TV

Às vezes, a fama chega. Mesmo!

A culpa, se calhar, é dos dicionários: “fama” e “sucesso” vêm antes de “trabalho”. E é essa a ordem de factores que é apregoada pelas televisões. “Em directo da casa mais famosa do país…”, e mostra-se gente que não sabe nada, que não viveu nada e que de sentimentos só conhece a versão lambisgóia. “És o ídolo de Portugal!”, grita um imberbe para outro imberbe, num desses concursos de caça-talentos em que o protagonista nem entende, apesar de anunciado, o papel que lhe destinam: ser caçado. Na noite da apoteose, Portugal chama com valor acrescentado e faz do miúdo um famoso. Assim, num repente. Com a plateia de pé, os colegas fracassados aos abraços apertados (alguém tem de fracassar para servir de pedestal), os pais a chorar de orgulho. Famoso. No dia seguinte, já há clube de fãs. O Facebook explode de amigos. Millôr Fernandes poetou sobre isso: “Na tela/ Em cada programa/ Notoriedades da hora/ Desconhecidos de ontem/ Famosíssimos de agora.” Famoso. Ainda sem saber de quê, nem se interessando porquê, mas já conhecendo as regras: agarrar-se aos holofotes e, sobretudo, a quem detém as luzes dos holofotes. Famoso. Os mais sortudos saberão em breve como a condição é efémera. Os mais infelizes descobrem-se, um dia, mesmo famosos: aparecem nas primeiras páginas dos jornais, até de Nova Iorque.

in DN

FAMA

Não são necessários mais comentários! 😐

O regresso das séries de culto

Aos poucos, voltam as reposições televisivas de comédias e dramas.
Os guionistas que estiveram em greve durante mais de cem dias já retomaram o trabalho e as televisões – ABC, NBC e CBS, entre outras – já começam a fazer contas à vida, atirando possíveis datas para a exibição de novos episódios de muitas séries já consideradas de culto.
Assim, de um total de 46 séries dramáticas e 17 comédias, que pararam com a greve, algumas ficarão pelo caminho, tendo os canais de televisão decidido não lhes dar continuidade. É o caso de Bionic Woman, que a TVI irá exibir brevemente, Jericho, Big Shots, Life is Wild ou Journeyman. October Road e Cane têm o seu futuro a ser avaliado. Tal como Prison Break, que passa na RTP1, aos domingos.
Mas boas notícias para quem segue Bones (Ossos), no Fox, que regressa, nos EUA, a 14 de Abril. Tinha quatro episódio feitos antes da greve e vai ter mais seis novos. Brothers & Sisters, que passa na RTP2, volta também em Abril, esperando-se a produção de quatro novo episódios. ( Men In Trees, uma das minhas favoritas, também terá mais alguns episódios nesta 2ª série. Não sei é se a RTP continuará a sua exibição…)
Em relação aos CSI (Miami e Nova Iorque), apresentados em Portugal pela SIC, espera-se por oito novos episódios, a ser exibidos a partir de 24 de Março, e mais sete episódios, a 2 de Abril, respectivamente.
House, que acaba de regressar à TVI (também dá na Fox), deverá produzir entre quatro e seis novos episódios para serem exibidos em Abril e Maio. Grey’s Anatomy deverá filmar mais cinco novos episódios, com emissão marcada para Abril e Maio.
ER (em português, Serviço de Urgência) regressa a 10 de Abril com mais seis novos episódios. Outra série de culto, Lost, que ainda dispõe de oito episódios antes da greve, vai para a 4.ª temporada com cinco novos e The Office regressa a 10 de Abril com mais seis episódios. Ugly Betty, que acabou na SIC por causa da greve, deverá ter mais episódios a partir do final de Abril.
A revista Entertainment Weekly tem a lista das datas das séries.
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Finalmente!!
Os episódios que ainda faltam produzir em cada série – How Many Episodes Are Left?

 

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“Lost” em 8 minutos

As três primeiras temporadas de Lost em 8 minutos e 15 segundos!

Para quem perdeu alguns episódios, para quem quer relembrar alguns aspectos já esquecidos… Ou quer começar agora a ver a série, na 4ª temporada, sem ter que ver montes de episódios para perceber a história!

Isto é quase serviço público!

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E se a internet desaparecesse?!

Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.

De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.

Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o "não conseguiria imaginar a minha vida sem" até ao "não me faria diferença nenhuma"), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.

O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.

Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.

Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.

Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.

A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).

Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.

in Público

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E se a internet desaparecesse?!

Se algum dos meios de comunicação com que contactam diariamente desaparecesse, a maioria dos portugueses inquiridos num estudo de mercado sentiria mais falta da Internet e dos telemóveis do que da televisão, rádio ou jornais.

De acordo com o estudo A Day in the Life (um dia na vida), elaborado pela agência de meios Nova Expressão para a Columbus Media International e efectuado pela Netsonda, 98,1 por cento dos portugueses inquiridos sentiria falta da Internet (95,6 por cento sentiriam falta do telemóvel, 92,4 por cento da TV, 90,6 por cento da rádio e 86,8 por cento dos jornais). Os meios de comunicação menos importantes para o painel de 681 portugueses, todos utilizadores de Internet, são as consolas de jogos e os outdoors.

Confrontados com várias opções para descrever o confronto com o desaparecimento de meios de comunicação, que incluem também o cinema, as revistas e os leitores mp3, mais de metade dos inquiridos (53,6 por cento) não conseguiria mesmo imaginar a sua vida hoje sem a Internet. Só os telemóveis igualam a reacção mais extrema da gama de questões (que vai desde o “não conseguiria imaginar a minha vida sem” até ao “não me faria diferença nenhuma”), com 43,6 por cento dos inquiridos a assumir que não imagina viver sem telefone móvel.

O objectivo do estudo é saber mais sobre os hábitos de consumo de média dos portugueses, integrado num estudo mais alargado sobre o mesmo tema, que abrange os EUA, o Canadá, Reino Unido, Alemanha e Polónia e os Emirados Árabes Unidos. Os norte-americanos são, de longe, os que mais falta sentiriam dos meios de comunicação se fossem privados deles.

Nas conclusões gerais do estudo internacional da Columbus, Portugal destaca-se por ser o país cujos espectadores mais se queixam da violência excessiva na televisão (uma preocupação partilhada por 69 por cento dos inquiridos portugueses). De todo o painel, o Reino Unido é o país onde essa preocupação é menos significativa.

Os países que mais consomem televisão são Reino Unido e o EUA. Os seus espectadores passam em média, e respectivamente, 3,7 e 4,3 horas por dia frente ao televisor. Em Portugal, 71 por cento dos espectadores dizem que prestam tanta atenção à publicidade televisiva que passa nos canais temáticos do cabo quanto à dos canais generalistas. Mas 56 por cento dos portugueses ouvidos pela Netsonda admitem que tentam evitar ver anúncios na televisão, ao mesmo tempo que 57 por cento deles dizem prestar atenção à publicidade nos jornais.

Os principais destinos dos inquiridos portugueses que procuram entretenimento são a televisão e a Internet (76 e 58 por cento, respectivamente) e estes dois meios também lideram quando a busca é em torno de notícias (79 por cento TV e 56 por cento Internet). Os jornais servem como fonte de notícias para 55 por cento dos ouvidos.

A omnipresença da Internet na vida dos consumidores de média portugueses mantém-se de forma equilibrada durante toda a semana: 4h36 durante a semana, 4h04 ao fim-de-semana. A Internet serve sobretudo para usar o e-mail (98,2 por cento) e ler notícias (85,2 por cento).

Quanto à televisão, os inquiridos dedicam-lhe 2h43 diárias nos dias úteis e 3h46 diárias ao fim-de-semana. E passam 59m a ler jornais durante os dias úteis, dedicando ainda 48m às revistas, gastando 1h16 a ler jornais nos dias de fim-de-semana e 1h03 para as revistas ao sábado e domingo. Estes valores estão no mesmo nível dos despendidos pelos americanos, canadianos e britânicos na leitura de jornais diários. Quanto à Internet, os norte-americanos são os que mais horas passam na rede, gastando entre 5,3 horas e 6 horas diárias frente ao computador.

in Público

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Os 50 melhores da TV Portuguesa

O Tal Canal, a estreia televisiva de Herman José, ficou em primeiro lugar na lista final dos resultados d’Os 50 Melhores Programas de Sempre da Televisão Portuguesa. Com um total de quase 10 mil votos, esta iniciativa do Diário de Notícias, da Time Out e das Produções Fictícias salda-se num resultado muito satisfatório. Aqui apresentamos a classificação final (as percentagens foram sujeitas a arredondamento).

tal_Canal

O Tal Canal 9,13%

Gato Fedorento 8,45%

Herman Enciclopédia 7,49%

Rua Sésamo 5,82%

Duarte e Companhia 5,35%

Contra-Informação 4,79%

Noite da Má Língua 4,39%

A Liga dos Últimos 3,63%

Grande Reportagem 3,36%

10º Portugal, Um Retrato Social 3,29%

11º Zip Zip 2,79%

12º A Guerra 2,30%

13º A Alma e a Gente, de José Hermano Saraiva 2,17%

14º TV Rural 2,14%

15º Domingo Desportivo 2,13%

16º Cinema de Animação 2,10%

17º Agora, Escolha 2,07%

18º Os Amigos do Gaspar 1,93%

19º Palavras Ditas, de Mário Viegas 1,75%

20º A Visita da Cornélia 1,74%

21º Morangos com Açúcar 1,74%

22º O Passeio dos Alegres 1,60%

23º Atlântico 1,32%

24º Vila Faia 1,27%

25º João Villaret 1,24%

26º Praça Pública 1,20%

27º Tal & Qual 1,27%

28º Zé Gato 1,15%

29º Sabadabadu 1,12%

30º Se Bem Me Lembro 1,05%

31º Museu do Cinema, de António Lopes Ribeiro 0,91%

32º Fungagá da Bicharada 0,87%

33º Todo o Tempo do Mundo 0,84%

34º Os Donos da Bola 0,73%

35º Portugalmente 0,66%

36º Jornalinho 0,62%

37º Cartaz TV, de Jorge Alves 0,61%

38º Conversas Vadias, de Agostinho da Silva 0,61%

39º Vinte Anos, Vinte Nomes 0,60%

40º Histórias da Música 0,59%

41º Vamos Jogar no Totobola 0,49%

42º A Raia dos Medos 0,40%

43º A Viúva do Enforcado 0,40%

44º Melodias de Sempre 0,39%

45º Culinária, de Maria de Lurdes Modesto 0,33%

46º Nicolau no País das Maravilhas 0,28%

47º Olhos nos Olhos 0,27%

48º O Mundo de Cá 0,25%

49º Chuva na Areia 0,22%

50º Riso e Ritmo 0,14%

in 50 Melhores Programas

Acho que, na generalidade, estou de acordo com os resultados, apesar de ter algumas classificações muito discutiveis e alguns programas de que nunca ouvi falar… E vocês?


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Rua Sésamo imprópria para menores

As duas primeiras temporadas da Rua Sésamo acabam de ser editadas em DVD nos Estados Unidos com dois avisos: «O conteúdo é para maiores e poderá não ser apropriado para crianças do pré-escolar», noticia o El País.

No primeiro episódio da Rua Sésamo, emitido em Novembro de 1969, uma menina fazia-se amiga de um desconhecido que a convidava para ir a sua casa comer leite com bolachas.

Também há uma cena em que Egas pede a Becas que lhe passe o sabonete enquanto está no banho. Há algum tempo surgiu a polémica sobre se os dois bonecos formariam um par homossexual.

Telespectadores hipersensíveis

«Os telespectadores de hoje tornaram-se hipersensíveis. Os guionistas de Rua Sésamo não tinham segundas intenções. As suas decisões eram tomadas de forma inocente, e só depois foram questionadas quando entraram em jogo as guerras culturais. A sua única condição era fugir da violência e não escrever guiões que pusessem em perigo físico as crianças ao imitá-los», explicou à rádio NPR Daniel Anderson, que aconselhava nos anos 70 a equipa da Rua Sésamo e que hoje trabalha como psicólogo na Universidade de Massachusetts.

Mas segundo a produtora executiva do programa, Carol-Lynn Parente, «há modelos de comportamento de então que hoje não são aceitáveis», declarou ao The New York Times. «Por exemplo, aquele em que o Monstro das Bolachas fumou um cachimbo e depois o comeu».

A versão actualizada do Monstro das Bolachas devora cenouras em vez de bolachas desde 2005.

Recorde-se que há alguns anos acusou-se o personagem Tinky Winky, dos Teletubbies, outro popular espaço infantil, de «promover» a homossexualidade por andar com uma bolsa cor-de-rosa e por ter um triângulo invertido na cabeça.

in Portugal Diário

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Os Estados Unidos, a terra da liberdade e das liberdades, continua a surpreender.

Então editam a série e colocam-lhe aqueles avisos! Quem é que eles esperam que vá comprar a série da bonecada?! Os adultos, não? Para recordar…

Ele há coisas…

E já agora: se o Monstro das Bolachas começou a devorar cenouras, não deveria mudar de nome? ???:


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