Imprensa

World Press Photo 2009

World Press Photo of the Year

Depois de uma ordem de despejo, o agente Robert Koel certifica-se se os residentes desta casa de Cleveland (Estado de Ohio) a abandonaram de facto. A foto é do norte-americano Anthony Suau e é a grande vencedora do World Press Photo.

Spot News: 1º prémio

Chen Qinggan, China, Hangzhou Daily

General News: 1º prémio

Luiz Vasconcelos, Brasil, Jornal A Crítica/Zuma Press

People in the News: 1º prémio

Chiba Yasuyoshi, Japão, Agence France-Presse

Sports Action: 1º prémio

Paul Mohan, Irlanda, Sportsfile

Sports Features: 1º prémio

Xiaoling Wu, China, Xinhua News Agency

Contemporary Issues: 1º prémio

Mashid Mohadjerin, Bélgica, Reporters

Daily Life: 1º prémio

Lissette Lemus, El Salvador, El Diario de Hoy

Portraits: 1º prémio

Yuri Kozyrev, Russia, Noor para Time

Arts and Entertainment: 1º prémio

Giulio Di Sturco, Itália, Agenzia Grazia Neri

Nature: 1º prémio

Carlos F. Gutiérrez, Chile, Patagonia Press para Diario La Tercera

Fotografias que nos dão murros no estomâgo! 😕

Veja a lista completa dos premiados no site da World Press Photo

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TV noticia ‘morte’ de George W. Bush

Um canal de televisão da África do Sul transmitiu, por engano, na última segunda-feira, uma notícia que afirmava que o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, teria morrido.

Durante cerca de três segundos, um letreiro de um dos telejornais do canal ETV News mostrou uma mensagem com os dizeres “Morreu George Bush”.

O erro aconteceu quando um técnico “confundiu-se” e apertou um botão que fazia o letreiro entrar no ar, no lugar de outro botão de testes.

O técnico terá cometido o erro depois de um dos editores do canal ter pedido para ver como ficaria no ar o letreiro de uma manchete.

“O director técnico apertou o botão errado. Demorou um segundo para que a notícia aparecesse na tela e apenas outros três para que fosse retirada”, afirmou o porta-voz do canal, Vasili Vass.

O canal de televisão afirmou que, para evitar incidentes deste tipo, a partir de agora os letreiros de testes serão feitos com letras aleatórias, sem significado.

O porta-voz não comentou se o responsável pelo erro irá sofrer alguma punição.

A notícia foi divulgada por outros meios de comunicação sul-africanos, como o jornal Beeld e o site News24h.com.

in G1

Com tanto assunto para “testar” foi logo inventar uma notícia com estas… repercussões?!

Provavelmente é algum desejo pessoal oculto… 😕

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Popeye celebrou 80 anos

Há 80 anos (17 de Janeiro de 1929), Elzie Crisler Segar desenhava pela primeira vez, numa vinheta, um marinheiro que, apesar de baixo, careca e pouco inteligente, viria a tornar-se famoso sob o nome de Popeye (“zarolho”, daí a pala preta que ostenta).

Na vinheta, o devorador de espinafres mais conhecido do Mundo, em resposta à pergunta “é um marinheiro?”, disparava esta curiosa resposta: “penso que sou um cowboy”, mais tarde substituída pela carismática “eu sou o que sou”. Mas as curiosidades não se ficavam por aqui, já que, ao contrário de quase todos os outros heróis dos quadradinhos, a sua estreia deu-se numa série avulsa, “The thimble theatre” (teatro em miniatura), uma tira diária de Imprensa, inicialmente publicada na vertical, que Segar assinava desde 19 de Dezembro de 1919. Nela, de forma teatral, quase sempre em tiras autoconclusivas, foi apontando alguns dos podres da sua América, baseando-se no quotidiano da família Oyl, em que predominavam o colérico Castor, a sua irmã Olive (Olívia Palito) e o seu noivo, Ham Gravy.

A partir de 1925, a série ganhou uma prancha dominical colorida, na qual Segar pode explanar o seu sentido de espectáculo e desenvolver narrativas longas, que combinavam cenários rurais e marítimos, a sede de aventura, a superstição, a magia e o medo do desconhecido.

É na sequência de uma delas que Popeye surge, conquistando, de imediato, os leitores – chegou a ser mais popular do que Mickey Mouse -, apesar da sua falta de atributos físicos, graças às tiradas inesperadas, à força sobre-humana (de início, sem qualquer relação com os espinafres, a sua imagem de marca nos desenhos animados), à resistência a murros, facadas e tiros e, ao mesmo tempo, ao seu carácter contraditório tão humano, igualmente capaz de se dedicar inteiramente a um bebé (Swee’pea, introduzido em 1933) como a acreditar que pode resolver tudo com os punhos (o que levou alguns a considerá-lo uma má influência para as crianças).

A sua popularidade levou Segar a alterar o título da sua criação para “The thimble theatre starring Popeye”, logo em 1931. O sonhador e devorador de hambúrgueres, Wimpy; o pai, Poopedeck Pappy; o estranho animal Eugene the Jeep, a malévola Sea Hag (Bruxa do Mar), o brutamontes Brutus e tantos outros foram-se juntando numa notável galeria, que Segar animou, em narrativas cada vez mais surreais, até à sua morte, vítima de leucemia, em 1938. A série prosseguiu com diversos autores, com destaque para Bud Sagendorf, que lhe conferiu um carácter mais humorístico e próximo da versão animada e a assinou entre 1958 e 1994.

Muito antes, logo em 1933, os estúdios Max Fleischer juntavam Popeye e Betty Boop no breve tempo de um desenho animado, para, em seguida, desenvolverem uma série com o marinheiro, que, até hoje, já protagonizou mais de 750 animações, na qual foi cimentada a sua actual imagem de marca: a força dependente dos espinafres (que levou Cristal City, no Texas, a maior produtora deste vegetal, a erigir-lhe uma estátua em 1937, agradecendo-lhe o aumento de 33 % no seu consumo nos EUA), a paixão pela anoréxica Olive (cuja silhueta inspirou um perfume de Moschino), a sua rivalidade com Brutus e a sua afirmação como marinheiro (“I’m Popeye, the sailor man“, cantava a música), tantas vezes negada na BD.

Nos anos 60, foi a estrela de uma série televisiva e, em 1980, chegou ao grande ecrã, numa película dirigida por Robert Altman, que teve como (único) mérito revelar Robin Williams, como Popeye, contracenando com Shelley “Olive” Duvall.

Desde o passado dia 1, Popeye passou ao domínio público na Europa, ou seja, qualquer um poderá utilizá-lo nos suportes que desejar, sem necessitar de qualquer autorização ou de pagar direitos. Isto acontece porque a lei europeia considera que os direitos de autor vencem 70 anos após a morte do criador. Nos EUA, é diferente, já que são considerados 95 anos após a data da criação, ou seja, a imagem de Popeye está protegida até 2024.

in JN

– “I’m Popeye, the sailor man“!!

THE END


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Jornais nazis estão a ser reimpressos

E se nos quiosques alemães voltarem a estar à venda jornais com artigos de Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler, a elogiar o seu líder e a criticar a imprensa judaica?

Segundo a BBC, é isso que está a acontecer neste momento na Alemanha, onde a polémica estalou com uma nova iniciativa – a reimpressão de jornais nazis.

Este projecto tem como objectivo ensinar os alemães acerca do seu passado e dos crimes cometidos por Hitler, não através de manuais escolares, mas de jornais da época.

No vídeo disponível no site da BBC, o jornalista Steve Rosenberg, tem nas suas mãos “Der Angriff” (O Ataque) de dia 13 de Janeiro de 1933, um jornal de propaganda nazi onde consta o referido artigo de Goebbels (que aliás se tornaria editor do jornal em 1936). O jornal não é um artigo de colecção, nem foi adquirido numa cave secreta de neo-nazis, foi comprado num comum quiosque alemão.

O responsável por esta iniciativa é Peter McGee, um editor inglês, consciente da polémica que uma incitativa destas iria provocar. “Há duas opções: uma é deixar o material trancado nos arquivos; outra é trazê-lo para a opinião e debate público. Isso está a acontecer agora, as pessoas estão a discuti-lo e é material forte”, afirmou à BBC.

Desde o fim da II Guerra Mundial que a Alemanha tem regras estritas que proíbem propaganda nazi. No entanto, os responsáveis pela reimpressão dizem que esta é uma forma de não deixar os crimes contra a humanidade perpetrados por Hitler caírem no esquecimento ou que os movimentos neo-nazis consigam distorcê-los.

Importa também referir que, além das publicações de inspiração nazi, estão também a ser reimpressos jornais da oposição que acabaram por ser fechados por Hitler.

in Público

😕

Ler também Hitler ouvia discos de músicos judeus


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80 anos a prever o dia seguinte

‘Borda d’Água’. O almanaque fundado em 1929 está congelado no tempo – é impresso numa tipografia tradicional e mantém a mesma linha editorial de há oito décadas. Tem tudo para estar condenado, mas demonstrou que a lei da probabilidade é um falhanço. Há cada vez mais leitores.

Nasceu no início da Grande Depressão, em 1929, atravessou de uma ponta à outra o regime salazarista, chegou à democracia e promete, este ano, ultrapassar a pior crise económica das últimas décadas. Há 80 anos que o Borda d’Água ensina ciência, mezinhas e outras sabedorias populares. Pode vir a Internet, a televisão por cabo, as enciclopédias digitais ou qualquer outra tecnologia de ponta que o “Velho da Cartola” continua igual a si próprio. “É uma tradição que se cumpre de geração para geração e que abarca leitores de todos os estratos sociais”, conta Narcisa Fernandes, sócia-gerente da Minerva, a editora que fundou e publica o almanaque.

O Borda d’Água não vai atrás ou à frente do progresso. Não precisa. Há cada vez mais adeptos, que querem saber quando plantar batatas, podar a vinha ou colher rabanetes. O caderno de papel reciclado é um best-seller – a edição de 2009 já vendeu 340 mil exemplares e na oficina da editorial Minerva, em Lisboa, as rotativas continuam a imprimir outras largas centenas de cópias que vão chegar nos próximos dias aos quiosques e aos vendedores de rua.

Os leitores separam as páginas com um canivete ou um corta-papéis à espera de encontrar sempre o mesmo – conhecer antecipadamente os dias de sol e de chuva ou ter em primeira mão as previsões para a agricultura. Por mais que possa ser complicado ver o futuro em tempos de mudança, o Borda d’Água oferece previsibilidade a troco de 1,50 euros. Não há aquecimento global ou qualquer outra mudança climática com força suficiente para derrotar o almanaque. Por mais surpreendente que seja o dia seguinte, o “reportório útil a toda a gente” está em cima do acontecimento.

No Inverno de 2007, conseguimos prever o tempo seco e quente e, no ano passado, antecipámos as chuvas torrenciais do Outono“, explica Célia Cadete, directora do Borda d’Água. O Observatório Astronómico da Ajuda tem uma quota parte do mérito, mas não explica tudo: “São uns pozinhos mágicos que temos.” Célia prefere não revelar o segredo, embora ofereça algumas pistas: “Basta saber ler os sinais da natureza.

São dotes usados no Borda d’Água desde os anos 60, altura em que Artur Campos, funcionário da Minerva, passou pela direcção da revista: “Apesar de ter apenas a instrução primária, conseguia determinar com bastante rigor qual o estado do tempo para o ano inteiro“, diz Narcisa. Perdia noites de olhos postos no céu a contar as estrelas e a fazer cálculos matemáticos: “Ao longo de 50 anos fez as previsões atmosféricas que deram credibilidade à nossa revista.

A reputação do Borda d’Água é ainda hoje reconhecida por milhares de leitores, o que poderá ser um suspiro de alívio para quem está à espera de um ano ainda mais difícil do que o último. O almanaque de 2009 desdiz as previsões de crise e até contraria o pessimismo do Presidente Cavaco Silva, que na mensagem de Ano Novo alertou para os maus tempos que se avizinham para os agricultores.

Os prognósticos do Borda d’Água são outros. “Haverá abundância de trigo e de outros alimentos; a carne e o peixe não vão faltar. O vinho, esse, será em abundância e de mui boa qualidade.” Quem tem, afinal, razão? A única certeza é que os presidentes mudam e o Borda d’Água está para ficar.

in DN Online


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As 10 descobertas do ano – Science

A revista Science elegeu as dez grandes descobertas do ano. Em primeiro lugar colocou a reprogramação celular, novidade que abre caminho a novas investigações em biomedicina. Ainda nesta área, a descoberta de novos genes ligados ao cancro ou a possibilidade de visualizar o desenvolvimento embrionário in vivo também estão no lote. Mas há menção a descobertas também noutros campos científicos.

A capacidade de reprogramar células, como se fossem computadores, para que elas se comportem de forma mais útil para os cientistas foi eleita pela revista científica americana “Science” como o principal avanço do 2008.

A revolução começou, na verdade, ao final do ano passado, quando cientistas japoneses conseguiram reprogramar células humanas de pele para que elas se comportassem como células-tronco embrionárias – um feito que, em tese, poderia eliminar as barreiras éticas que até então atrapalhavam, em muitos países, pesquisas desse tipo.

“Em tese” porque ainda era preciso provar que essas células reprogramadas podiam mesmo fazer as vezes das que são extraídas de embriões. E foi isso que os cientistas conseguiram começar a demonstrar em 2008.

Do avanço com as pesquisas emergiram os primeiros modelos de doença em laboratório – células especialmente reprogramadas para simular como certas enfermidades se comportam.

Durante 2008, um grupo de cientistas conseguiu transformar células de pele em neurónios e células gliais que sofriam com esclerose lateral amiotrófica. Uma semana depois, outro grupo produziu células com dez doenças diferentes (entre elas, distrofia muscular, diabetes tipo 1 e síndrome de Down).

A expectativa é a de que no ano que vem essas células possam formar modelos mais complexos, que ajudarão a produzir novos tratamentos contra essas doenças devastadoras e hoje incuráveis.

Mas a “Science” destaca que ainda há barreiras a serem transpostas para que essas células reprogramadas atinjam um status em que será seguro usá-las em tratamentos. Hoje, o método mais eficaz para produzi-las envolve o uso de um vírus, o que poderia ameaçar o paciente que as recebesse de contaminação.

Além disso, há o facto de que os cientistas não sabem basicamente como a inserção desses poucos genes por meio de um vírus operam a “alquimia” de transformar um tipo de células em outro. Por isso, diante do conhecimento, não há garantias de que essas células possam reverter a seu estado original e causar danos – ou mesmo um tumor – em vez de curar definitivamente o problema.

Muito trabalho pela frente, portanto, para que as células reprogramadas deixem de ser o “avanço do ano” da “Science” e passem a ser esperança real para pacientes.

Os concorrentes

A revista científica tem por hábito eleger outros nove avanços que concorreram com o vencedor durante o ano. Conheça os eleitos:

Imagens de planetas extra-solares: pela primeira vez, astrónomos conseguiram obter imagens indiscutíveis do que seriam planetas girando ao redor de outras estrelas, que não o Sol.

Genes do cancro: grandes avanços foram feitos na decifração de genes activos em células cancerosas de vários tipos, entre eles o pancreático e o glioblastoma – dois dos mais mortais.

Super-supercondutores: Em 2008, cientistas conseguiram descobrir uma segunda família de supercondutores de alta temperatura – estruturas que permitem a passagem de electricidade sem resistência.

Espionagem celular: Bioquímicos tropeçaram em grandes surpresas ao conseguir observar, em detalhes, como as proteínas se encaixam nos seus alvos – no famoso esquema chave-fechadura que costumamos aprender na escola.

Energia renovável: Cientistas inventaram em 2008 um catalisador de cobalto-fósforo que ajuda a produção de hidrogénio combustível a partir de água. Seria uma forma inteligente de armazenar energia que não é produzida por fontes limpas e não é imediatamente usada.

Embrião em evolução: Pesquisadores conseguiram monitorar a progressão de cerca de 16 mil células num embrião do peixe-zebra, após um dia de desenvolvimento.

Gordura vira músculo: Um estudo demonstrou que a chamada gordura castanha, definida como “boa” por ajudar a produzir calor para o corpo, pode ser transformada em músculo, e vice-versa.

Modelo Padrão: físicos conseguiram pela primeira vez realizar os difíceis cálculos e demonstrar que a teoria que descreve a maioria das partículas e interacções que ocorre no universo é capaz de predizer quanta massa os protões e neutrões devem ter.

Genética: Várias pesquisas demonstraram os avanços da genética em 2008. Desde o genoma completo de um cancro até uma porção significativa do genoma do mamute (…).

in DN Online & G10,,15196936,00.jpg

Neurónios motores com esclerose lateral amiotrófica produzidos por reprogramação celular

(Foto: Kit Rodolfa e John Dimos/Universidade Harvard)

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Vaticano ‘perdoa’ John Lennon

Em 1966, no auge da beatlemania, John Lennon disse a um jornal britânico a famosa frase: “Os Beatles são mais populares do que Jesus Cristo”, acrescentando que não sabia qual iria morrer primeiro, se o cristianismo, se o rock. Estas afirmações – sobretudo a primeira – foram muito comentadas e criticadíssimas à época, nomeadamente pelo Vaticano, mas também nos EUA.

Mais de 40 anos depois, a Santa Sé decidiu “perdoar” Lennon através de um artigo no seu órgão oficial, o diário L’Osservatore Romano.

Na peça, publicada para assinalar os 40 anos do histórico Álbum Branco dos Beatles, e que elogia a banda e John Lennon, lê-se que o desabafo do músico foi uma forma de “exibicionismo, de gabarolice por parte de um jovem músico inglês pertencente às classes trabalhadoras, que havia crescido na era de Elvis Presley e do rock and roll, e alcançado um sucesso inesperado”.

O artigo de meia página, ilustrado, diz ainda que os Beatles conseguiram “uma única e estranha alquimia de sons e palavras” e que demonstraram uma extraordinária capacidade de sobrevivência. Quanto ao Álbum Branco, é elogiado por ser “uma antologia musical mágica”.

Segundo o correspondente da BBC em Roma, David Wiley, este artigo é fruto de o L’Osservatore Romano ter um novo director, que começou a dar mais atenção o mundo do entretenimento nas suas páginas, bem como a assuntos de política internacional, para além da cobertura das actividades diárias do Papa e da publicação de discursos seus.

Na mesma página do artigo em que John Lennon é “perdoado”, e os Beatles e o seu Álbum Branco são referidos em termos extremamente elogiosos, o L’Osservatore Romano publica ainda uma outra matéria, esta sobre cinema.

Na peça intitulada O Crepúsculo dos Deuses, o jornal lamenta que a “idade de ouro” de Hollywood seja só uma recordação, acrescentando que o misterioso fascínio do star system desses dias foi substituído pelo culto das pseudocelebridades. De acordo com o citado jornalista, o Papa Bento XVI permite que o órgão da Santa Sé “reflicta a realidade exterior de uma maneira que seria impensável nos dias do Papa Paulo VI, em pleno auge dos Beatles”.

in DN Online

O Vaticano sempre teve uma grande aptidão para apontar o mundo que o rodeia e uma grande dificuldade em conseguir enxergar o seu próprio umbigo.

Estará a mudar?! Esperemos que sim… 😕

Ler também O Vaticano e os extraterrestres e Vaticano actualiza pecados mortais


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