Desporto

Mundial do Qatar vai ter nuvem-robot para fazer sombra nos estádios

Com temperaturas que podem chegar aos 50º, a realização do Mundial de Futebol de 2022 no Qatar, no Verão, tem levantado algumas dúvidas. Mas o país encontrou uma solução engenhosa: uma nuvem artificial, comandada à distância.

A segurança de jogadores e espetadores do Mundial de Futebol de 2022, no Qatar, chegou mesmo a levar a Fifa a considerar a hipótese de transferir o campeonato para o Inverno. Mas, agora, cienstistas da Universidade do Qatar dizem ter criado nuvens artificiais capazers de providenciar sombra para os estádios.

Cerca de 500 mil dólares é quanto custará cada uma destas nuvens-robot, comandadas à distância e movidas a energia solar.

in Visão

Isto sim, é tecnologia!! O dinheiro do petróleo ajuda um bocadinho… 🙂

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Um iPod que ‘defende’ penaltis

Quando se fala de tecnologias associadas ao futebol, o guarda-redes do Manchester United explica como um iPod o ajudou a defender penaltis e, com isso, ganhar a Taça da Liga Inglesa.

Ben Foster foi o grande herói da final da Taça da Liga inglesa, ao defender um dos penaltis que decidiram o jogo a favor do Manchester United. Normalmente suplente de Edwin van der Saar, Foster fez uma grande exibição, mas, no final do jogo, fez questão de explicar que a defesa do penalti se ficou a dever… a um iPod.

“Momentos antes das grande penalidades, puseram-me a ver um vídeo num iPod com vários penaltis marcados pela equipa do Tottenham e, entre eles, estava um do Jamie O’Hara”, contou Ben Foster, justificando o facto de se ter lançado para o seu lado esquerdo no momento em que o adversário rematou.

“Só me disseram para manter em pé, ser forte e esperar pelo remate, porque, provavelmente, os remates iriam para o mesmo lado”, conta aquele que o treinador Alex Ferguson aponta como o futuro guarda-redes da selecção de Inglaterra. E a verdade é que, Foster aproveitou a tecnologia, seguiu o conselho e acabou por ser feliz e ajudar a sua equipa a arrecadar mais um troféu: “O recurso ao iPod é mais uma grande inovação.”

in Visão

Momento em que Ben Foster defende o remate de Jamie OHara

Se, eventualmente, Foster não tivesse conseguido defender qualquer daqueles penaltis, na próxima semana o departamento técnico do Manchester United estava a utilizar um Zune! :mrgreen:


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Saltar de 42 km de altura a 1500 km/h

Saltar da estratosfera. Parece loucura – mas é o último projecto de Mário Pardo, que planeia subir a 42 km… para cair a 1500 km/h. Para o menino que sonhava ser astronauta não há limites.

Desde miúdo que queria ser astronauta. Passava noites à janela, a olhar para o espaço, a desejar ir por ali fora. Depois, Mário cresceu, absorveu todos os condicionalismos e limitações que a sociedade lhe quis meter na cabeça e colocou o sonho de lado. Afinal, quantos miúdos não sonham ser astronautas – e quantos conseguem realmente? Mas, há dez anos, ao ler a história de Joseph Kittinger, o capitão da Força Aérea Americana que realizou o maior salto da estratosfera, a 102.800 pés (31.300 metros) em 1960, Mário Pardo atreveu-se a sonhar de novo.

Nascia assim o projecto “Stratosphere” (Estratosfera), que se propõe ir até à segunda camada da atmosfera num balão a hélio e depois cair, em queda livre, os mesmos 120.000 pés (36.500 metros) por ali abaixo… Aquilo que levará a Mário duas horas e meia a subir levará singelos cinco minutos e meio a descer – só que a uma velocidade superior a 1500 km/hora. Se tudo correr como previsto, o tricampeão nacional de queda livre quebrará cinco recordes mundiais (altitude em voo de balão tripulado, altitude em salto de queda livre, maior distância percorrida em queda livre e mais longa queda livre realizada, e recorde de velocidade alcançada, ultrapassando a barreira do som), com direito a inscrição no “Guinness” e tudo.

Há riscos óbvios, inerentes. Um deles é “entrar em spin”, ou seja, perder a estabilidade e vir por aí abaixo em círculos – “o que aconteceu a Kittinger”. Safou-o um drogue, espécie de pára-quedas de emergência pensado para dar estabilidade em objectos a altas velocidades. Mas Mário acredita que, com mais de 4000 saltos na bagagem e a sua experiência de pára-quedista, isso não vai acontecer – embora esteja previsto levar um drogue para activar em caso de emergência. Outro risco passa pela fragilidade do material do balão estratosférico, que tem a textura de “um saco de plástico muito fininho” e facilmente se pode danificar na descolagem.

Apesar de parecer uma ideia meio louca, o projecto “Estratosfera” tem uma sólida equipa científica por trás. A Universidade do Porto tornou-se parceira. Sérgio Reis Cunha, da Faculdade de Engenharia, assume a direcção técnica – o engenheiro electrotécnico coordena um programa de lançamento de balões estratosféricos em parceria com a Agência Espacial Europeia. Paulo Afonso, mestre em Astrofísica e doutorando no Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, em Munique, é consultor científico; e o director de voo é Alan Noble, o homem do leme da Cameron Balloons, o maior fabricante de balões do mundo, que será responsável pela criação do balão a hélio e também pelo fato. E contam ainda, como consultor técnico, com Andy Elson, responsável pela volta ao Mundo em balão da Breitling em 1993 – e o homem que mais vezes esteve acima dos 40.000 pés (12.200 metros).

O balão terá uma altura de 100 metros (o equivalente a um prédio de 30 andares), subirá à velocidade de 1000 pés (304 metros) por minuto e levará uma gôndola, não pressurizada, para ser mais leve. “O fato não é igual a um fato espacial, porque tem de permitir mais mobilidade”, nomeadamente para manobrar o pára-quedas depois de aberto, explica Mário. Terá de ser térmico e pressurizado, para fazer face à pressão e à temperatura, que a partir dos 30.000 pés (9.100 metros) baixa para os – 60 graus Celsius, podendo ir até aos -100. Esta tecnologia não existe em Portugal – pelo que o local da descolagem está em aberto, dependendo do patrocinador. “Pode ser no Brasil, na Índia, nos EUA, no Novo México…”, avança Mário, esclarecendo que “a única condição para a aterragem é que seja no deserto, por motivos de terreno”.

Curso de terapeuta em comportamentos aditivos

O pára-quedista levará oxigénio e, antes da subida, terá de fazer uma desnitrogenização, consumindo oxigénio puro, sem azoto, para eliminar o risco de descompressão. Além disto, leva também uma parafernália de equipamento: vários GPS, para calcular posição e velocidade; sensores de pressão atmosférica, de temperatura e de parâmetros biomédicos, que darão indicações à equipa médica cá em baixo sobre a sua condição física; rádios adequados para transmissão de dados de navegação e telemetria; e câmaras de filmar que transmitirão, em tempo real, imagens de tudo o que se passa na ascensão e queda.

Ainda não há data para a grande aventura (que depende essencialmente de arranjar patrocinadores, já que o projecto ascende a quatro milhões de euros…), mas do treino do atleta fazem já parte muitas horas na câmara hipobárica da Força Aérea, onde se simula a baixa pressão atmosférica da estratosfera, e outras tantas no túnel de vento de Bedford (Inglaterra), “uma turbina que lança ar a uma velocidade semelhante à da queda livre…” Além disso, Mário está habituado a uma actividade física intensa. Diariamente, faz duas a três horas de treino aeróbico, ioga e meditação. Facetas do trabalho da mente, cuja performance é fundamental. E que reflecte outra faceta da sua vida: a de psicoterapeuta. O curso de terapeuta em comportamentos aditivos foi tirado em Londres, aos 30 anos, depois de uma “fase difícil”.

Para Mário, o mais importante neste projecto é concretizar o sonho de criança – e “passar a mensagem de que é possível”. Os limites somos nós que os impomos a nós próprios. Mas foram feitos para ser ultrapassados. Costumo dizer que não ultrapasso os meus medos – empurro-os. Vou empurrando os meus medos sempre para mais além. Gosto de os enfrentar, porque sei que são o que mais nos limita. Passei muito tempo a lutar contra eles. E querer lutar contra os medos é uma batalha perdida – a partir do momento em que os aceitas, eles tornam-se mais pequenos. À medida que aprendes a lidar com ele, passas a vê-lo de forma diferente. Quase como um velho amigo.” O seu único limite? “Não magoar os outros.”

in Expresso

Só me resta dizer uma coisa:

– Boa sorte!! 😯


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Red Bull Air Race

A sétima e penúltima etapa do Campeonato do Mundo acontece já no próximo fim-de-semana (6 e 7 de Setembro) na zona ribeirinha do Porto e de Gaia. (…)

A apenas duas provas do final do Campeonato do Mundo da Red Bull Air Race está tudo em aberto. A etapa anterior, em Budapeste, baralhou as contas entre os pilotos da frente e a etapa portuguesa pode ser decisiva para que as coisas se definam. O actual líder do ranking, é Paul Bonhomme, mas Hannes Arch – vencedor em Budapeste – ocupa a segunda posição com o mesmo número de pontos (45). Uma situação que se repete no terceiro e no quarto lugares, onde Kirby Chambliss e Mike Mangold têm igualmente o mesmo número de pontos (36).

A corrida do próximo fim-de-semana irá decorrer num traçado rápido e apertado, onde o maior desafio para os pilotos será conseguir manter a máxima velocidade ao mesmo tempo que cumprem os ziguezagues das chicanas e efectuam as manobras exigidas pelo traçado, fugindo das penalizações. Em 2007, a etapa lusa foi uma das mais espectaculares de todo o calendário da Red Bull Air Race, com as suas pontes e o pitoresco de toda a zona ribeirinha, tanto do lado do Porto como de Gaia, a proporcionar um cenário único.

in RedBull.pt

Nós vamos!! 🙂

Toda a informação em Red Bull Air Race


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Jogador tranca presidente da Juve na casa de banho para não ser negociado

Cobolli Gigli acusa médio português Tiago de o ter fechado numa casa de banho durante uma hora.

A notícia foi ontem publicada pela imprensa transalpina após a existência de vários rumores. “Foi Del Piero [capitão da Juve] quem me ouviu e acudiu”, reforçou Gigli em declarações à ‘Sky Italia‘.

O caso terá acontecido há poucos dias (o local não foi revelado) e a versão do presidente bianconeri surgiu depois de várias versões. A alegada atitude de Tiago estaria relacionada com o facto de querer alinhar na Liga dos Campeões e ter abordado Cobolli Gigli no sentido de vetar o seu empréstimo ao Everton ou Mónaco (ambos os clubes não participam na Champions). Pedido esse que não terá sido correspondido.

No entanto, o relato de Gigli diverge das informações recolhidas pelo CM. “Não é verdade. O presidente da Juventus ficou preso acidentalmente”, afirmou uma fonte contactada em Itália pelo nosso jornal.

Nas últimas semanas, o ex-Sp. Braga, Benfica, Chelsea e Lyon recusou rumar a Inglaterra e a França, reiterando sempre a vontade de permanecer no plantel da formação de Turim, no qual é praticamente descartado pelo técnico Claudio Ranieri, embora o italiano mantenha um discurso de aceitação. “Tiago é um bom menino”, disse Ranieri na passada semana.

Na estreia da Juventus na Liga italiana, domingo, em casa da Fiorentina (1-1), o médio, de 27 anos, ficou na bancada.

Finalizado, ontem, o prazo de inscrição de jogadores nas principais ligas europeias, aquele que foi considerado o maior flop do Calcio na temporada transacta, viu reduzir-se a margem de manobra.

Médio nega acusações de Cobolli Gigli

Perante as palavras do presidente da Juventus, Tiago reagiu através da Gestifute, empresa que gere a sua carreira. “Essas acusações são completamente falsas”, começou por dizer ao CM Bárbara Vara, administradora da companhia pertencente ao empresário Jorge Mendes, reforçando: “A notícia não tem qualquer fundamento e, ainda mais, as supostas declarações.”

Certo é que o caso ganhou dimensão na imprensa estrangeira e foram várias as publicações a dar destaque às polémicas declarações de Gigli.

Para Tiago este é mais um episódio controverso na carreira. Na última época apenas conheceu o insucesso depois de se transferir do Lyon para a Vecchia Signora por 13 milhões de euros. Realizou vinte jogos, poucos como titular, e entrou na galeria das desilusões após a fama ganha em França. Em 2004 deixou o Benfica para ingressar no Chelsea de José Mourinho, onde também não foi feliz.

in CM

O que se faz por “amor” à camisola!! 😎


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“Ilusão” garante Jogos perfeitos à China

Um “playback” na cerimónia inaugural, encenação digital no fogo-de-artifício, controlo meteorológico ou ginastas sem idade suficiente para competir são apenas algumas das fabricações olímpicas criadas pela China para mostrar ao Mundo uns Jogos Olímpicos impecáveis.

Milhões de espectadores por todo o Mundo assistiram ao espectáculo inédito que marcou o arranque dos Jogos, mas, dias depois do início perfeito, a magia chinesa começou a perder o encanto.

A ordem do governo chinês era clara: a pequena cantora tinha que ser “perfeita”, por isso a menina fotogénica que encantou o Mundo a entoar Ode to Motherland na festa de abertura fez “playback” para esconder o sorriso desalinhado da verdadeira cantora.

“Yang Peiyi falhou a selecção [para aparecer na cerimónia] devido ao seu aspecto. Foi pelo interesse nacional“, explicou Chen Qigang, director musical do espectáculo, confirmando o “playback” na televisão estatal chinesa.

A série de fogo-de-artifício com forma de pegadas que iluminou a noite de Pequim para mostrar o caminho até ao Estádio Nacional – Ninho do Pássaro – foi uma encenação tecnológica, e o jornal Beijing Times foi o primeiro a confirmar a técnica utilizada.

A poluição e o nevoeiro de Pequim não iriam permitir uma visualização perfeita da cerimónia, e seria demasiado perigoso permitir uma filmagem aérea, o que justificou a encenação, explicou Gao Xiaolong, responsável pelos efeitos visuais da cerimónia.

Durante os JO, as autoridades chinesas substituiíram o nevoeiro por uma “neblina”.

Para afastarem a densa camada de poluição que envolve Pequim e dar a imagem de uma capital limpa, as autoridades chinesas mandaram fechar fábricas, limitaram a circulação automóvel e controlaram a meteorologia para conseguirem alguns dias olímpicos de céu azul e sol.

Pequim já tinha pintado a relva da capital com tinta verde quando, em 2001, a cidade foi examinada pelo Comité Olímpico Internacional como candidata à Organização dos Jogos.

A liberdade de expressão foi mais um simulacro. A China definiu três zonas para a realização de protestos olímpicos, mas embargou todos os pedidos de autorização (77 candidaturas) para manifestações durante os Jogos, silenciando qualquer voz dissidente que prejudicasse “os interesses nacionais”.

Alguns dos activistas que cumpriram a lei chinesa e apresentaram pedidos para a realização de protestos, estão presos e outros sob vigilância.

“A definição dos lugares de protesto foi uma brincadeira”, afirmou à Lusa Wang Xiao Feng, um conhecuido jornalista chinês, “porque o governo não iria suportar protestos”.

A par das espectaculares instalações olímpicas, várias paredes de informação cultural e publicitária foram erguidas na capital chinesa para esconderem os bairros mais pobres dos olhares dos visitantes estrangeiros que vinham visitar a cidade anfitriã, moderna e harmoniosa.

As hospedeiras chinesas que entregam as medalhas olímpicas e dão assistência aos visitantes foram criteriosamente seleccionadas e treinadas para sorrir, “pela honra da China”.

A equipa chinesa de ginástica conquistou a medalha de ouro com a ajuda de uma pequena atleta que, segundo a própria imprensa estatal chinesa, tinha apenas 13 anos há nove meses.

Actualmente, o passaporte chinês da jovem prova que ela tem 16 anos, a idade mínima para competir nos Jogos, facto estranho que nem as autoridades chinesas comentam nem o Comité Olímpico Internacional investigou.

Tudo em prol do “interesse nacional”, foi assim que a China justificou as falsificações e truques olímpicos que encenaram os Jogos aparentemente livres de erros ou imperfeições.

Em declarações recentes à imprensa chinesa, Zhang Yimou, director artístico das cerimónias de abertura e encerramento, notou que seria impossível organizar num país ocidental uma cerimónia com a sincronização e espectacularidade que a China mostrou na festa inaugural, devido à existência de sindicatos, regulamentos e de fraco espírito de sacrifício artístico.

“Os estrangeiros admiram isto. Este é o espírito chinês. Conseguimos fazer com que o nosso desempenho alcance um nível elevado através de um trabalho duro e esperto. Isto é algo que muitos estrangeiros não conseguem alcançar”, referiu à imprensa Zhang.

Nos Jogos chineses o feitiço não se vira contra o feiticeiro: A competição terminou e a China venceu a corrida ao “ouro”, indiferente às críticas e convencida de que os Jogos de Pequim vão ficar na história como o momento de abertura da China ao Mundo, mesmo que essa abertura seja apenas mais uma ilusão.

in Lusa

Ler também China “falsifica” Jogos Olímpicos e China vai controlar o clima


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‘Cheating’: crime ou um delito menor

Um estudo europeu revela que, enganar é hoje muito mais frequente do que há dez anos, até nas relações amorosas.

Nove em cada dez portugueses dizem que a área fiscal está invadida pela fraude, seguindo-se o desporto. Dois terços da população consideram que os colegas de trabalho mentem no dia-a-dia.

Os dados fazem parte de um estudo realizado pela GfK, empresa de estudos de mercado.

Na lista de áreas mais fraudulentas estão também as transacções empresarias: 80%. Mas há mais. Longe dos negócios, mas citados como domínios onde enganar é também palavra de ordem, estão as relações entre colegas de trabalho (64%). E nem os relacionamentos amorosos escapam, com 58% a defenderem que o logro é o caminho seguido por muitos.

Italianos são os que mais enganam

Apesar de apontarem o dedo à generalização da fraude em muitas áreas, poucos são os que admitem tê-la cometido. Ao todo, apenas 8% diz ter enganado a cara-metade, 7% confessa o copianço nas escolas, 5% fala em fraude nos impostos e no desporto e 4% revela ter mentido aos colegas de trabalho.

Conscientes de que enganar é errado, a maioria dos portugueses – 85% – rejeita a fraude como meio para atingir um fim. E não são os únicos. O estudo, realizado com a colaboração de 20 mil pessoas em 19 países (16 dos quais do Velho Continente), dá conta do desagrado dos europeus, com cerca de dois terços a sugerirem que enganar é errado.

Excepção feita aos franceses: metade dos quais defendem que é aceitável, pelo menos em algumas circunstâncias (se todos os fizerem, se o prejuízo para terceiros não for grande ou se não se deixarem apanhar).

A maioria dos europeus (54%) acredita que a fraude é mais prevalente nos negócios. E a Itália surge como líder dos que mais enganam, pelo menos segundo 92% dos inquiridos.

in Destak.pt

Estudo surpreendente!

Quem diria? Eu a pensar que a grande maioria das pessoas era honesta e incapaz de enganar alguém…

JURO! 😉

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