Barack Obama

Barack Obama reeleito presidente

Barack Obama vai ficar na Casa Branca. O presidente norte-americano conseguiu vencer as eleições nos EUA, no culminar de uma campanha muito renhida, em que Mitt Romney e Obama lutaram pela vitória até ao último dia. “O melhor ainda está para vir”, garantiu Obama no discurso de vitória.

Perante a explosão de alegria dos seus apoiantes, Obama subiu ao palco, num centro de convenções em Chicago, acompanhado pela sua mulher, Michelle Obama, e pelas suas filhas, Sasha e Malia.

No discurso de vitória, Obama começou por garantir que para os EUA, “o melhor ainda está para vir” e que o caminho de “aperfeiçoamento da União” americana vai continuar. O democrata deixou também palavras de congratulação ao seu adversário e à sua famíla, garantindo que no telefonema que fez a Romney conversou com ele sobre formas de colaborarem no futuro. (…)

in JN

Menos mal assim.
Corriamos o risco de ter outro “Bush” na Casa Branca…
Meeeedo! 😐

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Militar suspenso por piscar o olho a Barack Obama

Veterano foi suspenso durante seis meses por não ter ficado indiferente ao novo presidente dos Estados Unidos.

O major John Coleman, militar veterano (17 anos de serviço) e percussionista da parada militar de Cleveland, foi suspenso durante seis meses por ter piscado o olho ao novo presidente Barack Obama durante a parada da tomada de posse.

Segundo notícia do jornal Guardian, Coleman já se defendeu: “Estava a olhar para ele e estabeleci contacto visual por acaso. Ele é o presidente – não podia simplesmente ignorá-lo”. O veterano disse a uma publicação local de Cleveland que só acenou e abanou a cabeça e que aquilo que câmaras de televisão apanharam e foi interpretado como um piscar o olho era na realidade um pestanejar (com os dois olhos).

Um superior de Coleman, por seu lado, disse: “Fartámo-nos de insistir com todos os elementos da banda que isto era uma parada militar e que o protocolo e devido decoro tinham de ser seguidos a cada minuto. Infelizmente, o John decidiu ignorar isso”.

Apesar de ter sido “apenas” suspenso, Coleman, anunciou que vai abandonar a banda “Há alguns elementos da banda que não me quereriam de volta. Penso que é no melhor interesse da banda eu sair”.

in Blitz

Para um país que tanto apregoa a liberdade… 😯

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O rapaz que escreve os discursos de Obama

É o próprio Barack Obama quem o diz: Jon Favreau é o seu “mind reader“. Aos 27 anos (e não parece um ano mais velho que isso), com muito café e muitas latas de Red Bull, Favreau não sabe apenas ler os pensamentos de Obama. Sabe também passá-los para o papel, estruturá-los, para que Obama os devolva às multidões, em frases electrizantes. O discurso inaugural pertence-lhe também. Passou semanas e semanas a trabalhar nele. Hoje, tornou-se no mais jovem “speechwriter” presidencial de sempre.

A “Newsweek” escrevia há meses que Jon Favreau tem o pior e o melhor trabalho na história dos redactores de discursos. O pior, porque o seu patrão é alguém que, na verdade, não precisaria da sua ajuda, já que escreveu sozinho não apenas dois “best-sellers” “Dreams from My Father” (“A Minha Herança”, Casa das Letras) e “The Audacity of Hope” (“Audácia da Esperança”, Casa das Letras), como o discurso que o catapultou para a fama nacional, em 2004, na Convenção Nacional Democrata. “Ao mesmo tempo, o mesmo patrão é capaz de discursar de uma forma que faz o seu auditório ficar arrepiado.” E não deve haver muito melhor do que isto para quem ganha a vida a escrever para os outros.

Favreau tinha apenas 23 anos, acabado de se formar no College of the Holy Cross em Worcester (Massachusetts). Conta o “New York Times” que Obama estava a ensaiar o discurso da Convenção, nos bastidores, quando Favreau, que fazia parte da equipa do candidato democrata às presidenciais, John Kerry, o interrompeu: havia um problema de ritmo no discurso. “Ele olhou para mim, um bocado confuso, tipo: ‘Quem é este puto?'”, conta Favreau.

O “puto” era já speechwriter de Kerry, por puro acaso. Estava à hora certa no local certo, no momento em que a campanha do democrata estava prestes a implodir. Já havia pouca gente no escritório para além do rapaz que reunia os registos audio das notícias sobre a corrida presidencial quando Kerry precisou de ajuda para os seus discursos. “Eles não podiam dar-se ao luxo de contratar um”, recorda agora o redactor de Obama. “Por isso tornei-me vice-speechwriter, apesar de não ter experiência nenhuma.”

A derrota de Kerry em 2004 acabou com os projectos políticos de Favreau. “O meu idealismo e entusiasmo pela política estavam arrumados. Estava grato pela experiência que recebi, mas foi uma experiência tão difícil que, juntamente com a derrota, me fez sentir que estava acabado”, contou à “Newsweek”. Mas não por muito tempo. “Foi preciso o Barack para recuperar isso”.

O encontro com Barack Obama veio pouco depois, quando o seu director de comunicação, Robert Gibbs, o abordou: “Estamos à procura de um speechwriter”, disse-lhe. “Porquê?”, perguntou Favreau. “Se o dia tivesse 48 horas não necessitaríamos de um. Mas ele precisa de trabalhar com alguém.”

E foi no primeiro dia de trabalho de Obama como senador (representando o estado de Illionois) que os dois se encontraram para a entrevista, numa cafetaria no Capitol Hill. Favreau estava então desempregado e “falido, a tirar partido de todas as promoções das happy-hours que encontrava em Washington”. Nesse encontro, o senador pôs de lado o seu currículo para lhe perguntar: “O que te fez entrar para a política? O que te interessou?”. Projectos sociais, defesa dos direitos legais dos pensionistas… “E qual a tua teoria para a redacção de discursos?”, perguntou Obama. “Não tenho nenhuma. Mas quando o vi na Convenção, o senhor contou basicamente a história da sua vida do princípio ao fim, e era uma história que se enquadrava na grande narrativa americana. As pessoas aplaudiram não por ter escrito para um aplauso, mas porque tocou em alguma coisa no partido e no país que nunca tinha sido tocada antes. Os democratas não tinham isso há muito tempo”. Obama estava conquistado.

Houve muito trabalho depois disso. Favs, como é conhecido entre os amigos, decorou o discurso de 2004 palavra por palavra, andou sempre com os livros de Obama debaixo do braço, em particular a autobiografia “Dreams from My Father”. E o dono da voz confundiu-se com a voz do dono.

Quando Obama venceu a nomeação democrata contra Hillary Clinton (que atacara os dons de oratória do rival: “As campanhas fazem-se com poesia, mas a governação é com prosa”), os dois levaram meia hora para chegar à frase que abriria o discurso de vitória: “Diziam que este dia nunca chegaria”.

Favreau estava sempre com Obama, tornou-se mesmo num dos poucos da equipa a consegui-lo. Deitava-se às três da manhã, levantava-se às cinco. Ia para os Starbucks encher-se de cafeína para aguentar o sono enquanto dacitlografava no seu computador. Desde que Obama ganhou as presidenciais, a 4 de Novembro, que o ritmo ficou ainda mais frenético, para preparar o discurso inaugural.

“O que faço é sentar-me com ele durante meia hora. Escrevo tudo o que ele diz. Refaço, escrevo. Ele escreve, refaz. É assim que o produto fica acabado.”

Não se pense que tudo o que ouvimos de Obama veio de Favreau. “Quando trabalhamos com o senador Obama, o principal actor do discurso é ele”, diz David Axelrod, o estratega da campanha de Obama, ao ‘New York Times’. “Ele é o melhor speechwriter do grupo e sabe o que quer dizer e geralmente di-lo melhor do que qualquer pessoa diria”.

in Público

Discurso de vitória de Obama na nomeação democrata:

“Diziam que este dia nunca chegaria”


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‘What I Want for You — and Every Child’

By President-elect Barack Obama

Queridas Malia e Sasha,

Sei que se divertiram muito nestes dois anos de campanha, com os piqueniques, os desfiles e as feiras, comendo todo o tipo de comida menos saudável que nem eu nem a vossa mãe vos teríamos deixado comer. Mas também sai que não foi fácil, nem para vocês nem par a mamã, e que apesar de vocês estarem muito entusiasmadas com o vosso novo cachorrinho, ele não compensará todo o tempo que estivemos separados. Sei que perdi muito nos dois últimos anos e hoje quero explicar-vos porque decidi embarcar a nossa família nesta aventura.

Obama FamilyQuando eu era mais novo, pensava que a minha vida dependeria essencialmente de mim e da forma como eu enfrentaria o mundo, teria sucesso e conseguiria tudo o que queria. Mas vocês chegaram à minha vida, com toda a vossa curiosidade, magia e sorrisos que me preenchem o coração e alegram a minha vida, e de repente todos os planos que tinha para mim tornaram-se insignificantes. Descobri que os melhores momentos da minha vida são aqueles em que vocês estão felizes. Também percebi que a minha vida só faria sentido se vocês fossem duas pessoas felizes e realizadas. Em suma, meninas, foi esse o motivo que me levou a querer ser presidente, porque é isso que eu quero para vocês e para todas as crianças deste país.

Quero que todas as crianças frequentem escolas que descubram o seu potencial, que estudar seja para eles um objectivo e que lhes dê a capacidade de perceber melhor o mundo que as rodeia. Quero que essas crianças tenham a oportunidade de frequentar a universidade, mesmo que os seus pais não tenham recursos económicos. E quero que tenham bons trabalhos, que lhes permitam ganhar dinheiro e usufruir de alguns benefícios, como cuidados médicos e tempo suficiente para as suas famílias, bem como a possibilidade de reformar-se com dignidade.

Quero que se descubram cada vez mais coisas, para que vocês tenham acesso a tecnologias cada vez mais avançadas e que façam deste mundo um lugar mais limpo e seguro. E quero que no futuro nos esqueçamos das fronteiras que nos impedem de ver o melhor de cada um, para que vejamos mais longe do que a divisão das pessoas por raça, nacionalidade, género ou religião.

Por vezes, temos de enviar os nosso jovens, homens e mulheres, para ambientes de guerra e outras situações perigosas para proteger o nosso país, mas quando o fazemos, quero que seja pelas melhores razões e que tentemos resolver os nossos diferendos sempre de forma pacífica. Também que todas as crianças percebam que os soldados americanos não lutam em vão e que do grande privilégio de ser cidadão deste país também advêm grandes responsabilidades.

Estes sempre foram os princípios que a vossa avó me ensinou quando eu tinha a vossa idade, lendo-me textos da Declaração de Independência e falando de homens e mulheres que lutavam pela igualdade, porque acreditavam nesses valores. Ela ajudou-me a perceber que a América é um país grande, não por ser perfeita, mas poder sempre melhorar, e que todos temos essa responsabilidade. É uma tarefa que passamos aos nossos filhos.

Espero que vocês entendam essa responsabilidade, corrigindo os erros que vêem e trabalhando para dar a outros as oportunidades que vocês já tiveram. Não só por terem a obrigação de retribuir ao país tudo o que deram à vossa família, mas também porque é um dever que têm para convosco próprias. Além disso, só descobrirão o vosso verdadeiro potencial quando tentarem fazer algo mais exigente.

São todas estas coisas que quero para vocês: que cresçam num mundo melhor, que não imponha limites aos vossos sonhos e objectivos e que se tornem em mulheres comprometidas em construir um mundo melhor. E quero ainda que todas as crianças tenham a sorte de aprender, sonhar e crescer, tal como vocês tiveram. Foi por tudo isto que decidi entrar nesta aventura.

Orgulho-me muito de vocês e gosto mais de vocês do que podem imaginar. Agradeço todos os dias a vossa paciência, gentileza e sentido de humor, nesta fase em que nos estamos a preparar para começar uma nova vida juntos na Casa Branca.

Amor, Papá

Obama escreveu esta carta às filhas Malia e Sasha, publicada pela revista Parade, sobre “a grande aventura” que viverão juntos e as razões que o levaram a concorrer à Casa Branca. Leia a carta na versão original.

Aqui está um “discurso” que poderia fazer parte do que será proferido hoje na tomada de posse como 44.º Presidente dos EUA.

O mundo espera muito deste novo presidente. Não fará milagres, mas depois de George W. Bush, só pode melhorar. Disso não há dúvida! 8)


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