes, segundo Kaku, para romper a estrutura espaço-tempo e permitindo, assim, andar para trás no tempo. Para fazê-lo, os físicos pretendem criar minúsculos “buracos negros” que permitam a passagem através do seu interior.

Contacto com ET

A convicção do físico japonês de que será possível estabelecer alguma forma de contacto com extraterrestres (ET) nas próximas décadas tem por base a ideia de que nunca houve, na História um período em que se conseguisse reunir tanta informação sobre a vida fora da Terra.

“Até ao momento, escrutinámos cerca de 1000 estrelas, aproximadamente, e isso não é nada. Agora, esperamos poder analisar 1000 vezes mais dados que os estudados no passado. E é por esta razão que estamos muito mais optimistas relativamente à possibilidade de estabelecer contactos com a vida extraterrestre”, prognostica Kaku.

in DN Online

Aguardo ansiosamente novos desenvolvimentos… 😐


Technorati : , , , , ,
Del.icio.us : , , , , ,
Ice Rocket : , , , , ,





Chineses boicotam produtos franceses

15 04 2008

Depois dos distúrbios à passagem da chama olímpica em Paris na passada semana, os consumidores chineses deram hoje largas ao nacionalismo e iniciaram uma campanha de boicote às marcas francesas, a quem acusam de apoiar o Dalai Lama.

Desde blogues na Internet a mensagens curtas por telefone, de correios electrónicos a mensagens instantâneas nos serviços de conversas na rede, os consumidores chineses estão a receber apelos para se recusarem a comprar marcas e produtos franceses, numa campanha que visa sobretudo os hipermercados Carrefour, líder no mercado de retalho na China.

“Se ama o seu país, não vá ao Carrefour entre 08 e 24 de Maio, três meses antes dos Jogos Olímpicos, porque os seus accionistas apoiam o Dalai Lama. O presidente francês diz que vai boicotar os Jogos, mas nós vamos boicotar os produtos franceses”, refere uma mensagem curta em chinês que circulava hoje em Pequim.

Depois de várias tentativas, ninguém atendeu o telefone no número de origem.

Uma busca no portal mais popular da Internet em chinês, o Baidu.com, dava hoje como resultado 107 mil páginas de apelo aos boicotes aos produtos franceses, depois das manifestações pró-Tibete que causaram o caos durante a passagem da tocha olímpica por Paris a 07 de Abril, levando mesmo ao apagar da chama.

Os consumidores chineses estão também revoltados com o facto do presidente francês Nicolas Sarkozy não ter posto de parte um boicote à presença na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, que decorrem entre 08 e 24 de Agosto.

Uma página no portal Tianya.cn, um dos mais famosos na China, apela aos chineses para que, ao fechar a carteira aos produtos franceses, se lembrem dos protestos de Paris, e renova a acusação de que as marcas francesas apoiam o Dalai Lama, que o governo chinês acusa de ser um separatista e de ter orquestrado as manifestações de Março contra a administração chinesa no Tibete, os mais fortes e mais violentos desde 1989.

“Depois de ter visto o que aconteceu em Paris, deixei de acreditar que os franceses são um povo amigo. A China é um país grande e poderoso e as pessoas não nos podem tratar mal impunemente. Por isso a palavra de ordem é para boicotar as marcas francesas, que estão em todos os cantos das nossas vidas – por isso no nosso poder é muito”, diz a autora da página, Hua Kai.

Hua Kai faz mesmo um mapa com os logótipos de marcas francesas existentes no mercado chinês, desde a Chanel, Dior, L’Oreal, Cartier e Lacoste à Airbus e à Renault, passando por marcas de bebidas alcoólicas e de produtos alimentares.

A campanha, no entanto, tem vindo a focar-se cada vez mais no Carrefour, que tem na China um mercado único, registando em 2007 um ritmo de expansão sem comparação no resto do mundo, ao abrir 23 hipermercados no país.

Em 2007, o volume de negócios da Carrefour China chegou aos 30 mil milhões de renminbi (cerca de 2,9 mil milhões de euros).

Um jornalista e investigador de ciências sociais que pediu o anonimato por trabalhar para uma televisão que é propriedade estatal, tal como todos os meios de comunicação social na China, considerou, em declarações à Agência Lusa, que o governo chinês é responsável pelo choque com que os chineses viram as manifestações de Paris.

“A ideia que os chineses têm de França vem sobretudo dos meios de comunicação social e como Franca sempre foi um aliado forte da China, o governo chinês sempre censurou as notícias negativas sobre os franceses”, afirmou o jornalista.

“O público chinês só conhece assim a face romântica e amigável dos franceses. É por isso que as pessoas normais estão em choque com os distúrbios de Paris, que nos vão obrigar a olhar de outra forma para a nossa relação com França”, acrescentou.

Apesar da campanha de massas contra os produtos franceses, é ainda fácil encontrar quem considere que o boicote não é boa ideia.

Li Yue, uma estudante de 26 anos, disse à Agência Lusa que “está é uma de protesto que não faz qualquer sentido numa altura de globalização”.

“O Carrefour dá emprego a milhares de chineses e a maioria dos produtos que vende são feitos na China, por isso não vejo como é que o boicote pode ter sucesso”, afirmou a estudante.

Wang Xiaofeng, jornalista e autor de um dos mais populares blogues na Internet chinesa, escolheu responder ao boicote com sentido de humor – “eu sempre boicotei a cultura francesa: nem sequer sei falar francês”.

“Tenho no bolso uns quantos vales de desconto do Carrefour. Pelo menos se for nos próximos dias vou conseguir fugir às longas filas. E, já agora, se é para eu boicotar alguma coisa, vou começar por boicotar os cretinos que organizam os boicotes“, diz Wang.

in Visão

Não sei se eles pensaram no facto de que, se a moda dos boicotes a produtos estrangeiros alastra, a China será a principal prejudicada, já que grande parte do que se “consome” no mundo moderno, é fabricado e exportado pela pátria da grande muralha…

E motivos para boicotes contra o mais populoso país do planeta não faltam! Infelizmente…


Technorati : , , , , , ,
Del.icio.us : , , , , , ,
Ice Rocket : , , , , , ,





World Press Cartoon 2008

14 04 2008

O cartonista alemão Rainer Ehrt foi o grande vencedor da quarta edição do World Press Cartoon. O desenho intitulado “Tower of Brussels”, que também recebeu o primeiro prémio na categoria de Cartoon Editorial, representa uma torre de Babel com políticos da União Europeia.

Os outros vencedores foram Achille Superbi (Itália), com “Michael Ballack”, na Caricatura, e Hassan Karimzadeh (Irão), com “Loading…”, na categoria de Desenho de Humor. Todos os desenhos foram publicados em 2007 no “Eulenspiegel”, “La Tampa” e “Etemad-e Melli”, respectivamente. (…)

No total foram apresentadas a concurso mais de 400 obras de humor gráfico de imprensa. O prémio foi dividido em três categorias: Cartoon Editorial, Caricatura e Desenho de Humor.

Os segundos prémios distinguiram António Jorge Gonçalves (Portugal), por “Dalai Lama”, na categoria de Cartoon Editorial; a Turcios (Colombia), pela obra “Elvis Presley”, na categoria de Caricatura; e a Rogelio Naranjo (México), por “É uma menina”, na categoria de Desenho de Humor.

Foram reconhecidos com terceiros prémios Orjan Jensen (Noruega), com “Global Warming, melting of the artic”, na categoria de Cartoon Editorial, a Agustin Sciammarella (Espanha), com “Noriega”, na categoria de Caricatura, e a Moa (Brasil), com “Carrousel”, Desenho de Humor.

Doze menções honrosas foram também entregues (quatro por categoria) a autores cujos trabalhos tiveram destaque pela qualidade gráfica e editorial. (…)

O World Press Cartoon 2008 pretende dar a conhecer e distinguir os melhores trabalhos produzidos e publicados em jornais ou revistas durante o ano de 2007. “Quem visite atentamente a exposição poderá avaliar a riqueza dos desenhos publicados em 2007. Os protagonistas são outros, ainda que alguns marquem sucessivamente presença, fruto da lógica interna dos jogos internacionais de poder” diz o cartoonista António Antunes. “Onde há conflitos, onde há incertezas e ameaças à liberdade e ao bem-estar dos povos, há bons cartoons editoriais, boas caricaturas”, acrescenta.

in Público.pt


Technorati : , , , ,
Del.icio.us : , , , ,
Ice Rocket : , , , ,








%d bloggers like this: