Espaço

Humanidade deve acabar em Setembro, apontam teorias, mas EUA já estarão a preparar-se

Teóricos da conspiração têm alertado que o Exército dos EUA tem praticado exercícios que seriam, na verdade, uma preparação para o caso de um asteróide colidir com a Terra e acabar com a humanidade.

No próximo mês, um grande treino militar chamado «Jade Helm» será realizado em vários Estados americanos com 1.200 soldados, mas os detalhes da sua finalidade são escassos, de acordo com o jornal britânico Daily Mirror.
Agora, conspiradores estão a relacionar este exercício com as suas previsões de que um enorme asteroide irá atingir a Terra em Setembro deste ano.
Um blogueiro do site Whistleblower800, que afirma investigar a corrupção no governo dos EUA, disse ter descoberto a razão para o exercício militar.
Ele sugeriu que o «Jade Helm» seria uma «apólice de seguro» no caso de um asteroide colidir com a Terra e tumultos proliferarem pelo país.
Ele escreveu: «Se chegarmos até ao Outono, este terá sido apenas um exercício de treino. Se não, teremos tropas de prontidão para lidar com o que seria um pandemónio e um incrível caos. Os militares vão atirar contra nós, porque seremos vistos como tolos que se recusam a aceitar os sacrifícios necessários para salvar o nosso planeta.»
Vários blogueiros em sites de conspiração dizem ter previsto que a catástrofe iminente cairá em algum momento entre 22 e 28 de Setembro.
Enquanto isso, teóricos bíblicos afirmam que o asteroide irá iniciar o arrebatamento e o início de uma tribulação -termo bíblico que descreve o período aflitivo que antecederia o regresso de Jesus Cristo – de sete anos.
A NASA fez a sua parte e divulgou um comunicado para tranquilizar as pessoas de que nenhum objecto grande é esperado para colidir contra o planeta em «várias centenas de anos».
Um porta-voz disse: «A NASA não conhece nenhum asteroide ou cometa actualmente em rota de colisão com a Terra, então a probabilidade de uma grande colisão é muito pequena. Na verdade, o melhor que podemos dizer, nenhum objecto grande deve atingir a Terra a qualquer momento nos próximos 100 anos.»

in Diário Digital

Oppps… mais uma vez! 🙂

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Revelados mais ficheiros secretos

O Ministério da Defesa britânico divulgou ontem sete novos dossiês contendo 1200 casos de avistamentos de ovnis ocorridos entre 1987 e 1993 e que foram investigados pelos serviços secretos britânicos da Defesa. A preocupação dos investigadores não eram os extraterrestres, mas a possibilidade de os russos estarem a testar equipamentos secretos.

Há histórias para todos os gostos, umas mais intrigantes, outras nem por isso. Uma pequeníssima percentagem permanece sem explicação plausível. Ao todo são 1200 casos de avistamentos estranhos contidos em sete dossiês desclassificados ontem pelo ministério da Defesa britânico e dedicados ao fenómeno ovni: os objectos voadores não identificados.

Os documentos estão desde ontem online no site dos arquivos nacionais britânicos, em nationalarchives.uk/ufos. Ali estão compilados os casos ocorridos entre 1987 e 1993 e investigados pelo DI55, uma secção dos serviços britânicos de inteligência para a defesa, “cuja existência”, como notava ontem o Guardian, “era negada pelo governo britânico até muito recentemente”.

Os dossiês e os seus relatos mostram que as autoridades lhes atribuíram importância suficiente para os investigar. Não tanto pelo fenómeno ovni em si, “mas por questões de defesa”, numa época em que se vivia ainda a Guerra Fria, tal como comentou David Clarke, especialista neste fenómeno e professor da universidade de Sheffield, citado pela BBC News online. “A questão era o que estavam os russos a testar e se algum daqueles avistamentos poderia estar relacionado com isso. Assim que eliminavam essa hipótese, já não estavam interessados [os serviços secretos de defesa] nisso”, disse David Clarke à BBC.

Uma dos casos que consta nos dossiês do DI55, e que foi contado pela imprensa britânica, é o de uma mulher que disse ter encontrado um extraterrestre louro e com sotaque escandinavo quando andava a passear o cão.

Esta história, considerada “pouco vulgar” pelos próprios investigadores, ocorreu em Norwich, em Novembro de 1989. A mulher que a protagonizou explicou ter conversado durante dez minutos com um homem louro que lhe explicou que as formas circulares traçadas em alguns campos de cereais eram obra de seres extraterrestres como ele e que o propósito da sua visita era amigável.

O extraterrestre louro foi ao ponto de dizer à mulher, que não está identificada no relato do caso pelos serviços secretos, que apesar de ter ordens para não falar com os seres humanos tinha decidido falar com ela porque achava isso importante.

Assustada, ela apressou-se a ir para casa. Antes de lá chegar ainda ouviu um zumbido e quando se voltou para trás viu um objecto esférico, brilhante e cor de laranja a elevar-se no ar. Logo a seguir telefonou aterrorizada para a força aérea.

Há outros casos. Luzes no céu, e o avistamento colectivo de um objectivo em forma de diamante no céu, em 1990, em Perthshire, para o qual não foi encontrada explicação. São histórias divertidas, ou que dão que pensar, e que agora estão à distância de um click.

in DN Online

Um OVNI avistado da nave americana Atlantis em 2006

Fotografia: Nasa/Getty Images

É o que digo: eles andem aí! 😯

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Saltar de 42 km de altura a 1500 km/h

Saltar da estratosfera. Parece loucura – mas é o último projecto de Mário Pardo, que planeia subir a 42 km… para cair a 1500 km/h. Para o menino que sonhava ser astronauta não há limites.

Desde miúdo que queria ser astronauta. Passava noites à janela, a olhar para o espaço, a desejar ir por ali fora. Depois, Mário cresceu, absorveu todos os condicionalismos e limitações que a sociedade lhe quis meter na cabeça e colocou o sonho de lado. Afinal, quantos miúdos não sonham ser astronautas – e quantos conseguem realmente? Mas, há dez anos, ao ler a história de Joseph Kittinger, o capitão da Força Aérea Americana que realizou o maior salto da estratosfera, a 102.800 pés (31.300 metros) em 1960, Mário Pardo atreveu-se a sonhar de novo.

Nascia assim o projecto “Stratosphere” (Estratosfera), que se propõe ir até à segunda camada da atmosfera num balão a hélio e depois cair, em queda livre, os mesmos 120.000 pés (36.500 metros) por ali abaixo… Aquilo que levará a Mário duas horas e meia a subir levará singelos cinco minutos e meio a descer – só que a uma velocidade superior a 1500 km/hora. Se tudo correr como previsto, o tricampeão nacional de queda livre quebrará cinco recordes mundiais (altitude em voo de balão tripulado, altitude em salto de queda livre, maior distância percorrida em queda livre e mais longa queda livre realizada, e recorde de velocidade alcançada, ultrapassando a barreira do som), com direito a inscrição no “Guinness” e tudo.

Há riscos óbvios, inerentes. Um deles é “entrar em spin”, ou seja, perder a estabilidade e vir por aí abaixo em círculos – “o que aconteceu a Kittinger”. Safou-o um drogue, espécie de pára-quedas de emergência pensado para dar estabilidade em objectos a altas velocidades. Mas Mário acredita que, com mais de 4000 saltos na bagagem e a sua experiência de pára-quedista, isso não vai acontecer – embora esteja previsto levar um drogue para activar em caso de emergência. Outro risco passa pela fragilidade do material do balão estratosférico, que tem a textura de “um saco de plástico muito fininho” e facilmente se pode danificar na descolagem.

Apesar de parecer uma ideia meio louca, o projecto “Estratosfera” tem uma sólida equipa científica por trás. A Universidade do Porto tornou-se parceira. Sérgio Reis Cunha, da Faculdade de Engenharia, assume a direcção técnica – o engenheiro electrotécnico coordena um programa de lançamento de balões estratosféricos em parceria com a Agência Espacial Europeia. Paulo Afonso, mestre em Astrofísica e doutorando no Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, em Munique, é consultor científico; e o director de voo é Alan Noble, o homem do leme da Cameron Balloons, o maior fabricante de balões do mundo, que será responsável pela criação do balão a hélio e também pelo fato. E contam ainda, como consultor técnico, com Andy Elson, responsável pela volta ao Mundo em balão da Breitling em 1993 – e o homem que mais vezes esteve acima dos 40.000 pés (12.200 metros).

O balão terá uma altura de 100 metros (o equivalente a um prédio de 30 andares), subirá à velocidade de 1000 pés (304 metros) por minuto e levará uma gôndola, não pressurizada, para ser mais leve. “O fato não é igual a um fato espacial, porque tem de permitir mais mobilidade”, nomeadamente para manobrar o pára-quedas depois de aberto, explica Mário. Terá de ser térmico e pressurizado, para fazer face à pressão e à temperatura, que a partir dos 30.000 pés (9.100 metros) baixa para os – 60 graus Celsius, podendo ir até aos -100. Esta tecnologia não existe em Portugal – pelo que o local da descolagem está em aberto, dependendo do patrocinador. “Pode ser no Brasil, na Índia, nos EUA, no Novo México…”, avança Mário, esclarecendo que “a única condição para a aterragem é que seja no deserto, por motivos de terreno”.

Curso de terapeuta em comportamentos aditivos

O pára-quedista levará oxigénio e, antes da subida, terá de fazer uma desnitrogenização, consumindo oxigénio puro, sem azoto, para eliminar o risco de descompressão. Além disto, leva também uma parafernália de equipamento: vários GPS, para calcular posição e velocidade; sensores de pressão atmosférica, de temperatura e de parâmetros biomédicos, que darão indicações à equipa médica cá em baixo sobre a sua condição física; rádios adequados para transmissão de dados de navegação e telemetria; e câmaras de filmar que transmitirão, em tempo real, imagens de tudo o que se passa na ascensão e queda.

Ainda não há data para a grande aventura (que depende essencialmente de arranjar patrocinadores, já que o projecto ascende a quatro milhões de euros…), mas do treino do atleta fazem já parte muitas horas na câmara hipobárica da Força Aérea, onde se simula a baixa pressão atmosférica da estratosfera, e outras tantas no túnel de vento de Bedford (Inglaterra), “uma turbina que lança ar a uma velocidade semelhante à da queda livre…” Além disso, Mário está habituado a uma actividade física intensa. Diariamente, faz duas a três horas de treino aeróbico, ioga e meditação. Facetas do trabalho da mente, cuja performance é fundamental. E que reflecte outra faceta da sua vida: a de psicoterapeuta. O curso de terapeuta em comportamentos aditivos foi tirado em Londres, aos 30 anos, depois de uma “fase difícil”.

Para Mário, o mais importante neste projecto é concretizar o sonho de criança – e “passar a mensagem de que é possível”. Os limites somos nós que os impomos a nós próprios. Mas foram feitos para ser ultrapassados. Costumo dizer que não ultrapasso os meus medos – empurro-os. Vou empurrando os meus medos sempre para mais além. Gosto de os enfrentar, porque sei que são o que mais nos limita. Passei muito tempo a lutar contra eles. E querer lutar contra os medos é uma batalha perdida – a partir do momento em que os aceitas, eles tornam-se mais pequenos. À medida que aprendes a lidar com ele, passas a vê-lo de forma diferente. Quase como um velho amigo.” O seu único limite? “Não magoar os outros.”

in Expresso

Só me resta dizer uma coisa:

– Boa sorte!! 😯


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As 10 descobertas do ano – Science

A revista Science elegeu as dez grandes descobertas do ano. Em primeiro lugar colocou a reprogramação celular, novidade que abre caminho a novas investigações em biomedicina. Ainda nesta área, a descoberta de novos genes ligados ao cancro ou a possibilidade de visualizar o desenvolvimento embrionário in vivo também estão no lote. Mas há menção a descobertas também noutros campos científicos.

A capacidade de reprogramar células, como se fossem computadores, para que elas se comportem de forma mais útil para os cientistas foi eleita pela revista científica americana “Science” como o principal avanço do 2008.

A revolução começou, na verdade, ao final do ano passado, quando cientistas japoneses conseguiram reprogramar células humanas de pele para que elas se comportassem como células-tronco embrionárias – um feito que, em tese, poderia eliminar as barreiras éticas que até então atrapalhavam, em muitos países, pesquisas desse tipo.

“Em tese” porque ainda era preciso provar que essas células reprogramadas podiam mesmo fazer as vezes das que são extraídas de embriões. E foi isso que os cientistas conseguiram começar a demonstrar em 2008.

Do avanço com as pesquisas emergiram os primeiros modelos de doença em laboratório – células especialmente reprogramadas para simular como certas enfermidades se comportam.

Durante 2008, um grupo de cientistas conseguiu transformar células de pele em neurónios e células gliais que sofriam com esclerose lateral amiotrófica. Uma semana depois, outro grupo produziu células com dez doenças diferentes (entre elas, distrofia muscular, diabetes tipo 1 e síndrome de Down).

A expectativa é a de que no ano que vem essas células possam formar modelos mais complexos, que ajudarão a produzir novos tratamentos contra essas doenças devastadoras e hoje incuráveis.

Mas a “Science” destaca que ainda há barreiras a serem transpostas para que essas células reprogramadas atinjam um status em que será seguro usá-las em tratamentos. Hoje, o método mais eficaz para produzi-las envolve o uso de um vírus, o que poderia ameaçar o paciente que as recebesse de contaminação.

Além disso, há o facto de que os cientistas não sabem basicamente como a inserção desses poucos genes por meio de um vírus operam a “alquimia” de transformar um tipo de células em outro. Por isso, diante do conhecimento, não há garantias de que essas células possam reverter a seu estado original e causar danos – ou mesmo um tumor – em vez de curar definitivamente o problema.

Muito trabalho pela frente, portanto, para que as células reprogramadas deixem de ser o “avanço do ano” da “Science” e passem a ser esperança real para pacientes.

Os concorrentes

A revista científica tem por hábito eleger outros nove avanços que concorreram com o vencedor durante o ano. Conheça os eleitos:

Imagens de planetas extra-solares: pela primeira vez, astrónomos conseguiram obter imagens indiscutíveis do que seriam planetas girando ao redor de outras estrelas, que não o Sol.

Genes do cancro: grandes avanços foram feitos na decifração de genes activos em células cancerosas de vários tipos, entre eles o pancreático e o glioblastoma – dois dos mais mortais.

Super-supercondutores: Em 2008, cientistas conseguiram descobrir uma segunda família de supercondutores de alta temperatura – estruturas que permitem a passagem de electricidade sem resistência.

Espionagem celular: Bioquímicos tropeçaram em grandes surpresas ao conseguir observar, em detalhes, como as proteínas se encaixam nos seus alvos – no famoso esquema chave-fechadura que costumamos aprender na escola.

Energia renovável: Cientistas inventaram em 2008 um catalisador de cobalto-fósforo que ajuda a produção de hidrogénio combustível a partir de água. Seria uma forma inteligente de armazenar energia que não é produzida por fontes limpas e não é imediatamente usada.

Embrião em evolução: Pesquisadores conseguiram monitorar a progressão de cerca de 16 mil células num embrião do peixe-zebra, após um dia de desenvolvimento.

Gordura vira músculo: Um estudo demonstrou que a chamada gordura castanha, definida como “boa” por ajudar a produzir calor para o corpo, pode ser transformada em músculo, e vice-versa.

Modelo Padrão: físicos conseguiram pela primeira vez realizar os difíceis cálculos e demonstrar que a teoria que descreve a maioria das partículas e interacções que ocorre no universo é capaz de predizer quanta massa os protões e neutrões devem ter.

Genética: Várias pesquisas demonstraram os avanços da genética em 2008. Desde o genoma completo de um cancro até uma porção significativa do genoma do mamute (…).

in DN Online & G10,,15196936,00.jpg

Neurónios motores com esclerose lateral amiotrófica produzidos por reprogramação celular

(Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard)

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Encontros imediatos

Um avião da Alitalia quase chocou com um OVNI. O caso, hoje divulgado pelo Ministério da Defesa Britânico, ocorreu em 1991 e foi investigado durante anos pela Autoridade da Aviação Civil e pelos militares. Acabou arquivado sem que se tivesse chegado a alguma conclusão.

É um estranho caso não esclarecido e só agora divulgado. O Ministério da Defesa britânico revelou hoje que, em 1991, um objecto voador não identificado passou a curta distância de um avião de passageiros da Alitalia que sobrevoava a cidade inglesa de Kent.

O comandante Achille Zaghetti ficou tão assustado que gritou “cuidado, cuidado!” para o seu co-piloto. O comandante do voo da Alitalia disse que viu o objecto voador não identificado (OVNI) – castanho e com a forma de um míssil – a passar a uns escassos 300 metros do seu avião, quando sobrevoava a cidade britânica de Kent, em 1991.

O caso, hoje divulgado pelo Ministério da Defesa Britânico, foi investigado durante anos pela Autoridade da Aviação Civil e pelos militares, tendo acabado por ser arquivado sem que se tivesse chegado a alguma conclusão.

O mais estranho é que, logo após ter visto o OVNI, o comandante da companhia aérea italiana comunicou com a torre de controlo, que o informou de que o único objecto identificado pelo radar estaria a cerca de 10 milhas de distância do avião da Alitalia.

O avião, MCDonnell Douglas MD80 , seguia de Milão para o aeroporto londrino de Heathrow e levava 57 pessoas a bordo.

O dossiê sobre o assunto revela que uma estação de televisão local transmitiu a história de um rapaz de 14 anos, que afirma ter visto nessa noite um míssil a atravessar o céu a baixa altitude, antes de ter desaparecido entre as nuvens.

O incidente de Kent é um dos 19 casos sobre aparições de OVNI, ocorridos entre 1986 e 1992, que estão disponíveis no site dos Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha.

Existem outros casos de passageiros de voos comerciais que dizem ter visto OVNI em 1991 quando sobrevoavam a Grã-Bretanha.

Entre os arquivos, agora revelados, consta ainda o relato de um piloto da Força Aérea americana que terá recebido a ordem para atirar sobre um OVNI que apareceu no seu radar quando sobrevoava East Anglia, no leste de Inglaterra.

in Expresso

Spooooooky!! 😯

Eles andem aí…

Ler também: «Ficheiros secretos» online

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Publicidade para extraterrestres

Um grupo de especialistas prepara o primeiro anúncio publicitário dirigido a extraterrestres que será lançado hoje para o espaço, afirmou na passada terça-feira o professor Darren Wright, da Universidade de Leicester, na Inglaterra.

O astrónomo diz que será um “momento histórico” porque é a primeira vez que se envia um anúncio para o espaço com o objectivo expresso de se comunicar com uma vida além de nosso sistema solar”.

A propaganda espacial foi feita para a Doritos, uma marca de aperitivos, que se associou aos cientistas da Universidade de Leicester para realizar esse projecto publicitário espacial. O anúncio será transmitido de um radar da associação científica europeia EISCAT, posicionado no arquipélago árctico de Svalbard, entre a Noruega e o Pólo Norte.

O comercial, de 30 segundos, será dirigido a “possíveis consumidores alienígenas” de um sistema solar localizado a 42 anos-luz da Terra.

Segundo os especialistas, a mensagem publicitária, que viajará na velocidade da luz, só chegará a seu destino em 2050 e uma eventual resposta extraterrestre não chegaria à Terra antes de 2092.

Segundo o professor Wright, a propaganda espacial “está actualmente sendo codificada” para poder ser transmitida.

in G1

A empresa inglesa “pensa” a longo prazo!!

Vai ser interessante, lá para o final do século, ver engarrafamentos de naves à entrada da Terra com “pessoal” ansioso por comprar Doritos!! 🙂


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«Ficheiros secretos» online

A verdade afinal não anda por aí. Está na Internet.

O Ministério da Defesa britânico divulgou ontem os primeiros oito dos seus 160 “ficheiros secretos”, com relatos de avistamentos de ovnis (objectos voadores não identificados) e até encontros com extraterrestres. E se as autoridades encontraram uma explicação para a grande maioria, há cerca de 10% que desafiam qualquer lógica e continuam a ser um mistério, apesar de não representarem uma ameaça para o país.

“O Governo de Sua Majestade nunca foi contactado por ninguém do espaço exterior”, dizia um documento oficial de 1979. Mas as autoridades eram contactadas por centenas de cidadãos com os seus relatos. É o caso de uma carta datada de Janeiro de 1985, na qual um homem relatava que estava em contacto com extraterrestres desde que tinha 7 anos. Alegava ter visitado bases alienígenas em Wirral e Chesire e dizia ainda ter combinado um encontro entre um dos extraterrestres, chamado Algar, e o Governo, mas que este foi morto por rivais.

Há contudo casos que foram considerados credíveis, como o relato de três polícias de Woking, que viram uma luz branca perto de Horsell, no Natal de 1985. Os agentes estavam preocupados com o facto de não serem levados a sério, uma vez que no livro Guerra dos Mundos, de HG Wells, foi em Horsell que aterraram os primeiros marcianos. Contudo, o relato foi considerado “genuíno”, havendo uma nota na qual se lê: “Dois agentes competentes visivelmente embaraçados.” Curiosamente, em 1977, depois da estreia do filme Encontros Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg, o número de relatos de ovnis duplicou.

Os documentos, que abarcam um período entre 1978 e 1987, podem ser encontrados no site dos National Archives. Antecipando uma correria aos documentos, alguns com mais de 400 páginas, o Ministério da Defesa colocou mais capacidade no site. No ano passado, uma medida semelhante do Governo francês desencadeou uma avalanche de 220 mil usuários só no primeiro dia e bloqueou o sistema.

Os “ficheiros secretos” (expressão famosa graças à série de televisão com os agentes Mulder e Scully, do FBI) foram agora divulgados ao abrigo da Lei de Liberdade de Informação. Todos os anos, o Ministério da Defesa britânico recebe quase 200 pedidos para aceder aos documentos, que têm de ser autorizados. Torna-se por isso mais fácil, digitalizá-los todos e disponibilizá-los para quem os quiser consultar. “Temos outras prioridades”, disse uma porta-voz à revista Time.

Mas para os amantes de uma boa teoria da conspiração, esta medida serve apenas para lançar areia para os olhos e os verdadeiros “ficheiros secretos” vão continuar secretos.

in DN Online

Uuhhh! Meeeeeeeedo!!! 😮


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