Vendido frango fora de prazo há 46 anos

11 07 2013

Autoridades apreenderam 20 toneladas de pernas de frango congelado em mau estado ou fora do prazo desde a década de 1960.

raw_chickenA polícia chinesa descobriu uma rede de venda de partes de frango, principalmente de pernas, mal armazenadas e algumas delas fora do prazo há 46 anos, informou esta quinta-feira a imprensa local.

A operação policial aconteceu na cidade de Nanning (sul da China), onde as autoridades apreenderam 20 toneladas de pernas de frango congelado em mau estado ou fora do prazo desde a década de 1960.

A descoberta foi muito comentada nas redes sociais chinesas, onde se criticava fortemente a falta de controlo que muitos alimentos parecem ter no país, e os internautas, com ironia, referiram-se também à situação com o termo de «garras de frango zombies».

Muitos destes produtos eram importados ilegalmente de outros países vizinhos – Nanning encontra-se perto da fronteira com o Laos e Vietname – e processados em fábricas chinesas, onde eram vendidos para diferentes partes do país.

Alguns destes pedaços de frango foram conservados em peróxido de hidrogénio, um aditivo ilegal que atrasa a data de validade, dando um aspeto mais fresco ao alimento, disseram as autoridades de segurança pública de Nanning ao «China Daily».

in TVI24

O negócio do frango deve andar mesmo muito mal por lá…
Para haver em stock desde os anos 60 do século passado!!! 😐





Máquina transforma plástico em gasolina!

23 03 2012

“We are all well aware of plastic’s “rap-sheet.” It has been found guilty on many counts, including the way its production and disposal raises resource issues and lets loose extremely negative environmental impacts.

Typically made from petroleum, it is estimated that 7% of the world’s annual oil production is used to produce and manufacture plastic. That is more than the oil consumed by the entire African continent.

Plastic’s carbon footprint includes landfilling and incineration, since sadly, its recycle rate is dismally low around the globe.

Plastic trash is also polluting our oceans and washing up on beaches around the world. Tons of plastic from the US and Japan are floating in the Pacific Ocean, killing mammals and birds. Perhaps this tragedy is best captured in the TED presentation by Capt. Charles Moore of the Algalita Marine Research Foundation.”

Ver aqui como:  Máquina transforma plástico em gasolina!





Os engenheiros, o papel higiénico e a economia

29 06 2011

Parece mentira, mas não é. Um grupo de engenheiros norte-americanos dedicou várias horas à velha questão de-que-lado-deve-correr-o-papel-higiénico-no-respetivo-suporte. E aí está o resultado.

Utilizado pela primeira vez na China no século VI – é verdade -, a humanidade parece que ainda não conseguiu concluir, sem margem para dúvidas, sobre qual a melhor formade pendurar o papel higiénico no devido suporte: desenrolando para fora ou para dentro?

Pode muito bem ter sido a chegada do Verão e do calor, ou qualquer outro fenómeno natural, talvez, mas o que é certo é que um grupo de engenheiros do site norte-americano EngineeringDegree.net, que disponibiliza licenciaturas e pós-graduações várias online,  resolveu dedicar várias horas a investigar esta grande questão – que até pode ajudar ao crescimento da economia.

O resultado e as conclusões aí estão agora, em formato de infografia, desde a descoberta do papel higiénico, há cinco séculos, até à estatística moderna. Sabia que 50 por cento das pessoas (a julgar pela amostra dos americanos) dão importância ao assunto? E que se todos os norte-americanos pendurassem o rolo de forma correta, o país ganharia 300 milhões de dólares (mais de 208 milhões de euros) em produtividade?

Consulte a infografia e divirta-se:

Via: Engineering Degree.net

in Movimento Milénio/Expresso

Aqui está um assunto que sempre questionei e finalmente alguém dá uma resposta sobre isso!! 🙂





Filhos adultos processam pais para serem sustentados

16 05 2011

O direito a pensão de alimentos termina aos 18 anos, mas há muitos que metem os pais em tribunal para continuarem a receber o apoio. No ano passado, houve 104 casos destes. Muitos são instigados pela mães.

O número de casos do género tem vindo a crescer. Em 2009, o Ministério da Justiça contabilizou 99 casos, outros 71 em 2008.

Num país onde quase metade dos jovens vivem em casa dos pais até aos 34 anos e o número de famílias monoparentais tem disparado, muitos dos casos litigiosos são instigados por quem tem os filhos a cargo.

O DN ouviu várias famílias que passaram por esta situação e que explicam as suas razões.

in DN Online

Processar os pais?!?!?

E será que há alguma probabilidade de ganhar a causa?! Provavelmente sim… 😐





Transilvânia. Dois “vampiros” tentam sugar o dinheiro de autarquias e bancos

27 01 2011

A história não é de Bram Stoker nem entra aqui o conde Drácula. Mas a origem é a mesma: o reino perdido da Transilvânia, na Roménia.

Um deles era príncipe da Transilvânia e outro cavaleiro do principado da Transilvânia. Os dois, Tristan Gillot e Christian Decot, ambos belgas, ambos auto-intitulados representantes daquele reino perdido e ambos arguidos num processo que hoje vai a tribunal com acusações de burla qualificada e falsificação de documentos.

Segundo os relatos, o representante de Sua Alteza, Christian Decot, foi detido na Covilhã pela Polícia Judiciária (PJ) e, cerca de um ano depois, foi a vez do próprio príncipe.

Entre 2005 e 2009, os dois belgas ainda pediram uma audiência ao então Presidente da República, Jorge Sampaio, para lhe dar conta de um investimento numa empresa de aviação e aeronáutica e postos de trabalho. Porém, nunca foram recebidos. A ideia era abrir em Portugal uma fábrica de construção aeronáutica, a Falcon Wings, financiada pela fortuna do príncipe e do seu cavaleiro, na qual seriam investidos cerca de 150 milhões de euros e criadas mais de três centenas de empregos na zona do Alentejo.

Acordo assinado A autarquia de Évora chegou a ceder um terreno. O esquema foi tentado posteriormente em Arraiolos e finalmente na Covilhã e em Ponte de Sor. Basicamente, os dois “nobres” obtinham financiamentos junto de instituições ou empresários, explicando que seriam investidos milhões de euros provenientes da sua conta “real” no Banco Mundial.

Tristan Gillot chegou a ir a Évora e a assinar um acordo com o presidente da câmara, assegurando que havia outros investidores em África e na Índia.

Ao que tudo indica, o mesmo príncipe já tinha tentado uma operação do mesmo género na Guiné Conacri, onde foi recebido pelos responsáveis governamentais e a quem anunciou investimentos num hospital. Tanto na Guiné como em Portugal, os representantes do principado da Transilvânia anunciavam garantias bancárias no valor de milhões de euros. Em Portugal estiveram envolvidos a Caixa Geral de Depósitos, o Millennium BCP e o Banco Espírito Santo, mas apenas os dois primeiros se constituíram assistentes no processo.

Segundo algumas fontes ligadas ao caso, os dois belgas apresentaram garantias de milhões – que tudo indica eram falsas.

No processo chegou a estar constituído arguido um consultor do Alentejo, inicialmente relacionado com o suposto plano para ludibriar bancos, autarquias e empresas portuguesas. Porém, o juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Investigação Criminal, determinou, em 26 de Abril de 2010, o arquivamento relativo ao procedimento criminal contra o português.

O julgamento dos dois belgas burlões começa amanhã no Campus da Justiça, em Lisboa.

in I

Pessoal empreendedor… 🙂





Corremos nus pela Europa fora

25 01 2011

Nos tempos de Durão envergávamos uma tanga a tapar-nos as vergonhas. Hoje perdemos a tanga e a vergonha. Abrimos garrafas de champanhe por prevermos um défice abaixo dos 7,3%. Portugal é o país stripper da Europa.

Celebrar um défice por este se situar abaixo do previsto (7,3%) seria normal se o número apresentado não fosse absurdamente elevado. Faz lembrar alguém que vai ao dentista e que ao sair da consulta manda assar um porco porque não lhe arrancaram o último dente que lhe resta na boca. Recuando no tempo: “Os senhores [do PS] deixaram Portugal de tanga”, disse então o primeiro-ministro, Durão Barroso, em resposta à alegada falta de solidariedade política do PS em relação ao programa de emergência, apresentado e discutido na Assembleia da República. (17-04-2002)

Durão não foi suficientemente teso para aguentar a tanga que o espartilhava e foi laurear a pevide para Bruxelas, munido de uns largos boxers, corria o ano de 2004, deixando então o menino nos braços de um atarantado Santana Lopes. Este, pouco habituado a mudar fraldas, deixou o miúdo de tal forma inflamado que o Presidente Jorge Sampaio achou por bem intervir e deixar a criança à guarda de alguém responsável até ter uma família de acolhimento.

E aí entrou a família socialista, cheia de promessas, pó de talco e fraldas com abas largas para o menino não ficar com as virilhas assadas, transbordava esperançaSim, esta mesma família que hoje em dia não se percebe bem se é um governo ou um grupo de vendedores de divida pública ambulante. Eles vão a todo lado, do Brasil a Timor, do Rato a Algés, dos Emiratos à China, do Qatar a Vila Real de Santo António.

Passam mais tempo a hipotecar o futuro deste país lá fora do que por cá a resolver os incontáveis e intocáveis problemas que os próprios criaram. Chegam a regozijar-se por vender a dívida pública portuguesa a taxas que fariam corar qualquer economista alcoolizado há vinte anos atrás. Durante o mês de Janeiro quantos dias esteve o Primeiro-Ministro em Portugal? A divida de um país é hoje oferecida sabe-se lá a quem, em que termos, e em que esquinas, como quem vende algodão doce ou chupa-chupas numa feira-popular. No final está visto quem é que vais chupar com isto tudo.

Resumindo: se há uns anos nos encontrávamos de tanga, hoje em dia corremos nus pela Europa e mundo fora, sem sabermos se devemos finalmente parar e pedir ajuda ou se continuar a fugir dela como o diabo da cruz. Corremos até se nos acabar o fôlego. E ele está a acabar. Entretanto, de cabedal e chicote na mão, Angela Merkel, a implacável dominadora alemã, espera por nós.

Tiago Mesquita in 100 Reféns





Sócrates criou 88 fundações desde 2008

19 01 2011

Os nossos media, volta e meia, esquecem os gastos idiotas do Estado. Mas quem nos empresta dinheiro nunca esquece. Não esquece, por exemplo, que o governo criou um tacho chique (aka uma fundação) a cada doze dias. Isto é o saque organizado ao nosso dinheiro.

Durante umas semaninhas, os nossos media, certamente para desanuviar, deixam de prestar atenção à correlação entre a performance do Estado português e a reacção do mercado da dívida. Eu sei: é chato, árido e não tem homicidas gays. Depois, quando a atenção regressa a este tema, os media encontram os juros muito altos e começam, de imediato, a defender esta narrativa: “ai, eles, os mercados, estão a ser muito duros e injustos com Portugal”. Duros? Sim. Injustos? Não. É que o nosso Estado continua a gastar dinheiro sem o mínimo respeito pela realidade do país e sem uma mínima consideração pelo contribuinteBasta olhar para o trabalho que o Diário de Notícias está a fazer.

Um exemplo: desde que rebentou a crise (2008), José Sócrates já criou 88 fundações. Isto dá uma média de uma fundação a cada 12 dias (em plena crise). Meus amigos, isto é um saque organizado ao dinheiro dos contribuintes. Não tem outro nome: é um saque ao nosso dinheiro, um saque legitimado pelo próprio governo, um saque que beneficia boys em detrimento do cidadão comum, esse idiota que se limita a abrir a carteira. Alguém me explica a utilidade destas 88 fundações? Alguém me explica a utilidade de todas as 640 fundações que são financiadas pelo Orçamento de Estado? Alguém pode garantir – sem se rir – que o país precisa de todas estas fundações? Não haverá umas quantas que são desnecessárias? Caramba, temos um batalhão imenso de funcionários públicos e, depois, ainda é preciso fazer estas fundações financiadas pelo orçamento de estado? Para quê?

E, já agora, também interessa fazer uma pergunta mui simples: por que razão as chefias destes tachos finos (uma-fundação-alimentada-pelo-OE não é só um tacho, é um tacho chique) são tão bem pagos? Alguém me explica por que razão a presidente da Fundação Cidade de Guimarães tem um salário de 10 mil euros? (e o salário era de 14.300 euros). Como contribuinte, eu não aceito estes ordenados faraónicos. Não aceito. Isto é um assalto ao meu dinheiro. Meu. Meu. Não é do Estado, não é do governo, não é do PS, não é dos boys and girls do PS e do PSD (sim, o PSD também tem os dedos neste mel). É meu, e eu quero respeito por esse dinheiro.

Volta e meia, os nossos media esquecem isto, ou seja, esquecem a realidade portuguesa. Mas os credores internacionais não esquecem. E ainda bem. É a pressão dos credores que está a proteger os contribuintes portugueses. Sem essa pressão, os tachos finos seriam ainda mais.

Henrique Raposo in “A Tempo e a Desmodo”








%d bloggers like this: