Entretenimento

Às vezes, a fama chega. Mesmo!

A culpa, se calhar, é dos dicionários: “fama” e “sucesso” vêm antes de “trabalho”. E é essa a ordem de factores que é apregoada pelas televisões. “Em directo da casa mais famosa do país…”, e mostra-se gente que não sabe nada, que não viveu nada e que de sentimentos só conhece a versão lambisgóia. “És o ídolo de Portugal!”, grita um imberbe para outro imberbe, num desses concursos de caça-talentos em que o protagonista nem entende, apesar de anunciado, o papel que lhe destinam: ser caçado. Na noite da apoteose, Portugal chama com valor acrescentado e faz do miúdo um famoso. Assim, num repente. Com a plateia de pé, os colegas fracassados aos abraços apertados (alguém tem de fracassar para servir de pedestal), os pais a chorar de orgulho. Famoso. No dia seguinte, já há clube de fãs. O Facebook explode de amigos. Millôr Fernandes poetou sobre isso: “Na tela/ Em cada programa/ Notoriedades da hora/ Desconhecidos de ontem/ Famosíssimos de agora.” Famoso. Ainda sem saber de quê, nem se interessando porquê, mas já conhecendo as regras: agarrar-se aos holofotes e, sobretudo, a quem detém as luzes dos holofotes. Famoso. Os mais sortudos saberão em breve como a condição é efémera. Os mais infelizes descobrem-se, um dia, mesmo famosos: aparecem nas primeiras páginas dos jornais, até de Nova Iorque.

in DN

FAMA

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Internet candidata ao Nobel da Paz em 2010

A Internet foi proposta pela edição italiana da revista "Wired", que realça a sua utilização como ferramenta avançada para o "diálogo, debate e consensos" e para promover a democracia (veja o vídeo no final do artigo).

logoWwwInternetForPeace

Uma activista dos direitos humanos na Rússia, um dissidente chinês e a mãe de todas redes, a Internet, são alguns dos candidatos ao prémio Nobel da Paz em 2010.

A informação foi hoje divulgada pelos autores das nomeações, no mês em que decorre a apresentação de candidaturas. O Comité Nobel , não confirma nem desmente. Manda a tradição que a lista com os nomes seja mantida em segredo durante 50 anos.

Recorde-se que só têm poder para nomear, os antigos laureados com o Nobel da Paz, membros do governo e dos órgãos legislativos, um grupo restrito de professores universitários, entre outras personalidades.

A Internet foi proposta pela edição italiana da revista "Wired ", que realça a sua utilização como ferramenta avançada para o "diálogo, debate e consensos" e para promover a democracia. Segundo os promotores da iniciativa "Internet for Peace ", entre os subscritores da petição está a exilada iraniana laureada em 2003, Shirin Ebadi .

O estilista italiano, Giorgio Armani, o fundador do Media Lab do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Nicholas Negroponte, e Joi Ito, CEO da Creative Commons, também são embaixadores do movimento "Internet for Peace".

Já a activista russa dos direitos humanos Svetlana Gannushkina e a organização para a qual trabalha, a Memorial , foram propostos por Erna Solberg, a líder do Partido Conservador da Noruega. Muito crítica do Governo, a Memorial bate-se pelos direitos dos trabalhadores imigrantes e refugiados na Rússia.

"Estas pessoas estão na primeira linha da defesa dos direitos humanos e correm sérios riscos de vida", declarou Solberg à Associated Press, lembrando que uma outra activista da Memorial, Natalya Estemirova, foi assassinada em Julho do ano passado.

A nomeação do dissidente Liu Xiaobo , recentemente detido na China, partiu do presidente do PEN Clube americano e professor de filosofia na Universidade de Princeton, EUA.

Kwame Anthony Appiah justificou a sua proposta pelo envolvimento de Xiaobo na luta pelos "direitos humanos e políticos".

O Governo chinês já pediu ao comité Nobel para ignorar esta nomeação.

Números

25,6%

População mundial ligada à Internet em 30 de Setembro de 2009. Destes, 42,6% residem na Ásia, 24.1% na Europa e 14,6% na América do Norte. A África, onde apenas 6,8% da população tem acesso à rede, e no Médio Oriente, com 28,3%, registaram as maiores taxas de crescimento entre 2000 e 2009, a saber: 1392.4% e 1,648.2 %, respectivamente.

Fonte: Internet World Stats

in Expresso

Webby Awards 2009: Os nomeados

Foram apresentados os nomeados para a edição deste ano dos Webby Awards, galardões conhecidos como os «Óscares da Internet». O jornal New York Times domina as nomeações ao estar presente em 13 categorias.

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Com cerca de 70 categorias, os prémios Webby visam distinguir o que de melhor se faz na Internet ao longo do ano, em áreas como Arte, Beleza, Media, Eventos, entre muitos outros.

Esta lista é o resultado de mais de 10 mil entradas propostas a partir de 60 países e está aberta à votação do público até dia 30 de abril para a escolha do prémio “People’s Voice”.

Na edição deste ano, o jornal New York Times foi o mais nomeado, ao obter um total de 13 nomeações, incluindo melhor site de jornal e melhor blogue político.

Entre os mais nomeados encontra-se outro gigante dos Media dos EUA, a estação televisiva NBC, que conquistou 12 nomeações.

Os vencedores dos Webby Awards 2009 serão conhecidos no próximo dia 5 de Maio e os prémios serão entregues a 8 de Junho, numa cerimónia pública que terá lugar em Nova Iorque.

in SOL & Tek

homepage

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Música ‘altera’ vida sexual dos jovens

Letras com conteúdo vulgar podem influenciar a frequência com que os jovens fazem sexo.

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que adolescentes que escutam música com conteúdo sexual depreciativo têm uma vida sexual mais activa.

A equipe da Universidade de Pittsburgh entrevistou 711 jovens dos 13 aos 18 anos de idade sobre as suas vidas sexuais e hábitos musicais.

Eles perceberam que os que ouviam músicas com versos sobre sexo explícito e agressivo regularmente, cerca de 17h por semana, tinham o dobro das hipóteses de fazer mais sexo do que os que ouviam músicas apenas 2,7h no mesmo período.

Os especialistas classificaram como letras vulgares as que descrevem o sexo como um acto puramente físico e relacionado a relações de poder, diz o estudo divulgado na publicação especializada “American Journal of Preventive Medicine“. (…)

Os pesquisadores recusaram-se, no entanto, a nomear as canções que consideraram depreciativas, dizendo apenas que 64% das canções de Hip-Hop analizadas eram sexualmente desprezíveis, comparado com os apenas 7% de musicas Country e 3% de canções Pop.

O coordenador da pesquisa, Brian Primack, disse que apesar de a pesquisa ter encontrado um elo entre música e sexo, “é difícil afirmar que canções de sexo contribuam directamente para que os jovens façam sexo mais cedo”.

“Eu acredito, no entanto, que os pais devam considerar os resultados. É tentador dizer que música é só ‘coisa de jovem'”.

“Eu não digo que os pais devam tentar banir este tipo de música. Isso não vai ajudar. Mas devem falar com os seus filhos sobre sexo e colocar este tipo de música no contexto correcto”, completou.

in G1.com

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Popeye celebrou 80 anos

Há 80 anos (17 de Janeiro de 1929), Elzie Crisler Segar desenhava pela primeira vez, numa vinheta, um marinheiro que, apesar de baixo, careca e pouco inteligente, viria a tornar-se famoso sob o nome de Popeye (“zarolho”, daí a pala preta que ostenta).

Na vinheta, o devorador de espinafres mais conhecido do Mundo, em resposta à pergunta “é um marinheiro?”, disparava esta curiosa resposta: “penso que sou um cowboy”, mais tarde substituída pela carismática “eu sou o que sou”. Mas as curiosidades não se ficavam por aqui, já que, ao contrário de quase todos os outros heróis dos quadradinhos, a sua estreia deu-se numa série avulsa, “The thimble theatre” (teatro em miniatura), uma tira diária de Imprensa, inicialmente publicada na vertical, que Segar assinava desde 19 de Dezembro de 1919. Nela, de forma teatral, quase sempre em tiras autoconclusivas, foi apontando alguns dos podres da sua América, baseando-se no quotidiano da família Oyl, em que predominavam o colérico Castor, a sua irmã Olive (Olívia Palito) e o seu noivo, Ham Gravy.

A partir de 1925, a série ganhou uma prancha dominical colorida, na qual Segar pode explanar o seu sentido de espectáculo e desenvolver narrativas longas, que combinavam cenários rurais e marítimos, a sede de aventura, a superstição, a magia e o medo do desconhecido.

É na sequência de uma delas que Popeye surge, conquistando, de imediato, os leitores – chegou a ser mais popular do que Mickey Mouse -, apesar da sua falta de atributos físicos, graças às tiradas inesperadas, à força sobre-humana (de início, sem qualquer relação com os espinafres, a sua imagem de marca nos desenhos animados), à resistência a murros, facadas e tiros e, ao mesmo tempo, ao seu carácter contraditório tão humano, igualmente capaz de se dedicar inteiramente a um bebé (Swee’pea, introduzido em 1933) como a acreditar que pode resolver tudo com os punhos (o que levou alguns a considerá-lo uma má influência para as crianças).

A sua popularidade levou Segar a alterar o título da sua criação para “The thimble theatre starring Popeye”, logo em 1931. O sonhador e devorador de hambúrgueres, Wimpy; o pai, Poopedeck Pappy; o estranho animal Eugene the Jeep, a malévola Sea Hag (Bruxa do Mar), o brutamontes Brutus e tantos outros foram-se juntando numa notável galeria, que Segar animou, em narrativas cada vez mais surreais, até à sua morte, vítima de leucemia, em 1938. A série prosseguiu com diversos autores, com destaque para Bud Sagendorf, que lhe conferiu um carácter mais humorístico e próximo da versão animada e a assinou entre 1958 e 1994.

Muito antes, logo em 1933, os estúdios Max Fleischer juntavam Popeye e Betty Boop no breve tempo de um desenho animado, para, em seguida, desenvolverem uma série com o marinheiro, que, até hoje, já protagonizou mais de 750 animações, na qual foi cimentada a sua actual imagem de marca: a força dependente dos espinafres (que levou Cristal City, no Texas, a maior produtora deste vegetal, a erigir-lhe uma estátua em 1937, agradecendo-lhe o aumento de 33 % no seu consumo nos EUA), a paixão pela anoréxica Olive (cuja silhueta inspirou um perfume de Moschino), a sua rivalidade com Brutus e a sua afirmação como marinheiro (“I’m Popeye, the sailor man“, cantava a música), tantas vezes negada na BD.

Nos anos 60, foi a estrela de uma série televisiva e, em 1980, chegou ao grande ecrã, numa película dirigida por Robert Altman, que teve como (único) mérito revelar Robin Williams, como Popeye, contracenando com Shelley “Olive” Duvall.

Desde o passado dia 1, Popeye passou ao domínio público na Europa, ou seja, qualquer um poderá utilizá-lo nos suportes que desejar, sem necessitar de qualquer autorização ou de pagar direitos. Isto acontece porque a lei europeia considera que os direitos de autor vencem 70 anos após a morte do criador. Nos EUA, é diferente, já que são considerados 95 anos após a data da criação, ou seja, a imagem de Popeye está protegida até 2024.

in JN

– “I’m Popeye, the sailor man“!!

THE END


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People’s Choice Awards: os vencedores

Os vencedores dos “Óscares do povo“, no cinema, na música e na TV, já são conhecidos. Saiba aqui quem ganhou o quê.

O último filme da saga Batman, O Cavaleiro das Trevas , foi o grande vencedor da edição deste ano dos prémios People’s Choice Awards, em que o júri são os espectadores.

O filme, protagonizado por Christian Bale e Heath Ledger, venceu cinco estatuetas: Filme Favorito, Filme de Acção, Melhor Elenco, Melhor Parceria (entre aqueles dois actores) e Melhor Super Herói (para Christian Bale, na pele de Batman).

Outros grandes vencedores da cerimónia foram a série House e Hugh Laurie, o seu protagonista, galardoados respectivamente com o prémio de Melhor Série Dramática e Estrela Masculina de TV.

Um clássico da televisão americana – e mundial -, Os Simpsons sagraram-se vencedores na categoria Melhor Comédia Animada.

Na música, Chris Brown, Carrie Underwood e Rascal Flatts foram alguns dos principais vencedores; Katy Perry, a menina de “I Kissed A Girl”, recebeu o prémio de Melhor Canção, ao passo que Alicia Keys venceu na categoria de Melhor Canção R&B, com “No One”.

Os People’s Choice Awards atribuem ainda prémios na área do on-line, tendo a distinção de Vídeo Feito por um Cibernauta sido entregue ao autor do famoso “Barack Roll” , em que Barack Obama aparece a dançar e a “cantar” o hit de Rick Astley, “Never Gonna Give You Up”.

in Blitz

Veja aqui a lista completa dos vencedores

Apesar dos prémios serem bastante americanizados, na maior parte acho que concordo com os resultados… 😕


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Actores de “Gomorra” presos por serem verdadeiros mafiosos

Três dos actores do filme italiano “Gomorra“, que personificavam chefes da Camorra, a máfia napolitana, acabaram na prisão, sob a acusação de serem mafiosos também na vida real.

A longa-metragem “Gomorra”, de Matteo Garrone, baseado na obra homónima de Roberto Saviano, desvenda os meandros da Camorra e a maioria dos seus intérpretes são actores não-profissionais escolhidos nas ruas de Nápoles. Três deles, segundo as acusações, pertencem realmente ao mundo descrito no livro de Saviano.

Os media italianos noticiaram que há alguns dias foi detido Giovanni Venosa, um dos actores do filme, sob as acusações de extorsão e tráfico de droga.

No filme de Garrone, candidato italiano ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro da academia cinematográfica norte-americana, Venosa interpreta o papel de um dos chefes locais da Camorra.

Para os investigadores, na vida real, o ‘actor’ é apenas um membro da organização que trafica droga e recolhe o dinheiro por meio de extorsão. Venosa foi sentenciado há alguns meses a dois anos de liberdade condicional e trabalhava em Modena, no norte de Itália, mas, durante uma saída por bom comportamento, a polícia apanhou-o a extorquir dinheiro aos comerciantes de Nápoles.

Antes dele, tinham sido detidos Salvatore Fabbricino e Bernardino Terracciano, também protagonistas de “Gomorra”.

Fabbricino é, no filme, um dos muitos jovens que trabalham para a Camorra no bairro de Scampia, nos subúrbios de Nápoles, onde decorre a acção. Tal como em “Gomorra”, Fabbricino foi detido por vender droga e trabalhar para um chefe local.

Bernardino Terracciano, que no filme interpreta o papel de ‘Tio Bernardino’, um dos chefes da Camorra, foi detido em Outubro passado durante uma operação contra o clã dos Casalesi, após o assassínio de sete imigrantes africanos em Castel Volturno.

in Expresso

Na minha opinião, acho que o filme devia ser também nomeado para o Óscar de melhor casting! Era vitória certa!! :mrgreen:


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