Mês: Março 2009

Rede de espionagem informática global

Uma rede de espionagem electrónica conseguiu infiltrar-se em 1295 computadores de governos, incluindo o de Portugal, embaixadas, organizações de defesa dos direitos humanos e meios de comunicação, entre outras instituições, em 103 países, segundo um relatório da Universidade de Toronto ontem publicado.

Segundo o relatório hoje divulgado na Internet pelo Munk Center for International Studies da Univesidade de Toronto não é possível atribuir com certeza a autoria da espionagem da rede que os investigadores denominam GhostNet (RedeFantasma), mas sublinham que três dos quatro servidores de controlo estão em províncias chinesas e o quarto na Califórnia, Estados Unidos.

Os autores do relatório, um grupo de acompanhamento da ciber-delinquência denominado The Information Warfare Monitor que se foca na utilização da rede como domínio bélico estratégico, trabalham sob o patrocínio do SecDev Group, uma consultora de Otava especializada em regiões em risco de violência, e do Laboratório Cidadão da Universidade de Toronto.

Na opinião dos investigadores, não se pode concluir definitivamente que a espionagem envolva o governo chinês, apesar do controlo do sistema ter origem, quase exclusivamente, em computadores na China.

No entanto, a origem desta investigação está relacionada com uma petição do gabinete do Dalai Lama em Dharamsala, norte da Índia, para que os peritos analisassem a rede de computadores, dos quais tinham sido retirados virtualmente documentos e cujos microfones e câmaras web eram controladas por controlo remoto.

O diário The new York Times, que teve acesso às “impressões digitais dos espiões”, sublinha que um dos possíveis rastos do envolvimento oficial da China é a chamada telefónica recebida por um diplomata não identificado.

A maioria dos computadores infectados pertence a países ou missões diplomáticas do Sudeste Asiático, escritórios de Taiwan, indianos e tibetanos, apesar do relatório acessível na rede não permitir ver nem a lista dos computadores infectados nem os nomes dos titulares destes.

No entanto, na lista por organismos aparecem os escritórios da agência norte-americana AP em Londres e Hong Kong e o canal de televisão New Tang Dinasty Television criado por grupos de apoio a Falun Gong.

Na lista também aparece a operadora telefónica CANTV da Venezuela, o ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, a embaixada da China nos Estados Unidos, a consultora Deloitte Touch, a rede informática do governo de Portugal, a embaixada de Malta na Líbia e entidades das ilhas Salomão.

in Expresso

Um crime que será cada vez mais frequente… 😕

E a invasão da rede informática do governo português deve ter sido puro engano… Ou então andavam à procura da alta tecnologia “exclusiva” do nosso Magalhães! :mrgreen:

Ler também:


Technorati : , , , , ,
Del.icio.us : , , , , ,
Ice Rocket : , , , , ,
Flickr : , , , , ,
Buzznet : , , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse

Anúncios

Japonês sobrevive a 2 bombas atómicas

Tsutomu Yamaguchi testemunhou os ataques a Hiroshima e Nagasaki em 1945 e foi esta quarta-feira oficialmente reconhecido pelas autoridades do seu país como sobrevivente de duas bombas atómicas.

Duas bombas, duas ocasiões e um sobrevivente. É esta a história de Yamaguchi que 64 anos depois do fim da II Guerra Mundial é reconhecido como sobrevivente a duas bombas atómicas, Hiroshima e Nagasaki.

Esta comprovação garante ajuda financeira mensal do governo do Japão, check-ups gratuitos e auxílio-funeral.

No dia 6 de Agosto de 1945, o japonês estava em viagem de negócios quando o avião B-29 americano Enola Gay lançou a bomba atômica “Little Boy” sobre a cidade. Sofreu várias queimaduras no peito e nas costas.

No dia 7 de Agosto, Yamaguchi apanhou o comboio de regresso à cidade onde morava, em Nagasaki. Dois dias depois testemunhou a explosão da segunda bomba, a “Fat Man“, que matou 70 mil pessoas.

in Destak

9 de Agosto, 1945: O fumo eleva-se sobre o porto japonês de Nagasaki, depois da segunda bomba atómica por termo à II Guerra Mundial.

Photo: NARA

Nem sei se o homem é um sortudo, se é um azarado!! 😕

Ler também:


Technorati : , , , , ,
Del.icio.us : , , , , ,
Ice Rocket : , , , , ,
Flickr : , , , , ,
Buzznet : , , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse

Twitter e Wikipédia na escola primária

O currículo das escolas primárias no Reino Unido deve incluir aulas sobre o Twitter e Wikipédia, de acordo o jornal «The Guardian».

A ser aprovada, a proposta será a maior mudança no ensino primário na última década. Além de permitir uma maior flexibilidade para as escolas, esta proposta traz especificações sobre o que os alunos devem acumular até aos 11 anos a nível de aprendizagem.

A proposta foi elaborada por Jim Rose, ex-chefe de Ofsted (órgão que inspecciona o padrão das escolas e professores na Inglaterra), que foi nomeado pelo governo para rever o plano curricular do ensino primário.

O documento também enfatiza áreas tradicionais de aprendizagem, como história, matemática e inglês, mas inclui o estudo dos meios de comunicação modernos, buscando dar uma maior ênfase à educação ambiental.

Segundo o documento que o «The Guardian» teve acesso, os alunos devem acabar o ensino primário familiarizados com os blogs, podcasts, Wikipédia e Twitter. Além disso, devem saber utilizar correctamente o teclado do computador e o corrector ortográfico.

in IOL Diário

Apesar de não ver nada de mal nesta proposta, não sei até que ponto será necessário introduzir estes “assuntos” no ensino primário… As crianças de hoje parecem já nascer a saber mandar SMS‘s, criar um blog ou uma conta no Messenger. Quem precisará de formação será a grande maioria dos professores!!

Ler também:


Technorati : , , , ,
Del.icio.us : , , , ,
Flickr : , , , ,
Buzznet : , , , ,
Riya : , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse

‘Sexting’: nudez e telemóveis

Hormonas adolescentes e novas tecnologias. Estão reunidos os ingredientes básicos para uma receita de problemas. O sexting é a palavra inglesa que junta sex com texting e que, em termos gerais, quer dizer que os jovens do século XXI andam por aí a escrever mensagens picantes e a tirar fotografias a eles próprios, nus ou seminus, enviando-as de seguida para os telemóveis de namorados e amigos. Brincadeiras inocentes e sexy, dizem eles. Dissolução moral, dizem os educadores. Brincadeiras perigosas, dizem os pais. Pornografia infantil, clama a Justiça.

Apesar de as imagens em trajes íntimos (ou sem eles) serem normalmente destinadas aos namorados e namoradas, elas acabam muitas vezes em telemóveis alheios, graças à facilidade de partilha destes ficheiros. Daí até à Internet, onde as fotografias se espalham como fogo em capim seco pelas redes sociais, é um pequeno passo. A humilhação pública das vítimas já causou pelo menos um suicídio nos Estados Unidos, em 2008, e mais do que uma condenação por difusão de pornografia infantil.

Jessica (Jessie) Logan tinha 18 anos quando pegou numa corda e se enforcou, no seu próprio quarto. Várias semanas antes tinha enviado fotos suas, nua, ao rapaz com quem saía há cerca de dois meses. Esse mesmo rapaz reencaminhou as imagens para quatro amigas, e quando Jessie deu por ela o liceu andava a chamar-lhe nomes pelas costas. “Galdéria” era um deles. O mais eufemístico. De simpática e extrovertida cheerleader, a jovem transformou-se numa finalista deprimida e fugidia, que muitas vezes preferia ficar dentro do carro, no parque de estacionamento, porque não tinha coragem de entrar no edifício da escola e enfrentar os colegas.

A 3 de Julho do ano passado, a pressão atingiu o seu auge e Jessie cedeu. Pendurou-se numa corda e preferiu morrer. O caso chocou Cincinnati (Ohio) e a nação. Afinal que tipo de brincadeiras perigosas são estas em que os filhos da América andam metidos?

Um em cada cinco adolescentes admite sexting

Os pais de Jessie, Albert e Cynthia Logan – que consideram que as autoridades liceais não fizeram o suficiente para proteger a sua filha – tornaram a história pública e esperam agora que os EUA adoptem novas leis para combater este fenómeno que está a fazer vítimas mas que não apresenta nenhum culpado. “Queremos que seja aprovada uma lei”, indicou a mãe, Cynthia, ao Cincinnati.com. “É uma epidemia nacional. Ninguém está a fazer nada – nem as escolas, nem a polícia, nem os adultos, nem os advogados, ninguém”.

O caso de Jessie, até agora o único conhecido com este desenlace dramático, não é um caso isolado numa nação em que os adolescentes sentem cada vez mais pressão para embarcarem no fenómeno do sexting.

Em Outubro do ano passado, uma aluna do 8.º ano passou a noite num centro de detenção juvenil depois de uma fotografia sua, toda nua, ter acabado no ecrã do telemóvel do seu treinador, depois de o destinatário original da fotografia a ter reencaminhado para o professor. Em Janeiro último, três adolescentes (com idades entre os 14 e os 15 anos) que, alegadamente, enviaram fotografias delas próprias, nuas ou seminuas, através do telemóvel, e três colegas seus (entre os 16 e os 17 anos) de um liceu da Pensilvânia foram acusados de pornografia infantil, relata a CBS.

Igualmente este ano, no Wisconsin, um rapaz de 17 anos foi acusado de ter em sua posse pornografia infantil, depois de ter colocado online fotografias da sua namorada de 16 anos tal como veio ao mundo, indica a ABC. No estado de Alabama, as autoridades também detiveram quatro adolescentes que tinham trocado entre si fotografias em que apareciam todos nus. Em Rochester, estado de Nova Iorque, um rapaz de 16 anos poderá vir a cumprir uma pena de sete anos de prisão por ter reenviado uma fotografia da sua namorada de 15 anos aos seus amigos.

Em resumo, adolescentes de pelo menos uma dúzia de estados norte-americanos foram acusados nos últimos meses por posse e disseminação de pornografia infantil. Caso sejam condenados, muitos destes adolescentes podem ficar com o cadastro manchado com a expressão que ninguém nos Estados Unidos quer ouvir: “sex offender”. Pior: este rótulo pode ficar colado aos jovens por muitos e maus anos. Nos EUA estas coisas são levadas muito a sério.

De acordo com um estudo recente levado a cabo pelo National Campaign to Support Teen and Unplanned Pregnancy (a comissão nacional de prevenção da gravidez indesejada entre as adolescentes), uma em cada cinco adolescentes admitiu já ter participado em práticas de “sexting”. E? “O que é que vamos fazer? Prender 20 por cento dos adolescentes americanos?”, pergunta Lisa Bloom, a consultora legal da CBS News.

Proteger os adolescentes de si próprios

Depois da trágica morte de Jessica Logan, a sua mãe começou a trabalhar em parceria com o advogado Parry Aftab, especialista em fenómenos de segurança online e cyberbullying e ambos planeiam ligar o nome de Jessie a uma campanha nacional para esclarecer os adolescentes sobre os perigos do sexting. Aftab, com escritório em Nova Iorque, tem sido até agora o catalisador de uma rede de voluntários que trabalha para pôr fim ao cyberbullying e que opera a partir de dois sites, avança o Cincinnati.com: o wiredsafety.org (a maior e mais antiga organização de ciber-segurança dos EUA) e o stopcyberbullying.org.

“As escolas precisam de entender que as nossas crianças estão a alvejar-se a elas próprias e que a tecnologia é a arma usada”, indicou Aftab, citado pelo Cincinnati.com. “Nenhuma escola sabe o que fazer. Muitas pensam que o problema não é delas. Querem fechar os olhos e pôr os dedos nos ouvidos, dizendo que isso é um problema a resolver em casa”.

O problema é que o truque do sexting é precisamente a sua dissimulação. Um jovem pode estar a jantar à mesa de família e a mandar mensagens eróticas e pornográficas a quem queira, sem que os pais sequer suspeitem que, entre uma garfada de batata e outra de arroz, os filhos estão a escrever mensagens libidinosas nas suas próprias barbas. E mesmo que apanhem os telemóveis e lhes leiam as mensagens, nem sempre é fácil decifrar acrónimos como “IMEZRU” (“I’m easy, are you?”/”Eu sou fácil, e tu?”)

Em todo este fenómeno, os pais têm um papel fundamental. Falar abertamente sobre o problema é meio caminho andando para a prevenção, deixando bem claro que a partir do momento em que o adolescente carrega em “enviar”, o mal fica feito, passando a estar à mercê daquilo que a outra pessoa pretende fazer com a sua mensagem.

“É muito importante que os pais se sentem e conversem com os seus adolescentes e os ajudem a desenvolver as suas aptidões emocionais e de intimidade”, indicou à CBS a terapeuta sexual Joyce Joseph.

in Público

“Hormonas adolescentes e novas tecnologias. Estão reunidos os ingredientes básicos para uma receita de problemas.”

Acho que está tudo dito! 😕

Ler também:


Technorati : , , , , ,
Del.icio.us : , , , , ,
Flickr : , , , , ,
Buzznet : , , , , ,
Riya : , , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse

Procurar marido como projecto académico

Uma estudante britânica de 23 anos está a desenvolver um projecto de fim de curso que passa por encontrar a sua alma gémea. A missão do «The Husband Project» é encontrar um marido através da Internet e casar no espaço de 3 meses, noticia a ABC.

Alex Humphreys, mentora do projecto afirma: «não quero acabar sozinha e os encontros pela Internet são muito caros, portanto desenvolvi o «The Husband Project» é a melhor forma de conhecer alguém».

Apesar de a estudante de design ter ainda 23 anos, afirma estar «farta de estar solteira» e por isso quer «encontrar um marido».

No entanto a conselheira de encontros Zofia Guzy declarou que destino da jovem depende do tipo de marido que procura. «Se procura um marido para a vida toda aconselho-a» de que «uma mulher deve fazer saber que está interessada, mas não deve persegui-lo. Devem deixar o homem perseguir a mulher».

Humphreys não se considera «jovem de mais para casar». Tem vários «amigos que são casados» e diz mesmo: «Se não caso agora, o melhor é começar a procurar brevemente».

Não tendo o costume de sair, a estudante confiava nos amigos para lhe marcar encontros. Quando começou a não resultar resolveu tentar a Internet. Contudo considera «não estar a «gozar» com a instituição que é o casamento».

De qualquer forma e no que toca a notas finais Humphreys tem a certeza de uma coisa: «Mesmo que não case, não reprovo no projecto final. Estou a ter uma visão mais ampla daquilo que é a marcação de encontros e estou a documentar tudo. Estou também a tentar diferentes sites de encontros e também vou fazer «speed dating»».

in IOL Diário

No blog criado para o efeito, o seu perfil diz: “I like sitting, moustaches, beer and Supermarket Sweep.”

O nome do projecto devia ser: “Jovem estranha procura marido com gostos esquisitos”. :mrgreen:

Ler também:


Technorati : , , , ,
Del.icio.us : , , , ,
Flickr : , , , ,
Riya : , , , ,
43 Things : , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse

Revelados mais ficheiros secretos

O Ministério da Defesa britânico divulgou ontem sete novos dossiês contendo 1200 casos de avistamentos de ovnis ocorridos entre 1987 e 1993 e que foram investigados pelos serviços secretos britânicos da Defesa. A preocupação dos investigadores não eram os extraterrestres, mas a possibilidade de os russos estarem a testar equipamentos secretos.

Há histórias para todos os gostos, umas mais intrigantes, outras nem por isso. Uma pequeníssima percentagem permanece sem explicação plausível. Ao todo são 1200 casos de avistamentos estranhos contidos em sete dossiês desclassificados ontem pelo ministério da Defesa britânico e dedicados ao fenómeno ovni: os objectos voadores não identificados.

Os documentos estão desde ontem online no site dos arquivos nacionais britânicos, em nationalarchives.uk/ufos. Ali estão compilados os casos ocorridos entre 1987 e 1993 e investigados pelo DI55, uma secção dos serviços britânicos de inteligência para a defesa, “cuja existência”, como notava ontem o Guardian, “era negada pelo governo britânico até muito recentemente”.

Os dossiês e os seus relatos mostram que as autoridades lhes atribuíram importância suficiente para os investigar. Não tanto pelo fenómeno ovni em si, “mas por questões de defesa”, numa época em que se vivia ainda a Guerra Fria, tal como comentou David Clarke, especialista neste fenómeno e professor da universidade de Sheffield, citado pela BBC News online. “A questão era o que estavam os russos a testar e se algum daqueles avistamentos poderia estar relacionado com isso. Assim que eliminavam essa hipótese, já não estavam interessados [os serviços secretos de defesa] nisso”, disse David Clarke à BBC.

Uma dos casos que consta nos dossiês do DI55, e que foi contado pela imprensa britânica, é o de uma mulher que disse ter encontrado um extraterrestre louro e com sotaque escandinavo quando andava a passear o cão.

Esta história, considerada “pouco vulgar” pelos próprios investigadores, ocorreu em Norwich, em Novembro de 1989. A mulher que a protagonizou explicou ter conversado durante dez minutos com um homem louro que lhe explicou que as formas circulares traçadas em alguns campos de cereais eram obra de seres extraterrestres como ele e que o propósito da sua visita era amigável.

O extraterrestre louro foi ao ponto de dizer à mulher, que não está identificada no relato do caso pelos serviços secretos, que apesar de ter ordens para não falar com os seres humanos tinha decidido falar com ela porque achava isso importante.

Assustada, ela apressou-se a ir para casa. Antes de lá chegar ainda ouviu um zumbido e quando se voltou para trás viu um objecto esférico, brilhante e cor de laranja a elevar-se no ar. Logo a seguir telefonou aterrorizada para a força aérea.

Há outros casos. Luzes no céu, e o avistamento colectivo de um objectivo em forma de diamante no céu, em 1990, em Perthshire, para o qual não foi encontrada explicação. São histórias divertidas, ou que dão que pensar, e que agora estão à distância de um click.

in DN Online

Um OVNI avistado da nave americana Atlantis em 2006

Fotografia: Nasa/Getty Images

É o que digo: eles andem aí! 😯

Ler também:


Technorati : , , , ,
Del.icio.us : , , , ,
Flickr : , , , ,
Zooomr : , , , ,
Buzznet : , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse

A caminho da “tempestade perfeita”

A falta de alimentos, de água e de energia pode causar agitação social, conflitos fronteiriços e migrações em massa, com as pessoas a fugir das regiões mais afectadas pelas alterações climáticas. Esta é a mensagem que John Beddington, conselheiro científico do Governo britânico, leva hoje a Westminster. A “tempestade perfeita” deverá ocorrer em 2030.

Beddington, que assumiu o cargo no ano passado, vai falar numa conferência promovida pelo Governo sobre desenvolvimento sustentável.

O jornal “The Guardian” adianta que o cientista vai alertar que o aumento da população e o sucesso no combate à pobreza nos países em desenvolvimento vai levar a um aumento na procura de alimentos, água e energia nos próximos 20 anos.

“Estamo-nos a dirigir para uma tempestade perfeita em 2030 porque todas estas coisas vão acontecer ao mesmo tempo”, disse Beddington ao jornal.

“Se não atacarmos os problemas. Podemos esperar mais desestabilização, um aumento dos conflitos e dos problemas com as migrações internas, à medida que as pessoas tentam escapar à falta de alimentos e de água”, acrescentou.

Beddington alertou que as reservas mundiais de alimentos estão tão baixas, os valores mais baixos dos últimos 50 anos, que uma grande seca ou inundação poderá levar a uma escalada dos preços.

“Em 2030 vamos precisar de produzir 50 por cento mais alimentos. Ao mesmo tempo, vamos precisar de mais 50 por cento de energia e 30 por cento de água potável”.

De acordo com as previsões deste cientista, as alterações climáticas vão tornar o Norte da Europa e outras regiões de latitudes mais altas em centros cruciais de produção de alimentos.

A solução será lidar com todos os problemas em conjunto, considera.

Beddington, professor no Imperial College London, veio substituir Sir David King no ano passado.

in Público

Infelizmente, nada que não seja previsível… 😐

Ler também:


Technorati : , , , , ,
Del.icio.us : , , , , ,
Ice Rocket : , , , , ,
Flickr : , , , , ,
Riya : , , , , ,

Adicionar artigo ao blinklist Adicionar ao Ueba Adicionar aos Favoritos BlogBlogs Adicionar artigo ao Del.icio.us Adicionar artigo ao Digg! Adicionar artigo ao DiHitt Adicionar artigo ao Eu Curti Adicionar artigo ao Furl Adicionar esta noticia no Linkk Envie este link para linkTo! Adicionar artigo ao Rec6 Adicionar artigo ao reddit Adicionar artigo ao Slashdot Adicionar site ao Stumble Adicionar aos Favoritos Technorati Adicionar ao Ueba Sabedorize esta notícia no WebSapiens Adicionar artigo ao Windows Live Adicionar ao Yahoo!

Quer ter estes botões no seu site? Acesse