Mês: Agosto 2008

As mulheres mais poderosas do mundo

A chanceler alemã Angela Merkel foi considerada pelo terceiro ano consecutivo a mulher mais poderosa do mundo, no top 100 da revista Forbes, que envolve mulheres avaliadas pela carreira, impacto económico e mediático.

Em segundo lugar no top ficou Sheila Bair, presidente do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) dos Estados Unidos. Não há nenhum nome português na lista.

A Secretária de Estado norte-americana Condoleeza Rice é a outra governante no top 10, apesar de ter caído três posições desde o ano passado (7.º lugar), no momento em que a administração Bush se prepara para deixar o poder em Janeiro depois das eleições de Novembro.

O restante top 10 é formado pelas directoras executivas das empresas PepsiCo, WellPoint, Anglo American, Kraft Foods, Temasek Holdings, Areva e Xerox.

«É inspirador ver o que certas mulheres fizeram e ouvir algumas das suas histórias de vida», afirmou o chefe de redacção da Forbes.

Na lista total constam 54 mulheres de negócios e 23 políticas, com as personalidades dos média e líderes de organizações não lucrativas a ficarem para os lugares finais do top 100.

in Sol

Veja aqui a lista completa

Ler também Celebridades poderosas, segundo a Forbes


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Jovens apelam ao crime na net

Não escondem o rosto nem as armas no Hi5.

São jovens, moram nos subúrbios das grandes cidades e apelam ao crime de forma directa. Ostentam armas, objectos roubados e desafiam a polícia.

Estão espalhados na internet, não escondem o rosto e definem-se como bandidos.

As polícias acompanham o fenómeno crescente, mas pouco fazem. Os crimes que supostamente lhes poderiam ser imputados são menores e muitas das vezes a necessidade que estes jovens sentem em expor os seus feitos acaba por ser importante para que as autoridades os conheçam.

in CM

E o que é preciso para irem “atrás” deles?

Que matem alguém?!

Quando são detidos, ou são libertados porque não tem idade suficiente para pagar pelo crime que cometeram (mas tiveram idade para o cometerem!), ou colocados em unidades para acolhimento de menores “dificeis”, onde normalmente não se demoram e voltam à “actividade” anterior…

Se são presos, no máximo resume-se numa pequena pena de prisão, em que não fazem nada a não ser dormir e comer à custa dos contribuintes!

Se os obrigassem a “trabalhar no duro” durante o tempo de detenção (cujo enquadramento penal devia ser revisto para crimes violentos), certeza que pensariam duas vezes antes de voltar a cometer algum crime, e serviria de “aviso” para os “pré-delinquentes”.

Mas eu não mando nada! 😐


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O regresso dos Led Zeppelin

Os Led Zeppelin estão a trabalhar em novas canções que podem vir a integrar um novo álbum da banda, o primeiro desde 1979 – ano da edição de In Through The Outdoor, último álbum lançado antes da morte do baterista John Bonham e da separação do grupo, em finais de 1980 (surgiria ainda Coda, em 1982).

A notícia foi confirmada por Jason Bonham, filho do antigo membro do grupo, à rádio 94.7 WCSX.

O músico, que ocupou o lugar do pai no concerto de reunião em Londres (em Dezembro de 2007), revelou ainda que este é um projecto nascido desde o regresso de Jimmy Page, John Paul Jones e Robert Plant aos palcos. No entanto, este último, o vocalista, ainda não integrou as sessões de estúdio com os restantes músicos: “Tenho estado a trabalhar com o Jimmy e o John Paul, estamos a testar material novo”, revelou Jason Bonham. “Não sei onde vamos chegar mas vão existir resultados. Neste momento, tudo o que sei é que tenho o grande prazer de estar presente e improvisar com aqueles dois, dando início a um novo trabalho”, contou à rádio norte-americana, numa entrevista também citada pelo britânico New Musical Express.

Referindo-se ao dia-a-dia em estúdio, Jason Bonham apenas recorda que “enquanto estamos em trabalho não faço perguntas, limito-me a apreciar cada momento em conjunto com aqueles músicos”. Este é, aliás, um sonho que o baterista sempre alimentou e que agora pode concretizar: “É algo fenomenal, independentemente do resultado final”, disse.

No entanto, as novas composições dos Led Zeppelin não confirmam em definitivo a edição de um novo álbum. Jason Bonham esclareceu que essa possibilidade está “em aberto” desde que os músicos deixaram o palco da O2 Arena em Londres. O filho do lendário baterista dos Led Zeppelin lembra que é necessário “polir algumas arestas políticas antes que uma decisão dessas fosse tomada de forma definitiva”.

A concretizar-se a edição de um novo registo, este seria o segundo disco dos Led Zeppelin editado após a morte de John Bonham, falecido a 25 de Setembro de 1980. A banda, que iniciou actividade discográfica em 1969 (com um álbum homónimo), ainda colocaria no mercado Coda, uma colecção de outtakes e temas nunca antes revelados. Desde então (1982), aquela que é ainda uma das influentes bandas do universo rock’n’roll apenas apresentou reedições, colectâneas e edições em vídeo. Até hoje, uma reunião dos Led Zeppelin em estúdio sem John Bonham nunca foi opção válida.

in DN

Boas notícias!! 🙂


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Bombeiros fazem ‘striptease’ para angariar fundos

Um grupo de 18 bombeiros de Liège, na Bélgica, vai participar, em Setembro, num espectáculo de striptease para angariar fundos para a família de um colega que morreu em serviço há quatro meses.

Na iniciativa, prevista para 13 de Setembro no recinto de Liège, os participantes, que já pousaram nus para um calendário por causas de beneficência, vão actuar com todos os carros de bombeiros da corporação, acompanhados de música e efeitos especiais e pirotécnicos.

O espectáculo, que terá como cenas a “saída da prisão”, um “incêndio”, o “resgate com corda” e um “desfile”, é descrito como «’sexy’ mas profissional».

A entrada, acessível a maiores de 16 anos, rondará os nove euros.

in Destak

Aí está uma ideia que provavelmente os bombeiros portugueses terão brevemente que adoptar para poderem pagar a gasolina e as reparações dos carros, já que quem os devia financiar (governo), obriga-os mesmo a andar de “tanga”!!


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“Ilusão” garante Jogos perfeitos à China

Um “playback” na cerimónia inaugural, encenação digital no fogo-de-artifício, controlo meteorológico ou ginastas sem idade suficiente para competir são apenas algumas das fabricações olímpicas criadas pela China para mostrar ao Mundo uns Jogos Olímpicos impecáveis.

Milhões de espectadores por todo o Mundo assistiram ao espectáculo inédito que marcou o arranque dos Jogos, mas, dias depois do início perfeito, a magia chinesa começou a perder o encanto.

A ordem do governo chinês era clara: a pequena cantora tinha que ser “perfeita”, por isso a menina fotogénica que encantou o Mundo a entoar Ode to Motherland na festa de abertura fez “playback” para esconder o sorriso desalinhado da verdadeira cantora.

“Yang Peiyi falhou a selecção [para aparecer na cerimónia] devido ao seu aspecto. Foi pelo interesse nacional“, explicou Chen Qigang, director musical do espectáculo, confirmando o “playback” na televisão estatal chinesa.

A série de fogo-de-artifício com forma de pegadas que iluminou a noite de Pequim para mostrar o caminho até ao Estádio Nacional – Ninho do Pássaro – foi uma encenação tecnológica, e o jornal Beijing Times foi o primeiro a confirmar a técnica utilizada.

A poluição e o nevoeiro de Pequim não iriam permitir uma visualização perfeita da cerimónia, e seria demasiado perigoso permitir uma filmagem aérea, o que justificou a encenação, explicou Gao Xiaolong, responsável pelos efeitos visuais da cerimónia.

Durante os JO, as autoridades chinesas substituiíram o nevoeiro por uma “neblina”.

Para afastarem a densa camada de poluição que envolve Pequim e dar a imagem de uma capital limpa, as autoridades chinesas mandaram fechar fábricas, limitaram a circulação automóvel e controlaram a meteorologia para conseguirem alguns dias olímpicos de céu azul e sol.

Pequim já tinha pintado a relva da capital com tinta verde quando, em 2001, a cidade foi examinada pelo Comité Olímpico Internacional como candidata à Organização dos Jogos.

A liberdade de expressão foi mais um simulacro. A China definiu três zonas para a realização de protestos olímpicos, mas embargou todos os pedidos de autorização (77 candidaturas) para manifestações durante os Jogos, silenciando qualquer voz dissidente que prejudicasse “os interesses nacionais”.

Alguns dos activistas que cumpriram a lei chinesa e apresentaram pedidos para a realização de protestos, estão presos e outros sob vigilância.

“A definição dos lugares de protesto foi uma brincadeira”, afirmou à Lusa Wang Xiao Feng, um conhecuido jornalista chinês, “porque o governo não iria suportar protestos”.

A par das espectaculares instalações olímpicas, várias paredes de informação cultural e publicitária foram erguidas na capital chinesa para esconderem os bairros mais pobres dos olhares dos visitantes estrangeiros que vinham visitar a cidade anfitriã, moderna e harmoniosa.

As hospedeiras chinesas que entregam as medalhas olímpicas e dão assistência aos visitantes foram criteriosamente seleccionadas e treinadas para sorrir, “pela honra da China”.

A equipa chinesa de ginástica conquistou a medalha de ouro com a ajuda de uma pequena atleta que, segundo a própria imprensa estatal chinesa, tinha apenas 13 anos há nove meses.

Actualmente, o passaporte chinês da jovem prova que ela tem 16 anos, a idade mínima para competir nos Jogos, facto estranho que nem as autoridades chinesas comentam nem o Comité Olímpico Internacional investigou.

Tudo em prol do “interesse nacional”, foi assim que a China justificou as falsificações e truques olímpicos que encenaram os Jogos aparentemente livres de erros ou imperfeições.

Em declarações recentes à imprensa chinesa, Zhang Yimou, director artístico das cerimónias de abertura e encerramento, notou que seria impossível organizar num país ocidental uma cerimónia com a sincronização e espectacularidade que a China mostrou na festa inaugural, devido à existência de sindicatos, regulamentos e de fraco espírito de sacrifício artístico.

“Os estrangeiros admiram isto. Este é o espírito chinês. Conseguimos fazer com que o nosso desempenho alcance um nível elevado através de um trabalho duro e esperto. Isto é algo que muitos estrangeiros não conseguem alcançar”, referiu à imprensa Zhang.

Nos Jogos chineses o feitiço não se vira contra o feiticeiro: A competição terminou e a China venceu a corrida ao “ouro”, indiferente às críticas e convencida de que os Jogos de Pequim vão ficar na história como o momento de abertura da China ao Mundo, mesmo que essa abertura seja apenas mais uma ilusão.

in Lusa

Ler também China “falsifica” Jogos Olímpicos e China vai controlar o clima


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Polícia multa polícia que estava a multar

Uma operação da Brigada de Trânsito da GNR, segunda-feira, em Vila Nova de Poiares, está na origem de uma situação insólita: a “mando” do presidente da Câmara, um militar da BT foi identificado pela Polícia Municipal.

O caso aconteceu por volta da hora de almoço, quando militares do Grupo de Acção e Conjunto (GAC) da BT – que tem sede em Lisboa, mas actua por todo o país – procediam a uma operação de fiscalização numa rotunda à saída da localidade, no acesso à Estrada Nacional 2 e 17, tendo estacionado um dos automóveis (uma VW Sharan) em cima do passeio.

Um dos visados pela acção dos militares foi um veículo de transporte de mercadorias ao serviço da autarquia – “apanhado” a entrar numa via interdita a pesados e outro que acabou por ser multado por estar a derramar óleo – e a resposta do Município não tardou: passado pouco tempo, um agente da Polícia Municipal (PM) passou pelo local e identificou o militar que conduzia o veículo da BT, com vista à posterior elaboração de um auto pelo facto de o ter estacionado em cima do passeio.

A actuação da PM é confirmada ao JN pelo presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, Jaime Soares, que recusa que se tenha tratado de uma retaliação. “Não tem nada de anormal. Cada um tem as suas competências. A PM funcionou exactamente como a BT, zelando pelo cumprimento da lei. Os exemplos devem vir de cima”, disse, admitindo ter dado ordens à PM para “fazer cumprir rigorosamente a lei”, recorrendo, caso necessário, ao reboque da viatura da BT.

A revolta de Jaime Soares é ainda maior pelo facto de os militares da GNR terem “ignorado” o facto de o veículo ao serviço da Câmara ter uma “autorização especial” para circular na dita via, interdita a pesados. O autarca alega que, tratando-se de uma estrada municipal, “compete ao presidente da Câmara autorizar a circulação em condições excepcionais”, como diz ser o caso: o veículo em causa ia recolher uma máquina de arrasto que estava a proceder à limpeza de estradas, facto explicado aos militares por um encarregado da autarquia. De acordo com o autarca, esta acção de fiscalização à saída da localidade seguiu-se a uma primeira operação stop numa das principais praças da vila, em dia de feira, coisa que diz nunca ter visto. “Quem passava parava. E uma boa parte deles eram multados, quase a eito”, disse, acusando a BT de “nítida caça à multa”. Para Jaime Soares, estão em causa “instruções superiores do poder político” com vista a “equilibrar o défice e a fazer crescer as verbas para o próximo Orçamento de Estado”, ou mesmo uma “perseguição ao presidente da Câmara” por ser uma pessoa “politicamente incorrecta”.

Embora compreenda que “ninguém está acima da lei”, Jaime Soares considera que “as leis não são qualquer coisa abstracta. Têm de ter vida, humanismo, sentimentos, e isso transmite-se através de sensatez”, que diz não ter existido na acção de anteontem.

Ao JN, o porta-voz da BT, major Lourenço da Silva, confirmou que um militar da GNR que participava na operação foi identificado por um agente da PM de Vila Nova de Poiares, mas recuou-se a comentar o caso. Explicou que se tratou de uma operação de fiscalização normal e negou que tenha havido qualquer “caça à multa”, explicando que foram levantados apenas três autos. Sobre a autorização especial invocada por Jaime Soares, diz que essa excepção teria de estar patente num painel adicional, localizado por baixo do sinal de trânsito.

in JN

Este meu querido Portugal… 😆


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Enganando o mundo com fotografias

Esta foto foi tirada pela primeira vez pela Reuters como uma imagem de uma “mulher morta levada pelos soldados georgianos na cidade de Gori”. Mas, surpreendentemente, a “mulher morta!” segura o braço da enfermeira.

Este homem que transborda dor e raiva está sentado exactamente no mesmo sitio em que foi tirada a foto anterior: o mesmo monte de detritos está por trás das suas costas e pedaços de metal da foto da “mulher morta” que era socorrida estão aqui exactamente como na foto anterior – mais uns pedaços não identificados de metal.

O que se supõe que representem?

Combate sujo: Fotos para provocar ódio e mais sofrimento

Recordam-se da imagem de um muçulmano bósnio supostamente enjaulado (…), num “campo de concentração sérvio?

A foto falsa filmada por uma equipa de televisão britânica converteu-se num símbolo mundial da guerra na Bósnia. Mesmo depois de se provar que o “prisioneiro” não era um prisioneiro para começar, (…), esta foto continuou a ser orgulhosamente exibida em todo o mundo até hoje como “evidência” de que os sérvios dirigiam “campos de concentração” na Bósnia Herzegovina. Inclusive, o tribunal de Haia apresenta esta imagem falsa no seu site da Internet, mostrando evidente prejuízo e cegueira voluntária, um menosprezo intencional dos direitos e da verdade em todas as suas formas.

O “engano” com imagens é tão antigo como a capacidade do homem em produzir imagens. (…)

Alguém continua a mover o “seu filho”

A legenda que a Reuters deu a esta foto foi “georgianos de pé junto ao corpo do seu filho na cidade de Gori”. A mulher olha para o céu donde, presumidamente, a morte caiu sobre o “seu filho”.

Mas para os propósitos desta foto o corpo do “filho” foi obviamente movido do local em que estava. Isto, obviamente, não foi feito para cobrir as partes nuas do corpo do homem morto, nem para permitir uma certa dignidade ao morto.

Foi feito pela luz? (Seria preciso desafiar a Reuters para procurar uma mãe – qualquer mãe – que permitisse arrastar o corpo meio nu do seu filho pela sujidade de una maneira semelhante, enquanto recebia instruções de um fotógrafo sobre onde para, para onde olhar e o que fazer de seguida).

(…)

Mas, quando vês histórias de fotos manipuladas como estas da Reuters britânica, há que ser bondoso e lembrar – podiam andar por aí a destruir nações inteiras, mas o salário de alguns depende disso, assim que – tinham que o fazer.

http://www.popgive.com/2008/08/strange-things-at-reuters-photos-from.html

Mais exemplos

Em ambas as fotos, o mesmo homem encontra-se como se estivesse morto, mas em diferentes posições e em sítios diferentes.

Na foto inferior, os georgianos transportam um cadáver junto a outro que resulta ser o da primeira foto, pelo que, entre foto e foto, deram-lhe a volta.

Reparem também que o homem de negro na segunda foto é o mesmo que abraça chorando o cadáver da primeira, o curioso é que entre ambas as fotos tenha trocado de calças (novas e limpas!).

Virado para baixo, depois para cima, mas sobre a pessoa no há pó. E não são visíveis feridas. Lavado, provavelmente…

in Rebelión

Mais palavras para quê?… 😐


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