Sócrates “vende” o Magalhães

31 10 2008

(…) O primeiro-ministro, José Sócrates, fez da sua primeira intervenção na Cimeira Ibero-Americana “um momento de promoção” do computador Magalhães, presente na mesa de trabalho dos 22 Chefes de Estado e de Governo.

Durante mais de cinco minutos Sócrates apresentou o Magalhães como sendo “o primeiro grande computador ibero-americano” dizendo mesmo que é uma “espécie de Tintim: para ser usado desde os sete aos 77 anos”. (…)

(notícia completa aqui)

socrates e chavez.gif

SócratesHugo, eu não te disse que se conseguia ver qualquer site da internet?! Aquilo dos filtros para crianças, foi para calar a imprensa…

Mário LinoAhhhhh??! 😯

Hugo ChavezMuy bueno, José… 😛

SócratesO Magalhães é porreiro, pá! 😉

Mário LinoAaahhhhhhh… :mrgreen:

A Intel, a Microsoft e a JP Sá Couto devem andar todas contentes… Arranjaram um primeiro-ministro que trabalha para eles!

Mas também estará a ser bem pago por isso… É justo! 🙄

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O dia em que Marte atacou

30 10 2008

30 de Outubro de 1938. Aos microfones de uma estação de rádio com projecção nacional, Orson Welles e uma equipa de actores e técnicos de sonoplastia apresentavam uma adaptação radiofónica do romance de H.G. Wells A Guerra dos Mundos, que relata uma inesperada e violenta invasão da Terra pelos marcianos. Era apenas uma emissão de teatro radiofónico, integrada no programa Mercury Theatre On The Air. Mas acabou por lançar o terror entre muitos dos ouvintes. Houve quem fugisse da área onde se julgava estar a acontecer a “invasão” marciana. Chegaram relatos de pessoas que sentiam o cheiro de gases venenosos ou avistavam luzes nos céus. Histórias de pânico que, no dia seguinte, surgiram nas páginas dos jornais.

O programa, com perto de uma hora de duração, começava com uma apresentação do romance de H.G. Wells. Explicava-se que a acção seria projectada em 1939. E então a emissão continuava com um boletim meteorológico e música pela orquestra da CBS. A ficção entra em cena quando surge um primeiro noticiário, que encena uma interrupção da emissão, e dá conta de estranhas explosões observadas em Marte. Orson Welles, veste então a pele de um astrónomo. E chegam mais notícias. Alarmantes desta vez, anunciando a queda de um meteorito no estado de Nova Jérsia. Um repórter, em directo, descreve a cena. E é ele quem, pouco depois, dá conta do primeiro ataque marciano.

No livro de H.G. Wells, originalmente publicado em 1898, a “invasão” marciana tem lugar em bucólico cenário britânico, e decorre algures, nos finais do século XIX. A adaptação apresentada na rádio, na qual colaborou o próprio Orson Welles, propunha contudo uma mudança de tempo e de local da acção, encenando o primeiro ataque perto de uma pequena cidade no estado de Nova Jérsia, nos Estados Unidos… Ou seja, bem mais “perto” dos ouvintes.

A adaptação emitida pela rádio fugia aos cânones habituais do chamado teatro radiofónico. Foi pensada num modelo próximo do que hoje o cinema por vezes propõe como “mockumentary”, ou seja, usando linguagens do jornalismo para apresentar uma ficção. A Guerra dos Mundos, nesse dia de 1938, chegou aos aparelhos de rádio dos ouvintes que acompanhavam a emissão sob a forma de noticiários de ficção e simulações de reportagens em directo. Na verdade tudo acontecia num estúdio em Nova Iorque. Mas a capacidade em criar a ilusão pelo som fez o resto.

Naturalmente o clima de ansiedade e medo surgiu apenas junto dos que não acompanharam o programa desde os primeiros minutos. Programa sem interrupção para publicidade, o Mercury Theatre On The Air criou junto de muitos a ilusão de se estar perante o acompanhamento de um acontecimento em curso.

Correm várias versões sobre os factos daquele dia. Há histórias de geólogos que terão partido em busca do “meteorito” caído em Nova Jérsia, assim como relatos da chegada de populares à pequena cidade onde a invasão teria começado. Conta-se mesmo que alguém terá disparado contra um reservatório de água de um agricultor, tomando-o por uma “nave” marciana.

No final da emissão, aos ouvintes foi lembrado que tinham assistido a uma obra de ficção. Mas o pânico entretanto gerado motivou telefonemas (para a CBS e polícia) e, depois, queixas que, acabaram sem castigo. A estação comprometeu-se contudo a não usar mais o anuncio de interrupção de emissão para fins de ficção.

Esta emissão histórica de rádio que assustou a América faz hoje 70 anos.

in DN Online

Spooooooky! 8)

Mas que eles ‘andem’ aí, ‘andem’! 😯


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Aluno morto por não fazer os deveres

29 10 2008

Um professor primário de um colégio em Alexandria, Egipto, espancou um dos seus alunos até à morte por este não ter feito os trabalhos de casa, relata terça-feira o jornal Al Masry.

O profesor Haytham Nabil Abdel Hamid, de 23 anos, bateu no aluno, de seu nome Islam Amr, 11 anos, com uma régua, advertindo-o para que não voltasse a ir as aulas sem fazer os deveres.

Depois, decidiu voltar a “repreender” o aluno, batendo-lhe até que este perdeu a conciencia e teve de ser transportado para o Hospital Sharq al Medina, onde acabaria por falecer.

O professor declarou que “não tinha intenção de matar o estudante, pretendendo somente castigá-lo por não ter feito os exercícios”.

As autoridades já prenderam Haytam Hamid que, segundo fonte judicial, “deve ser julgado por homicídio involuntário”.

in Visão

Ah! …”não tinha intenção de matar o estudante, pretendendo somente castigá-lo por não ter feito os exercícios”! Fico muito mais descansado depois da explicação! 😯

Impressionante!


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Barack Obama: o alvo nº 1?

28 10 2008

As autoridades norte-americanas detiveram dois jovens que planeavam um massacre racista. A ideia era matar mais de 100 negros e depois tentar assassinar o candidato democrata às eleições da próxima semana.

De acordo com os autos, os jovens, que tencionavam matar 102 negros, tinham por objectivo último tentar «assassinar o candidato presidencial Barack Obama», que poderá ser o primeiro negro a dirigir os Estados Unidos, caso seja eleito a 4 de Novembro.

Já ameaçado, o candidato beneficia desde que começou a campanha, início de 2007, da protecção dos serviços secretos da USSS, a agência federal encarregue da segurança do presidente dos Estados Unidos e das altas personalidades.

Daniel Cowart, de 20 anos, e Paul Schlesselman, de 18, originários do Tennessee e do Arkansas, foram detidos em Alamo (Tennessee) na quarta-feira por «ameaças contra um candidato à presidência», «posse ilegal de arma de fogo» e «conspiração para roubo de arma», segundo o Departamento da Justiça norte-americano.

Os dois suspeitos contavam assaltar um armeiro, e depois matar a tiro 88 negros e decapitar outros 14, «visando, nomeadamente, uma escola maioritariamente afro-americana», segundo o agente Brian Weaks, do Gabinete federal norte-americano do Álcool, tabaco e armas de fogo (ATF), que conduziu o inquérito e cujas declarações constam dos autos.

O número 14 alude às 14 palavras do slogan racista: «Temos de proteger a sobrevivência da nossa raça e o futuro das crianças brancas». O número 88 significa «HH», oitava letra do alfabeto e quer dizer «Heil Hitler», a saudação hitleriana.

«Eles disseram também que a sua última acção de violência seria tentar matar o candidato presidencial Barack Obama», testemunha o agente.

Segundo os autos, «ao acusados asseguraram que estavam prontos a morrer durante esta tentativa de asssassínio». Os dois jovens previam lançar a sua viatura contra Barack Obama e disparar contra ele da janela do carro. Contavam os dois usar para a ocasião um smoking branco e uma cartola.

Momentos antes de serem detidos, tinham comprado uma corda de nylon e passa-montanhas e estavam na posse de várias armas de fogo, entre as quais um espingarda de canos serrados.

Vão ser presentes quinta-feira a um tribunal federal de Mênfis (Tennessee).

A equipa de campanha de Obama recusou comentar estas informações.

Os Estados Unidos continuam traumatizados com os atentados de Setembro de 2001 e o país não esqueceu os assassínios dos irmãos John e Robert Kennedy e de Martin Luther King.

O medo de um atentado contra Obama continua bem viva entre os partidários do candidato.

No final de Agosto, três homens, um dos quais armado e outro conhecido por ser um simpatizante pró-nazi, foram detidos em Denver (Colorado, ocidente) durante a Convenção democrata onde o senador foi oficialmente designado candidato.

No início do mesmo mês, agentes dos serviços secretos detiveram em Miami (Florida, Sudeste) um homem que ameaçara matar o candidato negro.

Armas de fogo, munições e armas brancas foram apreendidas na casa e na viatura deste indivíduo.

«Se este negro for eleito, eu próprio o assassinarei», declarara publicamente segundo os documentos da polícia.

in Visão

Nunca um presidente americano (caso seja eleito) esteve tão ameaçado de não terminar o seu mandato como Barack Obama!

É triste que assim seja! Que ódios racistas possam travar uma mudança que se apresenta urgente num país (e num mundo!) que tem sido governado, nos últimos tempos, pela incompetência… 😕


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‘Explicações’ online entre 0,75 e 17€

27 10 2008

Aprender e tirar boas notas passa cada vez mais pelas explicações, em que muitos pais deixam avultadas verbas mensais. Para além do explicador doméstico tradicional, o negócio expandiu-se para os centros de explicações e chegou agora a um mercado global: a Internet.

Os pais gastam cada vez mais em explicações para os filhos terem boas notas. Se o explicador caseiro tende a acabar, o negócio dos centros de explicações, a maioria franchisados, está em franca expansão, sendo já uma saída para professores desempregados, caso de Sandra Piedade, que encontrou uma solução no Mathnasium. O último grito é a Internet, onde não se dão propriamente explicações mas esclarecem questões. Tirar uma dúvida pode custar entre 75 cêntimos e 17 euros, consoante o grau de escolaridade do aluno e a complexidade da resposta.

“Bom dia”, diz o aluno. “Bom dia, posso ajudar?”, responde o professor. “Queria tirar uma dúvida de matemática. O que é maior: 0,3 ou 0,03?”, continua o aluno. O diálogo on-line prossegue com o acordo entre os dois de quanto custará esclarecer a questão. Assim funciona o www.tiraduvidas.eu, portal onde alunos e professores esclarecem dúvidas de todas as disciplinas e a qualquer hora. Basta que um dos mais de cinco mil docentes esteja online para responder.

A rentabilidade de custos e a disponibilidade do serviço são duas das vantagens para quem recorre a este serviço, em vez do sistema tradicional ao qual recorre cerca de metade dos alunos do secundário. Mas por que razão, tantos alunos se socorrem das explicações? Albino Almeida, presidente da Confap, não tem dúvidas: “O exame é uma roleta-russa que em duas horas pode decidir o futuro de um aluno. É natural que crie ansiedade no aluno e na própria família.”

O portal tem 2500 visitas por dia, 20 mil alunos registados e cinco mil professores. O serviço é pontual, e as dúvidas só são esclarecidas se o aluno tiver saldo na conta, carregada online. Até final do ano, Luís Pereira estima chegar a 300 mil jovens e 15 mil docentes. Em média, os que mais utilizam o serviço carregam 15 euros mensais, mas há quem lá deixe 50 euros por mês. Os mais familiarizados com o sistema chegam a colocar a questão a vários professores para comprar ao melhor preço.

Cada professor gere o tempo online consoante a sua disponibilidade, podendo até ser chamado via sms por um aluno. Hoje a professora mais requisitada recebe 70 euros mensais, mas o serviço vai disparar neste ano lectivo, acredita o mentor do projecto. Metade do preço da dúvida vai para o professor, o “que faz deste serviço um negócio para os professores, que daqui podem tirar rendimentos”, diz Luís Pereira. A qualidade do serviço é, numa primeira fase, filtrada pelo gestor do portal que avalia o curriculum do professor. Depois o “negócio” flui e resolve-se entre quem pede e fornece o serviço.

in DN Online

A tecnologia no seu melhor… 😕

O “Magalhães” começa a fazer jeito! 🙄


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Café em excesso pode reduzir seios

24 10 2008

Um estudo sueco sugere que o consumo de café em excesso pode provocar uma diminuição no tamanho dos seios de algumas mulheres.

A pesquisa publicada na revista científica British Journal of Cancer indica que a diminuição ocorre por conta de uma variação genética que atinge cerca 50% das mulheres e apenas entre aquelas que tomam três ou mais chávenas de café por dia e não usam pílulas anticoncepcionais.

Segundo o estudo, a mutação genética seria a responsável pela relação entre o consumo de café e o tamanho dos seios por afectar as hormonas femininas.

Uma das explicações oferecidas pelos cientistas é de que o café contém estrogénios que poderiam afectar directamente as hormonas das mulheres e causar um impacto no tamanho dos seios.

“Beber café pode ter um impacto grande no tamanho dos seios”, disse a coordenadora do estudo, Helena Jernstrom, da Universidade de Lund, na Suécia.

Pesquisa

Para realizar o estudo, os pesquisadores analisaram 300 mulheres que não tomavam pílulas anticoncepcionais e não tinham histórico de cancro. Entre elas, 50% possuíam a variante genética.

Durante dez anos, as voluntárias responderam a questionários periódicos sobre consumo de café, uso de contraceptivos e hábitos como o fumo, por exemplo.

Além disso, os pesquisadores mediram os níveis hormonais e o tamanho dos seios das mulheres. Os seios foram medidos como se fossem pirâmides – multiplicando o tamanho da base e das laterais para indicar o volume.

Ao final da pesquisa, os cientistas observaram que as mulheres com a variação genética e que tomam uma quantidade moderada ou alta de café (pelo menos três xícaras por dia) apresentaram uma diminuição no tamanho dos seios.

No entanto, os pesquisadores alertam que as mulheres que bebem café não precisam se preocupar porque a diminuição não é repentina e não fará com que os seios percam todo o volume.

in Globo.com

– Meninas: cuidado!! 😯

– Homens: olho nelas!! :mrgreen:


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E nós, podemos falir?!

23 10 2008

A Islândia pode falir. Parece que é assim que se diz. Olhando para a história e o comportamento diletante de alguns países – estou a lembrar-me de um em particular – julguei que a notícia não era propriamente nova. Mas, pelos vistos, a ideia de que um país pode, digamos assim, apagar a luz, está na ordem do dia. A Islândia, uma das nações mais ricas do mundo, já não pode sustentar-se. Deu-se a especulações e rebaldaria financeira, desgovernou-se, e acabou a mendigar um empréstimo à Rússia, daqueles que nem a um amigo se pede.

Não sei o que virá a seguir, mas antecipo já o que estarão a pensar: não temo pelo futuro de Portugal.

A ditosa pátria tem, desde logo, um enorme seguro de vida, inacessível em massa aos outros países: os portugueses. Levamos as tragédias na boa, até fazemos anedotas das nossas circunstâncias. «Olha, as taxas de juro subiram outra vez. Lá vou ter de ir ao Momento da Verdade dizer que comi a minha sogra.» E bebe-se mais um copo. Um povo que se ri de si próprio dura mais. Até quarenta por cento mais, aprendi eu numa aula de inglês.

Na verdade, andamos a rir-nos desde 1143.

E nessa altura, note-se, ainda não comíamos a sogra, só batíamos na mãe. No tempo em que os animais falavam, por alturas do Big Brother, um tal comportamento ainda garantia um cheque chorudo e dava para governar uma casa jeitosa. Um pontapé numa amiga, ao vivo e em directo, também estava bem cotado. Mas desvalorizou muito. Os miúdos já batem nos pais e nos professores e nem isso lhes garante sustento. Agora, com a Teresa Guilherme in charge, essas irreverências não chegam sequer para sermos seleccionados. Porém, se o português despudorado tiver uma vida sexual desastrada, consumir drogas, «não tiver um emprego certo» e estourar a herança do pai ao jogo, é um sério concorrente à sua própria autonomia financeira. Ou como diz um amigo meu, «basta que mostre o melhor do seu pior». E não minta, chegado o momento da verdade.

Pelo lado da Economia e do mercado financeiro, nada a temer, também. Enquanto outros, nos países grandes, jogam à grande com as fichas deles a expensas nossas – é por isso que se chama economia de casino, não? – os empresários e aditos do jogo financeiro em Portugal são como um grupo de amigos à volta do Monopoly. Julgam-se donos de tudo, mas, quando muito, mandam na rua deles. Às vezes, de tão viciados, jogam à séria e fazem umas patifarias nos BCP´s desta vida. Mas fica tudo entre amigos. E nós nem sequer protestamos.

Por fim, não corremos o risco de ver o Estado português falir. Pela simples razão de que não pode falir o que não existe. Desde há vários anos que o paradeiro do Estado é desconhecido nas escolas, hospitais, museus e entidades financeiras. «Afinal, quem manda aqui?», é a pergunta típica do português na fila de espera de um qualquer serviço. Se alguma vez essa indignação tivesse resposta, aí sim, era caso para ficarmos preocupados.

A Devida Comédia – Miguel Carvalho in Visão

No comments…! 🙄


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