Saúde

Cientista inventou álcool que não dá ressaca, nem faz mal ao fígado

‘A nova substância, baptizada de “alcosynth”, resulta do trabalho do químico David Nutt, do Imperial College de Londres, e, ironicamente, ex-consultor do governo britânico para assuntos ligados a drogas.

Segundo Nutt, o alcosynth simula os efeitos positivos do álcool, mas não causa dor de cabeça ou náuseas, nem agride o fígado.’ (..)

A solução para os vossos problemas! 😀

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via Cientista inventou álcool que não dá ressaca, nem faz mal ao fígado – ZAP

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Clínica japonesa muda linhas das mãos para enganar o destino

Uma nova cirurgia plástica está a fazer carreira em Tóquio: por cerca de 750 euros, uma clínica assegura a alteração da configuração das linhas das mãos a quem queira “enganar o destino”.

A cirurgia é feita pelo médico cirurgião Takaaki Matsuoka que, em 2011, recebeu a visita de um paciente que queria mudar as linhas das mãos.

Num primeiro momento o médico mostrou-se relutante, mas encontrou precedentes em procedimentos raros na Coreia do Sul, acabando assim por aceder na realização da operação.

Qual cirurgião de crentes da quiromancia, desde então, Matsuoka realiza a cirurgia com recurso a um bisturi elétrico numa clínica da capital nipónica.

in Diário Digital

Nem merece comentários!! 😀

Comer catotas do nariz é benéfico para a saúde, garante investigador

Scott Napper, investigador da Universidade de Saskatchewan, localizada no Canadá, assegura que o nariz guarda um bom trunfo para o sistema imunitário: os macacos. Os germes que se alojam no nariz podem servir de vacina natural”, diz o bioquímico.

Segundo assegura um investigador bioquímico e professor canadiano, os macacos que se alojam no nariz podem trazer benefícios para a saúde das crianças, uma vez que aquele ‘alimento’ guarda diversos germes, que provocam uma reação positiva no sistema imunitário, reforçando-o.

Comê-los traz benefícios para a saúde das crianças, uma vez que aquele ‘alimento’ contém germes, responsáveis por uma reação positiva no sistema imunitário, reforçando-o.

Apesar de polémico e suscitar reservas, o estudo está bem fundamentado. “Os germes que se alojam no nariz podem tornar o sistema imunitário mais forte e servir de vacina natural”, alerta o bioquímico Scott Napper.

É garantido que a exposição das crianças aos germes do muco nasal é uma forma eficaz de reforçar o sistema imunitário. Desse modo, repreender as crianças por este hábito pouco higiénico e mal acolhido pode ser uma má decisão dos pais…

in PTJornal.com

Há por aí pessoal com muita saúde!! 😀

 

“Chulé” usado como arma contra mosquito da malária

Um estudo britânico conclui que o mosquito da malária sente uma atração pelo cheiro a chulé. O mau cheiro dos pés pode, assim, vir a ser usado como uma arma para combater a doença que mata mais de 600 mil pessoas por ano em todo o mundo.

via Boas Notícias – “Chulé” usado como arma contra mosquito da malária.

Chulé: arma contra a malária

Se funcionar, parece-me bem!! 😀

Leite de vaca retirado de madrugada cura insónias

Empresa alemã comercializa leite ordenhado entre as 2h00 e as 4h00, período em que liberta mais melatonina.

Não é um pacote de leite. Também não é um medicamento, apesar de uma empresa alemã o vender como um alimento que pode curar insónias ou combater a falta de sono temporária. Em vez de leites ricos em cálcio, para ajudar a combater a osteoporose, a empresa alemã Nachtmilchkistalle lançou recentemente um leite de vaca rico em melatonina: uma hormona do sono produzida por vários animais e plantas e que resulta da secreção da glândula pineal (participa na organização temporal dos ritmos biológicos).

Vantagens? Funciona como uma substância soporífera e promete noites sem contar carneirinhos. Segundo avança a empresa, a dose tomada uma hora antes de se ir para a cama “garante um sono repousado”.

O leite usado neste produto difere dos restantes pela hora em que as vacas são ordenhadas: o leite é retirado entre as 2h00 e as 4h00 da manhã porque, nesse período temporal, o leite das vacas é 25 vezes mais rico em melatonina (a hormona que regula o sono).

Além de a ordenha ser feita de madrugada, os animais são banhados por uma luz vermelha que acelera o sono e favorece a produção de melatonina. Também o regime alimentar é especial e rico em luzerna, ingrediente favorável à produção da hormona do sono.

O produto é vendido em doses de nove gramas e pode, por exemplo, ser misturado num iogurte. Para já, ainda só é comercializado na Alemanha.

in I

Faltará ainda descobrir alguma coisa?! 🙂

Japonês sobrevive a 2 bombas atómicas

Tsutomu Yamaguchi testemunhou os ataques a Hiroshima e Nagasaki em 1945 e foi esta quarta-feira oficialmente reconhecido pelas autoridades do seu país como sobrevivente de duas bombas atómicas.

Duas bombas, duas ocasiões e um sobrevivente. É esta a história de Yamaguchi que 64 anos depois do fim da II Guerra Mundial é reconhecido como sobrevivente a duas bombas atómicas, Hiroshima e Nagasaki.

Esta comprovação garante ajuda financeira mensal do governo do Japão, check-ups gratuitos e auxílio-funeral.

No dia 6 de Agosto de 1945, o japonês estava em viagem de negócios quando o avião B-29 americano Enola Gay lançou a bomba atômica “Little Boy” sobre a cidade. Sofreu várias queimaduras no peito e nas costas.

No dia 7 de Agosto, Yamaguchi apanhou o comboio de regresso à cidade onde morava, em Nagasaki. Dois dias depois testemunhou a explosão da segunda bomba, a “Fat Man“, que matou 70 mil pessoas.

in Destak

9 de Agosto, 1945: O fumo eleva-se sobre o porto japonês de Nagasaki, depois da segunda bomba atómica por termo à II Guerra Mundial.

Photo: NARA

Nem sei se o homem é um sortudo, se é um azarado!! 😕

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A ciência do beijo

Um beijo é muito mais que lábios fundidos ou línguas entrelaçadas. Os cientistas acreditam que pode determinar o futuro de uma relação e até combater a depressão. A filematologia explica como.

Lembra-se do primeiro? Olhos nos olhos, mãos suadas, coração acelerado, lábios hesitantes. Tensão e emoção. Num sopro, paraíso ou inferno. Afinal, porque beijamos? Simples: porque queremos. Porque nos rendemos aos afectos e nos deixamos levar pelos impulsos românticos. E, contudo, explicam os cientistas, o fenómeno é muito mais complexo que a simples comunhão de duas bocas, seja no entrelaçar das línguas ou, com menos saliva, na união de dois lábios (ou, para ser mais rigoroso, dois pares de lábios). Por isso criaram a filematologia, a ciência que estuda o beijo e as suas funções.

Como na canção “As Time Goes By”, imortalizada em Casablanca, “a kiss is still a kiss” mas será sempre algo mais que a estrofe em que duas bocas rimam, para usar outra citação famosa. Por detrás de cada gesto escondem-se não só um emaranhado de reacções orgânicas, mas também uma miríade de motivações que nem sempre são óbvias. Beijamos por paixão, mas também por costume, educação, respeito e até por mera formalidade. A própria forma como beijamos varia de acordo com o que queremos expressar.

Segundo o antropólogo inglês Desmond Morris, as origens do beijo estão num instinto bem mais primário: o das mães primatas mastigarem a comida e a passarem às crias através da boca, um costume que sobrevive ainda em algumas tribos do Planeta. O gesto, especula Morris, terá evoluído para uma forma de confortar crianças esfomeadas quando a comida escasseava e, mais tarde, para demonstrar amor e carinho.

Para outros cientistas, beijar está ligado ao complexo processo de escolha de um parceiro. Quando duas pessoas se beijam, trocam uma série de informações (gustativas, mas também olfactivas, tácteis, visuais e até de postura) que, inconscientemente, as ajudam a perceber o grau de comprometimento do outro na relação. O gesto pode revelar até que ponto se está perante a pessoa ideal para formar família, sendo por isso uma acção fundamental para a sobrevivência das espécies.

A chave deste fenómeno está no olfacto. Beijar activa a libertação de feromonas que, ao serem detectadas, de forma inconsciente, pelas mulheres, as ajudam a escolher os parceiros que terão uma melhor descendência. A explicação está num conjunto de genes ligados a uma parte do sistema imunitário conhecida como complexo maior de histocompatibilidade (CMH), que, através do olfacto, desempenha um papel fundamental na atracção sexual. Aqui funciona a lei de que os opostos se atraem: elas preferem homens com um CMH diferente do seu, uma escolha influenciada pela Natureza: juntar parceiros com diferentes genes do sistema imunológico fortalece as defesas da geração seguinte, melhorando, assim, as hipóteses de sobrevivência da espécie.

Talvez por isso, a ciência tem demonstrado que o primeiro beijo pode ajudar a afastar o que as forças do romantismo uniram. O sucesso de uma relação depende, muitas vezes, desse momento único em que os lábios se tocam pela primeira vez. Segundo um estudo publicado na revista científica “Evolutionary Psychology“, 59% dos homens e 66% das mulheres admitiram já ter perdido o interesse por alguém após o primeiro beijo.

A investigação revela outros dados interessantes, que vêm confirmar alguns estereótipos sobre os comportamentos sexuais dos dois géneros: os homens utilizam mais o beijo como um meio para atingir um envolvimento sexual e estão mais predispostos a ter sexo sem beijar, com alguém que considerem beijar mal ou mesmo com alguém por quem não se sintam atraídos. Já as mulheres, intuitivamente, tendem a usar o beijo para avaliar o estado da sua relação e o grau de comprometimento do seu parceiro.

O estudo revelou outro dado curioso: os homens preferem beijos mais molhados e com mais contacto de língua. A opção, percebe-se agora, não é ingénua. A saliva masculina contém grandes quantidades de testosterona que podem afectar a líbido das mulheres. Os cientistas baralham outra hipótese: a dos homens terem uma menor capacidade de detecção química e sensorial, precisando por isso de mais saliva para fazer a sua avaliação da parceira.

Igualmente complexa é a equação anatómica e fisiológica de um beijo. O acto põe em acção diversos músculos, cujo número varia em função da intensidade: um beijo carinhoso mobiliza 17 músculos; um mais apaixonado pode chegar aos 29, segundo a tese de doutoramento em Medicina da francesa Martine Mourier, que dedicou as duzentas páginas do seu trabalho aos efeitos do beijo. Outras revelações: a pressão exercida pode atingir os 12 quilos, os batimentos cardíacos disparam dos 70 para os 150 por minuto e são trocadas pelos menos 250 bactérias. Citando um filósofo dos tempos modernos, Duff McKagan, ex-baixista dos Guns N’Roses, “um beijo pode não ser uma coisa higiénica, mas é a maneira mais saborosa de apanhar um germe”.

Por isso, ainda que aparentemente inofensivo, beijar pode ser um veículo privilegiado de transmissão de doenças. A lista inclui desde uma simples constipação à hepatite, tuberculose, mononucleose, herpes labial e, em determinadas situações, doenças sexualmente transmissíveis como a sífilis e a sida (caso existam feridas ou cortes na boca).

Por paradoxal que possa parecer, pode também ter efeitos terapêuticos, por exemplo, no combate à depressão. Segundo um estudo realizado no Reino Unido, beijar estimula o cérebro a libertar endorfinas, substâncias químicas que funcionam como uma espécie de ‘opiáceo’ natural do organismo, proporcionando sensações de prazer, euforia e bem-estar que ajudam a combater a depressão. Quanto mais excitantes e apaixonados os beijos, maiores os benefícios para a saúde. Além disso, baixa os níveis de cortisol, conhecida como a hormona do stress, e pode até funcionar como uma forma de ‘vacinação’ natural dos bebés: ao beijar o seu filho recém-nascido, a mãe transmite-lhes, de forma diluída e progressiva, os seus germes, desencadeando as defesas do organismo do bebé.

Indiferentes às dissertações científicas, beijamos, sobretudo, pelo prazer de beijar. Porque é, afinal, disso que se trata: de um prazer magnético em que duas almas se unem. Que importa o resto?

in Expresso

Marinheiro a beijar uma enfermeira em Times Square no V-J Day em 1945.

(Photo: Alfred Eisenstaedt, Time-Life/Getty Images)

Que importa o resto? 😉

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