Barack Obama reeleito presidente

7 11 2012

Barack Obama vai ficar na Casa Branca. O presidente norte-americano conseguiu vencer as eleições nos EUA, no culminar de uma campanha muito renhida, em que Mitt Romney e Obama lutaram pela vitória até ao último dia. “O melhor ainda está para vir”, garantiu Obama no discurso de vitória.

Perante a explosão de alegria dos seus apoiantes, Obama subiu ao palco, num centro de convenções em Chicago, acompanhado pela sua mulher, Michelle Obama, e pelas suas filhas, Sasha e Malia.

No discurso de vitória, Obama começou por garantir que para os EUA, “o melhor ainda está para vir” e que o caminho de “aperfeiçoamento da União” americana vai continuar. O democrata deixou também palavras de congratulação ao seu adversário e à sua famíla, garantindo que no telefonema que fez a Romney conversou com ele sobre formas de colaborarem no futuro. (…)

in JN

Menos mal assim.
Corriamos o risco de ter outro “Bush” na Casa Branca…
Meeeedo! 😐





Criado na Suíça o partido Anti-PowerPoint

6 07 2011

O objectivo é evitar que as 250 milhões de pessoas que usam este programa mensalmente tornem as suas apresentações chatas.

Um grupo de cidadãos suíços criou o partido Anti-PowerPoint, o popular programa de apresentações visuais que é propriedade da Microsoft.

O objectivo deste movimento não é proibir completamente o uso desta ferramenta de trabalho, mas sim a utilização obrigatória que se faz do PowerPoint em empresas e universidades.

“Queremos que o número de apresentações com PowerPoint diminua em todo o planeta para tornar as apresentações mais atractivas. A escolha da Suíça deve-se ao facto de neste país qualquer cidadão poder inscrever-se num partido”, dizem os autores do movimento.

Este movimento, contudo, quer ter uma projecção mundial. “Não temos finalidades políticas”, asseguram os promotores, que têm como maior objectivo acabar com o número impressionante de pessoas que recorrem ao PowerPoint em apresentações – estima-se que são 250 milhões por mês em todo o mundo.

Este debate não é novo. O ano passado, o jornalista francês Franck Frommer publicou um livro onde questionava o abuso do PowerPoint nas apresentações.

in DN

Este pessoal não tem mais nada com que ‘lutar’?!

Parece-me que existem problemas bem mais graves do que este que justificaria um partido, movimento, associação, etc. 🙂





Corremos nus pela Europa fora

25 01 2011

Nos tempos de Durão envergávamos uma tanga a tapar-nos as vergonhas. Hoje perdemos a tanga e a vergonha. Abrimos garrafas de champanhe por prevermos um défice abaixo dos 7,3%. Portugal é o país stripper da Europa.

Celebrar um défice por este se situar abaixo do previsto (7,3%) seria normal se o número apresentado não fosse absurdamente elevado. Faz lembrar alguém que vai ao dentista e que ao sair da consulta manda assar um porco porque não lhe arrancaram o último dente que lhe resta na boca. Recuando no tempo: “Os senhores [do PS] deixaram Portugal de tanga”, disse então o primeiro-ministro, Durão Barroso, em resposta à alegada falta de solidariedade política do PS em relação ao programa de emergência, apresentado e discutido na Assembleia da República. (17-04-2002)

Durão não foi suficientemente teso para aguentar a tanga que o espartilhava e foi laurear a pevide para Bruxelas, munido de uns largos boxers, corria o ano de 2004, deixando então o menino nos braços de um atarantado Santana Lopes. Este, pouco habituado a mudar fraldas, deixou o miúdo de tal forma inflamado que o Presidente Jorge Sampaio achou por bem intervir e deixar a criança à guarda de alguém responsável até ter uma família de acolhimento.

E aí entrou a família socialista, cheia de promessas, pó de talco e fraldas com abas largas para o menino não ficar com as virilhas assadas, transbordava esperançaSim, esta mesma família que hoje em dia não se percebe bem se é um governo ou um grupo de vendedores de divida pública ambulante. Eles vão a todo lado, do Brasil a Timor, do Rato a Algés, dos Emiratos à China, do Qatar a Vila Real de Santo António.

Passam mais tempo a hipotecar o futuro deste país lá fora do que por cá a resolver os incontáveis e intocáveis problemas que os próprios criaram. Chegam a regozijar-se por vender a dívida pública portuguesa a taxas que fariam corar qualquer economista alcoolizado há vinte anos atrás. Durante o mês de Janeiro quantos dias esteve o Primeiro-Ministro em Portugal? A divida de um país é hoje oferecida sabe-se lá a quem, em que termos, e em que esquinas, como quem vende algodão doce ou chupa-chupas numa feira-popular. No final está visto quem é que vais chupar com isto tudo.

Resumindo: se há uns anos nos encontrávamos de tanga, hoje em dia corremos nus pela Europa e mundo fora, sem sabermos se devemos finalmente parar e pedir ajuda ou se continuar a fugir dela como o diabo da cruz. Corremos até se nos acabar o fôlego. E ele está a acabar. Entretanto, de cabedal e chicote na mão, Angela Merkel, a implacável dominadora alemã, espera por nós.

Tiago Mesquita in 100 Reféns





Sócrates criou 88 fundações desde 2008

19 01 2011

Os nossos media, volta e meia, esquecem os gastos idiotas do Estado. Mas quem nos empresta dinheiro nunca esquece. Não esquece, por exemplo, que o governo criou um tacho chique (aka uma fundação) a cada doze dias. Isto é o saque organizado ao nosso dinheiro.

Durante umas semaninhas, os nossos media, certamente para desanuviar, deixam de prestar atenção à correlação entre a performance do Estado português e a reacção do mercado da dívida. Eu sei: é chato, árido e não tem homicidas gays. Depois, quando a atenção regressa a este tema, os media encontram os juros muito altos e começam, de imediato, a defender esta narrativa: “ai, eles, os mercados, estão a ser muito duros e injustos com Portugal”. Duros? Sim. Injustos? Não. É que o nosso Estado continua a gastar dinheiro sem o mínimo respeito pela realidade do país e sem uma mínima consideração pelo contribuinteBasta olhar para o trabalho que o Diário de Notícias está a fazer.

Um exemplo: desde que rebentou a crise (2008), José Sócrates já criou 88 fundações. Isto dá uma média de uma fundação a cada 12 dias (em plena crise). Meus amigos, isto é um saque organizado ao dinheiro dos contribuintes. Não tem outro nome: é um saque ao nosso dinheiro, um saque legitimado pelo próprio governo, um saque que beneficia boys em detrimento do cidadão comum, esse idiota que se limita a abrir a carteira. Alguém me explica a utilidade destas 88 fundações? Alguém me explica a utilidade de todas as 640 fundações que são financiadas pelo Orçamento de Estado? Alguém pode garantir – sem se rir – que o país precisa de todas estas fundações? Não haverá umas quantas que são desnecessárias? Caramba, temos um batalhão imenso de funcionários públicos e, depois, ainda é preciso fazer estas fundações financiadas pelo orçamento de estado? Para quê?

E, já agora, também interessa fazer uma pergunta mui simples: por que razão as chefias destes tachos finos (uma-fundação-alimentada-pelo-OE não é só um tacho, é um tacho chique) são tão bem pagos? Alguém me explica por que razão a presidente da Fundação Cidade de Guimarães tem um salário de 10 mil euros? (e o salário era de 14.300 euros). Como contribuinte, eu não aceito estes ordenados faraónicos. Não aceito. Isto é um assalto ao meu dinheiro. Meu. Meu. Não é do Estado, não é do governo, não é do PS, não é dos boys and girls do PS e do PSD (sim, o PSD também tem os dedos neste mel). É meu, e eu quero respeito por esse dinheiro.

Volta e meia, os nossos media esquecem isto, ou seja, esquecem a realidade portuguesa. Mas os credores internacionais não esquecem. E ainda bem. É a pressão dos credores que está a proteger os contribuintes portugueses. Sem essa pressão, os tachos finos seriam ainda mais.

Henrique Raposo in “A Tempo e a Desmodo”





Internet candidata ao Nobel da Paz em 2010

5 02 2010

A Internet foi proposta pela edição italiana da revista "Wired", que realça a sua utilização como ferramenta avançada para o "diálogo, debate e consensos" e para promover a democracia (veja o vídeo no final do artigo).

logoWwwInternetForPeace

Uma activista dos direitos humanos na Rússia, um dissidente chinês e a mãe de todas redes, a Internet, são alguns dos candidatos ao prémio Nobel da Paz em 2010.

A informação foi hoje divulgada pelos autores das nomeações, no mês em que decorre a apresentação de candidaturas. O Comité Nobel , não confirma nem desmente. Manda a tradição que a lista com os nomes seja mantida em segredo durante 50 anos.

Recorde-se que só têm poder para nomear, os antigos laureados com o Nobel da Paz, membros do governo e dos órgãos legislativos, um grupo restrito de professores universitários, entre outras personalidades.

A Internet foi proposta pela edição italiana da revista "Wired ", que realça a sua utilização como ferramenta avançada para o "diálogo, debate e consensos" e para promover a democracia. Segundo os promotores da iniciativa "Internet for Peace ", entre os subscritores da petição está a exilada iraniana laureada em 2003, Shirin Ebadi .

O estilista italiano, Giorgio Armani, o fundador do Media Lab do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Nicholas Negroponte, e Joi Ito, CEO da Creative Commons, também são embaixadores do movimento "Internet for Peace".

Já a activista russa dos direitos humanos Svetlana Gannushkina e a organização para a qual trabalha, a Memorial , foram propostos por Erna Solberg, a líder do Partido Conservador da Noruega. Muito crítica do Governo, a Memorial bate-se pelos direitos dos trabalhadores imigrantes e refugiados na Rússia.

"Estas pessoas estão na primeira linha da defesa dos direitos humanos e correm sérios riscos de vida", declarou Solberg à Associated Press, lembrando que uma outra activista da Memorial, Natalya Estemirova, foi assassinada em Julho do ano passado.

A nomeação do dissidente Liu Xiaobo , recentemente detido na China, partiu do presidente do PEN Clube americano e professor de filosofia na Universidade de Princeton, EUA.

Kwame Anthony Appiah justificou a sua proposta pelo envolvimento de Xiaobo na luta pelos "direitos humanos e políticos".

O Governo chinês já pediu ao comité Nobel para ignorar esta nomeação.

Números

25,6%

População mundial ligada à Internet em 30 de Setembro de 2009. Destes, 42,6% residem na Ásia, 24.1% na Europa e 14,6% na América do Norte. A África, onde apenas 6,8% da população tem acesso à rede, e no Médio Oriente, com 28,3%, registaram as maiores taxas de crescimento entre 2000 e 2009, a saber: 1392.4% e 1,648.2 %, respectivamente.

Fonte: Internet World Stats

in Expresso





Prostitutas em protesto oferecem sexo

7 12 2009

Câmara da capital dinamarquesa pediu aos conferencistas para não comprarem sexo. Profissionais do sexo falam em «discriminação»

attenzione_prostitute1 Quinze prostitutas dinamarquesas decidiram oferecer sexo grátis aos participantes da Cimeira sobre alterações climáticas, em Copenhaga, que se inicia esta segunda-feira, em protesto contra a atitude da Câmara local de desincentivar o recurso ao sexo pago por parte dos conferencistas.

De acordo com o «The Copenhagen Post», a autarquia local alertou 160 hotéis da cidade para que não facilitassem o encontro entre hóspedes e prostitutas.

Em parceria com entidades não-governamentais, foram mesmo distribuídos panfletos em que se podia ler: «Seja responsável. Não compre sexo».

A reacção do Grupo de Interesse das Trabalhadoras do Sexo não tardou: «é pura discriminação», diz.

Quem pretender sexo grátis, deve apenas levar um dos cartões anti-prostituição e apresentar também a credencial da conferência. A cortesia não pode ser repetida, pelo que as profissionais do sexo ficarão com a identificação de cada cliente.

A presidente da Câmara de Copenhaga, Ritt Bjerregaard, contrapõe que tem «o direito de decidir qual a imagem que a cidade deve passar durante o evento internacional. Acho lamentável que se compre sexo», diz.

Por seu lado, Susanne Moller, porta-voz da instituição que defende o interesse das prostitutas afirma que «Ritt Bjerregaard está a abusar da sua posição quando impede as prostitutas de realizarem o seu trabalho legalmente».

Recorde-se que a prostituição é uma actividade legalizada na Dinamarca.

A Cimeira do ambiente vai levar até Copenhaga líderes mundiais como Gordon Brown e Nicolas Sarkozy. Barack Obama estará presente no encerramento do encontro.

in IOL Diário

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O rapaz que escreve os discursos de Obama

22 01 2009

É o próprio Barack Obama quem o diz: Jon Favreau é o seu “mind reader“. Aos 27 anos (e não parece um ano mais velho que isso), com muito café e muitas latas de Red Bull, Favreau não sabe apenas ler os pensamentos de Obama. Sabe também passá-los para o papel, estruturá-los, para que Obama os devolva às multidões, em frases electrizantes. O discurso inaugural pertence-lhe também. Passou semanas e semanas a trabalhar nele. Hoje, tornou-se no mais jovem “speechwriter” presidencial de sempre.

A “Newsweek” escrevia há meses que Jon Favreau tem o pior e o melhor trabalho na história dos redactores de discursos. O pior, porque o seu patrão é alguém que, na verdade, não precisaria da sua ajuda, já que escreveu sozinho não apenas dois “best-sellers” “Dreams from My Father” (“A Minha Herança”, Casa das Letras) e “The Audacity of Hope” (“Audácia da Esperança”, Casa das Letras), como o discurso que o catapultou para a fama nacional, em 2004, na Convenção Nacional Democrata. “Ao mesmo tempo, o mesmo patrão é capaz de discursar de uma forma que faz o seu auditório ficar arrepiado.” E não deve haver muito melhor do que isto para quem ganha a vida a escrever para os outros.

Favreau tinha apenas 23 anos, acabado de se formar no College of the Holy Cross em Worcester (Massachusetts). Conta o “New York Times” que Obama estava a ensaiar o discurso da Convenção, nos bastidores, quando Favreau, que fazia parte da equipa do candidato democrata às presidenciais, John Kerry, o interrompeu: havia um problema de ritmo no discurso. “Ele olhou para mim, um bocado confuso, tipo: ‘Quem é este puto?'”, conta Favreau.

O “puto” era já speechwriter de Kerry, por puro acaso. Estava à hora certa no local certo, no momento em que a campanha do democrata estava prestes a implodir. Já havia pouca gente no escritório para além do rapaz que reunia os registos audio das notícias sobre a corrida presidencial quando Kerry precisou de ajuda para os seus discursos. “Eles não podiam dar-se ao luxo de contratar um”, recorda agora o redactor de Obama. “Por isso tornei-me vice-speechwriter, apesar de não ter experiência nenhuma.”

A derrota de Kerry em 2004 acabou com os projectos políticos de Favreau. “O meu idealismo e entusiasmo pela política estavam arrumados. Estava grato pela experiência que recebi, mas foi uma experiência tão difícil que, juntamente com a derrota, me fez sentir que estava acabado”, contou à “Newsweek”. Mas não por muito tempo. “Foi preciso o Barack para recuperar isso”.

O encontro com Barack Obama veio pouco depois, quando o seu director de comunicação, Robert Gibbs, o abordou: “Estamos à procura de um speechwriter”, disse-lhe. “Porquê?”, perguntou Favreau. “Se o dia tivesse 48 horas não necessitaríamos de um. Mas ele precisa de trabalhar com alguém.”

E foi no primeiro dia de trabalho de Obama como senador (representando o estado de Illionois) que os dois se encontraram para a entrevista, numa cafetaria no Capitol Hill. Favreau estava então desempregado e “falido, a tirar partido de todas as promoções das happy-hours que encontrava em Washington”. Nesse encontro, o senador pôs de lado o seu currículo para lhe perguntar: “O que te fez entrar para a política? O que te interessou?”. Projectos sociais, defesa dos direitos legais dos pensionistas… “E qual a tua teoria para a redacção de discursos?”, perguntou Obama. “Não tenho nenhuma. Mas quando o vi na Convenção, o senhor contou basicamente a história da sua vida do princípio ao fim, e era uma história que se enquadrava na grande narrativa americana. As pessoas aplaudiram não por ter escrito para um aplauso, mas porque tocou em alguma coisa no partido e no país que nunca tinha sido tocada antes. Os democratas não tinham isso há muito tempo”. Obama estava conquistado.

Houve muito trabalho depois disso. Favs, como é conhecido entre os amigos, decorou o discurso de 2004 palavra por palavra, andou sempre com os livros de Obama debaixo do braço, em particular a autobiografia “Dreams from My Father”. E o dono da voz confundiu-se com a voz do dono.

Quando Obama venceu a nomeação democrata contra Hillary Clinton (que atacara os dons de oratória do rival: “As campanhas fazem-se com poesia, mas a governação é com prosa”), os dois levaram meia hora para chegar à frase que abriria o discurso de vitória: “Diziam que este dia nunca chegaria”.

Favreau estava sempre com Obama, tornou-se mesmo num dos poucos da equipa a consegui-lo. Deitava-se às três da manhã, levantava-se às cinco. Ia para os Starbucks encher-se de cafeína para aguentar o sono enquanto dacitlografava no seu computador. Desde que Obama ganhou as presidenciais, a 4 de Novembro, que o ritmo ficou ainda mais frenético, para preparar o discurso inaugural.

“O que faço é sentar-me com ele durante meia hora. Escrevo tudo o que ele diz. Refaço, escrevo. Ele escreve, refaz. É assim que o produto fica acabado.”

Não se pense que tudo o que ouvimos de Obama veio de Favreau. “Quando trabalhamos com o senador Obama, o principal actor do discurso é ele”, diz David Axelrod, o estratega da campanha de Obama, ao ‘New York Times’. “Ele é o melhor speechwriter do grupo e sabe o que quer dizer e geralmente di-lo melhor do que qualquer pessoa diria”.

in Público

Discurso de vitória de Obama na nomeação democrata:

“Diziam que este dia nunca chegaria”


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