O fim do ‘macho latino’

20 11 2008

A imagem do ‘macho latino’, o homem feio e mau, com preconceitos em assumir que tem cuidados com a imagem, está a cair por terra. A conclusão é do estudo realizado pela revista masculina ‘Men’s Health‘, o qual conclui que 91 por cento dos cerca de 1800 inquiridos não tem qualquer pudor em assumir que tem cuidados com a sua aparência.

O rosto é a zona do corpo que mais cuidados merece por parte dos homens portugueses, os quais utilizam entre dois e três produtos de cuidado pessoal além do champô, dentífrico e desodorizante.

Cerca de 1500 homens usam cremes hidratantes, enquanto 820 dizem usar também um gel de limpeza.

Quase 1400 inquiridos disseram estar dispostos a submeter-se a um tratamento estético, elegendo o branqueamento dentário e a limpeza facial como os preferidos.

in CM

Por isso é que estamos cada vez mais compreensíveis com a demora das senhoras na hora de sair de casa! 8)

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Mini-saias causam acidentes

18 09 2008

Ministro diz que as mulheres que usam mini-saias distraem os motoristas.

O ministro ugandês da Ética e Integridade, Nsaba Buturo, afirmou que as mini-saias devem ser banidas do país porque as mulheres que as usam distraem os motoristas e provocam acidentes de trânsito.

Numa entrevista colectiva na capital, Kampala, Buturo disse que “usar mini-saia é como andar nu pela rua”. “Você pode causar um acidente porque algumas pessoas daqui são psicologicamente fracas”, disse o ministro.

Para ele, o uso da mini-saia deve ser classificado como uma “indecência” sujeita a penalização pela lei do Uganda.

Buturo alertou ainda para os perigos que enfrentam os motoristas que se distraem por causa das mini-saias. “Se você encontra uma pessoa nua, você começa a se concentrar no corpo da pessoa, mas continua a conduzir”, disse. “Hoje em dia é difícil distinguir a mãe da filha, elas andam todas despidas”, afirmou o ministro.

Vícios

Nsaba Buturo acredita que o uso de roupas indecentes é apenas um dos muitos vícios da sociedade ugandesa. “Roubo e desvio de recursos públicos, serviços abaixo do padrão, ganância, infidelidade, prostituição, homossexualidade e sectarismo”, citou o ministro.

Mmali explica que no início deste ano, a Universidade Makerere, em Kampala, decidiu impor regras para os trajes femininos na instituição.

A proibição da mini-saia e das calças apertadas ainda não foi implementada, mas o assunto já parece dividir sectores da sociedade.

O correspondente da BBC entrevistou mulheres no campus universitário para saber a opinião delas sobre as posições do ministro Buturo. “Se uma mulher quer usar a mini-saia, tudo bem. Se outra quer colocar uma saia mais longa, tudo bem também”, disse uma estudante.

Outras, no entanto, são mais solidárias às ideias do ministro. “Acho que coisas mesquinhas não são boas. Estamos mantendo a dignidade da África como mulheres e temos que cobrir nosso corpo”, disse uma estudante à BBC.

in G1

Quem vai ficar triste (ou não!) com esta notícia é Mary Quant… 8)


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Seita polígama lança “griffe” na Internet

7 07 2008

As mulheres de uma seita polígama do Texas, que ficaram conhecidas em Abril pela retirada dos seus 468 filhos, lançaram na Internet uma linha de roupa feita à mão que está a seduzir as norte-americanas.

Vestidos austeros, camisas modestas, bibes amplos e ceroulas são algumas peças de vestuário, em algodão, confeccionadas pelas mulheres da Igreja Fundamentalista dos Santos dos Últimos Dias, acusada de abuso sexual de menores.

A pedido das autoridades texanas, as mulheres começaram por produzir roupa para vestir as crianças retiradas do rancho da seita e transferidas para centros de acolhimento.

Os serviços sociais haviam tentado, em vão, mudar os seus hábitos.

Em Maio, o Tribunal Supremo do Texas considerou infundada a retirada das crianças mas as mães tomaram o gosto pela costura «em massa» através da Internet.

O vestuário destas mulheres, entrevistadas pela televisão norte-americana na Primavera, lembra as robustas pioneiras do século XIX, já que os seus vestidos são compridos, de cores apagadas e colarinho «chegado» ao pescoço.

Ainda assim, a indumentária tem sido procurada por várias norte-americanas no portal fldsdress.com.

in SOL

(…) “linha de roupa feita à mão que está a seduzir as norte-americanas” ??!! 😮

Aí está um país que nos surpreende todos os dias!

Até acho que as senhoras americanas podiam também adoptar os penteados da seita… para ficar com a “griffe” completa!! 😉


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Irão reprime ‘estilo ocidental’

17 06 2008

A polícia encerrou 32 lojas de vestuário e cabeleireiros e mandou parar carros e peões nas estradas, intensificando a repressão às mulheres que não respeitam as rigorosas leis islâmicas no vestuário e aos homens que copiam estilos demasiado ocidentais.

A informação foi avançada hoje por órgãos de comunicação iranianos.

A campanha começou sábado em alguns bairros de Teerão, segundo a imprensa.

Esta nova campanha da polícia contra as mulheres que não se vestem como exigem as rigorosas leis islâmicas aplicadas no Irão, especialmente as que usam mal o véu, insere-se no âmbito do denominado «plano para elevar a segurança pública», escreve hoje o periódico Farhang Ashti (Cultura de Reconciliação).

Efectivos da polícia detiveram várias mulheres com roupa justa ou curta no bairro Vandak.

Segundo várias testemunhas, os agentes perguntaram às mulheres o nome das lojas onde tinham comprado os modelos de roupa curta ou justa.

A polícia fez ainda várias detenções de jovens e homens devido ao corte do cabelo e à roupa à ocidental, descritos pelas autoridades como munharif (desviados).

Várias lojas de roupa foram fechadas em Vandak pela polícia, que acusou os respectivos proprietários de terem à venda vestidos que não se adaptam às normas islâmicas que obrigam as mulheres a cobrirem-se da cabeça aos pés, sem esconder o rosto, de preferência com o chador.

Medidas semelhantes sancionaram diversas lojas cujo pessoal infringiu as leis islâmicas, ao usarem calças justas ou camisas de manga curta.

O uso do véu islâmico é uma obrigação no Irão desde o triunfo da Revolução islâmica, em 1979, e as autoridades consideram o chador como o modelo ideal de vestuário da mulher islâmica.

in SOL

Gostei especialmente do nome da “campanha”: «plano para elevar a segurança pública»!

O mundo a andar para trás… 😐


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«Carta» contra a anorexia

10 04 2008

Representantes do mundo da moda, da publicidade e da comunicação assinaram hoje, juntamente com o Ministério da Saúde francês, um código de boa conduta para combater a anorexia.

A chamada «Carta de compromisso voluntário sobre a imagem do corpo e contra a anorexia» não contém medidas vinculativas, limitando-se a promessas «partilhadas e concertadas» pelos signatários.

O texto é o resultado de uma iniciativa lançada pelo governo francês há mais de um ano, depois da polémica sobre a magreza excessiva dos modelos e o alegado incitamento à anorexia entre a juventude.

Vários países europeus lançaram iniciativas semelhantes, enquanto a Espanha, pioneira na matéria, fixou critérios clínicos e um Índice de Massa Corporal (IMC), cujo incumprimento implica a exclusão das modelos excessivamente magras.

Os signatários da «Carta» francesa comprometem-se a não aceitar «imagens de pessoas, especialmente quando se trata de jovens», que podem contribuir para «promover um modelo de magreza extrema».

«Comprometemo-nos a promover no conjunto das nossas actividades uma diversidade na representação do corpo, evitando toda a forma de estereótipo que possa favorecer a constituição de um arquétipo estético potencialmente perigoso para as populações frágeis», afirma o texto.

Para o mundo da moda e da criação, haverá uma campanha de informação no âmbito da medicina do trabalho sobre os riscos que a «magreza extrema» acarreta.

Entre os signatários da «Carta» figuram as federações francesas da moda de pronto a vestir feminina e da alta costura, sindicatos de agências de modelos, a União das Indústrias do Vestuário e o Gabinete de Verificação da Publicidade.

O código «permite-nos abrir o caminho para uma atenção global da prevenção da anorexia», afirmou a ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, que o assinou.

Para Bachelot uma coisa são as revistas femininas que dão conselhos sobre como perder uns quilos quando se aproxima o Verão ou as festas de fim de ano e certas páginas da Internet que incitam «explicitamente» à anorexia, uma doença que afecta alegadamente entre trinta mil e quarenta mil pessoas em França.

A assinatura da «Carta» coincidiu com a apresentação de uma proposta de lei dirigida em particular contra estas páginas electrónicas na Internet e que convertem em delito o incitamento à anorexia.

A proposta de lei, apresentada na Câmara dos Deputados por una legisladora do partido conservador no poder, União por um Movimento Popular (UMP), com o apoio da ministra da Saúde, será discutida na próxima semana.

Trata-se de criar «um novo delito no Código Penal», punível com dois anos de prisão e trinta mil euros de multa, explicou a sua autora, Valerie Boyer.

in Diário Digital / Lusa

Aqui está uma boa iniciativa a ser adoptada por outros países. Só acho que devia ter “regras” mais vinculativas, a exemplo da Espanha.

Mas já é um começo… Valha-nos isso!


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