Queres ser ‘Special Agent’?

6 01 2009

Enquanto as empresas se debatem com despedimentos e aumenta o desemprego um pouco por todo o mundo, nos Estados Unidos o FBI tem em curso uma das maiores campanhas de contratações de sempre.

Estão abertas 850 vagas para agentes especiais e mais de 2100 para outras tarefas dentro da maior agência de segurança norte-americana.

É «uma das maiores operações de contratação em 100 anos de história», diz o FBI.

Segundo a CNN, a oferta de postos de trabalho deve-se a uma onda de reformas dos funcionários mais antigos do Bureau.

É frequente o FBI anunciar vagas para cargos que requerem capacidades muito específicas na área da informática ou da comunicação. Mas o subdirector dos Recursos Humanos, John Raucci, explicou à CNN que as necessidades actuais são muito mais abrangentes.

«Estamos à procura de profissionais numa grande variedade de áreas que tenham o desejo de ajudar a proteger a nossa nação de terroristas, espiões e outros que nos queiram fazer mal».

O FBI, que tem como principal missão defender os Estados Unidos de qualquer agressão interna ou externa, tem, nesta altura, ao seu serviço, mais de 12.800 agentes e 18.400 outros empregados.

Desde os ataques de 11 de Setembro de 2001, o Federal Bureau tem sido criticado por falta de eficácia nos seus serviços. Essa é a principal razão para agora querer alargar o seu staff.

A lista de empregos inclui posições nos departamentos de finanças, segurança, inteligência, análises, treino e educação, enfermaria, psicologia, engenharia eléctrica, ciência social e mecânica.

As inscrições podem ser feitas no site www.fbijobs.gov.

Fonte: Lusa

Não me admirava muito que começassem a receber “toneladas” de candidaturas! Com o patriotismo que a maior parte dos americanos demonstra… Aqui está uma oportunidade de carreira! E até parece que pagam bem!

Será fácil preencher os “quadros”, se não começarem por um teste de cultura geral! Senão a selecção será bem mais célere, já que a grande maioria dos conterrâneos do Tio Sam, são conhecidos pelos seus parcos conhecimentos sobre o mundo que os rodeia! :mrgreen:

Ler também Anúncio para recrutar agentes secretos


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11 Setembro: mentiras e conspirações?

11 09 2008

Críticas à administração Bush, numerologia e teorias mais ou menos estranhas.

Nem todos acreditam na versão oficial do 11 de Setembro. Sete anos depois, continuam a surgir dúvidas e muitas teorias da conspiração. Olhando para Oriente, fala-se em mentiras.

Num artigo publicado no jornal «Asian Times», o diplomata Muhammad Cohen fala nas «três grandes mentiras», numa análise profunda ao que sucedeu neste anos passados depois dos ataques. Lembra que«George W. Bush não tornou o mundo mais seguro».

Na sua opinião, o facto dos republicanos não terem admitido responsabilidades na prevenção dos ataques é um sinal de que «pouca coisa irá mudar». Apesar de relatórios secretos terem apontado para a possibilidade de o país ser atacado precisamente da forma como foi atacado, Condoleezza Rice menorizou as informações e ainda foi promovida a Secretária de Estado, tornando-se responsável pela segurança do país.

Para além disso, o 11 de Setembro acabaria por motivar uma invasão do Iraque, que até hoje é difícil de justificar e continua a custar muitas vidas. Já morreram mais americanos no Iraque desde a ocupação do que nas Torres Gémeas.

O erro fatal, porém, terá sido a desvalorização do papel da Al-Qaeda, dado que se tratava de uma organização terrorista com várias tentativas de aniquilar posições pertencentes aos Estados Unidos. Assim aconteceu em 1993, no primeiro ataque bombista às Torres Gémeas, mas também em 98, com os ataques às embaixadas no Quénia e Tanzânia, ou em 2000, quando o USS Cole foi atingido. Apesar de ter sido entregue um documento a Bush em Agosto de 2001 com o título «Bin Laden determinado a atacar nos Estados Unidos», nada foi feito para o evitar.

Conspirações em livro

«Os republicanos dizem que a América está mais segura depois da invasão do Iraque, o que é um erro tremendo», escreve Muhammad Cohen, lembrando que as razões apontadas por George W. Bush eram destruir as armas de destruição maciça e acabar com o apoio de Saddam Hussein ao terrorismo internacional. «Tudo isso é mentira», acrescenta, até porque a Al-Qaeda «continuou a atacar, como aconteceu em Londres e Madrid».

Muitas dúvidas subsistem sobre o que realmente aconteceu, mas há quem não se canse de dar respostas. É o que acontece com o responsável pelo site sobre o 11 de Setembro mais visitado na Internet (o September11News), que se prepara para lançar um livro com todas as informações sobre os atentados.

«Inside the Divine Pattern», escrito por Anthony Williams, explica, por exemplo, as ligações entre o 9/11 de Nova Iorque, o 3/11 de Madrid e o 7/7 de Londres, tentando fazer uma relação entre a numerologia e as acções da Al-Qaeda. O canadiano falou com cientistas e leu os filósofos da antiguidade, encontrando argumentos mais ou menos convincentes.

Anos de estudo levaram Williams a encontrar informações estranhas e desconcertantes, escondidas entre mistérios que atravessam séculos. Será o expoente máximo das inúmeras teorias da conspiração alimentadas ao longo dos anos, até porque o próprio Governo norte-americano decidiu arquivar os textos colocados no site da Biblioteca digital do Congresso.

Podiam ter morrido mais

Um último estudo aponta, entretanto, que poderiam ter morrido mais de 7500 pessoas só Torre Norte se o edifício estivesse cheio. Investigadores das universidades de Greenwich, Ulster e Liverpool falaram com 271 sobreviventes dos atentados para redigir um estudo de mais de 6.000 páginas, que serão armazenadas num banco de dados e consultáveis em todo o mundo para melhorar as medidas de segurança nos arranha-céus.

Os autores do trabalho basearam-se em simulações por computador para chegar à conclusão de que se as duas torres estivessem no máximo de sua capacidade (25.000 pessoas para cada uma) no dia dos ataques, 7.592 pessoas teriam morrido na Torre Norte.

Recorde-se que naquele dia 11 de Setembro de 2001, excluindo os 19 terroristas, morreram 2974 pessoas.

in IOL Diário

Se quiserem aprofundar o que se terá passado naquele dia, Loose Change – 2ª Edição (versão portuguesa) é um dos mais polémicos e impressionantes documentários sobre o 11 de Setembro. Apresenta muitas informações ocultadas pelos políticos da administração Bush e pela comunicação social, tais como vídeos transmitidos pelas cadeias de televisão nas primeiras horas após os atentados, fotos, evidências científicas e testemunhos dos sobreviventes e de peritos.

Ver também 911 in plane site – directors cut.

Depois, tirem as vossas conclusões e acreditem no que quiserem… 😐


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E 6 anos depois

11 09 2007

(…) Não há quem não se lembre do que estava a fazer no momento em que soube dos atentados de 11 de Setembro de 2001. Ou antes, do desastre que tinha acontecido com um avião que chocara contra uma das Torres Gémeas do World Trade Center. Menos se recordam já de como era a vida imediatamente antes disso.

Nessa manhã de 11 de Setembro, em Nova Iorque, era o primeiro dia de aulas e havia primárias para a eleição do mayor que iria substituir Rudy Giuliani. A grande preocupação nacional prendia-se com o desacelerar da economia, que durava há mais de um ano e ameaçava tornar-se em recessão.

No plano internacional, a Europa criticava o Presidente Bush pela sua política unilateral de construção de um sistema de defesa antimísseis contra a proliferação de armas de destruição maciça, enquanto concertavam um esforço conjunto para a pacificação e estabilização dos Balcãs. Havia grande preocupação com o que se passava na Libéria e na Serra Leoa, onde se falava de genocídios que ameaçavam estender-se a outros países africanos.

Havia também preocupação com a extensão do radicalismo islâmico, mas que parecia contido nos EUA desde o atentado de Novembro de 1993 contra o World Trade Center. Uma percepção errada, como se percebeu a partir das 08.46 dessa manhã.

Seis anos depois, os Estados Unidos continuam a viver um clima que se pode considerar de ansiedade por segurança, cada vez investindo mais nela e todos os dias descobrindo buracos no aparelho e que não existe uma segurança absoluta.

Se os check-ins há seis anos se faziam nos passeios dos aeroportos e o mote era acelerar o processo e facilitar a vida aos passageiros, hoje pelo menos duas horas de antecedência são uma necessidade absoluta para os procedimentos de segurança – raios X, descalçar de sapatos, detecção de metais, proibição de levar líquidos e cremes, limitação da bagagem de mão – e os atrasos nos voos nunca foram tão grandes.

A procura de segurança infiltrou–se em todos os estratos da vida do dia–a-dia. A exigência de documentos de identificação, num país que despreza a noção da existência de um bilhete de identidade, tornou-se num constante quebra-cabeças: para renovar a carta de condução é necessário construir um puzzle de pontos com vários documentos, para se entrar num edifício público ou qualquer operação burocrática são muitas vezes necessárias duas identificações com fotografias, e nem todas são aceites.

De atentados contra embaixadas e barcos no estrangeiro e lançamento de mísseis de cruzeiro contra campos abandonados nas montanhas do Afeganistão, passou-se a duas guerras de ocupação, no Afeganistão e no Iraque. Quando começaram, tudo parecia fácil; hoje, já causaram mais de 4100 mortes entre os soldados americanos e são o factor que mais divide a opinião pública, não só nos EUA como em todo o mundo.

A popularidade do Presidente George W. Bush acompanhou de perto as curvas de apoio às guerras. Era máxima quando do lançamento da invasão do Afeganistão, bastante alta em 2003 quando a entrada das tropas no Iraque, mas depois foi-se degradando à medida que os resultados no terreno começaram a ser cada vez mais sombrios, até atingir mínimos não vistos há décadas.

O mesmo aconteceu com o Congresso, que nunca foi tão desacreditado como é hoje, com uma taxa de aprovação de apenas 18% entre os americanos.

O 11 de Setembro será o acontecimento que marcará os dois mandatos de George W. Bush como Presidente. Do discurso com megafone nos escombros fumegantes há seis anos, hoje passará a uma cerimónia simples em Washington e a momentos de recolhimento na Casa Branca.

Como tudo na vida, também à grande tragédia americana dos últimos tempos chegou a altura de sair de palco. Outros intérpretes e acontecimentos se avizinham.

in DN Online


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