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Mundial do Qatar vai ter nuvem-robot para fazer sombra nos estádios

Com temperaturas que podem chegar aos 50º, a realização do Mundial de Futebol de 2022 no Qatar, no Verão, tem levantado algumas dúvidas. Mas o país encontrou uma solução engenhosa: uma nuvem artificial, comandada à distância.

A segurança de jogadores e espetadores do Mundial de Futebol de 2022, no Qatar, chegou mesmo a levar a Fifa a considerar a hipótese de transferir o campeonato para o Inverno. Mas, agora, cienstistas da Universidade do Qatar dizem ter criado nuvens artificiais capazers de providenciar sombra para os estádios.

Cerca de 500 mil dólares é quanto custará cada uma destas nuvens-robot, comandadas à distância e movidas a energia solar.

in Visão

Isto sim, é tecnologia!! O dinheiro do petróleo ajuda um bocadinho… 🙂

A crise actual

O termo crise financeira é aplicado a uma variedade de situações nas quais instituições ou activos financeiros se desvalorizam repentinamente.
No século XIX e no início do século XX, muitas crises financeiras estiveram associadas a corridas aos bancos, durante períodos de recessão. Outras se caracterizaram pelo estouro de uma bolha financeira e pela quebra do mercado de ações ou por ataques especulativos à moeda de um país ou quando um país suspende o pagamento de sua dívida.
Há várias teorias acerca do desenvolvimento das crises financeiras e como evitá-las. Entretanto, não há consenso entre os economistas. As crises continuam a ocorrer por todo o mundo e parecem se produzir com certa regularidade, podendo ser inerentes ao funcionamento da economia capitalista.

calvin

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E um vídeo interessante (e com humor) que nos mostra como realmente funciona o mercado.

O rapaz que escreve os discursos de Obama

É o próprio Barack Obama quem o diz: Jon Favreau é o seu “mind reader“. Aos 27 anos (e não parece um ano mais velho que isso), com muito café e muitas latas de Red Bull, Favreau não sabe apenas ler os pensamentos de Obama. Sabe também passá-los para o papel, estruturá-los, para que Obama os devolva às multidões, em frases electrizantes. O discurso inaugural pertence-lhe também. Passou semanas e semanas a trabalhar nele. Hoje, tornou-se no mais jovem “speechwriter” presidencial de sempre.

A “Newsweek” escrevia há meses que Jon Favreau tem o pior e o melhor trabalho na história dos redactores de discursos. O pior, porque o seu patrão é alguém que, na verdade, não precisaria da sua ajuda, já que escreveu sozinho não apenas dois “best-sellers” “Dreams from My Father” (“A Minha Herança”, Casa das Letras) e “The Audacity of Hope” (“Audácia da Esperança”, Casa das Letras), como o discurso que o catapultou para a fama nacional, em 2004, na Convenção Nacional Democrata. “Ao mesmo tempo, o mesmo patrão é capaz de discursar de uma forma que faz o seu auditório ficar arrepiado.” E não deve haver muito melhor do que isto para quem ganha a vida a escrever para os outros.

Favreau tinha apenas 23 anos, acabado de se formar no College of the Holy Cross em Worcester (Massachusetts). Conta o “New York Times” que Obama estava a ensaiar o discurso da Convenção, nos bastidores, quando Favreau, que fazia parte da equipa do candidato democrata às presidenciais, John Kerry, o interrompeu: havia um problema de ritmo no discurso. “Ele olhou para mim, um bocado confuso, tipo: ‘Quem é este puto?'”, conta Favreau.

O “puto” era já speechwriter de Kerry, por puro acaso. Estava à hora certa no local certo, no momento em que a campanha do democrata estava prestes a implodir. Já havia pouca gente no escritório para além do rapaz que reunia os registos audio das notícias sobre a corrida presidencial quando Kerry precisou de ajuda para os seus discursos. “Eles não podiam dar-se ao luxo de contratar um”, recorda agora o redactor de Obama. “Por isso tornei-me vice-speechwriter, apesar de não ter experiência nenhuma.”

A derrota de Kerry em 2004 acabou com os projectos políticos de Favreau. “O meu idealismo e entusiasmo pela política estavam arrumados. Estava grato pela experiência que recebi, mas foi uma experiência tão difícil que, juntamente com a derrota, me fez sentir que estava acabado”, contou à “Newsweek”. Mas não por muito tempo. “Foi preciso o Barack para recuperar isso”.

O encontro com Barack Obama veio pouco depois, quando o seu director de comunicação, Robert Gibbs, o abordou: “Estamos à procura de um speechwriter”, disse-lhe. “Porquê?”, perguntou Favreau. “Se o dia tivesse 48 horas não necessitaríamos de um. Mas ele precisa de trabalhar com alguém.”

E foi no primeiro dia de trabalho de Obama como senador (representando o estado de Illionois) que os dois se encontraram para a entrevista, numa cafetaria no Capitol Hill. Favreau estava então desempregado e “falido, a tirar partido de todas as promoções das happy-hours que encontrava em Washington”. Nesse encontro, o senador pôs de lado o seu currículo para lhe perguntar: “O que te fez entrar para a política? O que te interessou?”. Projectos sociais, defesa dos direitos legais dos pensionistas… “E qual a tua teoria para a redacção de discursos?”, perguntou Obama. “Não tenho nenhuma. Mas quando o vi na Convenção, o senhor contou basicamente a história da sua vida do princípio ao fim, e era uma história que se enquadrava na grande narrativa americana. As pessoas aplaudiram não por ter escrito para um aplauso, mas porque tocou em alguma coisa no partido e no país que nunca tinha sido tocada antes. Os democratas não tinham isso há muito tempo”. Obama estava conquistado.

Houve muito trabalho depois disso. Favs, como é conhecido entre os amigos, decorou o discurso de 2004 palavra por palavra, andou sempre com os livros de Obama debaixo do braço, em particular a autobiografia “Dreams from My Father”. E o dono da voz confundiu-se com a voz do dono.

Quando Obama venceu a nomeação democrata contra Hillary Clinton (que atacara os dons de oratória do rival: “As campanhas fazem-se com poesia, mas a governação é com prosa”), os dois levaram meia hora para chegar à frase que abriria o discurso de vitória: “Diziam que este dia nunca chegaria”.

Favreau estava sempre com Obama, tornou-se mesmo num dos poucos da equipa a consegui-lo. Deitava-se às três da manhã, levantava-se às cinco. Ia para os Starbucks encher-se de cafeína para aguentar o sono enquanto dacitlografava no seu computador. Desde que Obama ganhou as presidenciais, a 4 de Novembro, que o ritmo ficou ainda mais frenético, para preparar o discurso inaugural.

“O que faço é sentar-me com ele durante meia hora. Escrevo tudo o que ele diz. Refaço, escrevo. Ele escreve, refaz. É assim que o produto fica acabado.”

Não se pense que tudo o que ouvimos de Obama veio de Favreau. “Quando trabalhamos com o senador Obama, o principal actor do discurso é ele”, diz David Axelrod, o estratega da campanha de Obama, ao ‘New York Times’. “Ele é o melhor speechwriter do grupo e sabe o que quer dizer e geralmente di-lo melhor do que qualquer pessoa diria”.

in Público

Discurso de vitória de Obama na nomeação democrata:

“Diziam que este dia nunca chegaria”


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O melhor emprego do mundo

Passear, mergulhar e viver numa ilha paradisíaca ao largo da Grande Barreira de Coral, com um salário principesco, é a ‘louca’ proposta do estado de Queensland, na Austrália.

Já imaginou ganhar 78,5 mil euros durante seis meses para tomar conta de uma bela ilha tropical na Austrália? Se sim, pode começar a sonhar e candidatar-se ao “melhor trabalho do mundo”, anunciado hoje pelo governo do estado de Queensland, que começou um processo de selecção online.

O ‘tratador’ da ilha Hamilton, situada na Grande Barreira de Coral – o maior grupo de recifes de corais do mundo – apenas terá que percorrer as areias brancas, mergulhar à superfície no coral e executar “algumas tarefas de menor importância”. Depois, terá de contar a sua experiência ao mundo através de blogues semanais, diários de fotografias e vídeos actualizados.

E não é tudo. O candidato escolhido ficará a viver numa casa de praia com três quartos, piscina de mergulho e um buggy de golfe… sem ter que pagar renda. Quem quiser tentar a sorte, contudo, não pode ignorar o lado mediático do cargo. “[Os candidatos] Terão que falar com os meios de comunicação social de tempos em tempos sobre o que estão a fazer, por isso não podem ser tímidos e terão de adorar o mar, o sol, o ar livre”, afirma o governador do estado de Queensland, Paul Lucas.

A campanha “o melhor trabalho do mundo” faz parte de uma acção de investimento global de cerca de 900 mil euros para desenvolver o turismo na região.

“O facto de serem pagos para explorarem as ilhas da Grande Barreira de Coral, nadarem, mergulharem e viverem, de forma geral, o estilo de vida de Queensland, torna este trabalho, sem qualquer dúvida, no melhor do mundo”, acrescenta Paul Lucas.

O melhor de tudo é que as exigências feitas aos candidatos não são muitas: precisa apenas de saber nadar, ser um bom comunicador e falar e escrever em inglês.

As candidaturas estão abertas até ao dia 22 de Fevereiro. Depois, os onze candidatos escolhidos voarão até à ilha de Hamilton no início de Maio para o processo final de selecção. O feliz contemplado com o “melhor trabalho do mundo” inicia o contrato no dia 1 de Junho e, até Dezembro, pode tornar os sonhos em realidade.

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No espaço de 24 horas, mais de 200 mil candidatos tinham clicado para o sítio da publicidade.

A elevada reacção – e atenção mediática mundial – encantou os funcionários do turismo que incluiram este trabalho numa campanha para publicitar os encantos do Nordeste do Estado de Queensland, num total de 1,7 milhões de dólares australianos.

“A resposta global nas primeiras 24 horas ultrapassou as nossas expectativas”, disse o ministro australiano do Turismo, Desley Boyle.

O ministro afirmou que a campanha já tinha atingido perto de 29 milhões de pessoas através da televisão e da cobertura da imprensa escrita, o que equivale a cerca de dez milhões de dólares em publicidade.

in Expresso

Site oficial de candidatura ao melhor trabalho do mundo

Excelente estratégia de marketing!

Alguém interessado?! 😀


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Xutos & Pontapés: 30 anos de rock

Não foi a uma terça, mas antes a uma sexta-feira 13 (de Janeiro, em 1979) que um concerto nos Alunos de Apolo, em Lisboa, marcaria o dia em que daí para a frente se celebraria cada aniversário de uma das bandas de rock portuguesas mais antigas no activo, os Xutos & Pontapés. Hoje celebram o seu 30º aniversário, mas já há mais de uma década que a longevidade da sua carreira e alguns traços comuns entre músicos lhes granjeou o epíteto de Rolling Stones portugueses. E viriam a abrir para os originais, em 27 de Setembro de 2003, no Estádio Municipal de Coimbra. O sonho tornar-se-ia, assim, realidade para os Xutos, conforme o diriam.

xutos-pontapes

Mas os Xutos & Pontapés garantem, ainda hoje e mesmo percorrendo o país de lés a lés, casa cheia por conta própria. O Pavilhão Atlântico testemunhou isso em 1999, no concerto dos 20 anos. (…) Mostram em Novembro de 2005, como conseguem arrastar novamente consigo os seus admiradores, desta vez ao Coliseu dos Recreios e por três vezes, na final da tournée “Três Desejos”. Em 2008 é a vez do Campo Pequeno se preparar para o circo e para as feras, agora em rodada dupla, recordando o 20º aniversário do álbum “Circo de Feras” com um espectáculo feito de acrobacias visuais e sonoras para vestir de outras cores os originais desse disco histórico da carreira dos Xutos.

Apesar disso, nem só de recordações vivem os Xutos & Pontapés. Entre recuperações recentes (ano 2000) para CD de concertos memoráveis como o do Rock Rendez-Vous e novos registos ao vivo, há também lugar a originais, sendo um deles reservado para coincidir com o 25º aniversário. “Mundo ao Contrário”, editado em 2004, contraria assim a previsível tentação dos tradicionais best-of comemorativos e mostra que os Xutos ainda estão aí para tomar as rédeas à “vida malvada” e conquistar novos públicos.

Os 30 anos não são diferentes. Há disco novo prestes a sair, com 13 temas. O primeiro é ‘Quem é Quem’, single de apresentação do 12º registo de estúdio da banda, com lançamento marcado para o dia 23 de Março.

O novo single é apresentado ao vivo, no Pavilhão de Portugal, esta terça-feira, dia 13 de Janeiro, 30 anos depois.

in Cotonete

Parabéns Xutos!! 🙂


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Actores de “Gomorra” presos por serem verdadeiros mafiosos

Três dos actores do filme italiano “Gomorra“, que personificavam chefes da Camorra, a máfia napolitana, acabaram na prisão, sob a acusação de serem mafiosos também na vida real.

A longa-metragem “Gomorra”, de Matteo Garrone, baseado na obra homónima de Roberto Saviano, desvenda os meandros da Camorra e a maioria dos seus intérpretes são actores não-profissionais escolhidos nas ruas de Nápoles. Três deles, segundo as acusações, pertencem realmente ao mundo descrito no livro de Saviano.

Os media italianos noticiaram que há alguns dias foi detido Giovanni Venosa, um dos actores do filme, sob as acusações de extorsão e tráfico de droga.

No filme de Garrone, candidato italiano ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro da academia cinematográfica norte-americana, Venosa interpreta o papel de um dos chefes locais da Camorra.

Para os investigadores, na vida real, o ‘actor’ é apenas um membro da organização que trafica droga e recolhe o dinheiro por meio de extorsão. Venosa foi sentenciado há alguns meses a dois anos de liberdade condicional e trabalhava em Modena, no norte de Itália, mas, durante uma saída por bom comportamento, a polícia apanhou-o a extorquir dinheiro aos comerciantes de Nápoles.

Antes dele, tinham sido detidos Salvatore Fabbricino e Bernardino Terracciano, também protagonistas de “Gomorra”.

Fabbricino é, no filme, um dos muitos jovens que trabalham para a Camorra no bairro de Scampia, nos subúrbios de Nápoles, onde decorre a acção. Tal como em “Gomorra”, Fabbricino foi detido por vender droga e trabalhar para um chefe local.

Bernardino Terracciano, que no filme interpreta o papel de ‘Tio Bernardino’, um dos chefes da Camorra, foi detido em Outubro passado durante uma operação contra o clã dos Casalesi, após o assassínio de sete imigrantes africanos em Castel Volturno.

in Expresso

Na minha opinião, acho que o filme devia ser também nomeado para o Óscar de melhor casting! Era vitória certa!! :mrgreen:


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Igreja ‘Maradoniana’ espalha culto na Net

O futebol move paixões um pouco por todo o mundo, mas na Argentina há uma verdadeira religião que leva esta paixão ao extremo. Trata-se da Igreja Maradoniana, dedicada ao futebolista Diego Armando Maradona – o seu «Deus» -, que conta já com mais de 100 mil fiéis em todo o mundo. Na sua página Web, é possível aderir a esta insólita «religião» e conhecer um pouco da história do culto do «10».

maradoniana.png

Considerado por muitos o melhor jogador de futebol de todos os tempos, rivalizando com o brasileiro Pelé, Diego Armando Maradona foi também um dos futebolistas mais amados e polémicos de sempre. Esta paixão levou um grupo de amantes do desporto-rei a criarem em 1998 a Igreja Maradoniana, um verdadeiro culto ao mago da bola, que tem mandamentos, feriados, orações e até sacramentos, como as restantes religiões.

No site desta religião, é possível saber que há mais de 100 mil fiéis que prestam culto a Maradona e celebram o Natal no dia 29 de Outubro, o dia em que Maradona nasceu. O outro feriado desta «igreja» é a Páscoa Maradoniana, celebrada a 22 de Junho, o dia em que o antigo número 10 argentino «afundou» a selecção de Inglaterra, no Mundial de 1986, no México, com a célebre «Mão de Deus».

A «Mão de Deus» é outro dos ícones do culto, pois tem de ser imitada sempre que um novo membro é admitido, numa cerimónia que é considerada o baptismo dos maradonianos, também realizada a 22 de Junho.

Tal como na religião católica, os fiéis desta igreja têm 10 mandamentos, que incluem frases como «amarás o futebol acima de todas as coisas», «declararás o amor incondicional a Diego e ao bom futebol», «difundirás os milagres de Diego em todo o universo» ou«terás como segundo nome Diego e baptizarás o teu filho com o mesmo nome».

Além de dar a conhecer a história desta religião, o site tem áreas com vídeos dedicados ao culto, desde casamentos e baptizados dos fiéis, a jogadas de Maradona, uma loja de produtos relacionados com o mítico número 10 «alvi-celeste» e um link que permite aos cibernautas tornarem-se membros do culto.

in SOL

Também já existem tantos “cultos”, que mais um, menos um, não faz a menor diferença…

Cada um acredita no que quer! :mrgreen:


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