Mês: Janeiro 2011

Cabeleireira viola assaltante

Marcas Technorati: ,,,,

Indivíduo preparava-se para assaltar o estabelecimento quando se viu imobilizado e escravizado sexualmente pela proprietária do salão.

Um assalto a um cabeleireiro na Rússia está a mobilizar a polícia. O crime envolve o assaltante e a cabeleireira do estabelecimento assaltado, avança o jornal G1.

A cabeleireira, identificada como Olga, de 28 anos, viu o seu salão invadido por um homem na passada terça-feira, dia 14. Olga, experiente em artes marciais, conseguiu dominar Viktor, de 32 anos, e levou-o para uma sala reservada, segundo o site «life.ru». A cabeleireira utilizou um secador de cabelo para obrigar o assaltante a render-se e acabou por o prender. No entanto, não chamou a policia.

Olga obrigou o assaltante a tomar Viagra para depois abusar dele várias vezes durante os dois dias seguintes.

Quando foi libertado, o assaltante dirigiu-se ao hospital para curar o pénis «magoado» e depois à esquadra para registar queixa contra a cabeleireira que, por sua vez, só no dia seguinte registou queixa contra Viktor por assalto.

No entanto, a história confunde-se ainda mais porque a policia não consegue ter a certeza sobre quem é o verdadeiro criminoso deste caso de assalto que terminou em «violação».

in TVI24

Ooops!! 🙂

Transilvânia. Dois “vampiros” tentam sugar o dinheiro de autarquias e bancos

A história não é de Bram Stoker nem entra aqui o conde Drácula. Mas a origem é a mesma: o reino perdido da Transilvânia, na Roménia.

Um deles era príncipe da Transilvânia e outro cavaleiro do principado da Transilvânia. Os dois, Tristan Gillot e Christian Decot, ambos belgas, ambos auto-intitulados representantes daquele reino perdido e ambos arguidos num processo que hoje vai a tribunal com acusações de burla qualificada e falsificação de documentos.

Segundo os relatos, o representante de Sua Alteza, Christian Decot, foi detido na Covilhã pela Polícia Judiciária (PJ) e, cerca de um ano depois, foi a vez do próprio príncipe.

Entre 2005 e 2009, os dois belgas ainda pediram uma audiência ao então Presidente da República, Jorge Sampaio, para lhe dar conta de um investimento numa empresa de aviação e aeronáutica e postos de trabalho. Porém, nunca foram recebidos. A ideia era abrir em Portugal uma fábrica de construção aeronáutica, a Falcon Wings, financiada pela fortuna do príncipe e do seu cavaleiro, na qual seriam investidos cerca de 150 milhões de euros e criadas mais de três centenas de empregos na zona do Alentejo.

Acordo assinado A autarquia de Évora chegou a ceder um terreno. O esquema foi tentado posteriormente em Arraiolos e finalmente na Covilhã e em Ponte de Sor. Basicamente, os dois “nobres” obtinham financiamentos junto de instituições ou empresários, explicando que seriam investidos milhões de euros provenientes da sua conta “real” no Banco Mundial.

Tristan Gillot chegou a ir a Évora e a assinar um acordo com o presidente da câmara, assegurando que havia outros investidores em África e na Índia.

Ao que tudo indica, o mesmo príncipe já tinha tentado uma operação do mesmo género na Guiné Conacri, onde foi recebido pelos responsáveis governamentais e a quem anunciou investimentos num hospital. Tanto na Guiné como em Portugal, os representantes do principado da Transilvânia anunciavam garantias bancárias no valor de milhões de euros. Em Portugal estiveram envolvidos a Caixa Geral de Depósitos, o Millennium BCP e o Banco Espírito Santo, mas apenas os dois primeiros se constituíram assistentes no processo.

Segundo algumas fontes ligadas ao caso, os dois belgas apresentaram garantias de milhões – que tudo indica eram falsas.

No processo chegou a estar constituído arguido um consultor do Alentejo, inicialmente relacionado com o suposto plano para ludibriar bancos, autarquias e empresas portuguesas. Porém, o juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Investigação Criminal, determinou, em 26 de Abril de 2010, o arquivamento relativo ao procedimento criminal contra o português.

O julgamento dos dois belgas burlões começa amanhã no Campus da Justiça, em Lisboa.

in I

Pessoal empreendedor… 🙂

Leite de vaca retirado de madrugada cura insónias

Empresa alemã comercializa leite ordenhado entre as 2h00 e as 4h00, período em que liberta mais melatonina.

Não é um pacote de leite. Também não é um medicamento, apesar de uma empresa alemã o vender como um alimento que pode curar insónias ou combater a falta de sono temporária. Em vez de leites ricos em cálcio, para ajudar a combater a osteoporose, a empresa alemã Nachtmilchkistalle lançou recentemente um leite de vaca rico em melatonina: uma hormona do sono produzida por vários animais e plantas e que resulta da secreção da glândula pineal (participa na organização temporal dos ritmos biológicos).

Vantagens? Funciona como uma substância soporífera e promete noites sem contar carneirinhos. Segundo avança a empresa, a dose tomada uma hora antes de se ir para a cama “garante um sono repousado”.

O leite usado neste produto difere dos restantes pela hora em que as vacas são ordenhadas: o leite é retirado entre as 2h00 e as 4h00 da manhã porque, nesse período temporal, o leite das vacas é 25 vezes mais rico em melatonina (a hormona que regula o sono).

Além de a ordenha ser feita de madrugada, os animais são banhados por uma luz vermelha que acelera o sono e favorece a produção de melatonina. Também o regime alimentar é especial e rico em luzerna, ingrediente favorável à produção da hormona do sono.

O produto é vendido em doses de nove gramas e pode, por exemplo, ser misturado num iogurte. Para já, ainda só é comercializado na Alemanha.

in I

Faltará ainda descobrir alguma coisa?! 🙂

Corremos nus pela Europa fora

Nos tempos de Durão envergávamos uma tanga a tapar-nos as vergonhas. Hoje perdemos a tanga e a vergonha. Abrimos garrafas de champanhe por prevermos um défice abaixo dos 7,3%. Portugal é o país stripper da Europa.

Celebrar um défice por este se situar abaixo do previsto (7,3%) seria normal se o número apresentado não fosse absurdamente elevado. Faz lembrar alguém que vai ao dentista e que ao sair da consulta manda assar um porco porque não lhe arrancaram o último dente que lhe resta na boca. Recuando no tempo: “Os senhores [do PS] deixaram Portugal de tanga”, disse então o primeiro-ministro, Durão Barroso, em resposta à alegada falta de solidariedade política do PS em relação ao programa de emergência, apresentado e discutido na Assembleia da República. (17-04-2002)

Durão não foi suficientemente teso para aguentar a tanga que o espartilhava e foi laurear a pevide para Bruxelas, munido de uns largos boxers, corria o ano de 2004, deixando então o menino nos braços de um atarantado Santana Lopes. Este, pouco habituado a mudar fraldas, deixou o miúdo de tal forma inflamado que o Presidente Jorge Sampaio achou por bem intervir e deixar a criança à guarda de alguém responsável até ter uma família de acolhimento.

E aí entrou a família socialista, cheia de promessas, pó de talco e fraldas com abas largas para o menino não ficar com as virilhas assadas, transbordava esperançaSim, esta mesma família que hoje em dia não se percebe bem se é um governo ou um grupo de vendedores de divida pública ambulante. Eles vão a todo lado, do Brasil a Timor, do Rato a Algés, dos Emiratos à China, do Qatar a Vila Real de Santo António.

Passam mais tempo a hipotecar o futuro deste país lá fora do que por cá a resolver os incontáveis e intocáveis problemas que os próprios criaram. Chegam a regozijar-se por vender a dívida pública portuguesa a taxas que fariam corar qualquer economista alcoolizado há vinte anos atrás. Durante o mês de Janeiro quantos dias esteve o Primeiro-Ministro em Portugal? A divida de um país é hoje oferecida sabe-se lá a quem, em que termos, e em que esquinas, como quem vende algodão doce ou chupa-chupas numa feira-popular. No final está visto quem é que vais chupar com isto tudo.

Resumindo: se há uns anos nos encontrávamos de tanga, hoje em dia corremos nus pela Europa e mundo fora, sem sabermos se devemos finalmente parar e pedir ajuda ou se continuar a fugir dela como o diabo da cruz. Corremos até se nos acabar o fôlego. E ele está a acabar. Entretanto, de cabedal e chicote na mão, Angela Merkel, a implacável dominadora alemã, espera por nós.

Tiago Mesquita in 100 Reféns

Sócrates criou 88 fundações desde 2008

Os nossos media, volta e meia, esquecem os gastos idiotas do Estado. Mas quem nos empresta dinheiro nunca esquece. Não esquece, por exemplo, que o governo criou um tacho chique (aka uma fundação) a cada doze dias. Isto é o saque organizado ao nosso dinheiro.

Durante umas semaninhas, os nossos media, certamente para desanuviar, deixam de prestar atenção à correlação entre a performance do Estado português e a reacção do mercado da dívida. Eu sei: é chato, árido e não tem homicidas gays. Depois, quando a atenção regressa a este tema, os media encontram os juros muito altos e começam, de imediato, a defender esta narrativa: “ai, eles, os mercados, estão a ser muito duros e injustos com Portugal”. Duros? Sim. Injustos? Não. É que o nosso Estado continua a gastar dinheiro sem o mínimo respeito pela realidade do país e sem uma mínima consideração pelo contribuinteBasta olhar para o trabalho que o Diário de Notícias está a fazer.

Um exemplo: desde que rebentou a crise (2008), José Sócrates já criou 88 fundações. Isto dá uma média de uma fundação a cada 12 dias (em plena crise). Meus amigos, isto é um saque organizado ao dinheiro dos contribuintes. Não tem outro nome: é um saque ao nosso dinheiro, um saque legitimado pelo próprio governo, um saque que beneficia boys em detrimento do cidadão comum, esse idiota que se limita a abrir a carteira. Alguém me explica a utilidade destas 88 fundações? Alguém me explica a utilidade de todas as 640 fundações que são financiadas pelo Orçamento de Estado? Alguém pode garantir – sem se rir – que o país precisa de todas estas fundações? Não haverá umas quantas que são desnecessárias? Caramba, temos um batalhão imenso de funcionários públicos e, depois, ainda é preciso fazer estas fundações financiadas pelo orçamento de estado? Para quê?

E, já agora, também interessa fazer uma pergunta mui simples: por que razão as chefias destes tachos finos (uma-fundação-alimentada-pelo-OE não é só um tacho, é um tacho chique) são tão bem pagos? Alguém me explica por que razão a presidente da Fundação Cidade de Guimarães tem um salário de 10 mil euros? (e o salário era de 14.300 euros). Como contribuinte, eu não aceito estes ordenados faraónicos. Não aceito. Isto é um assalto ao meu dinheiro. Meu. Meu. Não é do Estado, não é do governo, não é do PS, não é dos boys and girls do PS e do PSD (sim, o PSD também tem os dedos neste mel). É meu, e eu quero respeito por esse dinheiro.

Volta e meia, os nossos media esquecem isto, ou seja, esquecem a realidade portuguesa. Mas os credores internacionais não esquecem. E ainda bem. É a pressão dos credores que está a proteger os contribuintes portugueses. Sem essa pressão, os tachos finos seriam ainda mais.

Henrique Raposo in “A Tempo e a Desmodo”

Um fim do mundo de fins do mundo

O fim do mundo que está marcado para o dia 21 de dezembro do próximo ano distingue-se dos fins do mundo que o precederam por não ter sido profetizado por quem se diz que o profetizou. Os maias modernos garantem que não há, nos textos dos maias antigos, qualquer profecia que indique o fim do mundo naquele dia, e os maias antigos guardam há muito um prudente silêncio, uma vez que o mundo, para eles, já acabou há algum tempo. Há profecias que falham quanto àquilo que profetizam; esta falha mesmo quanto a ser uma profecia. Ainda assim, a profecia tem sido discutida, temida e filmada – embora quase tudo isso tenha sido feito em Hollywood. A predição do fim dos tempos está cada vez mais fácil: já não é preciso profetizá-la para a profetizar.

Admitindo que a profecia que os maias não terão feito está correta, isto é, que o mundo acaba no fim do ano que vem, para os cidadãos residentes em Portugal há boas notícias e más notícias. As boas são que, para eles, o mundo não acabará, de certeza, no dia 21 de dezembro de 2012. As más são que pode acabar antes. Parece haver razões bastante válidas para acreditar que Portugal pode não conseguir durar mais dois anos. Quando o fim do mundo chegar, em dezembro de 2012, Portugal pode já ter acabado há meses – se é que não acabou há anos, como parece acreditar Medina Carreira.

Por outro lado, na eventualidade remota de Portugal não ter ainda acabado no dia 21 de dezembro de 2012, creio que não acabará nesse dia. O mundo pode acabar no fim de 2012, mas Portugal só acabará, na melhor das hipóteses, no primeiro trimestre de 2013. A 21 de dezembro não estarão reunidas todas as condições para o encerramento. Certos diretores de organismos terão ido de férias e só voltarão a poder despachar em janeiro. Alguns contratos de cessação pendentes deverão aguardar que uma nova administração seja empossada para, então sim, entrarem em vigor. Haverá papelada vária à espera de assinatura e carimbo até março. Claro que, à cautela, só começo a fazer compras de Natal no dia 22 de dezembro de 2012. Mas tenho quase a certeza de que temos mais três meses de vida que o resto do mundo.

A menos que a razão esteja do lado do grupo radiofónico-religioso Family Radio, que acaba de prever que o fim do mundo ocorrerá já no dia 21 de maio de 2011. O sr. Harold Camping, que apesar de ter nome de marca de material de campismo lidera a comunidade, já tinha previsto o regresso de Jesus Cristo em 1994. No entanto, não deixou que o fracasso dessa previsão o desencorajasse e prevê agora que o mundo durará apenas mais quatro meses e três semanas. O sr. Camping parece desconhecer que quatro meses e três semanas não chegam para um elenco governamental português limpar os gabinetes, quanto mais para que decrete o fecho do país. Sem querer ser derrotista, parece-me mais uma previsão condenada a um relativo fracasso. Digo relativo porque, sempre que um grupo religioso prevê o fim do mundo, não sou capaz de dizer que a previsão falhou. É certo que o meu mundo não acaba quando eles dizem, mas tenho sempre a sensação de que vivemos em mundos diferentes. É possível que o deles tenha acabado e eu não saiba.

Ricardo Araújo Pereira in Visão

🙂

Pássaros beberam (literalmente) até cair!

Pelo menos um dos misteriosos casos de pássaros mortos está resolvido: o problema das dezenas de estorninhos que apareceram mortos na Roménia, no passado sábado, foi, aparentemente, álcool a mais.

Os habitantes de Constanta, no Este da Roménia, apressaram-se a alertar as autoridades para as dezenas de pássaros mortos, julgando que as aves tinham subumbido à gripe. No entanto, os responsáveis veterinários avançam que as análises mostraram que os bichos tinham consumido álcool a mais: os desafortunados estorninhos terão comido demasiado bagaço (o que fica depois de esmagadas as uvas no processo de produção do vinho).Desde o início deste ano, têm sido várias as mortes massivas de pássaros nos Estados Unidos, mas também em países europeus como a Suécia e a Itália.

in Visão