Mês: Abril 2009

Webby Awards 2009: Os nomeados

Foram apresentados os nomeados para a edição deste ano dos Webby Awards, galardões conhecidos como os «Óscares da Internet». O jornal New York Times domina as nomeações ao estar presente em 13 categorias.

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Com cerca de 70 categorias, os prémios Webby visam distinguir o que de melhor se faz na Internet ao longo do ano, em áreas como Arte, Beleza, Media, Eventos, entre muitos outros.

Esta lista é o resultado de mais de 10 mil entradas propostas a partir de 60 países e está aberta à votação do público até dia 30 de abril para a escolha do prémio “People’s Voice”.

Na edição deste ano, o jornal New York Times foi o mais nomeado, ao obter um total de 13 nomeações, incluindo melhor site de jornal e melhor blogue político.

Entre os mais nomeados encontra-se outro gigante dos Media dos EUA, a estação televisiva NBC, que conquistou 12 nomeações.

Os vencedores dos Webby Awards 2009 serão conhecidos no próximo dia 5 de Maio e os prémios serão entregues a 8 de Junho, numa cerimónia pública que terá lugar em Nova Iorque.

in SOL & Tek

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Porque é que acreditámos em Deus?

O que aconteceu ao homem ancestral que começou a acreditar em deuses? Porque é que a nossa espécie tem tendência para a fé religiosa? A Ciência, especialmente a neurologia, deu início a uma busca dentro do cérebro para encontrar respostas que, por agora, são muito complexas.

Muito se avançou desde que o anatomista Franz Gall, no princípio do século XIX, disse que havia encontrado o corpo de Deus no corpo de cada humano, como explica o El Mundo num trabalho publicado sobre a visão da Ciência sobre Deus.

Agora, muitos investigadores de prestígio estão convencidos de que as redes neuronais estão por detrás dessa tendência para a espiritualidade, que é inata e que se tem repetido em todas as culturas e civilizações.

Se há uns anos o biólogo Dean Hamer dizia ter encontrado o gene de Deus, agora investigadores do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos (EUA) revelaram que as zonas do cérebro que se activam com a fé religiosa são as mesmas que usamos para compreender emoções, sentimentos e pensamentos das pessoas que nos rodeiam.

Este último trabalho, publicado recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Science, situa a ‘zona religiosa’ no lobo temporal e no frontal, o que indicaria, segundo o neurologista Jordan Grafman, que os humanos crêem em Deus utilizando os mesmos mecanismos para outras pessoas e que, como crenças que se transmitem de gerações em gerações, entraram na memória, imaginação e empatia.

O cérebro de um crente

Porque é que se crê em algo sobre o qual não existe constatação? Alguns científicos apostam na ideia de que o cérebro está organizado para que possamos crer.

Outras hipóteses defendem que a religião apareceu como uma adaptação evolutiva que fizeram que os genes que a facilitavam se transmitissem e prosperassem: a religião havia ajudado a formar grupos sociais coesos e a proporcionar consolo nas desgraças. Assim o entende o psiquiatra Francsico J. Rubia, autor do livro A Conexión Divina (A Divina Ligação, em tradução livre).

«A origem da espiritualidade, que não de Deus, deveu-se a vários factores. Influenciaram os sonhos, em que os indivíduos viajavam sem mover o corpo, dando lugar à ideia de alma, e também a predisposição de dualidade, porque o cérebro está organizado para ver o contraste, como a luz e a obscuridade, o finito e o eterno, o real e o imaginário. Tudo isto unia o grupo», defende o especialista.

No entanto, alguns antropólogos, como Scott Atran, do Michigan, EUA, acreditam que «religiões que falam do paraíso após a morte não fazem muito pela sobrevivência no aqui e agora».

Paul Bloom, psicólogo de Yale, procura a explicação fisiológica. O especialista argumenta que o cérebro tem dois sistemas cognitivos: um encarrega-se dos seres vivos e outro dos mortos, um trata da mente e outro do físico (dualismo de que falava Rubia). Esta seria a explicação do porquê de deixarmos o corpo nos sonhos ou em protecções astrais. É a mesma dualidade que preparar o cérebro para conceitos como a eternidade, a vida depois da morte.

O psicólogo acrescenta que pensar em experiências fora do corpo, espirituais, «está a um passo da criação dos deuses».

A procura de causas

Mas bastam estes deuses para dar lugar à religião? Deborah Kelemen, da Universidade de Arizona, acrescenta a este cocktail o sentido de causa-efeito, ou seja, a busca de uma finalidade ou uma concepção para tudo, algo que surgiu muito pelo instinto de sobrevivência (um ruído pode ser um predador) e que o cérebro extrapola ao resto: tudo tem um porquê.

«A religião é um artefacto inelutável do nosso cérebro», assegura Bloom na revista New Scientist. Até os ateus e agnósticos têm tendência para pensar no sobrenatural. Segundo Rubia, nestes casos a espiritualidade deriva para outras questões como a Natureza. «Sempre se procurará repostas porque isso produz endorfinas e, portanto, prazer, mas as experiências míticas podem não ser religiosas», assegura.

Atran chama-lhe «a tragédia da cognição»: «Os seres humanos podem antecipar o futuro e conceber a sua própria morte. Quando os processos naturais do cérebro nos dão uma saída, nós seguimo-la, claro», defende.

Então, a religião é um subproduto da evolução do cérebro humano ou foi escolhida para a sobrevivência do grupo? O evolucionista Richard Dawkins considera correctas as duas premissas. Por um lado estaria a doutrinação que se recebe do grupo, e que se aceita para não se ser rejeitado, mas por outro lado há a predisposição cerebral em crer em seres invisíveis, que se concretizam através dos padres.

A relação religião-cérebro vai ainda mais longe. O psiquiatra espanhol Rubia recorda que há uma epilepsia que afecta o lobo temporal e activa a religiosidade por uma descarga de neurónios: «Os xamãs eram pessoas que entravam em êxtase e algumas sofriam desta patologia. Desde a antiguidade que eram quem falava com os mortos e curavam, seguramente por poderes mais psicossomáticos que outra coisa».

in SOL

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Ainda será preciso muito tempo/investigação para que se entenda/explique muitas coisas… 😕

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O que se faz na Sexta-Feira Santa?

O silêncio, o jejum e a oração são os traços marcantes desta Sexta-feira Santa, dia em que os cristãos celebram a Paixão e Morte de Jesus.

Único dia no calendário católico em que não se celebra a eucaristia, é só também na igreja de Roma que se encontra a prática da reconstituição dos últimos passos de Cristo através da Via Sacra, durante esta tarde.

Nas igrejas evangélicas, a Sexta-Feira é dia de reflexão sobre o sacrifício de Jesus, mas sem tristeza, por estar ligado à Ressurreição, sendo das celebrações mais participadas.

Para a Igreja Católica, é dia de luto e de choro, que se inicia com a celebração da Paixão e adoração da cruz, após o que se realiza a Via Sacra ou Caminho da Cruz.

Segundo a lenda, Maria, mãe de Jesus, terá percorrido, nos primeiros anos do cristianismo, por várias vezes, o caminho que Cristo fez entre a casa do prefeito romano Pôncio Pilatos até ao Calvário, devoção que terá sido adoptada pelos peregrinos que visitavam Jerusalém.

Esta devoção foi posteriormente espalhada por todo o mundo, tendo o papa Bento XIV, no século XVIII, dado forma final à Via Sacra, estabelecendo as 14 estações em que se encontra actualmente dividida.

À Via Sacra segue-se a Procissão do Enterro do Senhor, tradição que se revive em todo o país, na qual o esquife com o corpo de Jesus percorre as ruas das localidades, acompanhado por orações.

O último ritual de Sexta-Feira Santa é a «procissão para ir buscar a hóstia», recolhendo-se as partículas consagradas guardadas na véspera para se proceder à comunhão dos fiéis. (…)

in tvi24

Como os judeus festejam a Páscoa

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Falar de sexo no trabalho deprime

Aqueles que mais se riem com as conversas «picantes» são os mais afectados.

Um estudo realizado por investigadores da Rotman School of Management da Universidade de Toronto e da Sauder School of Management da British Columbia, no Canadá, revela que as conversas sobre sexo no local de trabalho minam a moral dos empregados ao ponto de ficarem deprimidos, de faltarem mais e de se sentirem menos valorizados.

Curiosamente, aqueles que mais se riem com as conversas «picantes» são os mais afectados, noticia o «20minutos».

Os autores do estudo procuravam o efeito das conversas de conteúdo sexual no local de trabalho. Nesse sentido tiveram em conta tanto as piadas, como também as insinuações entre colegas e as discussões sobre problemas sexuais.

O objectivo era observar e perceber se os homens e as mulheres obtinham algo de positivo com esta conduta. Mas o que se registou foi precisamente o contrário.

Os investigadores descobriram que apenas 25 por cento dos trabalhadores expostos a este tema o achavam divertido, enquanto que os outros mostraram-se menos à vontade.

Mesmo aqueles que de vez em quando embarcam nas brincadeiras demonstraram sintomas negativos. Assim, segundo o estudo, estas pessoas são mais faltosas, sentem-se menos valorizadas e têm mais tendência para sintomas de depressão do que aqueles a quem as piadas são indiferentes.

Os resultados, que servem tanto para homens como para mulheres, foram publicados no «Journal of Applied Psychology». Jennifer Berdahl, professora e co-autora da investigação aconselhou chefes e empregados a não levarem assuntos relacionados com sexo para o trabalho.

in IOL Diário

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Cábulas tecnológicas acabam em prisão

Pelo menos oito chineses foram presos recentemente por terem ajudado os seus filhos a cabular nos exames de acesso à universidade, com recurso a dispositivos electrónicos.

A informação é avançada pela agência Reuters, que citando a imprensa local refere que estes oito condenados foram acusados de ajudar os seus filhos a cabular, utilizando sistemas de comunicações sem fios.

O caso deste grupo de oito pais remonta a 2007, quando tiveram a ideia de ajudar os seus filhos através de métodos electrónicos.

Além do recurso a telemóveis e a auscultadores sem fios, estes pais contrataram estudantes universitários, que foram pagos para responder às questões dos exames de acesso ao ensino superior, que deviam ser respondidas pelos seus filhos.

A táctica foi descoberta quando as autoridades identificaram aquilo que denominam como «sinais de rádio anormais» junto da escola onde tudo correu.

Como resultado os pais foram condenados a penas de prisão entre os seis meses e três anos de prisão por acesso ilegal a segredos de Estado.

in SOL

(…) “acesso ilegal a segredos de Estado” ?? 😯

A tecnologia ao serviço do ensino… :mrgreen:


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Os 16 finalistas para «o melhor emprego do mundo»

Dezasseis finalistas, entre cerca de 35 mil candidatos, foram seleccionados para ocupar o cargo do «melhor emprego do mundo» na Austrália, que consiste em guardar uma ilha paradisíaca durante seis meses, anunciaram hoje os organizadores.

Os eleitos têm origem em 15 países diferentes e têm profissões tão diferentes como jornalistas, actores, estudantes e professores.

O grande vencedor, que se tornará zelador da ilha paradisíaca de Hamilton e cujas funções serão passear à volta da Grande Barreira de Corais da Austrália durante seis meses, será conhecido no dia 6 de Maio.

Entre os pretendentes encontram-se 5 europeus: um estudante francês, um trabalhador britânico de uma organização de ajuda, um fotógrafo holandês, uma actriz alemã e um irlandês. Nenhum português foi seleccionado.

O Estado de Queensland, que organizou esta operação no âmbito de uma campanha de promoção turística, tinha inicialmente seleccionado 50 pessoas de um total de 34.684 candidatos, mas conseguiu já reduzir o número.

Com um salário de 76.500 euros, o vencedor viverá durante 6 meses na ilha tropical onde poderá participar ao máximo em todas as actividades como vela, natação, mergulho e descanso.

Em troca, terá de alimentar semanalmente vários blogues da Internet com vídeos, fotografias e comentários sobre as belezas turísticas de Hamilton.

in SOL

Sortudos!! 8)

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